terça-feira, 21 de agosto de 2012

Estados do Norte debatem gargalos da defesa agropecuária em fórum nacional


Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 20/08/2012 às 15:53
A capital amazonense sediou a primeira reunião do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa) do Norte, que contou com a participação de representantes dos Estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e também de autoridades do setor de defesa agropecuária. O evento aconteceu na Federação da Agricultura do Estado do Amazonas (FAEA), promovido pela Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror).
As principais demandas dos programas estaduais, como instalação de barreiras sanitárias nos municípios fronteiriços com os estados da Região Norte, para minimizar os riscos de introdução de novas pragas; aquisição de barcos para fiscalização e captação de recursos para implantação de infraestrutura da defesa, foram alguns do temas colocados em pauta. Os representantes do Norte ressaltaram a questão de estabelecer legislações estaduais harmonizadas no que se refere à inspeção de produtos de origem vegetal, embora para muitos desses Estados seja difícil cumprir a legislação federal relacionada à defesa agropecuária em virtude da mesma não considerar as características físicas e geográficas da Região Norte e suas condições específicas.
Para o coordenador do Fonesa Norte, o atual diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Mário Moreira, o encontro é de grande importância para o setor e foi apenas o primeiro, dos muitos que estão por vir. "Os problemas da região agora serão solucionados em conjunto, com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)”, asseverou.

Texto:
Andréa Ferreira - Adepara
Fone: (91) 3210-1106 / (91) 8252-6442
Email: andrea.adepara@gmail.com

Agência de Defesa Agropecuária do Pará
Travessa Piedade, 651 Belém-PA CEP: 66053-210
Fone: (91) 3210-1104/1102
Site: http://www.adepara.pa.gov.br/ Email: gab@adepara.pa.gov.br

domingo, 19 de agosto de 2012

Ministro da Agricultura garante que RN estará livre da febre aftosa com vacina


 A garantia de que o Rio Grande do Norte estará livre da febre aftosa com vacina foi dada pelo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, em reunião na última semana com a governadora Rosalba Ciarlini, representantes do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Estado (Idiarn) e da Emater e técnicos do Ministério.
Anderson Petroceli
Foto: Anderson Petroceli / Agencia RBS
50ª Festa do Boi deve comemorar status do Estado livre de febre aftosa

O encontro teve o objetivo de apresentar ao governo do Rio Grande do Norte o resultado de uma auditoria realizada pelo Ministério da Agricultura, entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, para diagnosticar a situação do Estado com relação à febre aftosa.
Para o ministro, foi um trabalho forte de parceria feita entre o governo estadual e o Ministério da Agricultura. 
– Tivemos a oportunidade de ver a clareza no trabalho que está sendo feito em defesa da sanidade, da segurança da saúde, em defesa da economia do Estado. Quero em setembro ir ao Rio Grande do Norte para revogar o ato que coloca barreiras para o trânsito de animais no Estado. Isso vai permitir que o RN faça uma grande festa diferenciada no cinquentenário da Festa do Boi – disse o ministro.
Já a governadora Rosalba Ciarlini comemorou a notícia ressaltando o trabalho e a dedicação dos técnicos da Secretaria de Agricultura, através do Idiarn. Segundo ela, é um esforço grande de recuperação para que o Estado consiga, no dia 25 de setembro, a assinatura do ministro para a revogação da Portaria que impede o trânsito dos animais por causa da aftosa.
O diretor do Departamento de Saúde animal do ministério, Guilherme Marques, apresentou o relatório e disse que o Rio Grande do Norte obteve uma melhora significante desde 2011.
– Nunca houve na história do Estado uma iniciativa de governo de comprometimento para corrigir as distorções existentes e vontade de corrigi-las – disse.
O técnico também apresentou um planejamento com várias ações para que em curto período as pequenas distorções existentes sejam corrigidas. Segundo Marques, as metas de recuperação e solução do problema ainda não foram atingidas, mas acredita que com o empenho dos órgãos e do governo o trabalho será possível.
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

