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Neste Blog fazemos: 1- Atualização sobre a ocorrência de doenças de importância em Veterinária e em Saúde Pública em todo o mundo. 2- Troca de informações sobre: Doenças Infecciosas, Zoonoses, Saneamento Ambiental, Defesa Sanitária Animal (Legislação e Programas Sanitários do Ministério da Agricultura) e demais assuntos relacionados à sanidade e Saúde Pública. Este blog se destina a discutir a saúde animal dentro dos seus mais variados aspectos.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Boletim Abrasco
segunda-feira, 2 de maio de 2011
CNN analysts slam farm-photo bans as unconstitutional, claim factory farm conditions are ‘America’s secret shame’
By Brett Ader | 04.19.11 | 4:20 pm
Pending legislation in several states — including Florida — that would criminalize the act of filming agricultural operations without the consent of the farm owner came up last week on CNN’s Anderson Cooper 360, with one analyst making the claim that conditions animals are subjected to by American industrial agriculture operations amount to “institutionalized torture.”
Legal analyst Sunny Hostin noted that bills such as S.B. 1246, introduced by Sen. Jim Norman, R-Tampa, at the behest of one of the state’s largest industrial egg farmersand backed by agri-business organizations such as the Florida Farm Bureau, “probably isn’t constitutional,” based on its implications for rights afforded under the First Amendment.
A central argument offered by proponents of the bills in Florida, Iowa and Minnesota is that these laws are necessary to protect the agriculture industry from whistleblowers who secretly record farming operations and then edit the images together in such a way as to present an inaccurate and oftentimes more gruesome representation of the conditions of animals on factory farms. Hostin insisted that laws already exist to protect farmers from slander or defamation brought about by inappropriately edited video, and that “the premise[s] of these bills are really disingenuous.”
“There’s a lack of transparency here with this bill,” Hostin said. “They’re saying even if what is being filmed is accurate, it would be illegal to do that. That is troubling.”
Norman’s bill was originally introduced with language that would have made undercover farm photography a first-degree felony, but that penalty was amended to a first-degree misdemeanor by the Senate Agriculture Committee last month. The bill is now awaiting review by the Criminal Justice Committee.
Animal advocacy groups such as PETA and the Humane Society of the United States,whose high-profile exposés have resulted in numerous food recalls and animal abuse convictions, argue that such legislation will lead to further abuse in an industry already lacking oversight. Further, they have raised concerns about the wide-ranging implications such a law could have on other seemingly unrelated industries fraught with issues relating to animal safety, such as puppy mills.
“The definition of agriculture in this bill is incredibly overbroad,” says Jennifer Hobgood, state director for the Humane Society of the United States. “So not only is this law unnecessary and overly defensive, it’s incredibly broad. I can’t imagine it would withstand constitutional scrutiny.”
“Puppy mills are another problem where it is extremely difficult to get on these properties,” she says. “Puppy mills are mass commercial dog-breeding operations, where dogs are kept for their entire lives in tiny cages for the sole purpose of churning out puppies for the pet trade. And so, like a factory farm, there are shabby, squalid, overcrowded conditions solely for profit. What happens is the puppies are taken away and sold elsewhere, but the parents are left in these conditions to suffer.
“In many instances, law enforcement can’t get on the property without a search warrant, and it’s difficult to get a search warrant without that evidence. Oftentimes we’ll be contacted by people who have been on the property and snapped a photo with their cell phone camera when the owner wasn’t looking, and that has led to them being able to get law enforcement to get a search warrant and investigate and help those animals.”
Another common argument among the bill’s backers is the notion of protecting agricultural operators from having their trade secrets exposed via undercover photography, a claim Norman himself offered in presenting the bill but was unable to qualify in an interview earlier this month.
“We haven’t heard from the bill’s proponents a single specific example of intellectual property having been put at risk from video or photography on a farm,” Hobgood says. “This bill aims to further hide from the public the industry’s intensive confinement practices and the risks these practices pose to animal welfare, the environment, and public health.”
Promovendo a conscientização sobre a importância dos animais: 2011 é o Ano Internacional da Medicina Veterinária
Dr. Sergio Vásquez, veterinário da WSPA, tratando de cães atingidos pelas enchentes devastadoras no Brasil.
© WSPA
© WSPA
A chegada de 2011, Ano Internacional da Medicina Veterinária, fornece uma oportunidade única de impulsionar a valorização dos profissionais veterinários, e do bem-estar animal em todo o mundo.
