quinta-feira, 15 de setembro de 2011

RISCOS CARNE FRANGO


Study: Human health risk from undercooked poultry
//14 Sep 2011
Scientists from the University of Leicester and University of Nottingham in England are to investigate the health risk posed by undercooked chickens with a view to developing effective vaccines.
They are probing a bacterium called Campylobacter jejuni -  a major cause of food-borne infections in people. The research is one of 12 projects, bringing together researchers from across disciplines, that will study Campylobacter in the food chain, from field to plate. Together, the projects cover a comprehensive range of questions about Campylobacter.
The projects funded through a joint call for proposals managed by BBSRC, the Food Standards Agency and Defra, will use a total of over £4 million funding to find out more about the organism that causes over 300,000 cases of food poisoning a year in England and Wales, and how best to control it.
“Tackling the causes of food poisoning is vital for our health and will give the public greater confidence in the British poultry industry, as well as helping to guarantee future food security”, said Science Minister David Willetts. “These projects will ensure this important task is underpinned by leading edge, robust science, with a coordinated approach between Government agencies and the research community.
Points of contamination
Campylobacter infection or contamination can potentially occur at any point during poultry production and food processing. The aims of this group of projects include identification of the key sources of the initial infection on farms; the common points of contamination; and 'weak spots' in the pipeline of infection where there is a high chance of eliminating bacteria from the food chain.
Infections arise with undercooked or non-hygienically-prepared poultry meat. Birds are able to tolerate a relatively large population of Campylobacter in their gut without ill effect, whereas humans can become ill after ingesting only a few bacteria.
Dr Christopher Bayliss, RCUK Research Fellow in the Department of Genetics at the University of Leicester is involved in the research with Dr Michael Jones, a lecturer in microbiology and molecular biology in Nottingham’s School of Veterinary Medicine and Science.
Effective vaccines
Funded by BBSRC and FSA, the aim of this project is to aid the development of effective vaccines to protect both animals and humans against infections by Campylobacter.
Dr Bayliss said: “Campylobacter jejuni is a major cause of food-borne infections of humans with undercooked or non-hygienically-prepared poultry meat being the main source of infection. The BBSRC is launching a series of twelve projects with the aim of understanding how this bacteria survives and spreads in chickens and how it gets into the food-chain.
“Researchers at the University of Leicester will investigate the phenomenon of 'phase-variation', which is widespread in bacteria and allows them to rapidly change their outer surfaces. These changes enable the bacteria to survive alterations in the environment and to avoid clearance by antibodies.
“The University of Leicester researchers will use experimental and mathematical models to investigate how often phase variation occurs and how it influences survival and spread of Campylobacter jejuni.”
UK Poultry industry
The poultry industry in the UK is worth £4 billion at the retail level and employs 35,000 people. This science will serve to underpin strength in this industry in the UK and also globally where it is estimated to be worth over £85 billion. This not least because the UK hosts the world's two leading poultry breeding companies, which supply more than 80% of the global supply of breeding stocks.
enviado por  Luiz Ristow  

CRMV RS:INFORMATIVO ONLINE Nº 481- 1ª Edição Especial UFSM


INFORMATIVO ONLINE Nº 481
 1ª Edição Especial UFSM

Reconhecimento aos 50 Anos do Curso de Medicina Veterinária da UFSM
A diretoria executiva, conselheiros e funcionários do CRMV-RS cumprimentam os membros da comissão organizadora do Simpósio dos 50 Anos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) pelo brilhantismo do evento. O grupo foi composto pelos professores João César Dias de Oliveira, Maristela Lovato, Luís Sangioni, Dominguita Lürhs Graça, Antônio Carlos Mortari, Manoel Renato Telles Badke, Ney Luís Pippi e Ony Lacerda da Silva; pelo médico-veterinário Antoninho Macuglia; pelo assessor administrativo Paulo Roberto Morais Modesto e pelo acadêmico Pedro Abib Hecktheuer. Em duas edições do Informativo Online, o CRMV-RS irá relatar as atividades desenvolvidas ao longo da semana de 4 a 10 de setembro.