West Nile virus: Dallas declares state of emergency


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(CBS News) The city of Dallas has declared a state of emergency over the West Nile virus. The worst outbreak in years is blamed for 10 deaths and 200 illnesses in America's ninth largest city.
The mayor has approved aerial spraying to stop the spread of the virus. It's a measure that hasn't been seen there since 1966. The aerial assault against mosquitoes carrying the West Nile Virus in Dallas county could begin as early as Thursday. It's a controversial move that the mayor says carries more rewards than risks.
"I want to take the politics out of it," Mayor Mike Rawlings said. "I want to say this is my responsibility. I will take the heat for it."
Jordan Connor is one of hundreds of West Nile victims in the Dallas area. The rare strand of the virus affects her brain, and at any moment she could lose consciousness or control of her limbs. Ebonie Conner, her mother, told CBS News, "Jordan went from lethargic when I woke her up to go to the doctor, to being narcoleptic."
Despite official assurances the aerial poisons are safe for humans, some worry about the effect on at-risk patients.
Dr. Beth Stevenson, an obstetrician-gynecologist, told CBS News, "We are going under the assumption that this isn't going to be harmful for mother or unborn child."
Texas officials say state-wide there have been almost 400 West Nile virus infections and 16 deaths.
Mike Raupp, of the University of Maryland College of Agriculture, said on "CBS This Morning," the combination of birds carrying the virus, the high population of mosquitoes, high temperatures and wet conditions, as well as a susceptible population, have made the situation possible, particularly in the center of the U.S. He called the current conditions in Texas and elsewhere "quite disturbing."
(For more with Raupp, watch his full "CBS This Morning" interview in the video below.)
Asked about spraying, Raupp said, "this is a matter concern." He added, "I know that the elected officials down in Texas labored over this one quite a great deal. But it's a risk benefit analysis here. ... Basically, in this case, I think the benefits of these sprays far, far outweigh the risk. We've got people dying in Texas. We've got 16 people in the state now, we have more than 700 cases nationwide. The risks of being harmed by these pesticides are not at all unreasonable. The materials they are using are the same pesticides you would use to spray the vegetables in the garden or some of the pests that invade your home. These are relatively safe materials."

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ministério da Agricultura credencia laboratórios agropecuários


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta quinta, dia 16, a Instrução Normativa (IN) nº 20, que estabelece os requisitos específicos para o credenciamento e funcionamento de laboratórios da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária. O objetivo é a realização de controle oficial demedicamentos veterinários, fármacos e contaminantes em produtos para alimentação animal.
Diego Vara
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Instrução Normativa estabele requisitos específicos para credenciamento e funcionamento de laboratórios agropecuário
O laboratório que desejar ser credenciado com a finalidade de realizar análises para controle oficial deve ser previamente habilitado pelo órgão oficial reconhecido na Norma ABNT/NBR ISO/IEC 17.025. O credenciamento será concedido por ensaio específico ou grupo de ensaios.

A técnica utilizada, o tipo de ensaio, a matriz objeto de análise e os limites aplicáveis devem ser informados por ocasião do pedido de credenciamento. O laboratório credenciado deverá manter atualizado seu cadastro junto à Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial da Secretaria de Defesa Agropecuária (CGAL/SDA/Mapa), devendo enviar os documentos que lhe forem solicitados a este respeito.

O laboratório credenciado participará de testes de proficiência e comparações interlaboratoriais, organizados por provedores competentes, na frequência mínima de uma rodada a cada dois anos ou conforme a disponibilidade de provedores, para todos os ensaios objeto do escopo de credenciamento. A IN chama atenção ainda que o laboratório credenciado deverá enviar à CGAL/SDA/Mapa, após o recebimento, os respectivos relatórios contendo os resultados de todos os testes de proficiência e comparações interlaboratoriais dos quais tenha participado.

De acordo com o responsável pela área de Medicamento Veterinário, Produtos para Alimentação Animal e Agrotóxico do Ministério, Marcelo Cláudio Pereira, a medida pretende garantir a qualidade dos medicamentos veterinários e dos produtos para alimentação animal.

– Faremos o monitoramento do mercado e, quando necessário, procederemos às correções – salientou.

