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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Paraná adere a programa de abate humanitário de animais




Médicos veterinários da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab) estão sendo capacitados para assegurar o respeito, no Estado, às normas do abate humanitário de bovinos, suínos e aves. A fiscalização do abate segundo essas normas será incorporada a partir deste ano [2011] à rotina do Serviço de Inspeção do Paraná (SIP) do Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis). A previsão é que até o primeiro quadrimestre de 2012 todos os frigoríficos paranaenses já tenham aderido ao abate humanitário de animais de produção.

Nesta segunda quinzena de junho, veterinários da Seab estão fazendo um curso de três dias, ministrado por dirigentes da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) -- uma organização não-governamental que firmou parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O curso começou em Curitiba no dia 14 e será encerrado hoje (16/06/11). Além da capacitação, o curso visa a conscientização das estruturas de governo e dos frigoríficos para a importância do tema.

Participam cerca de 48 profissionais, entre dirigentes e fiscais do serviço de inspeção estadual e federal. Ao longo do ano serão ministrados mais 50 cursos em todo o Estado. Eles serão levados a todas as regiões com concentração de frigoríficos e dirigidos aos funcionários desses estabelecimentos. Os participantes dos cursos regionais deverão ser multiplicadores das boas práticas de abate de animais para outros funcionários. As orientações são passadas por meio de vídeos e manuais. Segundo a médica veterinária Charli Ludtke, coordenadora do Programa Nacional de Abate Humanitário e gerente de animais de produção daWSPA, o objetivo do material é conscientizar sobre a melhor forma de manejo e cuidados que se deve ter com os animais antes do abate. "O que queremos é comprometer as pessoas envolvidas com o manejo dos animais em ambiente calmo e tranquilo, melhorando também as condições de trabalho das pessoas que trabalham no abate", disse Charli. Ele ressalta que toda a atividade precisa ser planejada e organizada, o que é bom também para a produtividade. "Animais mais calmos têm menor risco de lesões e, assim, de causar perdas econômicas significativas para os produtores e agroindústrias", acrescentou.Segundo Charli, a interação do homem com os animais e a condução dos animais nas instalações tem de ser harmoniosa. E isso deve iniciar na propriedade, durante a criação, e persistit até o transporte e frigorífico.PRINCÍPIOS Entre os princípios básicos que devem ser observados estão os métodos de manejo e instalações que diminuem o estresse e o sofrimento dos animais; emprego de pessoal competente, bem treinado, atento e cuidadoso; equipamento apropriado que seja ajustado ao propósito; insensibilização eficaz durante o abate, induzindo os animais à imediata perda da consciência e insensibilidade à dor; e garantia de que o animal não retorne àa consciência até ocorrer a morte. Para o chefe do Serviço de Inspeção do Paraná (SIP), Horácio Slongo, o abate humanitário já existe no Paraná, com o banimento em muitos frigoríficos de técnicas arcaicas como a marretada ou excesso de choque nos animais. "O papel do médico veterinário é cuidar para que os animais sofram o menos possível no momento do abate", disse.A coordenadora da WSPA ressalta que o abate humanitário também tem consequências econômicas, já que o animal que sofre menos menos estresse na hora do abate gera carne de melhor qualidade. "Um bovino estressado no momento do abate pode produzir uma carne mais escura e endurecida", afirma. No caso de suínos, a carne pode ficar mais pálida, mole e liberar muita água.A implantação do programa de capacitação sobre o abate humanitário atende à Instrução Normativa nº 3 do Ministério da Agricultura e Abastecimento, de 2008, que determina as boas práticas em todo o País. Em função da parceria entre o ministério e a WSPA, a capacitação da fiscalização está sendo levada aos estados e municípios brasileiros para que o serviço seja adotado e os treinamentos virem rotina nos frigoríficos.PARA SABER MAISBaixe aqui o folder do Programa Nacional de Abate Humanitário(arquivo PDF - 4,4 Mb). Acesse aqui o site Bem-Estar Animal Online.FONTEAgência de Notícias do Paraná

