segunda-feira, 29 de abril de 2013

New drug-resistant strains of the parasite that causes malaria have been identified by scientists.

 Plasmodium falciparum
The malaria-causing parasites in Cambodia were genetically different from other strains

Researchers found parasites in western Cambodia that are genetically different from other strains around the world.
These organisms are able to withstand treatment by artemisinin - a frontline drug in the fight against malaria.
Reports of drug resistance in the area first emerged in 2008. The problem has since spread to other parts of South East Asia.
The study is published in the journal Nature Genetics.
The lead author, Dr Olivo Miotto, of the University of Oxford and Mahidol University in Thailand, said: "All the most effective drugs that we have had in the last few decades have been one by one rendered useless by the remarkable ability of this parasite to mutate and develop resistance.
"Artemisinin right now works very well. It is the best weapon we have against the disease, and we need to keep it."
Genetic fingerprint
Western Cambodia has been described by scientists as a hotspot for malaria resistance.
They do not understand why, but since the 1950s parasites there have developed a resistance to a succession of malaria drugs. The problem has spread to other parts of Asia and Africa.
Now scientists are worried the same thing will happen with artemisinin. This drug is used widely around the world against the mosquito-borne disease and can treat an infection in a few days when it is used in combination with other drugs.
To investigate, scientists sequenced the genomes of 800 malaria-causing parasites (Plasmodium falciparum) collected from around the world.
"When we compared the DNA of the parasites in Cambodia, they seem to have formed some new populations that we have not really seen elsewhere," Dr Miotto said.
The international team found three distinct groups of drug-resistant parasites present in the area.
The researchers said they did not yet understand what genetic mutations had occurred that enabled the parasites to withstand artemisinin treatment.
But they said that understanding their genetic fingerprint would help them to quickly spot and track these strains if they spread further.
Dr Miotto said: "It could be a tool for detecting in real time the emergence of drug resistance."
The World Health Organization has stated that a major objective is to stop the spread of malaria parasites resistant to drugs.
According to its latest estimates, there were about 219 million cases of malaria in 2010 and 660,000 deaths.
Africa is the most affected continent: about 90% of all malaria deaths occur there.

domingo, 28 de abril de 2013

Vida de cão numa empresa.....


O patrão                                                 O adjunto

O estagiário                                    O contratado

 
O chefe de projetos                                                      O contabilista

A secretária

O marido da secretária

A "bomba" da contabilidade

O segurança

A mulher da limpeza nº1

A mulher da limpeza nº2

Dois chefes em conflito

A festa de fim de ano da empresa

Depois da festa

Fim de semana

A sesta em casa


Companheiros depois de uns copos

Em baixa prolongada

APOSENTADO

Vigilâncias sanitárias poderão uniformizar procedimentos


Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais poderão agilizar e uniformizar o processo de autorização de funcionamento para os negócios dos microempreendedores individuais (MEI), agricultores familiares e trabalhadores da economia solidária, quando houver necessidade de vistoria. A possibilidade é o tema da consulta pública que será lançada no final de maio de 2013 pela Anvisa. A ideia é conceder automaticamente a autorização de funcionamento para os produtos e serviços oferecidos por essas categorias.

A importância da agilidade e uniformização dos procedimentos de vigilância sanitária foi debatida durante o II Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, nesta semana. A analista de Políticas Públicas do Sebrae, Helena Rego, ressaltou que a figura jurídica do MEI já trouxe para a formalidade quase três milhões de brasileiros e que é necessário criar ferramentas e facilitar o processo de regularização desses novos empreendedores. "Se a gente não amparar esses empresários, se houver um monte de bloqueios, essas pessoas podem voltar para a informalidade", complementou Helena.

A assessora-chefe de Articulação e Relações Internacionais daAnvisa, Rosilene Mendes, disse que a Agência criou um projeto de inclusão produtiva com segurança sanitária para conscientizar e auxiliar as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais a padronizarem e agilizarem os procedimentos de concessão dos alvarás de funcionamento. "A Anvisa tem relação direta com as condições sociais em que as pessoas vivem e trabalham. A vigilância sanitária não pode ficar fora desse contexto de formalização e de ampliação de emprego e renda", afirmou Rosilene.