A primeira escola de veterinária da história foi fundada em Lyon, na França, em 1761, logo seguida, em 1764, pela criação da escola veterinária Alfort, nos arredores de Paris, tendo ambas as instituições surgido a partir da iniciativa do veterinário francês Claude Bourgelat. Em outras palavras, 2011 marcará a 250º aniversário do ensino da Veterinária, razão pela qual foi escolhido para ser o Ano Internacional da Medicina Veterinária.
Ao longo de todo o ano, especialistas em bem-estar animal se reunirão em conferências e simpósios, e alguns programas de TV específicos, encarregados de acompanhar tais eventos, irão destacar o papel da ciência veterinária na diminuição da fome no mundo, no controle de doenças, no monitoramento da qualidade dos alimentos, e, principalmente, na promoção do bem-estar animal.
Os veterinários e a WSPA
O bem-estar animal é o objetivo primordial do exercício da veterinária. O programa educacional da WSPA sobre bem-estar animal, desenvolvido durante vários anos, tem sido atualmente empregado por estudantes de Medicina Veterinária e de ciência animal em todo o mundo. As nossas Unidades de Atendimento Veterinário em Situações de Emergência (“Verus”), instaladas em faculdades de veterinária, fornecem treinamento a estudantes de veterinária para atendimento em casos de catástrofes, assim como todos os equipamentos e sistemas necessários.
De fato, contamos com 24 veterinários trabalhando diretamente na nossa equipe. Eles contribuem com nossas pesquisas, campanhas, com os programas pedagógicos, e ainda ajudam a coordenar os nossos trabalhos de auxílio em desastres.
Bem-estar animal - muito mais que a simples saúde dos animais
O chefe veterinário Dr. Yousef da ONG afiliada PWLS trata de um burro na Palestina.
© WSPA
Durante a 5a. Conferência Veterinária da Commonwealth (países que partilham laços históricos com o Reino Unido), ocorrida em Gana, entre os dias 21 e 25 de Março, a WSPA foi representada por três membros da equipe, que reforçaram a importância da integração do bem-estar animal ao trabalho dos veterinários. Essa manifestação assinalou o marco inicial da participação em larga escala da WSPA no Ano da Medicina Veterinária 2011.
Ao longo de 2011, a equipe da WSPA tomará parte em conferências e eventos, para envolver a comunidade veterinária e seus futuros profissionais no nosso lema de que o bem-estar animal importa, e consiste em muito mais do que em apenas assegurar a saúde física de um animal.
Mike Baker, Diretor Executivo da WSPA Internacional, Natasha Lee, Gerente de Programas Veterinários da WSPA Ásia, e Suzanne Rogers, Consultora Técnica da WSPA Internacional para a área de Equinos de Trabalho e Mudanças no Comportamento Humano, participaram da conferência na Capital da Nação Africana. Nessa ocasião, eles debateram o tema do bem-estar animal com um público de alto nível, oriundo das comunidades veterinárias da Commonwealth, e divulgaram a campanha por uma Declaração Universal sobre o Bem-Estar Animal (DUBEA).
A WSPA ainda patrocinou um seminário sobre bem-estar animal, que fez parte da conferência. Ele propiciou uma valiosa oportunidade para assinalar o relevante papel desempenhado pelos veterinários em todo o mundo no incremento do bem-estar animal, assim como da saúde dos animais. O evento abordou o desenvolvimento de uma estratégia mais que necessária de bem-estar animal para protagonistas-chave na proteção aos animais na África como, por exemplo, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), e a Organização Mundial para a Saúde dos Animais (OIE).
“A Conferência destacou os estreitos elos entre a saúde humana, o bem-estar animal e o meio-ambiente, enfatizando o papel primordial dos veterinários no trabalho em parceria com outras organizações, para avançar na abordagem de todos os assuntos envolvidos”, afirmou Suzanne Rogers. “Eu representei a WSPA na sessão sobre animais de trabalho, na qual representantes de todo o mundo partilharam seus conhecimentos e experiência, e debateram as melhores formas de desenvolver políticas e padrões para a proteção desses animais, encarregados de trabalhos pesados, e dos quais tantas pessoas dependem. Muitos representantes se mostraram entusiasmados em conversar conosco para conhecer o trabalho da WSPA, e saber o que nós e os nossos parceiros temos feito, assim como os avanços que temos constatado – seja por meio do nosso trabalho para incrementar o bem-estar de animais de criação, para pôr um fim ao extermínio desumano de cães e gatos, ou na parte de auxílio em casos de desastres.”