O laboratório credenciado também deverá disponibilizar, por meio eletrônico, ao Ministério, informações sobre a existência de padrões analíticos e materiais de referência, de forma a fornecer uma estimativa do estoque de padrões do laboratório.

>>> Leia a Instrução Normativa na íntegra

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Programa para erradicação da brucelose e da tuberculose tem pouca adesão de criadores


Doenças preocupam não apenas pelo prejuízo econômico, mas por serem zoonoses

brucelose e tuberculose são doenças que estão presentes em todo o território nacional e preocupam não só pelo prejuízo econômico, mas também por serem zoonoses. Em 2001, foi lançado um programa nacional de controle e erradicação destas duas doenças, mas a adesão dos produtores, que é voluntária, ainda é muito pequena.
Caco Konzen
Foto: Caco Konzen / Ver Descrição
Em 2001, foi lançado um programa nacional de controle e erradicação de brucelose e tuberculose

Na região de Orlândia, no Estado de São Paulo, dos 12 municípios que o projeto abrange, apenas quatro propriedades têm ocertificado do programa. Uma delas é a fazenda Santana da Estiva, no município de Morro Agudo, no norte de São Paulo, duas pequenas marcas no pescoço de todos os animais chamam a atenção. O pelo raspado tinha uma razão importante. Era dia de teste de tuberculose e também de coleta de sangue para exame de brucelose.
Os dois exames são feitos anualmente para revalidar o certificado que a fazenda recebeu em maio de 2009, documento que é um dos grandes orgulhos de Maria Beatriz e Francisco Marcolino, os donos da propriedade. O certificado é emitido pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação de Tuberculose e Brucelose Animal, do Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento. Se um único animal apresentar sinais de alguma das doenças, a fazenda tem o certificado suspenso. Se em um próximo exame der positivo novamente, o documento é caçado.
Para entrar no programa e receber o certificado, a propriedade precisa apresentar três exames negativos para as duas doenças num período mínimo de nove meses. O programa adota procedimentos diferentes para as propriedades de gado de corte e de leite. Para o gado de leite, o rebanho inteiro precisa ser examinado, tanto para receber, como para manter o certificado. Já para o gado de corte os exames são por amostragem e a propriedade recebe um atestado de monitorada para as duas doenças.
CANAL RURAL

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mortes por suspeita de febre maculosa deixam moradores em alerta


