sexta-feira, 8 de novembro de 2013

EID: Emerging Infectious Diseases Volume 19, Number 11—November 2013

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Research

J. Wadsworth et al.
G. La Ruche et al.
T. An et al.
M. Le et al.
C. Cohen et al.
O. Mediannikov et al.
N. Xiang et al.
MEDSCAPE CME ACTIVITY
J. Leung et al.
D. J. Hetem et al.
G. Wang et al.
A. Rosewell et al.

Dispatches

Z. A. Memish et al.
A. Terças et al.
M. Weinberger et al.
K. C. Kronmann et al.
K. O. Murray et al.
E. S. Halsey et al.
T. Rose et al.
D. E. Barroso et al.
A. Zubairi et al.
M. A. Smit et al.
D. Mori et al.
C. B. Dalton et al.
S. Sridhar et al.
A. A. Zasada
H. Zelená et al.
J. Levican et al.
X. Ren et al.
H. Lv et al.
T. K. Marras et al.
K. Kim et al.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Reconhecimento internacional da Peste Suína como doença deve prejudicar suinocultura brasileira


A Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) deve igualar a Peste Suína Clássica como doença de reconhecimento internacional, no mesmo patamar da Aftosa e Gripe Aviária. O Brasil ainda possui regiões endêmicas, o que preocupa a classe produtora. Em enquete realizada por Suinocultura Industrial, 76,7% dos internautas acreditam que a mudança irá afetar comercialmente a suinocultura brasileira. Apenas 23,3% acreditam que o fato não deve alterar o desempenho do setor.



Em vídeo sobre o contingenciamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e suas consequências desta queda de verbas na suinocultura, Fabiano Coser, diretor-executivo da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), fala sobre este novo posicionamento da OIE. Confira:



sábado, 2 de novembro de 2013

Espanha: vacina contra a Febre Aftosa, um caso de êxito em transferência tecnológica

A vacina é o resultado de um projecto de colaboração entre a Universidade Pompeu Fabra (UPF), o Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), o Instituto Nacional de Tecnologia Agrária e Alimentar (INIA) e Genoma Espanha (actualmente Fundação Espanhola para a Ciência e a Tecnologia, FECYT). O consórcio patenteou os resultados deste projecto de colaboração e no último ano, através da Unidade de Inovação - UPF Business Shutlle, dirigiu o processo de transferência da tecnologia.

A vacina, desenhada e produzida em escala piloto no laboratório de química de proteínas da UPF, é uma aproximação inovadora que combina numa única plataforma molecular várias cópias dos componentes estruturais (chamados epítopos) do vírus. que geram a resposta protectora .

Constituída, essencialmente por péptidos, produz-se por síntese química, o que lhe confere várias vantagens sobre as vacinas convencionais. Ainda que a vacinação seja a melhor estratégia preventiva contra a Febre Aftosa (e contra a maioria das doenças infecciosas), as vacinas convencionais baseadas em vírus atenuados ou inactivos têm muitos inconvenientes, o que motiva o interesse nas chamadas vacinas de subunidades, entre elas as baseadas em péptidos, como esta.
Depois de meses de negociação foi assinado, a 7 de Outubro, um acordo de exclusividade com a Virbac, uma empresa multinacional francesa líder no sector da saúde animal, para a comercialização desta vacina de uso veterinário para a prevenção da Febre Aftosa, a doença animal economicamente mais devastadora a nível mundial.

Neste contexto, o acordo de exclusividade com a Virbac contempla a produção, avaliação e eventual comercialização da vacina na República Popular da China, onde o mercado destas vacinas, só para o sector suinícola, supera os 200 milhões de dólares anuais .