Links referenciados

www.pr.gov.br/seabMinistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentowww.agricultura.gov.brPrograma Nacional de Abate Humanitáriowww.wspabrasil.org/latestnews/2009/lancamento-Programa-Nacional-de-Abate-Humanitario.aspxPrograma Nacional de Abate Humanitáriowww.wspabrasil.org/latestnews/2009/lancamento-Programa-Nacional-de-Abate-Humanitario.aspxSociedade Mundial de Proteção Animalwww.wspabrasil.orgAgência de Notícias do Paranáwww.aenoticias.pr.gov.brAcesse aquiptextranet.animalwelfareonline.org/especialistas/FCAW/index.aspxBaixe aqui rapidshare.com/files/215511735/Folder_Lancamento_do_Programa_Nacional_de_Abate_Humanitario-_Steps.pdfWSPAwww.wspabrasil.org


http://www.agrosoft.org.br/agropag/218338.htm

domingo, 22 de maio de 2011

Educación en bienestar animal rompe barreras


May 16, 2011

Dinero, calles pavimentadas, servicios básicos, condiciones sanitarias adecuadas y oportunidades de trabajo y estudio son algunas de las carencias que tienen los vecinos de Llanos de Santa Lucía en la provincia de Cartago, Costa Rica. Lo que sobra, es la voluntad y el compromiso de un grupo de jóvenes que decidieron forjarse un mejor futuro y cambiar su comunidad ayudando animales.
La Alianza Juvenil por los Animales (ALJA) nació como resultado de una serie de tareas de bienestar animal que asignó a sus estudiantes la profesora Ana María Castro, docente de artes plásticas del colegio.
“De nada sirve enseñar el arte por el arte. La educación debe ser un agente de cambio, una forma de acercarse a las personas y mejorar su realidad. Desarrollé una metodología en la que ellos dieran respuesta a sus propios problemas y no hay nada que les sea más importante que sentirse parte de la solución”, expresó la educadora. Ella aprovechó un convenio de la Sociedad Mundial para la Protección Animal (WSPA) con el Ministerio de Educación Pública de Costa Rica (MEP) para recibir capacitaciones y asesoría sobre bienestar animal.

Fuera limitaciones

Gracias a ALJA, los estudiantes de 13 a 15 años toman conciencia de los problemas en su comunidad, se alejan de caer en drogas y delincuencia, se motivan a ir al colegio y ocupan su tiempo libre aprendiendo de veterinaria y computación para ayudar a los animales.
Ellos monitorean el estado de salud de los animales callejeros, los alimentan, los bañan y brindan atención básica a los que encuentran heridos o atrapados. Realizan campañas de castración y concientización en la comunidad, charlas de bienestar animal en empresas y escuelas y hasta informan a través de su perfil en Facebook (ALJA), susitio web y su periódico virtual
“La profesora Ana María es un ejemplo de lo que debe generar la educación en las personas. Cada una de las iniciativas que desarrollamos en el programa busca que docentes y estudiantes transformen el conocimiento en acciones concretas para mejorar las condiciones de vida de los animales y de sí mismos”, dijo Carlos Chacón, Gerente de Educación de WSPA para México, Centroamérica y el Caribe.
Sin duda, una muestra de que la educación puede cambiar el rumbo de las cosas para los animales y los seres humanos.

domingo, 15 de maio de 2011

Animal Welfare / Bem-estar Animal




School of Veterinary Medicine



2010 Minimum Standards of Horse Care in the State of California (PDF: 63 pages, 24.67 MB)
--by Grant Miller, DVM; Carolyn Stull, MS, PhD; and Gregory Ferraro, DVM; published by the Center for Equine Health, School of Veterinary Medicine, UC Davis.


Animal Care Guidelines

Dairy Welfare Guide cover imageDairy Welfare Evaluation Guide
Beef Care Practices
Swine Care Practices (PDF: 25pp, 68KB)
Goat Care Practices (PDF: 30pp, 728KB)
Broiler Care Practices (PDF: 28pp, 88KB)
Egg-Type Layer Flock Practices (PDF: 25pp, 128KB)
Turkey Care Practices (PDF: 29pp, 152KB)

Euthanasia Guidelines

Emergency Euthanasia of Horses (PDF: 9pp. 152KB)
Emergency Euthanasia of Sheep and Goats (PDF: 10pp, 144KB)

—Interactive videos developed by the Veterinary Medicine Teaching and Research Center, University of California, Davis