Morreram duas pessoas da mesma família, num intervalo de dez dias. Delair Satlher e seu filho Gladsom Satlher Pereira, moradores no Barreiro, município de Reduto, divisa com Manhuaçu. Ainda não existe laudo conclusivo sobre o que aconteceu, mas há indícios de que pode ser febre maculosa. As suspeitas são baseadas em sintomas dos pacientes e na presença de capivaras que transportam o principal vetor da doença, o carrapato estrela.
Os dois casos causaram preocupação e medo entre os moradores da comunidade. Não é motivo para pânico, contudo medidas de precaução e higiene devem ser adotadas, como o cuidado de se evitar as áreas infestadas em que há presença das capivaras.
A mãe do jovem foi a primeira vítima da doença, logo depois o filho também apresentou os mesmos sintomas, foi atendido no hospital, mas não resistiu e veio a falecer.
A febre maculosa é uma infecção provocada por uma bactéria transmitida ao homem por meio do carrapato estrela, encontrado principalmente em locais onde há capivaras. Por isso, a doença costuma aparecer com mais frequência na zona rural.
Os primeiros sintomas são febre, dor de cabeça e dores pelo corpo e aparecem de dois a quatorze dias após a picada. Ainda podem surgir lesões na pele.
Ciente dos casos, a Vigilância Ambiental de Manhuaçu já está tomando medidas para controlar a situação. O órgão deixa em alerta a comunidade e pede que fique atenta e reduza o contato com as áreas infestadas. A Secretaria de Estado de Saúde é que assumiu a coordenação com ações como palestras e outras medidas.
Capivaras são comuns no rio Manhuaçu, que passa em áreas de Simonésia, Manhuaçu, Reduto e Santana do Manhuaçu.
A responsável pelo setor de Vigilância Ambiental, Emilce Estanislau Fialho, explica que os casos estão sendo apurados. “A informação que chegou somente com a internação do rapaz, pois havia o registro da morte da mãe dele uma semana antes com sintomas bastante parecidos. A morte da mãe não levantou suspeitas, por ser pessoa de mais idade e não se desconfiou de febre maculosa, que não é uma doença que temos registro em Manhuaçu. Com a internação do rapaz, com os mesmos sintomas, levantou-se a suspeita. O caso foi encaminhado ao médico infectologista Dr. Tiago Heringer, que é especialista, e foram feitos os exames minuciosos com a suspeita de febre maculosa. O rapaz infelizmente veio a falecer, pois já estava com um quadro bastante debilitado. Estamos aguardando o laudo oficial”.
A região do Barreiro fica na divisa de Manhuaçu com Reduto e tem a incidência de muitas capivaras, o que despertou o receio nos moradores.
“Começamos os procedimentos com a Secretaria de Estado de Saúde. Estivemos no local de residência da família e encontramos uma área realmente infestada de carrapatos de capivara, na pastagem na margem do rio Manhuaçu. Foram coletados materiais para o laboratório da FUNED em Belo Horizonte para verificar se o carrapato estrela (vetor) está infectado com a bactéria. Não existem outras pessoas contaminadas na casa. Mesmo aguardando o resultado oficial, outras medidas estão sendo adotadas por precaução: borrifando carrapaticida no local e outros inseticidas para conter a infestação e deter a eventual contaminação de outras pessoas”, detalha a diretora.
SEM PÂNICO
Muito prudente em sua fala, Emilce Estanislau ainda orientou os produtores daquela região para que apliquem carrapaticida nos currais e nos animais que frequentam essas pastagens. É recomendado que as pessoas não frequentem esses locais de pastagem onde houve o problema e também na margem do rio, que tem muitas capivaras, até que se tenha o resultado do laudo.
Já estão acontecendo, por parte da Gerência Regional de Saúde, reuniões nas comunidades de Reduto e do Barreiro para orientar os moradores sobre sintomas, cuidados e medidas que devem tomar para se proteger. “Queremos orientar os moradores e tirar um pouco do pânico, pois as pessoas estão realmente ansiosas e receosas. O pânico não se justifica. Nessa segunda-feira, vieram várias pessoas para as unidades de saúde. Todas foram atendidas e, felizmente, não havia nenhum outro caso. Elas foram orientadas. Podemos dizer que é uma situação pontual numa propriedade específica. Não temos outros registros e nem suspeitas em nenhum outro ponto de Manhuaçu, contudo fica o alerta para quem frequenta margens de rios, especialmente locais que tem capivaras que carregam o carrapato estrela (vetor) da febre maculosa. Essa época seca favorece a infestação dos carrapatos”, detalha.
Quem trabalha nas roças tem que vistoriar o corpo e retirar carrapatos com pinça ou algodão embebido em álcool. Nunca devem matar o carrapato, de qualquer tipo, com a unha ou algo assim, no próprio corpo. “O que desejamos é orientar os moradores e explicar que não é preciso pânico. Vamos trabalhar para trazer segurança para a comunidade do Barreiro”, afirma.
A DOR DA FAMÍLIA
Para a família, no entanto, não há laudo que conforte a dor e a apreensão que estão passando. “Há menos de 15 dias, morreram duas pessoas da minha família, minha tia Delair Satlher e meu primo Gladsom Satlher Pereira, no Barreiro, município de Reduto, divisa com Manhuaçu. Eles foram vitimas de febre maculosa. Isso mesmo, muitos como nós, da família, não sabíamos do que se tratava, até que dois entes queridos foram acometidos por essa trágica doença. Moradores da zona rural, foram picados por carrapatos infectados e, dentro de quatro dias, estavam mortos. (…) Todos devem saber o que aconteceu, mesmo que o laudo que foi para Belo Horizonte ainda não tenha chegado. As autoridades têm que tomar providencias, têm que agir, para que mais pessoas não morram dessa forma trágica”, resumiu uma das familiares, Carine Carvalho.
Carlos Henrique Cruz - portalcaparao@gmail.com

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Reptiles, anfibios y la Salmonella