Novo método para aumentar a segurança da produção de vacinas contra a Febre Aftosa

Investigadores do Serviço de Investigação Agrícola (ARS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos desenvolveram uma técnica que permitirá produzir vacinas contra a Febre Aftosa com maior segurança. O ARS está a tentar patentear esta nova tecnologia.
Elizabeth Rieder, microbióloga da Unidade de Investigação das Doenças Animais Estrangeiras em Plum Island desenvolveu uma técnica para produzir a vacina contra a Febre Aftosa sem usar o vírus virulento. A equipa de investigadores descobriu que eliminando uma sequência específica de ADN do vírus este elimina a sua virulência nos animais, mas permite o crescimento do vírus em culturas de células.
A nova técnica usou-se para produzir uma nova vacina que não requer a utilização do vírus virulento. A vacina usa um vírus atenuado que não causa a dornça. Este método é mais seguro que os métodos tradicionais de produção de vacinas— ou seja, a desactivação química — que usam as estirpes naturais do vírus da Febre Aftosa. Além disso, o vírus usado na nova vacina permite distinguir entre este vírus e outros que aparecem naturalmente durante um surto.

Planta atua no controle da placa bacteriana em cães


A planta, em solução a 10%, se mostrou eficaz
no tratamento dentário (Foto: Wikimedia Commons)
A Kalanchoe gastonis-bonnieri (KGB), vegetal popularmente conhecido como “planta-da-vida”, “orelha-de-porco”, “saião” ou “folha-grossa”, pode ser usada para combater a doença periodontal em cães. Isto porque, segundo pesquisa de doutorado da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, a planta foi eficaz na redução do biofilme bacteriano e do cálculo dentário.

O estudo, de autoria da médica veterinária Samira Lessa Abdalla, comprovou a ação do KGB in vivo, ou seja, fazendo o tratamento odontológico nos próprios cachorros. A alta incidência da doença periodontal em cães – de 85% – foi o que motivou Samira a pesquisar o tema. Esta enfermidade é causada pelo acúmulo de placa bacteriana nos dentes e gengiva, mecanismo que aconteceu em menor intensidade quando os cães eram tratados com KGB.

O cálculo dentário, por sua vez, se forma quando há a mineralização da placa bacteriana, se acumulando entre os dentes e a gengiva. Plantas medicinais são usadas comumente para tratamento odontológico, mas raras são as vezes em que há estudo científico sobre seus efeitos.


Tratamento

Nos testes, os animais foram divididos em três grupos, um deles recebendo tratamento com 10 mililitros (ml) diários de KGB a concentração de 10%, um grupo controle positivo com solução de clorexidina a 0,12%, e outro grupo controle negativo com solução fisiológica, durante 28 dias.

A clorexidina é um antiséptico e tem ação antibacteriana, já a solução fisiológica é um líquido apenas constituído de água e cloreto de sódio. Quando comparado a ambos os controles, a KGB promoveu a redução do cálculo dentário em maior proporção. A placa bacteriana também foi evitada na presença de KGB, mas apenas apresentou diferença significativa em relação ao grupo controle negativo.

O cálculo dentário ocorre quando há a mineralização
do biofilme bacteriano (Foto: Marcos Santos / USP Imagens)
No estudo, a veterinária ainda realizou exames de sangue com os cães para avaliar os efeitos colaterais decorrentes deste tratamento. Eles se mostraram dentro da normalidade, mas ela enfatiza que “são necessários estudos complementares a longo prazo para a comprovação da ausência de efeitos colaterais”. Além disto, para entender o modo como a KGB interfere no processo de mineralização da placa bacteriana, deve haver outros estudos que se aprofundem no tema, explica ela.

Antes de Samira, uma pesquisa concluída em 2006 por Márcio Menezes, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), avaliou a ação antibacteriana da KGB in vitro, ou seja, fora de organismos vivos. Já em seu mestrado, também pela UFRRJ, ela pesquisou sobre a quantificação computadorizada da formação de placa bacteriana e cálculo dentário de cães.

Tudo isto contribuiu para que, em 2012, ela concluísse seu doutorado Eficácia in vivo do sumo de Kalanchoe gastonis-bonnieri no controle do biofilme bacteriano e cálculo dentário de cães, pela FMVZ. O trabalho foi orientado por Marco Antonio Gioso, do Laboratório de Odontologia Comparada da FMVZ.

O estudo da veterinária pode contribuir com descobertas sobre o uso de KGB tópico para tratamento da doença periodontal também em outras espécies animais, inclusive humanos. Esta planta faz parte de um grupo de recursos naturais que, segundo ela, são “ainda pouco conhecidos e utilizados”, apesar de estarem amplamente disponíveis na natureza.