O próximo evento de destaque no calendário do Ano Internacional da Medicina Veterinária será a Conferência Mundial sobre Educação em Veterinária, a ser realizada na cidade francesa de Lyon, no próximo dia 13 de Maio, onde promoveremos a necessidade de integração do bem-estar animal à atuação dos veterinários.
domingo, 1 de maio de 2011
80% dos antibióticos vendidos nos EUA são destinados a animais
Uma pesquisa da Food and Drug Administration (FDA) revelou que 13 mil toneladas dos antibióticos produzidos no país são utilizadas em animais produtores de alimento (como carne e leite), enquanto apenas 3,3 mil toneladas são consumidas por humanos. Desde 1977, o FDA tem tentado limitar o uso dessas substâncias na produção animal, mas a iniciativa encontra oposição, principalmente entre os mais interessados: os produtores e a indústria farmacêutica.
Inicialmente, esses medicamentos eram usados para tratar doenças nos animais, mas, com o avanço do conhecimento e desenvolvimento de novos compostos, passaram a ser amplamente utilizados nas criações também como promotores de crescimento. Nesse caso, são adicionados à ração ou à água do gado, das aves e dos suínos. A prática é adotada internacionalmente. Na China, 91 mil das 210 mil toneladas dos antibióticos produzidos localmente, ou 43% do total, são destinada a rebanhos.
Administrados com moderação, esses remédios melhoram a produtividade e reduzem a mortalidade das criações. Porém, o uso indiscriminado é apontado como um dos responsáveis pela aumento da resistência das bactérias. Muitas das substâncias dadas aos bichos são igualmente usadas para tratar humanos — como a penicilina, a tetraciclina e sulfonamidas. Por isso, para nossa saúde, são graves as consequências do possível aumento da resistência de microorganismos causado pela prática. Embora a associação entre o uso de antibióticos na produção animal e bactérias a eles imunes não esteja firmemente estabelecida/ span>, vários estudos epidemiológicos sugerem que ela existe.
As indicações levaram a Organização Mundial de Saúde a declarar que o uso de antibióticos em rebanhos é um risco para a saúde humana. Na União Européia, o uso para promover o crescimento mais rápido foi banido depois que a avoparcina foi associada ao aparecimento, em animais domésticos, deEnterococci resistente. Na Austrália, após proibir a utilização de ciprofloxacina, cientistas registraram uma queda da resistência — para 2% — da bactéria Campylobacter jejuni ao medicamento. Ela é responsável por infecções intestinais humanas e o seu índice de resistência nos países em está liberada para o uso em rebanhos é de 20%, ou dez vezes maior.
Como exportador de carne, o Brasil respeita as legislações dos países com que comercia. Desde maio de 1998, proibiu no território nacional o uso de clortetraciclina, oxitetraciclina, penicilinas e sulfonaidas sistêmicas para alimentação animal. O uso da avoparcina também foi desautorizado por tempo indeterminado. Para a venda no mercado interno, há classes ainda legais de antibióticos estimuladores do crescimento, desde que tenham seu uso registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e modo de utilização, dosagem e período de carência sejam respeitados.
Do link: http://inovadefesa.ning.com/group/seguranaalimentaranimal/forum/topics/80-dos-antibioticos-vendidos?xg_source=activity
Mercosul e União Europeia devem fechar acordo de livre comércio em 2012
O Mercosul e a União Europeia (UE) se preparam para fechar um acordo de livre comércio em 2012. A informação é do presidente da Delegação do Parlamento Europeu para as Relações com os Países doMercosul, o deputado espanhol Luis Yáñez. Ele comanda uma comitiva de 11 deputados europeus que veio ao Brasil com objetivo duplo – discutir os termos do acordo e verificar o ambiente para consolidar as propostas.
"Viemos transmitir às autoridades brasileiras, não só de governo, do Parlamento, dos meios de comunicação, da indústria, do mundo acadêmico, o que nós, europeus, pensamos sobre esse acordo e ver qual a reação do Brasil em relação a ele", disse Yánes, que passou os primeiros dias da semana em Brasília e segue para o Rio de Janeiro e São Paulo.