Los reptiles y los anfibios son mascotas populares en muchas familias. Las tortugas, las ranas, las iguanas, las culebras, los gecos, los sapos cornudos, las salamandras, los camaleones son coloridos, silenciosos y a menudo se adoptan como mascotas. Los reptiles y los anfibios por lo general son portadores de microbios llamados Salmonella que pueden causar graves enfermedades en las personas. Aunque muchas personas piensan que la salmonelosis es causada solamente por alimentos contaminados, estos microbios también se pueden contraer al manipular animales como reptiles o anfibios. La salmonelosis también puede ser ocasionada por el contacto con el entorno de los reptiles o anfibios, como el agua de los recipientes o las peceras donde viven.
Foto de un reptil
La Salmonella puede enfermar a las personas con diarrea, vómitos, fiebre y cólicos abdominales. A veces, las personas se enferman gravemente de salmonelosis y tienen que ir al hospital. Los niños pequeños, las personas de edad avanzada y las que tienen sistemas inmunitarios debilitados tienen más probabilidad de enfermarse gravemente por esta infección. Cuando se presenta una infección grave, la bacteria Salmonella puede propagarse de los intestinos al torrente circulatorio y después a otras partes del cuerpo, y puede ocasionar la muerte a menos que la persona reciba tratamiento rápidamente con antibióticos.

Los niños pequeños tienen un riesgo mayor de salmonelosis debido a que sus sistemas inmunitarios todavía se están desarrollando y a que es más probable que se metan los dedos y objetos en la boca. Por esta razón, las familias con niños menores de 5 años de edad no deben tener reptiles o anfibios como mascotas.

¿Cómo contraen las personas salmonelosis de los reptiles y anfibios?

Lavado de manos con agua y jabón
Los reptiles y anfibios pueden tener microbios de Salmonella en sus organismos aun cuando se vean sanos y limpios. Los microbios también pueden estar en las jaulas, las peceras, los terrarios y el agua en que los reptiles y anfibios viven o nadan y en otros recipientes donde viven. Todo lo que los reptiles y anfibios tocan debe considerarse como algo que esté posiblemente contaminado por Salmonella. Cuando usted toca reptiles y anfibios, los microbios pueden quedársele en las manos o la ropa. Es importante lavarse las manos inmediatamente después de tocar animales o cualquier objeto en el área donde viven o se mueven, incluso el agua de los recipientes o peceras debido a que los microbios en las manos pueden propagarse fácilmente a otras personas o cosas.

¿Cómo puedo reducir el riesgo de contraer salmonelosis de reptiles o anfibios?

  • Lávese bien las manos con agua tibia y jabón inmediatamente después de tocar a reptiles o anfibios o cualquier cosa en el área donde viven o andan. Use desinfectantes para manos si no hay agua y jabón disponible en ese momento.
  • Los adultos siempre deben vigilar que los niños pequeños se laven bien las manos.
  • No deje que los niños menores de 5 años de edad manipulen ni toquen los reptiles o anfibios ni nada de lo que los rodea en el área donde viven o habitan como recipientes o peceras.
  • No traiga reptiles y anfibios a las casas con niños menores de 5 años o personas con sistemas inmunitarios debilitados.
  • No se deben tener reptiles y anfibios como mascotas en jardines infantiles, guarderías u otras instalaciones (en inglés) con niños menores de 5 años de edad.
  • No se toque la boca después de tocar reptiles o anfibios y no coma ni beba cerca de estos animales.
  • No deje que los reptiles o anfibios anden por toda la casa libremente o en áreas donde se preparan, sirven o guardan alimentos o bebidas como la cocina, la despensa o en patios.
  • Las áreas donde viven y los objetos que están adentro deben limpiarse cuidadosamente fuera de la casa. Use guantes desechables al limpiarlos y no tire el agua en el lavabo de la cocina donde prepara alimentos o donde obtiene agua potable.
  • No lave estos animales ni sus recipientes donde viven en la cocina. Si los lava en la bañera, límpiela muy bien después de usarla. Use cloro para desinfectar las bañeras o los lugares que utilice para limpiar los recipientes de los anfibios o reptiles.
  • Lave toda prenda de ropa que el reptil o anfibio haya tocado.
  • Use jabón o un desinfectante para lavar bien todas las superficies que hayan tenido contacto con los reptiles o anfibios.