Rosilene Mendes também destacou que a Agência quer isentar as taxas cobradas dos microempreendedores individuais, agricultores familiares e economia solidária para a concessão de alvará de vigilância sanitária. Para que isso ocorra, o órgão estuda a possibilidade da edição de uma medida provisória.

No dia 30 de abril, a Anvisa e o Sebrae começam a realizar uma série de reuniões regionais com as vigilâncias sanitárias dos estados, capitais e principais municípios. A primeira reunião acontece em Curitiba (PR) e terá como público-alvo técnicos das vigilâncias sanitárias dos estados e cidades do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de representantes de diversos ministérios e secretarias de saúde e agricultura. O objetivo dos encontros é conscientizar os participantes da necessidade de uma regra única para a autorização de funcionamento de alguns estabelecimentos e de aumentar a agilidade nos procedimentos de concessão.

FONTE

Agência Sebrae de Notícias
Alessandra Pires - Jornalista
Telefone: (61) 2107-9300


http://www.agrosoft.org.br/agropag/225134.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agrosoft+%28Jornal+Agrosoft%29&utm_content=Yahoo%21+Mail

sábado, 27 de abril de 2013

Presidente do Conselho Federal de Veterinária comenta irregularidades nos abates em frigoríficos

O presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda, fala sobre as irregularidades nos abates em frigoríficos com inspeção estadual e municipal. (Exibido em 23/04/2013)



http://videos.ruralbr.com.br/canalrural/video/rural-noticias/2013/04/presidente-conselho-federal-veterinaria-comenta-irregularidades-nos-abates-frigorificos/19969/

FDA warns of misinterpretation of antimicrobial-resistance data


Recently, the Environmental Working Group issued a report of its interpretation of the 2011 Retail Meat Annual Report of the National Antimicrobial Resistance Monitoring System (NARMS). While FDA is always concerned when we see antimicrobial resistance, we believe the EWG report oversimplifies the NARMS data and provides misleading conclusions. We do not believe that EWG fully considered important factors that put these results in context, including:
  • Whether the bacterium is a foodborne pathogen. The report highlights resistance to Enterococcus, but this is not considered a foodborne pathogen. Instead, we include it because its behavior is helpful in understanding how resistance occurs.
  • Which drug(s) the bacterium is naturally resistant to. For example, most Enterococcus faecalis is naturally resistant to the antibiotic class of lincosamides. Because we know and expect to see this resistance, we are not as concerned with resistance in this species the way we would be with resistance in true pathogens like Salmonella and Campylobacter.
  • Why NARMS includes certain drugs in its testing design. We include some antibiotics for epidemiology purposes-- to track the spread of certain bacteria or certain genes. But resistance to these antibiotics doesn’t reflect a danger to public health.
  • Whether the antibiotics that are commonly used to treat patients are still effective. NARMS data indicates that first-line treatments for all four bacteria that we track (SalmonellaEnterococcusEscherichia coli andCampylobacter) are still effective.
  • What the 2011 data indicate relative to similar data reported for prior years.
Additionally, we believe that it is inaccurate and alarmist to define bacteria resistant to one, or even a few, antimicrobials as “superbugs” if these same bacteria are still treatable by other commonly used antibiotics. This is especially misleading when speaking of bacteria that do not cause foodborne disease and have natural resistances, such as Enterococcus.
When taking such factors into account, FDA believes the notable findings in the 2011 NARMS Report include:
  • In the critically important class of antimicrobials, the 2011 data showed no fluoroquinolone resistance inSalmonella from any source. This is the drug of choice for treating adults with Salmonella.
  • Trimethoprim-sulfonamide is another drug used to treat Salmonella infections and resistance remains low (0% to 3.7%).
  • Fluoroquinolone resistance in Campylobacter has stopped increasing and remained essentially unchanged since the FDA withdrew the use of this drug class in poultry in 2005.
  • Macrolide antibiotic resistance in retail chicken isolates remains low, with 2011 results at 0.5% ofCampylobacter jejuni and 4.3% of Campylobacter coli. The macrolide antibiotic erythromycin is the drug of choice for treating Campylobacter infections.
  • Multidrug resistance is rare in Campylobacter. Only nine out of 634 Campylobacter isolates from poultry were resistant to 3 or more antimicrobial classes in 2011. However, gentamicin resistance inCampylobacter coli markedly increased from 0.7% in 2007 (when it first appeared in the NARMS retail meat report) to 18.1% in 2011. Gentamicin has been suggested as a possible second-line therapy forCampylobacter infections, although it is not commonly used.
  • Resistance to third-generation cephalosporins, which are used to treat salmonellosis, has increased inSalmonella from chicken (10 to 33.5%) and turkey (8.1 to 22.4%) meats when comparing 2002 and 2011 percentages. FDA noted this development in previous years and has already taken action by prohibiting certain extra-label uses of cephalosporins in cows, pigs, chickens and turkeys, and is continuing to closely monitor resistance to these drugs.
Antimicrobial resistance is a serious and challenging issue. It is critically important that we continue our efforts to minimize antimicrobial resistance, including promoting appropriate and judicious use of antimicrobials in both humans and animals.
Based on a thorough review of the available scientific information, FDA has created a strategy for the judicious use of medically important antimicrobials in food-producing animals that states their use should be limited to situations where the drugs are necessary for ensuring animal health, and done so under veterinary guidance. It is the non-judicious use – for growth promotion and feed efficiency – that is of particular concern to FDA. This collaborative strategy is intended to provide the quickest way to achieve the greatest degree of public health protection, but it does not prevent FDA from initiating regulatory action in the future, if the agency finds it necessary. FDA welcomes all contributions in helping to understand and address the challenge of antibiotic resistance. However, it is very important to look at the NARMS data in the proper context, with a good understanding of the microbiology, epidemiology and genetics of antibiotic-resistant foodborne pathogens and their clinical management.

