terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Emerging Infectious Diseases - Volume 20, Number 3—March 2014


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Volume 20, Number 3—March 2014

In July 2013, in honor of President Mandela’s 95th birthday, the city of Santa, Monica, California, commissioned American artist David Flores to paint a street-side mural. more

Volume 20, Number 3—March 2014

Research

H. Tettelin et al.
G. Rojo-Marcos et al.
MEDSCAPE CME ACTIVITY
E. Lam et al.
D. Middleton et al.
J. C. Jones et al.
J. R. MacNeil et al.
M. T. Alam et al.
J. J. Núñez et al.
B. Schimmer et al.
N. R. Gandhi et al.

Letters

G. Földvári et al.
C. Gustavsson and M. Ramussen
K. Kollie et al.
M. L. Eberhard et al.
A. Sow et al.
R. Callejo et al.
M. Zhang et al.
P. E. Mascarelli et al.
D. J. Salkeld et al.
K. R. Groch et al.
J. W. Stull et al.
N. O. Moura-Martiniano et al.
C. Bernard et al.
Y. Yoshikawa et al.
A. Khan et al.
A. Izri et al.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Ostras podem acumular agentes causadores de doenças, comprova pesquisa

Uma das soluções seria ingerir o alimento cozido à temperatura superior a 90 ºC


© VAN ROBIN / FLICKR
Ostra-do-pacífico se alimenta dos plânctons sugando e filtrando a água do mar
Um grupo de pesquisadores brasileiros avaliou os impactos de diferentes graus de poluição na criação da ostra-do-pacífico em Florianópolis, capital de Santa Catarina, responsável por 95% da produção do molusco no Brasil. Em busca de um diagnóstico sobre as condições dos animais comercializados, o estudo publicado em fevereiro naEcotoxicology and Environmental Safetyconfirmou que as ostras podem acumular em seu organismo compostos químicos e agentes como vírus, bactérias e protozoários,causadores de doença em pessoas. Esses organismos podem provocar infecções, principalmente em quem ingere o alimento cru. A pesquisa também mostrou que moluscos provenientes de locais de criação de ostras continham vírus mesmo quando os locais de cultivo apresentavam níveis aceitáveis de coliformes fecais, segundo resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Situações críticas foram encontradas em animais experimentalmente colocados em ambientes mais poluídos, não usados como criadouros.
A ostra (Crassostrea gigas) se alimenta dos plânctons que vivem à deriva no mar, e faz isso sugando e filtrando a água. “Além do próprio alimento, ela absorve outros compostos químicos e orgânicos que estão na água que ser morta ou se infectar com esses vírus, bactérias e protozoários. Eles ficam retidos no tecido do animal, protegidos de agressões como a radiação ultravioleta do Sol”, conta a coordenadora do estudo Célia Regina Monte Barardi, do Laboratório de Virologia Aplicada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As ostras podem acumular metais, pesticidas e outros compostos orgânicos em seus tecidos e nas brânquias, chegando a concentrações maiores do que as presentes na água do mar. Portanto, a qualidade dos moluscos comercializados está relacionada às condições sanitárias das águas onde são cultivadas.
O estudo foi realizado em parceria com o Núcleo de Estudos em Patologia Aquícola e Centro de Ciências Agrárias e Laboratório de Biomarcadores de Contaminação Aquática (ambos da UFSC), Laboratório de Química Orgânica Marinha da Universidade de São Paulo (USP) e Laboratório de Protozoologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os pesquisadores inseriram ostras provenientes do Laboratório de Cultivo de Moluscos Marinhos (UFSC), situado em Sambaqui (veja mapa) em quatro locais: Ribeirão da Ilha (número 1 no mapa) e Santo Antônio de Lisboa (2), onde atualmente há cultivo de moluscos; Tapera (3), com cultivo desativado devido à proximidade da costa e tráfico intenso de barcos, o que causam a contaminação do mar; e foz do rio Bücheler (4), impróprio para cultivo por receber despejo de esgoto.
A água do mar e os sedimentos foram analisados no momento em que os pesquisadores deixaram as ostras e 14 dias depois, quando as recolheram. A equipe verificou por meio de análise microbiológica a contaminação dos moluscos por vírus que atacam humanos, compostos orgânicos, protozoários e bactérias como coliformes fecais, eliminados pelas fezes e urina das pessoas, além de metais pesados, derivados de petróleo e pesticidas despejados no mar.
Como esperado, as ostras coletadas da foz do rio Bücheler, o mais poluído dos quatro locais estudados, continham um maior número de patógenos humanos: adenovírus (que pode causar infecção nas vias respiratórias, conjuntivite ou gastroenterite), norovírus (principal causa não bacteriana de gastroenterite aguda), vírus da hepatite A, poliomavírus (perigoso para pessoas com baixa imunidade) e coliformes fecais. Pesticidas, hidrocarbonetos e esteroides também foram encontrados dentro das ostras retiradas próximas ao rio Bücheler. Já as coletadas na antiga área de cultivo Tapera continham norovírus, coliformes fecais e o protozoário Cryptosporidium spp., que pode desencadear problemas intestinais.
As ostras coletadas nas duas áreas usadas atualmente para cultivo, Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa, apresentaram menor quantidade de desencadeadores de doenças comparados às outras regiões analisadas. Porém, como eles filtram a água do mar, os moluscos provenientes dessas regiões ainda correm risco eventual de contaminação. Isso porque ambos os locais estão sujeitos a receber a entrada de esgoto doméstico, rural, urbano tratado e não tratado e poluentes, como derivados do petróleo.
“Uma solução para quem gosta dos moluscos seria ingerir o alimento cozido, pode ser ‘no bafo’ (vapor), a uma temperatura superior a 90 ºC. Essa ação inativa vírus, protozoários e coliformes fecais”, explica a pesquisadora. Porém, não elimina pesticidas ou metais pesados.
“Outra maneira de proteger a população da contaminação por microrganismos, pesticidas ou metais pesados seria cultivar a ostra em água limpa”, conta Célia. Com o objetivo de reduzir o risco de contaminação por microrganismos causadores de doença, os pesquisadores da UFSC, entre eles uma das autoras do estudo Doris Sobral Marques Souza, estão testando pequenos depuradores em forma de tanques. “A água desses depuradores é esterilizada com luz ultravioleta. Como a ostra se alimenta ao filtrar a água, esperamos que a permanência dos moluscos dentro dos tanques com água do mar purificada pela radiação ultravioleta, diminua a quantidade dos contaminantes retidos pelas ostras”, diz a pesquisadora. A ideia é instalar equipamentos dentro de restaurantes e estabelecimentos que comercializam o molusco.