¿Cuáles son los signos y síntomas y los tipos de tratamiento para la salmonelosis?

Usted puede aprender más sobre los signos, los síntomas y el tratamiento de la salmonelosis si visita el sitio web de la salmonelosis (en inglés). Si cree que su hijo puede tener salmonelosis, comuníquese con su proveedor de atención médica de inmediato.

¿Hay alguna restricción impuesta sobre la posesión de anfibios o reptiles?

Tortuga
Desde 1975, es ilegal en los Estados Unidos vender o distribuir tortugas con caparazones que midan menos de 4 pulgadas de longitud. Este tamaño se escogió precisamente porque hay mayor probabilidad de que los niños pequeños piensen que las tortugas pequeñas son juguetes y se las pongan en la boca. Esta prohibición a la venta de tortugas pequeñas probablemente siga siendo la medida de salud pública más eficaz para prevenir la salmonelosis asociada a las tortugas. A pesar de esta prohibición, este tipo de tortugas todavía se encuentran en tiendas de mascotas, mercados de pulgas, puestos de venta ambulantes y sitios de Internet. Además de esto, los niños cazan tortugas y lagartijas salvajes y las llevan a la casa para tenerlas como mascotas. Bien sea que se haya comprado en la tienda o atrapado en el jardín, una tortuga puede ser portadora de Salmonella y podría no ser la mejor opción de mascota para su familia, especialmente si hay niños pequeños o personas con sistemas inmunitarios debilitados en la casa.

Más información

Los CDC trabajan a toda hora para salvar vidas, proteger al público contra amenazas a la salud y ahorrar costos, a fin de mejorar la seguridad de la nación. Los CDC, una agencia federal de los EE. UU., utilizan la ciencia y la prevención para facilitar la toma de decisiones saludables. Los CDC buscan ayudar a que las personas tengan una vida más larga, productiva y saludable.

Equine influenza: What veterinarians must learn from the past


As researchers examine data from previous outbreaks, more insight is gained into reducing susceptibility to further epidemics.


DVM NEWSMAGAZINE


"Those who cannot learn from history are doomed to repeat it." Philosopher George Santayana's famous quote reminds us to learn from the mistakes, failures, victories and successes of those who have come before us.

Fewer people, however, know that Santayana also said, "History is a pack of lies about events that never happened told by people who weren't there." That's the thing about history—some things are remembered, some quotes get repeated and immortalized, while some things are forgotten, and some words are unused and lost. What we eventually learn depends on the differences therein.
Any discussion of equine influenza must eventually become a conversation about its history since past outbreaks and attempts at management have helped teach us much of what we know about this disease.

The culprit
Equine influenza, an orthomyxovirus, is considered one of the most common infectious diseases of the respiratory tract in horses, and it is endemic throughout much of the world, with the notable exceptions of New Zealand and Ireland. It has been recognized in horses for centuries, and the history of the horse (and humankind) contains many notable epizootics, from the crippling outbreak in the United States and Canada in 1872 that paralyzed a horse-powered economy and affected nearly 90 percent of all horses in the country, to a more recent outbreak this past May in France that impacted the Fédération Équestre Internationale (FEI) 2012 Nations Cup show-jumping event.
Ideal conditions for disease spread
Equine influenza is highly contagious and spreads rapidly through groups of horses in aerosolized particles dispersed by coughing and sneezing. The highest risk for infection and most confirmed outbreaks center on situations in which large numbers of potentially stressed animals are in close contact. Horse shows and events combine the significant stressors of transport and competition and are, therefore, the situations most likely to result in infections.
Previously, it had been reported that the maximal distance for aerosolization in the horse (maximum coughing or sneezing distance) was 28 feet, so all horses within this distance from an infected horse potentially were at risk. But newer research from the 2007 influenza outbreak in Australia suggests weather factors may increase the range of potential infection.1
The researchers used information from the nearly 70,000 affected horses on more than 9,000 premises in this outbreak to determine whether specific conditions of humidity, temperature, rainfall and wind velocity could significantly influence the spread of equine influenza.1 They concluded that infection risk was decreased when the relative humidity was above 60 percent, on days when the maximum air temperature was 68 to 77 F (20 to 25 C) and when winds were less than 18.6 mph.
The researchers stated, "The interplay of meteorological factors during an actual influenza outbreak is less clear, and research into the contribution of weather to epidemic spread is scarce.... The relationships described [in our work] are of direct importance for managing disease risk during influenza outbreaks in horses, and more generally, advance our understanding of the transmission of influenza A virus under field conditions."1
Signs of disease
Horses infected with influenza virus have an incubation period of one to five days and may show mild to severe signs that include:
  • Serous to mucopurulent nasal discharge
  • A dry, hacking cough
  • An increased temperature (102 to 105 F [38.8 to 40.5 C])
  • Lethargy
  • Depression
  • Muscle soreness
  • Enlarged regional lymph nodes
  • Reluctance to eat or drink