Learning from FMD outbreaks


As the United States plans and prepares for the possibility of an outbreak of foot and mouth disease (FMD), we have the benefit of knowledge gained from outbreaks around the world in recent years. During last week’s annual conference of the National Institute for Animal Agriculture, University of California-Davis veterinarian Pam Hullinger described what went right and what might have been done differently in several FMD outbreaks.
Taiwan, 1997
The strain involved in this outbreak only caused clinical signs in pigs, which resulted in early misdiagnosis. Delays in detecting the virus, a heavy concentration of hogs in the area, slow implementation of vaccinations and a shortage of vaccine once implemented resulted in a large impact. The country killed 74 million hogs, 38 percent of the total population, from over 6,000 farms, resulting in $2 billion per year in export losses alone.
United Kingdom, 2001
The index farm did not report problems as they appeared, and ended up shipping infected sheep well after the outbreak began. Early in the outbreak, farmers did not have adequate information and biosecurity practices were inadequate. The country depopulated 10,000 farms, resulting in economic disruptions that continue today. UK officials depopulated uninfected farms adjacent to infected farms, a practice Hullenger says probably was not necessary.
Uruguay, 2001
In contrast to the UK, Uruguay culled very few animals. Animal health officials quickly recognized the rapidly spreading outbreak, which infected herds on 28 farms in the first five days. They initially implemented a “ring-vaccination” program, vaccinating animals in areas surrounding the outbreak, but within seven days, with 131 farms infected, switched to a national vaccination program. In cooperation with the government, farmers administered two rounds of over 12 million doses of the vaccine to susceptible animals across the country. Only 7,000 animals were destroyed, and Uruguay’s beef exports resumed within one year. The country was rated FMD-free by May 2003, but the national vaccination program continues today.
United Kingdom, 2007
A relatively small outbreak occurred with the virus apparently escaped from a vaccine-manufacturing facility. The disease was well established in a small herd before it was detected, but there was little movement of animals from the site and the outbreak was quickly contained.
Japan, 2010
The outbreak began in a small cattle herd and spread to 10 farms before being detected. Two months after detection, the government implemented a vaccination program, with animal-health officials controlling and administering the vaccine. Slow detection and quarantine resulted in culling of 200,000 animals on 300 farms.
South Korea, 2011
The virus was detected in swine in October 2010, and the strain was difficult to detect in cattle and farmed deer. The country implemented culling, quarantines and 2,500 disinfection stations. Inhumane culling practices made international news in some cases. The country began emergency vaccinations in January 2011, distributing 30 million doses of vaccines. Widespread culling resulted in food shortages and high food prices in South Korea.
Bulgaria and Turkey, 2011
Animal health officials detected FMD in a hunter-killed wild boar along the border between Bulgaria and Turkey. Testing of wildlife in the area suggests a low rate of transmission. Hullinger says this and other research indicate wild pigs, deer or other wildlife probably would not play a major role in spreading the virus in a U.S. outbreak.
Israel, 2011
Israel routinely vaccinates livestock for six strains of the FMD serotype that occurs there. The strain in this outbreak was similar to three strains in the vaccine, but not an exact match. Virtually all infected animals had been vaccinated, but those vaccinated within two weeks prior to the outbreak did not show evidence of the virus. Hullinger says this experience shows there is a lot yet to learn about vaccinating for FMD.
Hullinger lists these common threads that influence success in controlling outbreaks:
  • Early recognition, detection and reporting
  • Effective biosecurity in response to the disease and good routine biosecurity overall
  • When necessary, early implementation of vaccination
We now have the benefits of better understanding of the disease and better diagnostics than in the past, Hullinger says. We also face challenges due to the high concentration of livestock in some areas of the United States and the high rate of movement of livestock through markets and between operations. Past experience shows the value of investing in preparedness.