http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/03/28/ostras-podem-acumular-agentes-causadores-de-doen%C3%A7as-comprova-pesquisa/

Pesquisadores mapeiam epidemia de malária na Amazônia

Dos municípios analisados, 543 registraram mais de 300 mil casos da doença em 2010. Populações indígenas e de assentamentos são as mais vulneráveis

© CONASEMS/WIKI COMMONS
Transmissão da malária se dá pela picada da fêmea do mosquito Anopheles. Somente em 2010, 338 registraram situação de epidemia.
A malária é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles contaminada pelo parasito do gênero Plasmodium. Somente em 2010, 338 cidades da Amazônia brasileira registraram situação de epidemia.
Um levantamento conduzido em nove estados da Amazônia brasileira pode contribuir para a detecção precoce das epidemias de malária e, assim, ajudar no controle epidemiológico da doença no Brasil. Em um estudo publicado na edição de maio da revista Cadernos de Saúde Pública, pesquisadores de diferentes instituições realizaram um mapeamento dos casos de malária registrados em 807 municípios da região em 2010. Eles verificaram que 543 cidades notificaram juntas mais de 300 mil casos da doença, registrando-se situação de epidemia em 338 delas. Os resultados permitiram aos pesquisadores desenvolverem um sistema de algoritmo, chamado Sistema de Monitoramento de Casos de Malária na Amazônia Brasileira (Simam), que poderá ajudar na caracterização de situações de epidemia.
A expectativa é que essa ferramenta facilite o monitoramento das epidemias em tempo real e a adoção de medidas mais rápidas de contenção da doença. “O sistema deve possibilitar o acompanhamento da incidência da malária em cada um dos municípios da Amazônia, sem perder o foco de conjunto”, diz Rui Moreira Braz, da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) e autor principal do estudo. “Toda vez que a incidência da malária ultrapassar os limites estatisticamente esperados (acima de 75% da série histórica mensal de casos da doença ocorridos), o programa emitirá relatórios com a lista de municípios afetados para que os gestores possam intensificar as medidas de controle”, explica.
A proposta é de que o Ministério da Saúde adote o algoritmo como um módulo do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Malária (Sivep-Malária), atual sistema de informação responsável pelo registro dos casos individuais da doença. “Assim será possível processar os dados já existentes e transformá-los em relatórios e gráficos devidamente detalhados e de fácil acesso (via internet) aos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS)”, diz Braz. Isso também possibilitará o aprimoramento do Programa de Controle da Malária, além melhorar as ações de controle e a regularidade das intervenções em nível local, já que o sistema hoje não adota parâmetros estatísticos para definir a intensidade da transmissão da doença de modo a identificar a ocorrência ou não de epidemias.
No estudo publicado nos Cadernos de Saúde Pública, os casos de epidemia foram caracterizados segundo a espécie do plasmódio (Plasmodium vivax, P. falciparum e P. malariae), duração dos surtos e as áreas com populações indígenas e as que vivem em assentamentos, garimpos ou próximas a fronteiras com outros países, sempre mais vulneráveis. De acordo com os pesquisadores, as infecções causadas somente pelo P. falciparum, e também as causadas tanto pelo P falciparum quanto pelo P. vivax(infecções mistas), representaram 14,1% dos casos notificados. Já as infecções por P. vivax corresponderam a 85,8% das ocorrências da doença.
Dos 338 municípios epidêmicos, 24,3% registraram surtos de epidemias de média duração (de cinco a oito meses) e 17,4% de longa duração (nove meses ou mais). Em algumas regiões as epidemias começaram antes de 2010, estendendo-se por mais de 12 meses, como nos municípios paraenses de Santa Cruz do Arari, onde a epidemia durou 42 meses, e de Goianésia do Pará, com 46 meses epidêmicos. Ao todo, os pesquisadores registraram 477 municípios com áreas com populações indígenas, garimpos, assentamentos ou de fronteiras. Em 243 deles foi verificada situação de epidemia, sendo registrados mais de 244 mil casos da doença.
O CASO REMANSINHO
Um estudos, conduzido pelo parasitologista Marcelo Urbano Ferreira, da Universidade de São Paulo (USP), também se debruçou sobre a transmissão da malária em áreas com registros de epidemias, como a do assentamento agrícola de Remansinho – com cerca de 250 moradores –, no município de Lábrea, Amazonas. “Ao iniciarmos o estudo em março de 2010 a prevalência de infecção da doença na população era de 13.5%”, conta Ferreira. Ao estudar aquela população nos três anos seguintes, o grupo verificou aumento da incidência da malária no início (outubro e novembro) e no final (março e abril) da longa estação chuvosa, o inverno da Amazônia, fato que pode ser atribuído à maior disponibilidade de criadouros para reprodução dos mosquitos vetores nessas épocas do ano.