Evento de abertura reuniu autoridades e veterinários
A solenidade de abertura das homenagens pelos 50 anos do curso de Medicina Veterinária da UFSM aconteceu na segunda-feira (05), no auditório Flávio M. Scheneider. O evento contou com a presença do magnífico reitor professor da UFSM Felipe Muller, o presidente do CRMV-RS Air Fagundes dos Santos, a presidente da Câmara de Vereadores de Santa Maria Sandra Rebelato, o secretário da Agricultura e Desenvolvimento de Santa Maria Rodrigo Menna Barreto, o coordenador do curso de Medicina Veterinária da universidade João César Dias Oliveira e o diretor do Centro de Ciências Rurais (CCR), Thomé Lovato.

Homenagens reconhecem colaboração de professores funcionários
O ponto culminante das festividades pelos 50 anos do curso de Medicina Veterinária, certamente, foram ashomenagens com entrega de troféus aos professores fundadores, diretores, coordenadores e funcionários do curso no período de 1961 a 2011. Este raro momento contou com a presença do diretor do Centro de Ciências Rurais e do reitor da UFSM, filho do professor-fundador Pedro Bernardo Muller que lecionou Zootecnia. Foram descerradas placas alusivas ao meio século de existência do curso e quadro com fotos, da época, dos diretores e coordenadores. As homenagens, simbolicamente, estenderam-se a todos os professores que fizeram e fazem parte do corpo docente do cursocinquentenário e que deixaram relevante contribuição ao ensino da Medicina Veterinária gaúcha. O presidente Air Fagundes fez questão de destacar a vinda do ex-professor, hoje ensinando em Santa Catarina, Lauro Petrucci, quem deu início, ao lado de outros professores, à afirmação da cirurgia veterinária na UFSM. Logo a seguir, como não poderia deixar de ser em um estado no qual o agronegócio é a atividade principal, foi oferecido um churrasco em clima de festa para mais de 500 pessoas no Parque de Exposições Viterbo Borges, no Campus da Universidade, com música nativista interpretada pelos próprios alunos. Parabéns a comissão organizadora composta pelos professores

Sessão da Câmara de Vereadores reúne diversas autoridades
Um dos pontos altos e mais solenes das comemorações foi a sessão especial realizada pela Câmara de Vereadores de Santa Maria na terça-feira (6). Proposta pelo vereador Manoel Badke, que é médico-veterinário, a solenidade reuniu diversas autoridades no plenário do legislativo municipal, conforme relata a reportagem publicada no site da Câmara (clique aqui para ler mais).

Contribuição do cinquentenário à formação profissional
Coube ao presidente do CRMV-RS e ex-professor Air Fagundes, discorrer durante a semana de comemorações aos 50 anos de criação do curso de graduação de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), sobre a contribuição ao ensino da Medicina Veterinária brasileira. Na terça-feira (6), perante corpo docente e discente, bem como de ex-alunos e ex-professores, no auditório do Centro de Ciências Rurais (CCR), Air destacou o pioneirismo do curso na elaboração das normas do estágio curricular supervisionado e da criação da disciplina de iniciação à Medicina Veterinária, hoje atividades implantadas em todos os cursos do país. Além disso, lembrou que a avaliação do ensino da Medicina Veterinária brasileira partiu originalmente de um projeto elaborado na UFSM e apresentado em Belém do Pará, em 1986, em uma reunião das ciências agrárias promovida pela Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (Abeas). Mais tarde, criada no Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) a primeira Comissão Nacional de Ensino da Medicina Veterinária da qual fez parte. Lembrou, ainda, que o colegiado do curso foi o primeiro na UFSM a colocar na sua composição, inicialmente sem direito a voto, um representante da associação de classe médico-veterinária da região geoeducacional, que contribuiu para a melhoria do ensino local. A coordenadoria de curso não satisfeita, na procura de soluções para as chamadas “janelas”, espaços vazios enfrentados pelos alunos durante os turnos da manhã e tarde na grade curricular, criou o sistema de “semestre alternado”. Ou seja, fazendo com que um determinado semestre tivesse aula pela manhã e outro no turno da tarde. Com isso, permitindo ao aluno um turno livre durante o dia para poder realizar estágio extracurricular ou outra atividade afim, ou mesmo trabalhar. Destacou, também, outros avanços na gestão do ensino da Medicina Veterinária na instituição, entre eles o incentivo à participação política partidária e profissional, atividade necessária e importante ao médico-veterinário no seu papel na sociedade.