—From the American Association of Bovine Practitioners


—From the American Association of Swine Veterinarians


Dairy Cattle Topics

Tail docking


—JAVMA Vol. 220, No. 9, pps. 1298-1303, May 1, 2002, Carolyn L. Stull, PhD; Michael A. Payne, DVM, PhD; Steven L. Berry, DVM, MPVM; Pamela J. Hullinger, DVM, MPVM, DACVPM

cow with docked tail
"The practice of tail docking of dairy cows appears to have originated in New Zealand and by the 1990s was a common procedure in that country. A variety of benefits have been attributed to tail docking, including improved comfort for milking personnel and enhanced udder and milk hygiene. Although the practice has been increasing in US dairy herds, its reported benefits have been questioned by researchers who raise concerns related to animal welfare and efficacy. In a survey conducted in New Zealand, tail docking was viewed as a welfare concern by 60% of the general public and, interestingly, 53% of nondairy farmers. It is likely that US consumers will have similar concerns. In the United States, the issue ultimately may be resolved through trade negotiations or legislation. Veterinarians will need to address these issues in their practices and when developing position statements for various professional associations. It is likely that veterinarians will be key advisors in deliberations within the dairy industry and a credible source of information for consumers."
"Our working hypothesis for this review was that there is no benefit to tail docking of dairy cattle. Lay publications were evaluated to determine the alleged purpose and management factors associated with the practice of tail docking in the dairy industry. Computer-assisted databases (MEDLINE, BIOSIS, and AGRICOLA) were used to identify the peer-reviewed scientific literature available. Governmental and regulatory reports from a variety of countries also were collected and reviewed."
The complete article is available on the American Veterinary Medical Association (AVMA) Web site.

Tail Docking in Dairy Cattle (PDF: 2pp, 16KB)
—White paper, April 13, 2004

Non-Ambulatory Cattle


What to do about downer cows? (PDF: 2pp, 548KB)
—by Hoard's Dairyman staff, Hoard's West, August 25, 2008, by permission


Herd Health: Treat Your Animals Well (PDF: 3pp, 876KB)
—by Ron Goble, CA Western DairyBusiness, August 2008, by permission


—JAVMA Vol. 231, No. 2, pps. 227-234, July 15, 2007; Carolyn L. Stull, PhD; Michael A. Payne, DVM, PhD; Steven L. Berry, DVM, MPVM; James P. Reynolds, DVM, MPVM

downer cow
"A major animal welfare issue facing the livestock industry is the care, handling, and transport of nonambulatory cattle. Consumers, researchers, practitioners, and animal protection organizations have questioned the quality of care provided to and management of nonambulatory cattle and raised questions about possible food safety concerns. Veterinarians and producers continue to be challenged with providing quality care for nonambulatory cattle. In addition, veterinarians are recognized as a credible source of information for consumers, regulators, and policy makers. Thus, it would be beneficial to provide peer-reviewed information to practitioners and others who must make clinical and policy decisions."
"Several sources were searched by use of various key words to identify relevant peer-reviewed citations for the information reported here. In addition, governmental and lay reports were reviewed to ascertain policies, regulations, and historical data concerning nonambulatory cattle. Existing peer-reviewed information was considered adequate by the authors for the development of recommended on-farm management practices that could result in a decrease in the incidence of, an improvement in the prognosis for, and a benefit to the well-being of nonambulatory cattle."
The complete article is available on the American Veterinary Medical Association (AVMA) Web site.
poster image

Cull Cows

Dairy Beef: Maximizing Quality and Profits 
—UC Cooperative Extension has developed an on-line teaching tool with videos and slide sets specifically addressing market dairy "cull" cows
poster image

Cull Cow Transport Checklist / Barn Chart
(PDF: 8.5 x 11 inch flier, 220KB)
—By Carolyn Stull, MS, PhD, Animal Welfare Specialist in Veterinary Medicine Cooperative Extension, School of Veterinary Medicine, UC Davis, and James Reynolds, DVM, MPVM, Dairy Production Medicine Service Chief, Veterinary Medicine Teaching and Research Center, School of Veterinary Medicine, UC Davis
(PDF in Spanish: 8.5 x 11 inch flier, 250KB)
(PDF in Spanish: 11 x 17 inch poster, 389KB)


Care for the Downer Cow / Flier, Poster
(PDF: 8.5 x 11 inch flier, 2.8 MB)
(PDF: 11 x 17 inch poster, 5 MB)
—By Carolyn Stull, MS, PhD, Animal Welfare Specialist in Veterinary Medicine Cooperative Extension, School of Veterinary Medicine, UC Davis; Steven Berry, DVM, Dairy Specialist, Department of Animal Science, UC Davis; James Reynolds, DVM, MPVM, Dairy Production Medicine Service Chief, Veterinary Medicine Teaching and Research Center, School of Veterinary Medicine, UC Davis; and Michael Payne, DVM, School of Veterinary Medicine, UC Davis
(PDF in Spanish: 8.5 x 11 inch flier, 316KB)
(PDF in Spanish: 11 x 17 inch poster, 509KB)

Calves


Stress and Dairy Calves (PDF: 5pp, 16KB)
—UC Davis Animal Science Field Day, June 24, 1997