O parlamentar europeu acrescentou que a proposta em discussão representa um avanço sem comparações. "Vai ser o maior acordo do mundo entre dois blocos regionais. As possibilidades são impressionantes: multiplicação do nível de intercâmbio, geração de prosperidade e de criação de empregos", afirmou.
Segundo Yáñes, os europeus já têm estudos e a consciência sobre o "alto custo" se o acordo não for firmado. Ele disse que a associação entre os dois blocos ajudaria a própria integração do Mercosul.
Evitando mencionar as pendências que há nas relações comerciais entre a União Europeia e o Mercosul nos campos agrícola e de produtos industrializados, Yánez optou por citar as negociações que já avançaram. De acordo com ele, foram acordados mais de 90% dos pontos no setor industrial e mais de 80% no setor agrícola.
Ele admitiu, no entanto, que será necessário vencer temores para avançar. "Da parte europeia, a França e alguns países estão muito reticentes em fechar o acordo porque consideram que a competitividade do Brasil e do Mercosul, em geral, no terreno da carne bovina, pode arruinar seu próprio rebanho. Acho que é um exagero evidente e que, além disso, há elementos de compensação", disse.
No Mercosul, Yánez afirmou que a Argentina põe obstáculos ao acordo de livre comércio com a União Europeia também por medo. "[A Argentina] tem medo de que sua indústria manufatureira também se arruíne com a entrada de produtos europeus", afirmou.
Yáñez ressaltou, porém, que acredita nos negociadores dos dois lados e não crê que os problemas atuais sejam inconciliáveis. "É um tipo de negociação que não se pode prolongar indefinidamente", afirmou.
O parlamentar lembrou que até 2004, quando as negociações para o livre comércio entre os dois blocos foram interrompidas, houve seis anos de discussões. "Na minha opinião, se chegou muito perto de um acordo naquela época. Trata-se agora de consolidar essas experiências e resolver pequenas diferenças", acrescentou.
No início do mês de maio, haverá uma nova rodada de discussões em Assunção, no Paraguai, que ocupa a presidência do Mercosul. Yáñez disse que até julho de 2011, quando ocorrerá outra rodada em Bruxelas, na Bélgica - sede do Parlamento Europeu - deve haver grandes avanços. "Não se descarta que possa ser firmado um acordo antes do fim do ano. Depois, ele tem que ser ratificado peloParlamento Europeu que, em sua grande maioria, é favorável a ele".
PATRIOTA CONFIRMA INTERESSE DE CRIAR ÁREA DE LIVRE E COMÉRCIO
O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, confirmou ontem (28/04/11) a intenção de se criar uma Área de Livre Comércio entre o Mercosul e a União Europeia já em 2012. A possibilidade foi divulgada no dia 27 de abril, à Agência Brasil, pelo presidente da delegação do Parlamento Europeu para as Relações com os Países do Mercosul, deputado espanhol Luiz Yañez, em visita ao país.
"O prazo é razoável, 2012, para se imaginar como horizonte, até porque muito trabalho já foi feito. Nós estamos agora em uma fase de examinar ofertas melhoradas, dentro de um cronograma acelerado, e eu fico muito satisfeito de ver que os parlamentares europeus estão apoiando a iniciativa. Agora, a negociação é com o Executivo europeu. Então, aí é que temos de ver se chegamos aos entendimentos satisfatórios. Mas eu vejo como algo que é realizável, sim", afirmou Patriota.
O ministro participou da abertura do Fórum Econômico Mundial da América Latina, que termina hoje (29/04/11), quando é aguardada a presença da presidente da República, Dilma Rousseff.
Entre as razões para manter o otimismo em uma Área de Livre Comércio com a Europa até o próximo ano, Patriota citou o momento econômico positivo vivido pelos países da América Latina.
"É um momento muito positivo para a economia do Mercosul, que cresceu a taxas de 8% em 2010, e representamos hoje em dia um mercado e um parceiro muito atraente. A União Europeia enfrenta dificuldades, mas com países que continuam com a economia robusta, como a Alemanha. De modos que continuaremos fazendo esforço para chegar, no mais breve prazo, a um entendimento".