CRMV-RS realizou sessão plenária no CCR
Diretores e conselheiros do CRMV-RS se reuniram na sala de conferências Prof. Claudio Antônio Mussoi, no Centro deCiência Rurais (CCR), em Santa Maria, para Sessão Plenária Ordinária. O encontro também contou com a participação dos professores do colegiado do curso de Medicina Veterinária da universidade. O grupo discutiu a criação e avaliação dos novos cursos técnicos estaduais, o exercício ilegal da profissão, fiscalização e inscrição dos docentes no CRMV-RS e mercado de trabalho. Durante o encontro, o presidente do CRMV-RS, Air Fagundes, enfatizou que os professores precisam se mobilizar e fortalecer o colegiado, além de fomentar, entre a comunidade acadêmica, a participação dos alunos nas questões políticas que envolvem a profissão.

Lorenzoni aborda as perspectivas para mercado de trabalho
O médico-veterinário e deputado federal Onyx Lorenzoni, graduado pela UFSM (1976), começou sua exposição “250 Anos da Medicina Veterinária” destacando que hoje grande parte dos produtores rurais e dos proprietários de animais de estimação estão cursando o nível superior ou estão formados, o que aumenta a responsabilidade do médico-veterinário, requerendo, com isso, uma nova postura profissional. Ou seja, um desenvolvimento profissional com muito conhecimento, significativa habilitação (prática) na área de atuação e acima de tudo plena auto-confiança na capacitação. Se não bastasse, segundo o deputado que começou sua trajetória na política de classe, o sucesso profissional exige desenvolvimento emocional/social/político, capacidade empreendedora, criatividade e tecnologia. Onyx lembrou que a FAO, para as próximas quatro décadas, projeta demanda e consumo de alimentos, principalmente de carne bovina, suína, ovina, aves e pescado, somando-se a demanda vinda do setor de animais de estimação, projeções que sinalizam a  ampliação do campo de atuação do médico-veterinário, concluiu.

Presença da médica-veterinária na profissão foi destacada
Na palestra "A mulher na Medicina Veterinária", a ministrante Vera Lúcia Machado da Silva, ex-aluna da UFSM (1982), clínica de animais de companhia em Porto Alegre e conselheira do CRMV-RS, fez um histórico da trajetória da mulher médica-veterinária no Rio Grande do Sul, no Brasil e no mundo. Na oportunidade, com a participação da presidente daSovergs, Marilisa Petry, foram ouvidos depoimentos de profissionais que passaram pelo curso da UFSM. A primeira mulher a entrar no curso, Lourdes Maria Rodrigues, concluiu a graduação na UFRRJ, mas veio lecionar na UFSM. Outra ex-aluna que honrou a instituição foi Magnólia Erhardt, que ocupou o cargo de secretária municipal de Saúde em Cachoeira do Sul. Vale lembrar, ainda, que a primeira mulher graduada em Santa Maria, na segunda turma, foi RoquitaPinto, que ficou como responsável pelo biotério da Universidade.