Assorted Topics


Wildfires, Smoke and Livestock (PDF: 4pp, 232KB)
—By John Madigan, David Wilson and Carolyn Stull, School of Veterinary Medicine, University of California, Davis


Welfare Concerns: Tail Docking of Sheep (Word document: 3pp, 56KB)
—A white paper by Carolyn Stull, School of Veterinary Medicine, University of California, Davis


Equine Topics

New!

publication cover imageUnwanted Horses


Minimum Standards of Horse Care in the State of California
Grant Miller, Carolyn Stull and Gregory Ferraro,
November 2010


This publication serves to assist law enforcement officials with equine abuse, neglect, and cruelty cases by establishing the minimum legal standards required for the care of horses in California.  It cites scientific support for the minimum standards of water, feed, shelter, health care, and transportation.  Additionally, the Appendix provides pertinent California and federal equine related statutes and regulations for care and use of horses.  A minimum standards evaluative check list is also provided for use in neglect and abuse situations.
Download Minimum Standards (PDF: 63 pages, 24.67 MB) 



Unwanted horses: The Role of Non-Profit Equine Rescue and Sanctuary Organizations
K. E. Holcomb, C. L. Stull, and P. H. Kass
Journal of Animal Science (2010)88: 4142-4150 (PDF)

Due to the recent sharp increase in the number of unwanted horses throughout the US, with estimates totaling 100,000 horses per year, the objective of the study was to obtain comprehensive data regarding non-profit organizations caring for unwanted horses, along with the characteristics and outcome of horses relinquished to these organizations. Non-profit organizations that accept relinquished equines were contacted to participate in a 90-question survey. Responding organizations (144 of 236 eligible) in 37 states provided information on 280 cases representative of the 7,990 horses relinquished between 2007 and 2009. Data collected characterized these organizations as being in existence for 6 yr, financially supported through donations and personal funds, dedicated to the care of only 10 to 20 horses on a property of just over 30 acres, and reliant on volunteers for help. Funding was the greatest challenge to continued operation of non-profit equine organizations, with maintenance costs for the care of a relinquished horse averaging $3,648 per year. Financial hardship, physical inability or lack of time to care for the horses by owners were the most common reasons for relinquishment, followed by seizure through law enforcement agencies for alleged neglect or abuse. Relinquished horses consisted of mostly light horse breeds (79.3%), with Thoroughbreds and Quarter Horses as the most represented breeds. The age of relinquished horses ranged from 3 d to 42 yr old (12.4 ± 0.5 yr). About half of the horses entered in the survey were considered unhealthy due to illness, injury, lameness, or low body condition. For every 4 horses relinquished to a non-profit organization, only 3 horses were adopted or sold between 2006 and 2009, and many organizations had refused to accept additional horses for lack of resources. The estimated maximum capacity for the 326 eligible registered non-profit equine rescue facilities of 13,400 is well below the widely-published estimate of 100,000 horses that become unwanted in the US every year. Non-profit equine rescue and sanctuary facilities have historically played an important role in safeguarding the welfare of horses in society, but funding and capacity are limiting factors to their potential expansion in continuing to care for the current population of unwanted and neglected horses in the US.
publication cover imageEquine Sanctuary & Rescue Facility Guidelines (PDF: 46pp, 836KB)
—by Gregory Ferraro, DVM; Carolyn Stull, MS, PhD; and John Madigan, MS, DVM, Diplomate ACVIM; published by the Center for Equine Health, School of Veterinary Medicine, UC Davis.

The UC Davis School of Veterinary Medicine has developed a set of guidelines to help ensure that horses maintained within equine sanctuaries and rescue farms receive adequate and proper care. The guidelines address all issues related to sanctuary management and operations. They provide information on proper facility design construction and maintenance, suggestions for management and financial organization and instructions on the proper husbandry practices and health care necessary to ensure the successful operations of all types of sanctuary and rescue faciltiies. An evaluation checklist, based upon the content of the guidelines, is provided within the appendix to assist individuals who may be called upon to evaluate the quality of any such facility.

Transport


Researchers Find Benefit in Providing Horse Transport Breaks
—News release posted on "the Horse.com" (http://www.thehorse.com/ViewArticle.aspx?ID=12053) June 11, 2008, regarding the following scientific journal article:


Immunophysiological responses of horses to a 12-hour rest during 24 hours of road transport (PDF: 6pp, 96KB)
—The PDF contains a peer-reviewed clinical research paper published by the The Veterinary Record, the official journal of the British Veterinary Association. The article is copyrighted and posted by permission.