Mas explicar as flutuações na transmissão de malária e seus determinantes continua sendo um dos principais desafios relacionados ao planejamento de ações de controle e erradicação da doença no Brasil. “O estudo de Rui Moreira Braz busca fazê-lo em escala regional, contribuindo para a detecção precoce das epidemias em municípios amazônicos. Já o nosso estudo em Remansinho busca identificar determinantes locais de risco de infecção, tanto no plano individual quanto no coletivo”, diz.
Segundo Ferreira, as causas para o recente declínio da incidência de malária em Remansinho após o pico de outubro de 2011 ainda não estão claras. Ele acredita que o avanço do desmatamento pode ter criado condições ambientais menos favoráveis à multiplicação dos vetores. Outra possibilidade para o declínio da incidência da doença é a distribuição maciça de mosquiteiros impregnados com inseticidas a partir de agosto de 2012 a toda a população do assentamento. “Esses mosquiteiros foram adquiridos pelo governo brasileiro para distribuição nos municípios considerados prioritários para o controle da malária.” Em Remansinho, 93% das famílias receberam esses mosquiteiros e 86% dos indivíduos os utilizam regularmente.
A população de Remansinho será acompanhada até o final de 2014. O objetivo é verificar se o declínio da incidência da malária se mantém e extrair lições que possam ser aplicadas no controle da doença em outras áreas. “Assim poderemos estimar com mais precisão a vulnerabilidade das áreas sujeitas às medidas de controle das epidemias e desenvolver estratégias para sua prevenção”, diz o parasitologista. Para Rui Moreira Braz, é importante que novos estudos sejam realizados periodicamente para acompanhar a evolução da situação nessas regiões, já que, ao identificar a espécie de plasmódio que produz a doença, o tratamento pode ser mais específico.
Artigos científicos
BRAZ, R. M.; DUARTE, Elisabeth Carmen; TAUIL, Pedro Luiz. Caracterização das epidemias de malária nos municípios da Amazônia Brasileira em 2010. Cad. Saúde Pública,  Rio de Janeiro, v. 29, n. 5, mai, 2013.

LIMA, N. F., et alPlasmodium vivax: Reverse transcriptase real-time PCR for gametocyte detection and quantitation in clinical samples. Experimental Parasitology, v. 132, n. 3, nov, 2012.
SILVIA-NUNES, M., et al. Amazonian malaria: Asymptomatic human reservoirs, diagnostic challenges, environmentally driven changes in mosquito vector populations, and the mandate for sustainable control strategies. Acta Tropica, v. 121 n. 3, mar, 2012.

http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/07/06/pesquisadores-mapeiam-epidemia-de-malaria-na-amazonia/

Um parasita camuflado

Estudo identifica genes que possibilitariam ao protozoário Leishmania amazonensis sobreviver dentro das células que deveriam matá-lo