Academia empossa nova diretoria
Em homenagem ao cinquentenário do curso de Veterinária da UFSM, os membros da Academia Rio-Grandense de Medicina Veterinária se deslocaram a Santa Maria para realizar uma assembleia-geral ordinária especial. Na sexta-feira (9), Dia do Médico-Veterinário, tomou posse a nova diretoria para a gestão 2011/2013. O pesquisador Augusto César da Cunha é o novo presidente, em substituição ao professor Augusto Langeloh, que conduziu a entidade por dois mandatos. A diretoria se completa com Huldo Cabral Cony (vice-presidente), Sérgio José de Oliveira (secretário-geral) e o Flávio Antonio Pacheco de Araújo (tesoureiro). O conselho fiscal é formado por Antonio de Pádua Ferreira da SilvaFIlho, Cláudio Giacomini, Maristela Lovato e Augusto Langeloh (suplente). Em seu pronunciamento o presidente que deixou o cargo resumiu sua carreira de médico-veterinário até ingressar na Academia e ter sido eleito presidente, cargo que ocupou por dois mandatos consecutivos e procurou honrar. Destacou ainda a íntima colaboração e apoio que a Academia recebeu e espera continuar recebendo do CRMV-RS. Agradeceu a colaboração em especial do acadêmicoHuldo Cony como integrante da Comissão de Recuperação da História da Medicina Veterinária, que se extingue junto com a posse da nova diretoria. O novo presidente referendou as homenagens prestadas pela Academia à UFSM e concluiu esperar continuar recebendo o apoio do CRMV-RS bem como dos demais confrades e da confreira para as atividades administrativas e festivas.


EXPEDIENTE DO CRMV-RS
Na sexta-feira (16) e segunda-feira (19), o CRMV-RS terá apenas expediente interno na sede em Porto Alegre para preparação da auditoria que irá ocorrer de 19 a 23/09. Está mantido somente o Pregão Presencial nº 3/2011, marcado para o dia 16, às 14h.


EXPEDIENTE

O Informativo Online é uma publicação semanal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS), distribuído por e-mail a usuários cadastrados. As edições anteriores estão disponíveis no sitewww.crmvrs.gov.br .

Edição: Leandro Brixius (MTb/RS 9468)
Textos: Jornalistas Leandro Brixius e Hosana Aprato
Formatação web: Carlos André Santiago e Juliano Ramos
Foto: Divulgação

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Encontro reúne autoridades nacionais e internacionais em defesa sanitária animal


Publicado em 14/09/2011


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (mapa), com apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) e do Instituto Biológico (IB), realiza entre os dias 3 e 7 de outubro, no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP), o II Encontro Nacional de Defesa Sanitária Animal - ENDESA 2011.

O evento trará palestrantes nacionais e de outros países, como Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Dinamarca e França para debater, entre outros temas, formação veterinária, sistemas de atenção veterinária, diagnósticos em saúde animal, vigilância epidemiológica, emergências veterinárias, tecnologias a favor da saúde animal, legislação veterinária, ambiente, biodiversidade e bem-estar animal e prevenção primária em saúde animal.

Podem participar do ENDESA 2011 médicos veterinários, estudantes de medicina veterinária, profissionais de defesa sanitária, trabalhadores da saúde, pesquisadores e professores de universidades, instituições de pesquisa e formação, profissionais do setor privado e membros da sociedade em geral. 

As inscrições devem ser feitas pelo portal da Fundepag - eventos.fundepag.br. Não serão efetuadas inscrições no local do evento.

SUBMISSÃO DE RESUMOS

O evento também terá espaço para a apresentação de resumos. Podem participar apenas autores de trabalhos que resultaram de projetos aprovados no Edital CNPq/Mapa/SDA n° 064/2008.

Mais informações sobre o ENDESA 2011 podem ser obtidas pelos sites www.agricultura.gov.br/endesa e www.crmvsp.gov.brou pelo e-mail endesa2011@agricultura.gov.br.

FONTE

Thaís Cardoso - Jornalista
Telefone: (11) 5908-4772

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ministério da Saúde: Nota Técnica sobre Febre do Nilo Ocidental


Divulgando!!

Encaminho para ciência e "atenção".