AVMA workforce study confirms status of food-animal veterinarians


The American Association of Bovine Practitioners (AABP) says the new American Veterinary Medical Association (AVMA) 2013 U. S Veterinary Workforce Study confirms what it has been examining for a few years – that there is not necessarily a shortage of food-animal veterinarians, but rather a lack of veterinary services in some underserved geographic areas.
Tuesday the AVMA released the study which indicates a 12.5 percent excess capacity of all veterinary services in the United States, meaning that 12.5 percent of the 90,200 U.S. veterinarians’ capacity to provide services is going unused. AVMA leaders explained in a press conference that excess capacity does not necessarily equate to oversupply.  
For the food-animal veterinary sector, excess capacity (15 percent) was lower than for other sectors (equine [23 percent], small-animal [18 percent]) and slightly higher than mixed-animal practice (13 percent). The study estimated a current 2012 supply of 11,060 full time equivalent (FTE) food-animal veterinarians, with a demand for 9,550 FTEs.  
Link Welborn, DVM, chair of AVMA’s Workforce Advisory Group said in the food-animal and mixed-animal sectors, mal-distribution of veterinarians is a primary problem. “There are areas where services are needed but veterinarians don’t exist,” he explained.
The AABP has been active in studying the issue of food-animal and mixed-animal veterinarians through its Committee on Veterinary Practice Sustainability for the last three years. Committee Project Director David Welch, VMD, MBA, Berlin, Pa., says the AABP appreciates the effort put into the AVMA study. “The finding that there will be double-digit underutilization of veterinary services over the next decade supports what the AABP ad hoc Rural Veterinary Practice Committee discovered, which is that there is no longer a shortage of food animal veterinarians, but a problem of distribution and practice viability in certain under-served geographical areas,” Welch says.
AABP President Nigel Cook, MRCVS, University of Wisconsin-Madison, says the livestock industry is changing, and veterinary services need to adapt to maintain the profession’s presence on the farm. “There are many examples of successful practice models which expand veterinary services beyond traditional roles into consulting and facilitatory services, and the current concerns over pharmaceutical use and antimicrobial resistance, alongside animal welfare concerns, may ultimately create new opportunities not factored into this report,” Cook says.
AABP’s Veterinary Practice Sustainability committee is actively involved in searching out non-traditional business plans that will serve the livestock owner’s veterinary needs better than the historic norm. Welch notes that the use of veterinary technicians to help in the provision of veterinary care is but one of several tactics being examined by AABP and other veterinary organizations.
“We believe food-animal veterinarians will continue to play a vital role in meeting the growing world population’s demand for safe, wholesome food,” Cook adds, “but we do agree that there are threats to this continued role, and we are glad to see the AVMA report raise the issue.”
To help its members address these issues, at the 2013 AABP Annual Conference in Milwaukee, Wis., Sept. 19-21, the Committee on Veterinary Practice Sustainability will focus sessions on financial planning, business management and issue-based help/clearinghouse for veterinarians in rural practice.
The AVMA has plans to conduct further studies on the U.S. veterinary workforce. Read AVMA’s 2013 U.S. Veterinary Workforce Study at the AVMA website.
AABP is a membership-based, not-for-profit organization serving cattle veterinary medicine professionals across the United States, Canada and other countries. Visit AABP online.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Saliva do carrapato é a mais nova aliada para o combate ao câncer

