sábado, 5 de janeiro de 2013

Ciclo de Palestras: Os Impactos sobre a fauna silvestre em estudos ambientais




No dia 19/01/2013 (sábado) vamos fazer um Ciclo de Palestras: Os Impactos sobre a fauna silvestre em estudos ambientais no Auditório da Fundação RIOZOO.  
Serão 04 palestrantes que estão trabalhando na área ambiental, um deles inclusive é biólogo concursado de Furnas. Eu estou como palestrante também.
 
O valor é de 60,00 reais e estamos com desconto para as modaliades: estagiários do RIOZOO e Membros oficiais da LIAS (UFRRJ) saindo para eles a R$ 45,00.


Peru suspende compra de carne bovina brasileira


Agência RBS
Foto: Agência RBS
Nove países já embargaram a carne bovina brasileira
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou na quinta, dia 3, que o Peru suspendeu a compra de carne bovina do Brasil por 90 dias, segundo informação publicada no Diário Oficial do país. Até agora nove países impuseram restrição às compras da carne brasileira – Peru, Líbano, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Japão, África do Sul, Taiwan, Jordânia e China. A Jordânia suspendeu as compras do gado exportado pelo Paraná e o Chile, de farinha de carne e ossos do rebanho bovino brasileiro.

O motivo da paralisação das importações é a confirmação de um caso não clássico de encefalopatia espongiforme bovina (EEB) em um animal morto no Paraná, em 2010. Até o momento, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) mantém a classificação de risco da carne brasileira como “insignificante” para a doença conhecida como vaca louca.

Representantes do Brasil vem apresentando resultados de exames aos países importadores de carne a fim de esclarecer de que não houve a manifestação da doença. O governo brasileiro ainda não recebeu comunicado formal do Peru sobre o assunto.

De acordo com o Mapa, todos esses países que já deixaram de comprar a carne brasileira são responsáveis por uma pequena parcela das exportações, cerca de 5%. A suspensão que mais preocupa é a da Arábia Saudita, que figura entre os maiores importadores do produto. Ainda assim, o país já autorizou o embarque de gado vivo.



AGÊNCIA BRASIL E CANAL RURAL

Brasil decide jogar pela regra na negociação dos embargos à carne


Já são 10 países que fazem algum tipo de restrição, mas governo prefere aguardar até março para abrir disputa na OMC

Nem a confirmação do embargo peruano à carne bovina brasileira – ampliando para 10 o número de países com algum tipo de restrição – fez o Brasil mudar o tom. Até março, a ordem é seguir o manual das boas maneiras nas negociações, para, só então, comprar uma briga na Organização Mundial do Comércio (OMC).
A suspensão do Peru é por 90 dias. Os embargos vieram depois da confirmação, no mês passado, do registro de um caso não clássico da vaca louca em 2010, no Paraná. Segundo o Ministério da Agricultura, os países que já deixaram de comprar a carne brasileira são responsáveis por uma pequena parcela das exportações, cerca de 5%. A maior preocupação é a Arábia Saudita, que figura entre os maiores importadores. Ainda assim, o país já autorizou o embarque de gado vivo do Pará.
Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, diz que o Brasil buscará negociações até março antes de tomar qualquer ação mais forte. A medida é recomendada pela OMC.
– Temos expectativa de que nesses três primeiros meses, a gente consiga remover os embargos. Se depois deste período não conseguirmos sucesso com algum país específico, sempre cabe recurso à OMC. E o Brasil não se furtará de fazê-lo – destacou.
Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antonio Jorge Camardelli, cada caso precisa ser avaliado individualmente. O dirigente defende o diálogo com mercados que pediram informações técnicas ao ministério e o endurecimento com Japão, Coreia do Sul e Taiwan, que fecharam as portas para o produto "sem explicações".

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Emerging Infectious Disease Journal: Volume 19, Number 1—January 2013


PDF VersionAdobe PDF file [PDF - 25.05 MB - 195 pages]

Synopses

Research

MEDSCAPE CME ACTIVITY
K. Gutierrez et al.
MEDSCAPE CME ACTIVITY
M. Rabodonirina et al.
N. E. Palmateer et al.
D. G. Enki et al.
M. Younan et al.
S. A. Rahman et al.
S. N. Ladhani et al.
F. X. Heinz et al.
F. N. Dela Cruz et al.
C. Reed et al.
J. M. Trauer et al.

Dispatches

A. Nougairede et al.
A. Elbers et al.
A. R. Garbuglia et al.
T. Li et al.
G. Girouard et al.
C. García et al.
A. Connolly-Andersen et al.
S. Pournaras et al.
G. V. Sanchez et al.
M. S. Nolan et al.
K. Alagappan et al.
T. Ooka et al.
S. Lomonaco et al.
G. Fournié et al.

Letters

K. Hahn et al.
T. F. Robaina et al.
L. F. Mataseje et al.
G. Cosseddu et al.
A. Abdolrasouli et al.
R. Trible et al.
J. Noh et al.
H. Tsai et al.
C. Himsworth et al.
M. Foissac et al.
O. H. Del Brutto
E. Hassan-Ríos et al.
S. Hariri et al.
I. Christova et al.
D. Williams et al.