Fonte: Agência USP de Notícias
Texto: Lara Deus
http://bvsvet.blogspot.com.br/2013/11/planta-atua-no-controle-da-placa.html

O que está matando nossas abelhas? - Vídeo

hare on orkutShare on twittealternativas: Texto PDFBill Turnbull investiga um dos maiores mistérios rurais britânicos: o que está matando nossas abelhas? É uma questão que gera enorme controvérsia. As mudanças no clima, pesticidas e até mesmo um vírus letal tem sido responsabilizados. É uma questão com a qual Bill já está bem familiarizado por ser, ele próprio, um apicultor. Ele se encontra com cientistas que estão pondo pequenos transponders de rádio nas abelhas em busca de respostas.
Bill Turnbull investiga um dos maiores mistérios rurais britânicos: o que está matando nossas abelhas? É uma questão que gera enorme controvérsia. As mudanças no clima, pesticidas e até mesmo um vírus letal tem sido responsabilizados. É uma questão com a qual Bill já está bem familiarizado por ser, ele próprio, um apicultor. Ele se encontra com cientistas que estão pondo pequenos transponders de rádio nas abelhas em busca de respostas.


FONTE

ReVCieN - Revolução Científica

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Ministério da Agricultura deve prorrogar a Normativa 62 para leite tipo B

Decisão de eliminar a diferenciação entre os tipos B e C, tomada em dezembro de 2011, gerou polêmica entre os produtores

Antônio Pacheco
Foto: Antônio Pacheco / Agencia RBS
Produtores estão preocupados com a indecisão do governo
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deve publicar nos próximos dias uma prorrogação para que os produtores do leite tipo B consigam se adaptar a Instrução Normativa (IN) 62. A decisão de eliminar a diferenciação entre os tipos B e C, tomada em dezembro de 2011, gerou polêmica entre os produtores e, após muitas reclamações dos pecuaristas, o governo determinou que o leite tipo B só deixaria de existir num prazo de dois anos – que vence daqui pouco mais de dois meses.

O produtor Alcides Barbosa de Freitas produz leite tipo B há mais 50 anos, em São José dos Campos, interior de São Paulo. Freitas diz que está preocupado, pois corre o risco de ter que paralisar a produção.

– Estou muito preocupado. Não só eu, mas todos os produtores que investiram pesadamente com sacrifícios para manter um leite de qualidade e em quantidade. A notícia não é só preocupante para o produtor. O consumidor não vai aceitar – destaca Freitas.
Em janeiro do ano passado, a Instrução Normativa 62 alterou a IN 51 e passou a estabelecer novos padrões de qualidade para o leite e trazendo o fim da divisão dos tipos de leite em B e C, denominando tudo como leite cru refrigerado. Com a nova legislação, os valores da Contagem de Células Somáticas (CCS) e da Contagem Bacteriana Total (CBT) do leite cru refrigerado, ficaram semelhantes aos que eram válidos para o leite tipo B na IN 51, o que motivou a exclusão. Os produtores reclamaram da decisão, e no final de janeiro de 2012, o governo prometeu repensar, prorrogando em mais dois anos a decisão de manter ou não a produção do leite tipo B.
– Nós temos toda a confiança e esperança que a promessa seja cumprida e que isso se resolva até o fim do ano. Algumas ações por parte do produtor vão ser tomadas. Nós da Associação estamos preparados para isso. Não vamos aceitar – salienta o presidente da Cooper, Benedito Vieira Pereira.
Apesar de não ser o mais representativo do setor, o leite tipo B tem grande importância para algumas regiões, como é caso de São Paulo, que possui cerca de dois mil produtores e 12 empresas. Na Cooperativa de Laticínios e São José dos Campos (Cooper), interior do Estado, o produto representa cerca de 25% das vendas.
– Eles investiram para isso, para produzir um produto de qualidade. Os produtores cumprem todas as exigências, a qualidade é garantida e que não há motivos para eles impedirem a produção – conclui Pereira.