A partir da glândula que produz a saliva, cientistas desenvolveram em laboratório uma proteína que mata células cancerígenas. Se tratamento for considerado seguro, testes em humanos serão liberados.


Pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo apresentaram um ajudante no combate a alguns tipos de câncer, o carrapato.
Engordados no laboratório e colados na mesa. É assim que os carrapatos produzem saliva para os pesquisadores. O bicho que se alimenta de sangue e pode transmitir doenças graves é estudado no mundo inteiro porque a saliva dele não deixa o sangue coagular.
No Instituto Butantan, os cientistas fizeram uma nova descoberta. A partir da glândula que produz a saliva, eles desenvolveram em laboratório a Amblyomin-X, uma proteína que mata células cancerígenas.
Os testes foram feitos em dois grupos de camundongos com melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele. Os que não foram tratados morreram em um mês. No grupo que recebeu a proteína durante 42 dias, o melanoma desapareceu.
Em outro teste, depois de 15 dias, os tumores se espalharam pelo pulmão do animal que não recebeu o tratamento e praticamente não atingiram o pulmão do que foi tratado.
A proteína só mata as células doentes.
“Quando nós fazemos tratamentos, ou regride a massa tumoral ou cura o animal. Além disso, todo o resto do organismo normal se mantém preservado e o animal fica saudável”, aponta a pesquisadora do Instituto Butantan Ana Marisa Chudzinski.
Uma nova etapa da pesquisa vai começar agora. Por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, os pesquisadores vão fazer mais uma rodada de testes em animais, seguindo padrões internacionais, para avaliar, por exemplo, a dose ideal para o tratamento. Essa nova fase deve durar um ano. Se o tratamento for considerado seguro, os testes em humanos serão liberados.
Os pesquisadores estão otimistas porque testes de laboratório em células humanas com tumores de mama, pele e pâncreas já deram bons resultados.
O bicho que surgiu há 60 milhões de anos pode dar um novo rumo à indústria de medicamentos no Brasil.
“Seria a primeira vez que o Brasil passaria a desenvolver uma molécula desde a sua descoberta até a produção industrial. Então acho que para o Brasil é um marco, muda de patamar”, ressalta Chudzinski.

Brasil vai à final na eleição para diretor da OMC


Entidade será comandada por um latino-americano. Concorrente do brasileiro é um mexicano

GENEBRA – Pela primeira vez, um candidato brasileiro vai à final na disputa pelo cargo de diretor da Organização Mundial do Comércio (OMC). Na tarde de hoje, a entidade anunciou o resultado da segunda rodada de votações e que colocou na final o embaixador brasileiro Roberto Azevedo e o mexicano Hermínio Blanco. Os dois foram os que mais receberam votos.
A disputa, agora, não será apenas entre dois nomes. Mas uma escolha entre duas visões de comércio exterior e, acima de tudo, uma disputa pela hegemonia comercial na América Latina.
O processo começou no início do ano com nove candidatos. Até hoje, cinco ainda estavam no páreo. Mas um neozelandês, um sul-coreano e uma indonésia acabaram sendo eliminados por terem o menor número de votos.
Seja qual for o resultado da eleição, a realidade é que, pela primeira vez, uma das três organizações que formam o pilar da gestão da economia mundial – FMI, Banco Mundial e a OMC – será dirigida por um latino-americano. Mas Azevedo e Blanco representam visões diferentes tanto da região quanto do papel do comércio no desenvolvimento.
O processo final da escolha começa na semana que vem e o eleito tomará posse em setembro, substituindo à Pascal Lamy.
Azevedo teria o apoio de diversos países africanos e dos Brics. Já Herminio Blanco é  favorito dos EUA e deve ter um amplo apoio dos países desenvolvidos.