FONTE
Danilo Macedo, Renata Giraldi e Vladimir Platonow - Repórteres
Graça Adjuto e Rivadavia Severo - Edição
Epamig lança cartilhas de boas práticas de fabricação e produção de bebida láctea
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), por meio do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT), está lançando duas cartilhas destinadas a produtores rurais e pequenos laticinistas da região de Leme do Prado, no Vale do Jequitinhonha. As cartilhas tratam sobre Boas Práticas de Fabricação e Tecnologia de fabricação de bebidas lácteas fermentada e não fermentada e serão apresentadas durante o curso de Fabricação de Queijo de Coalho e Bebidas Lácteas, nos dias 4 e 5 de maio de 2011, na Fazenda Experimental de Acauã. A primeira turma será formada por 15 técnicos daEmater-MG, Regional de Capelinha.
O lançamento das cartilhas faz parte do projeto de pesquisa financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(CNPq), que prevê o aproveitamento do soro de queijo de coalho para a elaboração de bebidas lácteas na comunidade rural de Leme do Prado. Segundo o pesquisador do ILCT responsável pelo projeto, Junio César Jacinto de Paula, o objetivo é introduzir a fabricação de outros produtos lácteos junto aos cerca de mil produtores locais, como nova opção para alavancar a economia da região.
Além das cartilhas, estão planejados outros seis cursos com 20 vagas cada, sendo um por mês, para treinamento dos produtores rurais e de pequenos laticinistas. A Epamig, através do gerente da Fazenda Experimental de Acauã, Thiago Costa Ferreira, já está cadastrando os produtores interessados em participar do curso. AEmater-MG, Regional de Capelinha, parceira do projeto e que já realiza trabalhos junto às comunidades do Vale do Jequitinhonha, deverá ser responsável pela continuidade das atividades após o término do projeto, explica Junio de Paula.
O curso será oferecido na unidade modelo de laticínio implantada pela Epamig na Fazenda Experimental de Acauã, que já está preparada para produção de queijo de coalho, manteiga de garrafa e bebidas lácteas, cuja tecnologia de fabricação foi adaptada às condições da agroindústria familiar local.
"Pretendemos mostrar aos produtores que o soro extraído dos produtos lácteos fabricados no laticínio, considerado resíduo, é rico em proteínas e vitaminas e pode ser aproveitado para ampliar a renda familiar", explica o pesquisador.
Com a introdução de novas possibilidades de fabricação, a Epamigquer dar início às atividades do laticínio modelo de Acauã, cujas instalações já estão concluídas. A intenção é beneficiar tanto produtores de agricultura familiar que desejam montar uma estrutura adequada de fabricação, quanto indústrias do Norte de Minas que pretendem adotar nova tecnologia gerada.
PARA MAIS INFORMAÇÕES
Thiago Costa Ferreira - Gerente
Endereço: BR 367 - km 410 - PS 103 Via Leme do Prado
CEP 39653-000 - Leme do Prado/MG
Telefone: (33) 3764-5024
E-mail: feac@epamig.br
FONTE
Telefone: (32)3224-3116 - Ramal 205
Embrapa e UnB: parceria de sucesso na pós-graduação de ciências animais
O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Animais daFaculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília (UnB), Cristiano Barros de Melo, esteve ontem (29/04/11) na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, acompanhado de dois professores, para entregar ao Chefe-Geral, Mauro Carneiro (foto ao lado), 47 teses e dissertações orientadas por pesquisadores da Unidade. Na ocasião, Melo entregou também ao Chefe-Geral um documento oficial reiterando a continuação da parceria entre as instituições.
A cooperação começou em 1995 dentro do curso de ciências agrárias, mas ganhou muito impulso em 2008 com a criação do Programa de Ciências Animais. As mais de 40 teses foram todas concluídas no período de 2008 a 2011.
Hoje, o Programa de Pós-Graduação de Ciências Animais conta com 21 professores, recebe alunos de todo o país e vem sendo procurado por estudantes de outros países, especialmente da África e da América Latina. Seis pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia participam oficialmente do programa: Arthur Mariante, Samuel Paiva, Alexandre Caetano, Margot Dode, Maurício Franco e Alexandre Floriani. A pesquisadora Maria do Socorro Maués atua como parceira de Mariante em algumas disciplinas.
Segundo o coordenador do Programa, a Embrapa é a maior parceira da UnB na área de ciências animais e, por isso, é fundamental que a cooperação seja mantida e fortalecida. "A parceria entre nossas instituições está consolidada, mas ainda temos muitos degraus para escalar. Espero voltar aqui outras vezes com ainda vez mais teses", ressaltou Melo.
FONTE
Fernanda Diniz - Jornalista
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