© FERNANDO REAL/CNPQ
Imagem ampliada cerca de 7.500 vezes mostra os vacúolos parasitóforos desenvolvidos pelo protozoário Leishmania amazonensis (vermelho), agente causador da leishmaniose cutânea difusa, em macrófago de camundongo (cinza).
Imagem ampliada 7.500 vezes mostra as bolsas (vacúolos) formados pelo protozoário L. amazonensis (vermelho), agente causador da leishmaniose cutânea, dentro de macrófago de camundongo (cinza).
Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) identificaram novas pistas de como o parasita causador da leishmaniose invade as células de defesa do organismo e, uma vez no interior delas, retarda a ativação do arsenal imunológico que deveria eliminá-lo. O grupo coordenado pela bióloga Diana Bahia sequenciou o material genético do protozoário Leishmania amazonensis – espécie encontrada predominantemente na Amazônia que provoca uma forma mais rara e deformante de leishmaniose cutânea – e comparou com o de uma espécie-irmã, exclusiva da América Central, também marcada pelo desenvolvimento de lesões na pele semelhantes às da hanseníase. Um dos objetivos era identificar os genes, e consequentemente as proteínas por eles codificadas, que permitiriam ao parasita viver camuflado no interior das células de defesa, sem prejudicar o hospedeiro.
Usando ferramentas de bioinformática, os pesquisadores chegaram a duas proteínas candidatas a explicar por que o parasita consegue conviver harmoniosamente com as células que deveriam matá-lo. Essas proteínas pertencem à classe das chamadas heat-shock proteins, que também são produzidas pelo hospedeiro do parasita – em geral, roedores e seres humanos. Em colaboração com grupos do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) e do Laboratório de Genômica e Expressão da Universidade Estadual de Campinas, a equipe obteve indícios de que a proteína fabricada e liberada pelo protozoário parece imitar a do hospedeiro. Os pesquisadores suspeitam que essa imitação permitiria a ligação dessas proteínas a componentes do arsenal imunológico do indivíduo infectado, bloqueando sua ativação e silenciando a resposta inflamatória.
O estudo também investigou que genes estariam relacionados à formação de uma bolsa que abriga o parasita no interior dos macrófagos, as células de defesa que os englobam e tentam destruí-los. Nela, o parasita se multiplica e resiste a eventuais ataques do sistema imunológico. No caso da L. amazonensis e da sua espécie-irmã, a L. mexicana, essa bolsa é bem mais espaçosa do que as formadas por outras espécies de protozoários causadores da leishmaniose. “Essa pode ser uma das maneiras de o parasita subverter e enganar o sistema imunológico do hospedeiro”, conta Fernando Real, pesquisador da Unifesp e um dos autores principais do estudo que descreveu esses resultados na edição de julho da revista DNA Research.
De acordo com os pesquisadores, juntas, essas estratégias também permitiriam ao parasita viver camuflado no organismo infectado, sem desencadear os sintomas que se manifestam em pessoas com o sistema imunológico fragilizado. “Essas duas espécies deLeishmania desenvolveram estratégia para viver silenciosamente em hospedeiros vertebrados”, conta Diana. Para ela, essa convivência, pacífica especialmente para o parasita, é resultado de um longo processo evolutivo em que a morte do hospedeiro não seria vantajosa para o protozoário. “A investigação dos fatores relacionados a essa interação durável pode ser útil para entendermos como o parasita se estabelece no ser humano”, diz.
As suspeitas dos pesquisadores ainda precisam ser comprovadas experimentalmente. Um dos próximos passos agora é isolar as bolsas (vacúolos) formadas por essa espécie de Leishmania e tentar mapear seus componentes. Esse mapeamento dependia das informações do genoma da L. amazonensis, agora sequenciado e disponibilizado para a comunidade científica. “O genoma abre mais portas do que fecha”, afirma Diana. “Temos mais perguntas para investigar”.
O estudo foi financiado pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Projetos
1. Identificação e caracterização molecular de proteínas quinases de Trypanosoma cruzi para o estudo da comunicação celular, modelagem molecular e desenho de drogas inibidoras: estudo dos parceiros das vias de sinalização focado na invasão de EA (2007/50551-2); Modalidade Auxílio à Pesquisa – Apoio a Jovens Pesquisadores;Coord. Diana Bahia/Unifesp; Investimento R$ 532.652,38 (FAPESP).
2. Estudo dos mecanismos de fusão entre vacúolos parasitóforos heterotípicos deLeishmania spp. (2010/19335-4); Modalidade Bolsa de pós-doutorado; Coord.Renato Arruda Mortara/Unifesp; Investimento R$ 233.453,22 (FAPESP).

Artigo científico
REAL, F. et al. The genome sequence of Leishmania (Leishmania) amazonensis: functional annotation and extended analysis of gene models. DNA Research. v. 20, p. 1-15. jul. 2013.

http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/10/03/um-parasita-camuflado/