Roraima: Concurso Defesa Agropecuária


MINUTA

EDITAL/ADERR N°. 005/2013
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE MÉDICOS VETERINÁRIOS E TÉCNICOS AGROPECUÁRIOS.

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado de Roraima – ADERR, torna público o Edital de abertura do Processo Seletivo Simplificado para Contratação de profissionais para os Cargos de Médico Veterinário e Técnico em Agropecuária, por tempo determinado tendo em vista a insuficiência de pessoal para a execução de serviços essenciais, conforme  Art. 2°  VII da Lei Estadual nº. 323, de 31 de dezembro de 2001, alterada pela Lei nº. 807, de 26 de maio de 2011.

1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 O Processo Seletivo Simplificado destina-se à contratação de 11 (onze) Médicos Veterinários e 15 (quinze) Técnicos em Agropecuária, por tempo determinado, pelo período de 12 (doze) meses, o qual poderá ser prorrogado por igual período, caso haja necessidade, não podendo ultrapassar o prazo máximo de 24 meses. 
1.2 O Processo seletivo será realizado pela Comissão examinadora constituída por ato da Presidência desta Agência;
1.3 O resultado final será publicado no Diário Oficial do Estado de Roraima e no endereço eletrônico www.aderr.rr.gov.br, conforme cronograma (item 16) deste Edital;
1.4 É proibida a contratação nos termo do Art. 6° desta Lei de Servidores da Administração Direta, ou Indireta da União dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios bem como de Empregados ou Servidores de suas subsidiarias e Controladas;
1.5 A inscrição do candidato implicará no conhecimento e na tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital e na legislação supracitada, não cabendo, portanto, alegão de desconhecimento;
1.6 Os candidatos que declararem falsamente não possuir Cargo Público, terão seus Contratos rescindidos, caso seja comprovada a acumulação.

2. DOS REQUISITOS PARA CONCORRER AO PROCESSO SELETIVO PARA OS CARGOS MÉDIO E SUPERIOR
2.1 Ser brasileiro, nos termos do Art. 12 da Constituição Federal/1988 ou estrangeiro com visto permanente no país;
2.2 Ter idade mínima de 18 anos;
2.3 Estar quite com as obrigações eleitorais;
2.4 Para os Cargos de Médico (a) Veterinário (a): estar habilitado para dirigir veículo automotor, categoria mínima A, B ou AB;
2.5 Para os Cargos de Técnico (a) em Agropecuária: estar habilitado para dirigir veículo automotor, e motocicleta categoria mínima AB;
2.6 Estar em dia com as obrigações militares, no caso de candidato do sexo masculino;
2.7 Gozar de perfeita saúde física e mental, comprovada por laudo médico, a ser apresentado, na assinatura do Contrato caso o candidato seja selecionado;
2.8 Declaração de não acumulação de Cargos Públicos;
2.9 Para os Cargos de Médico Veterinário: Graduação em Medicina Veterinária, com registro do diploma no Órgão de classe competente;
2.10 Para os Cargos de Técnico em Agropecuária: possuir diploma de conclusão do curso de Técnico em Agropecuária e estar registrado no Órgão de classe competente;
2.11 Os estrangeiros precisaapresentar Diploma de conclusão de curso superior devidamente revalidado por Instituição de Ensino Superior do Brasil e que sejam reconhecidas pelo Ministério da Educação.
2.12 Estar registrado nos respectivos Conselhos de Classe

3. DAS VAGAS
3.1 As vagas serão preenchidas conforme interesses e necessidades da ADERR, considerando os limites de vaga especificados no item 5.1 deste edital;
3.2 As vagas existentes serão listadas por área de conhecimento, conforme item 5.1 deste Edital;
3.3 O candidato somente poderá inscrever-se em uma área de atuação. No caso de inscrição em duplicidade, será considerada a ultima e descartadas as primeiras.