Prezados,

Encaminhamos para conhecimento, Nota Técnica sobre Febre do Nilo 
elaborada pelo Ministério da Saúde/ SVS.
Este material foi disponibilizado na página eletrônica do MS e 
encaminhado em paralelo para divulgação.
http://xa.yimg.com/kq/groups/23157480/1471095688/name/nt_28_2011_febre_do_nilo_2011_revisada_2.pdf


Disney
Equipe CIEVS/DF

-- 
Núcleo de Controle de Endemias, Doenças Transmissíveis e Emergentes
NEDTE/GDCAT/DIVEP/SVS
Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal - SES-DF
SGAN Quadra 601, Bloco O/P sala 29
Brasília/Distrito Federal
Brasil
CEP 70830-010
Tel/Fax: 55 61 33220369 e 39057912
endemias@saude.df.gov.br
endemias.df@gmail.com


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

BRUCELLOSIS, STUDENTS - CHINA: (HEILONGJIANG), VETERINARY ANATOMY LAB

Date: Sun 4 Sep 2011
Source: China Daily [edited] 
<http://www.chinadaily.com.cn/china/2011-09/04/content_13614791.htm>

The dean and party secretary of the animal medical school at Northeast
Agricultural University, Northeast China's Heilongjiang province, have
been removed from their positions due to a group of staff and studentsbeing infected by a serious disease through the department's
laboratory, China Youth Daily reported on Sat 3 Sep 2011.

Earlier this year [2011], 27 students and a teacher were found
infected with brucellosis, an infectious disease which can lead to
significant incapacitation. They were sent to a local hospital for
treatment. One student, a senior at the application technology
department of the university, suffered from joint pain, fatigue,
sweating and a high fever in January 2011. The symptoms were later
diagnosed as brucellosis.

"It was all due to the university's negligence that we were infected,"
he said. The senior student and another 29 students did a sheep
anatomy experiment in a lab of the animal medical department on 19 Dec
2010. "The lab's equipment was in disarray, and the whole environment
was unsanitary where we conducted the anatomy," the senior student
recalled.

[Byline: Lu Yanyu]

--

[The mode of transmission here is unclear, but to have an attack rate
of over 90 percent suggests that aerosolization occurred during the
dissection. The manifestations of brucellosis are protean but are not
mentioned in any detail. Additionally, how the infections were
diagnosed is not clear. - Mod.LL]

Pecuarista é responsável pela vacina usada em campanha


Ministério da Agricultura esclarece que as doses usadas contra a febre aftosa nas campanhas oficiais são adquiridas pelo produtor rural
Da Redação
A compra da vacina contra a febre aftosa para imunizar o rebanho nacional todos os anos é de responsabilidade do produtor rural. Nas duas etapas da campanha nacional contra a doença, realizadas a cada ano, são utilizadas em torno de 300 milhões de doses aplicadas em bois e búfalos. A aquisição da vacinas é de competência exclusiva dos produtores rurais brasileiros. O Ministério da Agricultura organiza o calendário nacional de vacinação e atesta que haverá produto em quantidade suficiente e devidamente testado pelo governo para a realização da campanha. 
A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura informa que o pecuarista deve comprovar aos governos estaduais que comprou a vacina em quantidade compatível com seu rebanho. A medida serve para garantir o controle do cumprimento das metas de vacinação. A escolha da marca comercial da vacina fica a critério do produtor rural. A função do governo é registrá-las e testar 100% dos lotes antes de serem comercializados.
Em situações especiais, o governo adquire a vacina contra febre aftosa, como aconteceu no caso da imunização dos bovinos e bubalinos em regiões de alto risco para a doença, no Amazonas, Amapá e Roraima. Nessa situação específica, a aplicação das doses é feita por fiscais do serviço veterinário oficial, que aproveitam a oportunidade para inspecionar clinicamente os animais, cadastrar e geolocalizar as propriedades rurais. O Ministério ainda doou vacinas para a Bolívia para auxiliar no controle nas regiões de fronteira com o Brasil. 
Atualmente, no país, são comercializadas nove marcas comerciais de vacinas contra febre aftosa das seguintes empresas: Biogenesis, Biovet, Biotecn, Coopers, Inova, Intervet, Merial, Ourofino, Pfizer e Vallèe.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

You know you've worked too long in a lab when...