CANAL RURAL

Mato Grosso do Sul inicia campanha de vacinação contra aftosa com uso de brincos eletrônicos

Equipamento pretende melhorar o controle nas áreas de fronteira do Estado

Tadeu Vilani
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
Mato Grosso do Sul vai intensificar campanha contra aftosa nas áreas de fronteira
Em Mato Grosso do Sul, a segunda Etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa tem início nesta sexta, no dia 1º de novembro, e segue até o dia 30. No Estado, estão sendo implantados brincos eletrônicos para identificação individual dos animais nas áreas de fronteira.
– Nós já usávamos brincos visuais, com identificação visual, com código de barras, acontece que com isso você não consegue ter um controle muito apurado porque a leitura é muito complicada – explica a secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias.
>>Mapa da Febre Aftosa: veja informações atualizadas sobre a doença em todos os Estados
Tereza Cristina explica que o Estado, há quatro anos, desenvolveu o brinco eletrônico. Após “brincar” o animal, o chip emite informações do bovino a um banco de dados online do Estado via satélite. Depois, as informações vão para a Guia de Trânsito Animal (GTA) do Ministério da Agricultura.
– A grande vantagem é que você pode ter a nota e a GTA eletrônica tirada na propriedade. O Estado está dando o brinco, e a utilização dele é obrigatória.
>>Veja outras notícias sobre aftosa no site especial
Mato Grosso do Sul faz fronteira com Paraguai e Bolívia e já foi prejudicado pela doença, por isso a preocupação com a vacinação nas fronteiras é grande.
– Está tudo pronto para a vacinação, principalmente na fronteira, onde temos um trabalho mais difícil porque lá fazemos a defesa de todo o rebanho, principalmente nos assentamentos, nas aldeias indígenas e pequenos produtores. Nessa região, temos aproximadamente 800 a 900 mil cabeças.


>>Veja outras informações sobre a vacinação no Estado

CANAL RURAL

Vacunación de gatos en la cola

Los sitios preferidos para la vacunación eran por debajo de la rodilla y en la cola

Un grupo de investigadores estudió la viabilidad de aplicar vacunas en las zonas de preferencia indicadas por especialistas en oncología. Un 30 % prefería la cola y parece ser que los gatos toleraban bien la vacunación en dicho lugar.
El sarcoma felino posvacunal afecta de 1 a10 gatos por cada 10.000 vacunados y se asocia con una alta mortalidad. La resección radical puede ser curativa, pero a menudo se asocia con una recuperación prolongada, desfiguración y pérdida de la función cuando se producen tumores en los lugares de inyección recomendados actualmente.
El objetivo de este estudio* fue evaluar alternativas a los lugares de vacunación recomendados en la actualidad en términos de preferencia por los profesionales de oncología, de la facilidad de inyección y de las respuestas serológicas. Los profesionales de cirugía, radiación y oncología fueron encuestados acerca de su preferencia por los sitios de vacunación según la facilidad de la resección del tumor. Se utilizó una escala de tipo Likert de seis puntos para medir la reacción conductual de cada gato a la vacunación cuando se inyectaba por vía subcutánea en la parte distal de la extremidad posterior o de la cola. Se probó el suero recogido antes y 1-2 meses después de la vacunación para los títulos de anticuerpos contra el virus de la panleucopenia felina (FPV) y el virus de la rabia (RV). Los sitios preferidos para la vacunación por 94 de los oncólogos eran debajo de la rodilla (41 %) y en la cola (30 %). No hubo diferencias significativas en la reacción conductual de los gatos a la vacunación por debajo de la rodilla (n = 31) y en la parte distal de la cola (n = 29). De los gatos seronegativos para el FPV en el momento de la vacunación, el 100 % desarrollaron títulos de anticuerpos protectores (≥ 40) contra FPV 1 o 2 meses después de la vacunación. Para los gatos seronegativos para RV, todos menos un gato (vacuna cola) desarrollaron títulos de anticuerpos aceptables (≥ 0,5 UI/ml) contra RV. La vacunación en la cola fue bien tolerada y provocó respuestas serológicas similares a la vacunación en las extremidades distales.
*Hendricks CG, Levy JK, Tucker SJ, Olmstead SM, Crawford PC, Dubovi EJ, Hanlon CA. Tail vaccination in cats: a pilot study. J Feline Med Surg. 2013 Oct 9.