5. DOS LOCAIS DE ATUAÇÃO
5.1 A lotação será definida conforme a ordem de classificação do candidato;
5.2 Os 08 (oito) primeiros classificados para o Cargo de Médico (a) Veterinário (a) atuarão nas Barreiras Agropecuárias Móveis e Postos de Fiscalização do Estado de Roraima;
5.3 Os 06 (seis) primeiros classificados para o cargo de Técnico em Agropecuária atuarão nas Barreiras Agropecuárias Móveis e Postos de Fiscalização do Estado de Roraima;
5.4 Os demais classificados serão lotados conforme tabela 1 e 2 deste edital;

Tabela 1: Local de Lotação dos Médicos Veterinários:
Quantidade
Lotação
Localidade
08
Defesa Animal
Barreiras Agropecuárias Móveis e Postos de Fiscalização Agropecuária do Estado de Roraima
01
Defesa Animal
Município de Caroebe
01
Defesa Animal
Município de Alto Alegre (Paredão)
01
Defesa Animal
Município de Bonfim (Vila Vilhena)
01
Defesa Animal
Município de Mucajaí (Apiaú)
01
Defesa Animal
Município de Caracaraí (Novo Paraíso)
03
Defesa Animal
Município de Boa Vista
01
Defesa Animal
Município de São Luiz do Anauá
01
Defesa Animal
Município de Amajarí
01
Inspeção Animal
Município de Pacaraima



Total
--------------------------
11

Tabela 2: Locais de lotação dos Técnicos em Agropecuária:
Quantidade
Lotação
Localidade
06
Defesa Animal
Barreiras Agropecuárias Móveis e Postos de Fiscalização Agropecuária do Estado de Roraima
02
Defesa Animal
Município de Caroebe
01
Defesa Animal
Município de São João da Baliza
01
Defesa Animal
Município de Alto Alegre (Paredão)
01
Defesa Animal
Município de Bonfim (Vila Vilhena)
01
Defesa Animal
Município de Mucajaí
01
Defesa Animal
Município de Rorainópolis
01
Defesa Animal
Município de Caracaraí
01
Defesa Animal
Município de Cantá (Félix Pinto)
01
Defesa Animal
Município de Alto Alegre
01
Defesa Animal
Município de Bonfim
01
Defesa Animal
Município de Bonfim (Vila São Francisco)
01
Defesa Animal
Município de Uiramutã
01
Defesa Animal
Município de Pacaraima (Surumu)
01
Defesa Animal
Município de Caroebe (Entre Rios)
Total
--------------------------
15

4. DO REGIME DE TRABALHO
4.1 O regimento de trabalho será de 40 horas semanais;
4.2 A semana trabalhada será de segunda a sexta-feira, podendo ocorrer plantões aos finais de semana e feriados;
4.3 Os locais de lotação estão especificados no item 5.4 deste Edital;
4.4 Somente será permitida a transferência do local de lotação por interesse e conveniência da ADERR/RR.

5. DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS
6.1 Atribuições Pertinentes ao Cargo de Médico Veterinário:
Médico (a) Veterinário (a) para Defesa Sanitária Animal:
  1. Executar a Defesa Sanitária Animal no Estado de Roraima;
  2. Produzir em tempo hábil os relatórios das atividades referentes às suas funções;
  3. Fiscalização de produtos de uso Veterinários e dos estabelecimentos que os fabriquem e comercializem;
  4. Fiscalização e o controle da classicação de produtos animais, subprodutos e seus resíduos;
  5. Fiscalização do trânsito dos animais vivos, seus produtos e subprodutos destinados a quaisquer fins e de insumo destinados a uso na pecuária e de materiais biológicos;
  6.  Lavrar autos de infração, de apreensão e de interdição de estabelecimentos ou de produtos, quando constatarem o descumprimento de obrigações legais relacionadas com as atribuições descritas neste artigo;
  7. A fiscalização dos produtos destinados à alimentação animal;
  8. Fiscalizar e assegurar a idoneidade de serviços utilizados na agropecuária;
  9. As demais atividades inerentes às competências da ADERR.