Physiology, Balance, and Management of Horses During Transportation (PDF: 11pp, 72KB)
—Proceedings, Horse Breeders and Owners Conference, Alberta, Canada, January 10-12, 1997. The conference was sponsored by Alberta Agricultural, Food and Rural Development.


Transporting Horses: Minimizing the Stress (PDF: 12pp, 912KB)
—The Horse Report, October 2003, published by the Center for Equine Health, School of Veterinary Medicine, UC Davis

Additional References on Equine Transport
Stull, C.L. Responses of horses to trailer design, duration, and floor area during commercial transportation to slaughter. Journal of Animal Science 77:2925-2933.
Reece, V.P, T.H. Friend, C. L. Stull, T. Grandin, and T. Cordes. Equine slaughter transport-update on research and regulations. Journal of the American Veterinary Medical Association 216(8): 1253-1258.
Stull, C.L. and A.V. Rodiek. Physiological responses of horses to 24 hours of transportation using a commercial van during summer conditions. Journal of Animal Science 78:1458-1466.
Stull, C.L. Review: Slaughter horse transportation-science, societal concerns, and legislation. The Professional Animal Scientist 16:159-163.
Stull, C.L. Evolution of the proposed federal slaughter horse transport regulations. Journal of Animal Science 79 (E. Suppl.):E12-E15.
Stull, C.L. and A.V. Rodiek. Effects of cross-tying horses during 24-h of road transport. Equine Veterinary Journal. 34(6):550-555.
Stull, C.L., S.J. Spier, B.M. Aldridge, M. Blanchard, and J.L. Stott. Immunologic response to long-term transport stress in mature horses and effects of adaptogenic dietary supplementation as an immunomodulator. Equine Veterinary Journal. 36(7):583-589.

Nutrition


The Aging Horse (PDF: 12pp, 592KB)
—The Horse Report, July 2006, published by the Center for Equine Health, School of Veterinary Medicine, UC Davis


The Skinny on Carbohydrates and Body Size of Horses (PDF: 10pp, 72KB)
—Proceedings, 27th Annual Horse Breeders and Owners Conference, Alberta, Canada, January 9-11, 2008

Rehabilitation of the Starved Horse


Metabolic responses of chronically starved horses to refeeding three isoenergetic diets (PDF: 7pp, 496KB)
—JAVMA Vol. 212, No. 5, pps. 691-696, March 1998, Christine L. Witham, DVM, MPVM, and Carolyn L. Stull, MS, PhD


Nutrition for Rehabilitating the Starved Horse (PDF: 12pp, 892KB)
—The Horse Report, July 2003, published by the Center for Equine Health, School of Veterinary Medicine, UC Davis


Managing Equine Neglect Cases (PDF: 8pp, 40B)
—By Carolyn Stull, MS, PhD












http://www.vetmed.ucdavis.edu/vetext/animalwelfare/



segunda-feira, 2 de maio de 2011

CNN analysts slam farm-photo bans as unconstitutional, claim factory farm conditions are ‘America’s secret shame’



By Brett Ader | 04.19.11 | 4:20 pm
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Promovendo a conscientização sobre a importância dos animais: 2011 é o Ano Internacional da Medicina Veterinária



Dr. Sergio Vásquez, veterinário da WSPA, tratando de cães atingidos pelas enchentes devastadoras no Brasil.
A chegada de 2011, Ano Internacional da Medicina Veterinária, fornece uma oportunidade única de impulsionar a valorização dos profissionais veterinários, e do bem-estar animal em todo o mundo.
A primeira escola de veterinária da história foi fundada em Lyon, na França, em 1761, logo seguida, em 1764, pela criação da escola veterinária Alfort, nos arredores de Paris, tendo ambas as instituições surgido a partir da iniciativa do veterinário francês Claude Bourgelat. Em outras palavras, 2011 marcará a 250º aniversário do ensino da Veterinária, razão pela qual foi escolhido para ser o Ano Internacional da Medicina Veterinária.
Ao longo de todo o ano, especialistas em bem-estar animal se reunirão em conferências e simpósios, e alguns programas de TV específicos, encarregados de acompanhar tais eventos, irão destacar o papel da ciência veterinária na diminuição da fome no mundo, no controle de doenças, no monitoramento da qualidade dos alimentos, e, principalmente, na promoção do bem-estar animal.