1. You wonder what absolute alcohol tastes like with orange juice
2. You can tell what cheap and expensive white coats look like
3. You can't watch CSI without cursing at least one scientific inaccuracy
4. You use acronyms for everything and never stop to elaborate
5. Liquid nitrogen is only about a 1/3 as dangerous as you thought
6. You always seem to use the microscope after the person with the impossible close together eyes
7. Accident reports are a badge of honor
8. You've wondered why you can't drink distilled water in the lab - It should be clean?
9. You give the lab equipment motivational pep talks "Work for me today or i'll reprogram you with a fire axe" is my favorite
10. You've worked out that a trained chimp could probably do 90% of your job
11. When a non-scientist asks you what you do for a living you roll your eyes and talk science at them until they've loss the will to live (mainly for fun)
12. You have to check the web to find out what the weather is outside
13. You realize that almost anything can be classed as background reading
14. People wearing shorts under a lab coat disturb you slightly as they look as though they might be naked underneath
15. Although all cooking is a glorified chemistry experiment you just still can't seem to get it right
16. Safety equipment is optional unless it makes you look cool
17. Warning labels invoke curiosity rather than caution
18. The Christmas nightout reveals scientists can't dance, although a formula for the movement of hands and feet combined with beats per min is found scrawled on a napkin by a waiter the next day
19. You know which part of the lab you can chill out undisturbed on friday afternoon
20. You decide the courses and conference you want to go on by the quality of the food served
21. You are strangely proud of the collection of junk you've stolen from vendors at trade shows
22. You've used dry ice to cool beer down
23. No matter what the timings in the experiment protocol there is always time for lunch in the middle
24. As has been pointed out to me on several occasions - You can no longer spell normal words but have no trouble with spelling things like immunohistochemistry or deoxyribonucleic acid.(Cheers Lesley)
25. Burning eyes, nose and throat indicate that you haven't actually turned on the fumehood/downdraft bench
26. Your slightly too fond of the smell of (pick one or many) Xylene/Agar/Ethanol/Undergraduates/Alcoholic handwash
27. You've left the lab wearing a piece of PPE (personal protective equipment) because you forgot you had it on
28. You bitch about not being able to pipette by mouth any more (Not me but i've worked with people who do!)
Signs from others in the group (04-07-07)
29. Security come round at 2 am wondering why the lights are still on only to find you with your arms up to your elbows in a glovebox - Cheers James
30. you have made some kind of puppet out of a nitrile glove and kept it as a pet (I know this isn't just me!) (Putting dry ice in makes for a rapidly expanding if short lived pet - DS) - Cheers Rachel
31. When at a Fall Out Boy gig you wonder why everyone is going round with Faecal Occult Blood (FOB) written on their head!!!! -Just for you Sarah
32. You have an irresistible urge to rip your shirt off superman stylie cos it has press stud fasteners just like your lab coat.....Most often occurring as you walk through a door just like exiting the lab.... (The worlds of strippers and lab workers collide, not pretty- DS) Thanks for that Carrie
33. You still get amusement out of "freezing" things in liquid nitrogen! - Not just you Tracey
34. Blinking real fast has saved your eyesight on more than one occasion.
35. You've removed your gloves to find a small hole which has left you with either - wrinkly old person hands, a brightly coloured finger (histologists especially) or a burning sensation and dermatitis and some point.
36. You've bent down to pick something up off the floor only to scatter the contents of your top pocket under the largest machine in the lab - Common problem i believe
37.When you rejoice when grabbing a handfull of eppendorfs/bijous/anything and it turns outs to be the exact number you needed (always strangly good andy)
38.You can`t wait for lab clean-up coz you get to do random pointless "experiments" to figure out whats in all the dodgy unlabeled bottels (Sniff test is a bit of a gamble Nadia)