These signs may last five to 10 days, and most affected horses recover in two to three weeks. Mortality ranges from 1 to 2 percent; since so many horses can potentially be affected in an outbreak, this number can be significant. Even though veterinary medicine was in its infancy and little was known about disease transmission or flu treatment at the time, it is worth noting that in the 1872 epizootic, the city of Philadelphia alone reported the loss of 2,500 horses, and a newspaper report from Farmingdale, N.Y., reported that 10 percent of all the heavy horses used in that city had died.
Outbreaks
Although influenza is endemic in many countries and continually circulates throughout the equine population, it has consistently been responsible for periodic explosive outbreaks throughout the globe and throughout history, frequently with devastating consequences. Most of these outbreaks are in populations with lower to no previous immunity (unvaccinated) or are associated with sufficient antigenic drift that allows the virus to evade vaccine immunity. (Antigenic drift refers to the fact that influenza virus continually modifies its protein structure and changes itself so as to increase its infectivity. Vaccines made against one particular strain of virus become less effective against a modified newer strain.)
While the drift of equine influenza is slower than that of human influenza, it's recommended that equine vaccines contain killed viral antigens from flu isolates obtained within the most recent five years.

Many horse owners have started questioning the frequency of vaccinations, and holistic-oriented websites promote fewer vaccines at less-frequent intervals. While, in general, the idea of reducing unnecessary vaccinations and the resulting stress to a horse's immune system is a reasonable goal, history teaches that reducing vaccination for equine influenza is likely to result in serious problems. Because of the particular characteristics of the virus and the historical lessons learned from past epidemics, current recommendations are to vaccinate horses for flu every six months. The FEI has required this vaccination frequency since 2005, and influenza is the only vaccine specifically required by that organization. Yet, with all that has been learned and all the precautions and regulations in place, problems have still cropped up.
In 1992, an influenza outbreak occurred among horses stabled at the Royal Hong Kong Jockey Club. This outbreak was important because Hong Kong requires all racehorses to be vaccinated against equine influenza and because there had been no cases of influenza reported since 1972. Still, this virus broke through what had been considered good quarantine protocol and vaccine protection. Nearly 1,500 horses were affected (37 percent of all horses within the outbreak zone). The most seriously affected were from countries where the disease did not naturally occur. Researchers investigating this outbreak concluded that while vaccination did not prevent influenza, the disease in vaccinated horses was less severe, and the signs lasted a shorter period then when horses were unvaccinated.
Flu-like signs were discovered in 16 horses stabled in Sydney, Australia, in August 2007. Much of the country eventually was involved, and the agricultural minister called the outbreak, "the biggest risk ever faced by the Australian Thoroughbred industry." It is thought the virus was brought into the country by a stallion shipped there from Japan for the breeding season. Australia leads the world in the number of racetracks and race clubs, and its nearly $7.7 billion racing industry employs 204,000 people. This robust section of the nation's economy was put in serious jeopardy by equine influenza virus.
Controlling and preventing further outbreaks
Identification of infected horses and isolation are the best methods of dealing with an outbreak. This "know and don't go" policy has stimulated many equine groups and organizations to implement or improve their information and warning programs so horse owners can be made aware of potential outbreaks and avoid travel to certain locales or equine events.
Last June, Merial launched an Equine Outbreak Alert Program aimed at providing just this sort of information to owners, who could then adjust their show or travel plans to avoid potential problem areas.
The May influenza outbreak involving more than 200 horses within a 20-mile radius in the Normandy region of France should remind us that equine influenza remains a persistent threat to the global equine community. The affected horses in this area had all been vaccinated, and no specific cause has been found for the introduction of the disease. Researchers will be looking at horse movement, weather, antigenic variability and all the other factors that they have learned that impact influenza infection in horses.
When it comes to this disease, the most appropriate statement from history may be one from former Chancellor of Germany Konrad Adenauer: "History is the sum total of things that could have been avoided." Using appropriate influenza vaccines on good, repeatable schedules; monitoring horse movement; maintaining quarantine measures; and continually learning from what happened before will not stop influenza outbreaks. But even if we cannot avoid infections, we may be able to reduce their extent and severity, which is a good start for the future.
Dr. Kenneth Marcella is an equine practitioner in Canton, Ga.
Reference
1. Firestone SM, Cogger N, Ward MP, et al. The influence of meteorology on the spread of influenza: survival analysis of an equine influenza (A/H3N8) outbreak.PLoS ONE 7(4):e5284.
http://veterinarynews.dvm360.com/dvm/article/articleDetail.jsp?id=781649&sk=&date=&pageID=2