Os veterinários e a WSPA

O bem-estar animal é o objetivo primordial do exercício da veterinária. O programa educacional da WSPA sobre bem-estar animal, desenvolvido durante vários anos, tem sido atualmente empregado por estudantes de Medicina Veterinária e de ciência animal em todo o mundo. As nossas Unidades de Atendimento Veterinário em Situações de Emergência (“Verus”), instaladas em faculdades de veterinária, fornecem treinamento a estudantes de veterinária para atendimento em casos de catástrofes, assim como todos os equipamentos e sistemas necessários.
De fato, contamos com 24 veterinários trabalhando diretamente na nossa equipe. Eles contribuem com nossas pesquisas, campanhas, com os programas pedagógicos, e ainda ajudam a coordenar os nossos trabalhos de auxílio em desastres.

Bem-estar animal - muito mais que a simples saúde dos animais

O chefe veterinário Dr. Yousef da ONG afiliada PWLS trata de um burro na Palestina.
Durante a 5a. Conferência Veterinária da Commonwealth (países que partilham laços históricos com o Reino Unido), ocorrida em Gana, entre os dias 21 e 25 de Março, a WSPA foi representada por três membros da equipe, que reforçaram a importância da integração do bem-estar animal ao trabalho dos veterinários. Essa manifestação assinalou o marco inicial da participação em larga escala da WSPA no Ano da Medicina Veterinária 2011.
Ao longo de 2011, a equipe da WSPA tomará parte em conferências e eventos, para envolver a comunidade veterinária e seus futuros profissionais no nosso lema de que o bem-estar animal importa, e consiste em muito mais do que em apenas assegurar a saúde física de um animal.
Mike Baker, Diretor Executivo da WSPA Internacional, Natasha Lee, Gerente de Programas Veterinários da WSPA Ásia, e Suzanne Rogers, Consultora Técnica da WSPA Internacional para a área de Equinos de Trabalho e Mudanças no Comportamento Humano, participaram da conferência na Capital da Nação Africana. Nessa ocasião, eles debateram o tema do bem-estar animal com um público de alto nível, oriundo das comunidades veterinárias da Commonwealth, e divulgaram a campanha por uma Declaração Universal sobre o Bem-Estar Animal (DUBEA).
A WSPA ainda patrocinou um seminário sobre bem-estar animal, que fez parte da conferência. Ele propiciou uma valiosa oportunidade para assinalar o relevante papel desempenhado pelos veterinários em todo o mundo no incremento do bem-estar animal, assim como da saúde dos animais. O evento abordou o desenvolvimento de uma estratégia mais que necessária de bem-estar animal para protagonistas-chave na proteção aos animais na África como, por exemplo, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), e a Organização Mundial para a Saúde dos Animais (OIE).
“A Conferência destacou os estreitos elos entre a saúde humana, o bem-estar animal e o meio-ambiente, enfatizando o papel primordial dos veterinários no trabalho em parceria com outras organizações, para avançar na abordagem de todos os assuntos envolvidos”, afirmou Suzanne Rogers. “Eu representei a WSPA na sessão sobre animais de trabalho, na qual representantes de todo o mundo partilharam seus conhecimentos e experiência, e debateram as melhores formas de desenvolver políticas e padrões para a proteção desses animais, encarregados de trabalhos pesados, e dos quais tantas pessoas dependem. Muitos representantes se mostraram entusiasmados em conversar conosco para conhecer o trabalho da WSPA, e saber o que nós e os nossos parceiros temos feito, assim como os avanços que temos constatado – seja por meio do nosso trabalho para incrementar o bem-estar de animais de criação, para pôr um fim ao extermínio desumano de cães e gatos, ou na parte de auxílio em casos de desastres.”
O próximo evento de destaque no calendário do Ano Internacional da Medicina Veterinária será a Conferência Mundial sobre Educação em Veterinária, a ser realizada na cidade francesa de Lyon, no próximo dia 13 de Maio, onde promoveremos a necessidade de integração do bem-estar animal à atuação dos veterinários.

sábado, 30 de abril de 2011

Prêmio WSPA de Bem-Estar Animal 2011: inscrições abertas



Apr 4, 2011
Prêmio WSPA de Bem-Estar Animal 2011
As inscrições para o Prêmio WSPA de Bem-Estar Animal 2011 já estão abertas. Até o dia 6 de maio ou até o limite de 100 grupos, universitários poderão se inscrever para o concurso que já acontece há cinco anos, e atrai participantes de todo o país.
O grupo vencedor ganhará uma viagem para a Inglaterra, onde visitará a sede da WSPA em Londres e a Fazenda-Modelo da WSPA em parceria com a FAI (Food Animal Initiative), além de conhecer especialistas em Bem-Estar Animal de renomadas universidades britânicas.