39. You hate having to change your lab coat to a new one because 'it just won't fit right' and because the wrist bits are way too tight (They never get my 'cut' just right either Tom)
40. You know you have worked in a lab too long when you actually threaten your cells whilst waving a bottle of virkon (All been there Becky)
41.Your nose invariably itches when you're doing mucky stuff with your hands so you develop the habit of scratching it on your upper arm. Unfortunately you sometimes carry this habit over to real life, where it looks like you're sniffing your armpits (Trying to find a clean bit of lab coat can be fun as well, cheers Kate)
42. When as the senior of morphology you threaten each new registrar on their first day that oil and x10 dry objectives do not mix and will result in violence (Cheers Nichola)
43. when you say goodnight to your microscope on a friday night and tearfully hug it goodbye as you won't see it all weekend (Cheers again Nichola)
44. When you start making patterns in your pipette tip box as you take the tips out. I made a beautiful spiral today (Could have been an art student Vicky)
45. When you wonder how much it will hurt if I pour just a smidge of this phenol:chloroform/trichloroacetic acid/any random chemical on myself (Best try it out on some one else first Mike)
46. You've seen how far away you can hit a target with a squirty water bottle or seeing how far away from the bin i can fire pipette tips. (Pinging gloves is also fun Ed)
47. The fire alarm ceases to bug you. You only evacuate when you see the fire. (Hand on the floor to check for heat is a good indicator)
48. You know when you've been in a lab too long when you make 6 litres of medium, but wonder why no one makes "high" or "low".(Cheers Tom)
49. When you organise your kitchen cupboard contents the way you would your chemicals..all labeled in alphabetical order (Cheers Anggia)
50. When you've got that callus on the side of your thumb from opening PCR tubes (Cheers Chani)
51. You open the toothpaste with one hand.
52.You wash your hands before and after using to the washroom.
53.When you hear tween, you think of the surfactant not the age group.
54.For you, media is something which increases your culture.
55.You can identify organs on road kills.
56.You have a callus on your thumb.
57.You use the word "aliquot" in regular sentences.
58.Sometimes you momentarily vanish from social activities because of a time point.
59.You've never worn a clean lab coat.
60.You don't fear rodents, rodents fear you.
61.You say "orders of magnitude" in regular sentences.
62.You flinch when you hear the word "significant".
63.Showing up at 10AM and having a coffee is a productive day.
64.You can't stand god-like physicians, while secretly wishing you had their job.
65.You're very good at diluting things.
66.You're also very good at transferring small amounts of liquid between containers.
67.You are fed up of people saying alcohol, when they mean ethanol.
68.You say “conjugation” instead of “sex”, and "pili" sounds dirty.
69.SOB is not an insult; it's what you grow your bugs in.
70.You say "mills" and "megs".
71.No-one in your family has any idea what you do.
72.You can make a short film in power point.
73.You consider a green laser pointer to be science bling.
74.When your fruits go bad and you get fruit flies, you can't help but check their eye colour
75.You own invitrogen t-shirts and actually wear them.
76.You refer to your children as the F1.
77.You've suffered carpal tunnel from the pipetman.
78.You've used Kimwipes as Kleenex.
79.A timer clipped to the hip is not only practical, but dead sexy.
80.You've played Battleship using tip boxes.
81.The front page of Science is your light reading.
82.You think the following is a quality insult: "I've seen cells more competent than you!".
83.The scent of latex reminds you of work, not play.
84.You've used, "I'd like to get into your genes" as a pickup line.



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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Biogénesis exportará una vacuna antiaftosa a EE.UU.




"Esta aprobación significa un salto hacia la globalización, ya que los estándares de exigencia de EE.UU. son los más altos del mundo", aseguró ayer el director del laboratorio
 
Dr. Juan Antonio Montaño Hirose