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Revenge of the Vampire Bats


Most cases of rabies in Latin America are caused by vampire bats, which bite victims at night and feed on their blood. In addition to infecting humans, the bats also do more than $30 million worth of damage to livestock each year. Governments have typically responded by culling bat colonies, but new research suggests that this approach doesn't work and might be backfiring.
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Bad tactic? Culling vampire bat colonies appears unlikely to reduce the spread of rabies to humans and livestock, which suffer from the bites as well.
Credit: D. Streicker

Rabies has been on the rise in Latin America, killing dozens of people annually, although exact numbers are hard to come by. "Combine this disease with a bat that sucks blood at night, and you have the stuff of nightmares," says Rosie Woodroffe of the Institute of Zoology in London. A major factor in the increase has been the growing numbers of livestock across the continent, which has allowed vampire bat populations to more than double in some places.
Many Latin American countries started culling bat colonies in the 1970s. Daniel Streicker, a postdoctoral ecologist at the University of Georgia in Athens, was interested in understanding the impact. He and colleagues in Peru spent more than 3 years studying vampire bats at 20 sites throughout the country. They collected blood samples from the bats and, because they could not test them directly for infection, checked them for antibodies to the rabies virus.
As they report online today in the Proceedings of the Royal Society Bevery bat colony showed signs of the rabies virus. The rate of exposure was not statistically different in small colonies and big colonies. This matters because the virus does not spread faster through large, densely populated colonies—unlike, say, a cold virus racing through a crowded child care center—reducing the size of a colony by culling should not reduce the rate of rabies, Streicker says.
A disturbing finding was that colonies that were periodically culled, in fact, had higher rates of exposure. In these colonies, about 12% of bats had been exposed to rabies, compared with some 7% in colonies that were never culled. "If anything, we're going in the wrong direction," Streicker says. A possible explanation has to do with how the bats are typically killed. Captured bats are coated with an anticoagulant paste. When they return to their colony, other bats groom them and eat the paste. It kills adults, which are more likely to have acquired resistance to the rabies virus and not spread it. That would increase the number of juveniles, which don't groom other bats and are susceptible to developing rabies.
"This current study confirms the emerging picture that host-pathogen systems are complex and can respond to management in unexpected ways," says Woodroffe, who was not involved in the study. James Wood, an epidemiologist at the University of Cambridge in the United Kingdom, adds that the findings could have "profound implications" for how to control rabies in bats. But he would like to see the results replicated in a controlled experiment before advocating changes in culling practices. In any case, he says, vaccination of people and animals is proven to work and should be expanded. Farmers will probably continue to insist on culling, Streicker notes, because even uninfected bats can harm livestock by causing festering wounds.