O concurso

O Prêmio WSPA de Bem-Estar Animal 2011 é dirigido a universitários de Medicina Veterinária, Zootecnia, Agronomia e Biologia; porém, qualquer área de graduação pode disputar o desafio. Os interessados devem formar grupos de dois a cinco alunos e um professor-orientador. Ao longo do ano, as equipes deverão cumprir tarefas teóricas e práticas sobre o bem-estar dos animais de produção.
Os trabalhos são elaborados, analisados e julgados pelo Comitê Avaliador. O objetivo é difundir conceitos de bem-estar animal baseados em evidências científicas atualizadas e estimular o conhecimento nessa área, envolvendo sistemas de criação, abate humanitário e outros temas. “A realização do Prêmio é uma forma de estimular a  academia a refletir sobre o tema do Bem-Estar Animal e perceber a sua importância na formação do profissional contemporâneo”, destaca Ingrid Eder, Gerente de Campanhas da WSPA Brasil.
Clique aqui para se inscrever no Prêmio WSPA de Bem-Estar Animal 2011
Além de ser premiada a equipe vencedora, o grupo classificado em 2° lugar ganhará um vale-livros no valor de R$1.000,00, e o 3° lugar no valor de R$500,00. Todos os estudantes classificados ainda receberão o Certificado de Premiação, um conjunto completo do curso CAW - Concepts in Animal Welfare (Conceitos em Bem-Estar Animal) e uma cópia do documentário "Animais: Seres Sencientes", da WSPA.

Cinco anos de aprendizado em bem-estar animal

Alunas Luciana Martins e Tatiana Ceratti com a Profa. Denise Leme da Fazenda Modelo em Oxford, Inglaterra.
Em seu quinto ano de existência, o Prêmio já teve um total de 1.152 alunos e 335 professores inscritos. Os participantes – inclusive os professores - têm a oportunidade de agregar um conhecimento que será utilizado e transmitido ao longo de toda a carreira profissional.
É o caso da professora Denise Leme, orientadora da equipe vencedora da primeira edição do prêmio, em 2007. Na ocasião, ela lecionava a disciplina Reprodução Animal e Semiologia Veterinária na Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista. “Após a vitória do Prêmio, minhas aulas foram enriquecidas com exemplos reais”, relata a professora. Ela relembra que na época, as informações bibliográficas sobre o bem-estar animal ainda eram raras:
“Não encontrávamos literatura ou artigos tão facilmente. Achávamos que bem-estar animal no meio produtivo era algo complicadíssimo, coisa de outro mundo. As criações de animais na fazenda-modelo de Oxford, e até mesmo os restaurantes que correspondiam à demanda pelo uso de produtos animais com o selo de bem-estar animal nos fez comprovar de perto a simplicidade e a viabilidade de se instalar uma cultura de bem-estar animal em um país”, compara Denise.

Para professor, dedicação e motivação são essenciais

Já o Prof. Silvio Luiz Negrão, que ministrava a disciplina Bioética na Fundação Universidade Regional de Blumenau, orientou o grupo vencedor do prêmio 2009. Segundo ele, das cinco componentes do grupo, três trabalham atualmente com pequenos animais, e uma com inspeção de frigoríficos.
Para o professor, o aprendizado adquirido com o Prêmio certamente está sendo utilizado por todas elas. “Todos os conceitos de bem-estar animal são universais e aplicáveis independentemente da área. Certamente as alunas estão levando esses conceitos para quaisquer espécies animais que venham atender”.
Quando perguntado sobre o que é preciso para vencer o concurso, o professor afirmou: “Quem faz o concurso e desenvolve as atividades são os acadêmicos, e o professor tem o papel apenas de orientá-los. Por isso, é preciso dedicação, pesquisa, um bom trabalho em grupo e motivação da equipe. A jornada é grande, e se o grupo não estiver unido, fica muito mais difícil”, concluiu o professor.
O concurso é gerido pela WSPA Brasil e, neste ano, elaborado em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Maus-tratos contra animais: a importância da repressão jurídica


26 de fevereiro de 2011

Tramita perante a Câmara dos Deputados o Projeto de Lei n. 4.548/98, que propõe a modificação da redação do art. 32 da Lei dos Crimes Ambientais, o qual considera criminosas as ações de ferir, mutilar, praticar abuso e maus-tratos contra animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.
Pretende-se, com essa propositura, suprimir parte do texto do aludido dispositivo legal, de molde a excluir da proteção penal os animais domésticos ou domesticados.
Ao se levar adiante tal Proposta Legislativa, será reputada ilícita apenas a prática de crueldade contra animais silvestres, nativos ou exóticos. Com isso teremos a abominável situação: torturar uma espécie da fauna, como um macaco, será considerado um ato criminoso reprovável, ao passo que jogar ácido ou torturar um cão ou gato será um irrelevante penal.
Por que proporcionar tratamento díspar a situações assemelhadas? A reprovabilidade da conduta do autor não é a mesma em ambas as formas de crueldade praticadas, isto é, não estaríamos diante do mesmo desvalor da ação, o que conduziria a idêntica punição?
Segundo a justificativa do Projeto, a criminalização desses atos colocaria em riscos tradições existentes em nosso território, como festividades envolvendo animais domésticos e domesticados, entranhadas na cultura popular,  e que se revestiriam de inegável relevância econômica.  Além disso, o art. 64 da Lei das Contravenções Penais já puniria tais ações
Ora, deixar de considerar crime toda forma de crueldade contra animais domésticos ou domesticados, a pretexto de que o art. 32 da Lei impede uma atividade cultural e econômica específica, como a vaquejada, rodeios, etc. é um gritante contra-senso.
Argumentos econômicos não podem servir de alegação para justificar atos de crueldade. Se a Constituição Federal, no inciso VII do §1º do art. 223,  determina a punição de atos de crueldade contra animais[1], não cabe ao legislador ordinário restringir a proteção legal.
Nem se propugne que o art. 64 da Lei das Contravenções Penais[2],  que também tipificava a crueldade contra animais, serviria de “soldado de reserva”, na medida em que, com o advento do art. 32 da Lei n. 9.605/98, aludida contravenção acabou sendo revogada pelo mencionado Diploma, cuja tutela é específica e mais abrangente, com imposição de penas mais severas.
Portanto, o art. 64 da LCP não mais existe no mundo jurídico, de forma que, caso  o art. 32 da Lei n. 9.605/98 tenha a sua redação suprimida, os animais domésticos e domesticados, que forem vítimas de crueldade, deixarão de ser objeto de qualquer proteção penal, estimulando os maus-tratos contra eles. Diante desse “vazio legal”, como ficarão os inúmeros relatos de comércio ilegal, agressões, mutilação, tortura em rinhas, extermínio, aprisionamento, abate ilegal, morte por  estricnina ou  meios cruéis etc?
Interessante alertar que estudos desenvolvidos pelo Federal Bureau of Investigation (FBI) têm convencido a comunidade  no sentido de que os atos de crueldade contra animais podem ser os primeiros sinais de uma violenta patologia que pode incluir vítimas humanas. Assim, os chamadosserial killers, muitas vezes, iniciam o processo matando ou torturando animais quando crianças[3].
Por força disso, o Estado não pode compactuar com qualquer forma de crueldade, inclusive, contra animais, pois também é uma forma de violência manifestada pelo homem que pode se convolar em atos mais graves e reprováveis contra a própria sociedade.
Note-se que, por se tratar de grave questão, tem surgido um forte momento social no sentido de compelir os Poderes Públicos a adotarem medidas protetivas mais contundentes, a fim de evitar tais ações reprováveis contra os animais domésticos ou domesticados.
Que a comunidade, portanto, se mobilize pela proteção de todos os animais, silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, sem qualquer discriminação, pois a repressão de qualquer forma de crueldade, tortura, maus-tratos constitui acima de tudo um postulado ético-social do Estado Democrático de Direito.

[1] Reforçando a tutela aos animais domésticos ou domesticados, vale mencionar que o Decreto nº 24.645, de 10 de julho de 1934,  em seu  art. 1º já assegurava, outrora, que “Todos os animais existentes no País são tutelados pelo Estado”. O art. 17, por sua vez, já rezava que “ A palavra animal, da presente lei, compreende todo ser irracional, quadrupede ou bípede, doméstico ou selvagem, exceto os daninhos”. O art. 2º, § 3º , finalmente, já previa que: “Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das sociedades protetoras de animais”.
[2] Art. 64 da LCP: “Tratar animal com crueldade ou submetê-lo a trabalho excessivo: Pena- prisão simples, de 10 (dez) dias a 1 (um) mês, ou multa.
§1º Na mesma pena incorre aquele que, embora para fins didáticos ou científicos, realiza, em lugar público ou exposto a público, experiência dolorosa ou cruel em animal vivo.
§2º Aplica-se a pena com aumento de metade, se o animal é submetido a trabalho excessivo ou tratado com crueldade, em exibição ou espetáculo público”.
[3]Disponível em: http://www.peta.org/mc/factsheet_display.asp?ID=132. Acesso em: 26/03/2010.