Médico (a) Veterinário (a) para Inspeção de Produtos de Origem Animal:
  1. Exercer a Inspeção Sanitária de Produtos e Subprodutos de Origem Animal no Estado de Roraima;
  2. Experiência em atividades desenvolvidas em Matadouro, Indústrias de produtos Lácteos e/ou Cárneos;
  3. Curso de BPF (Boas Práticas de Fabricação);
  4. Lavrar auto de infração, de apreensão e de interdição de estabelecimentos ou de produtos, quando constatarem o descumprimento de obrigação legal relaciona com atribuições descritas neste Edital;
  5. As demais atividades inerentes à competência da ADERR.

6.2 Atribuições Pertinentes ao Cargo de Técnico em Agropecuária:
Técnico Agropecuário para Defesa Sanitária Animal:
  1. Executar ou auxiliar a execução de tarefas e trabalhos relacionados com atividades-meio e as atividades-fim do Órgão de lotação, respeitados formação, normas técnicas, legislação profissional e regulamentos do serviço;
  2. Coleta de informações necessárias ao desempenho das atribuições do Médico (a) Veterinário (a);
  3. Levantamento e mapeamento de ocorrências sanitárias animais;
  4. Cadastramento de imóveis rurais e rebanhos indispensáveis à execução de programas oficiais de Defesa e Inspeção;
  5. Auxiliar nos procedimentos de controle sanitário em eventos agropecuários;
  6. Fiscalização própria ao trânsito de animais, bem como respectivos produtos e subprodutos, de prestar apoio, auxiliar e agir em conjunto com os técnicos de nível superior nas atividades de fiscalização de produtos e subprodutos de origem animal, como em Indústrias de Produtos e Subprodutos de origem animal e afins, educação sanitária, inspeção de campo, inspeção em animais de pecuaristas, colaboração nas campanhas de vacinação, auxiliar e fiscalizar nas formas de conservação de vacinas;
  7. Coleta de amostras de produtos alimentícios para análise bromatológica;

7. DA REMUNERAÇÃO
7.1 A remuneração do pessoal selecionado neste Processo seletivo Simplificado atenderá o que determina o art. 7° da Lei n°. 323, de 31 de dezembro de 2001, sendo em importância não superior ao valor do vencimento legalmente estabelecido para o servidor em inicio de carreiras, Titular de Cargo, cujas funções sejam idênticas ou assemelhadas com as que serão desempenhadas pelo Contratado;
7.2 A tabela do salário base para os Cargos seguintes, para o Contrato de 40 (quarenta) h;
CARGO/FUNÇÃO
Salário Jornada 40h  R$
Médico Veterinário
3.681,38
Técnico Agropecuário
1.480,48

8. DA INSCRIÇÃO
8.1. No ato da inscrição o candidato deverá apresentar cópias e originais dos seguintes documentos:
8.1.1 Cédula de Identidade, CPF, Título Eleitoral ou certidão de Cartório Eleitoral de regularidade eleitoral, e comprovante da ultima eleição;
8.1.2 Comprovante de residência;
8.1.3 PIS/PASEP;
8.1.4 Carteira Nacional de Habilitação;
8.1.5 Certidões criminais negativas da Justiça Federal e Justiça Estadual;
8.1.6 Currículo em duas vias, juntamente com cópias que comprovem a formação, a participação em cursos e experiência profissional citados no currículo;
8.1.7 Qualquer documento oficial que comprove estar inscrito no respectivo Conselho de classe;
8.2 Os documentos originais deverão ser apresentados no momento da inscrição, caso as cópias não sejam autenticadas em cartórios;
8.3 A inscrição deverá ser realizada pelo próprio candidato ou através de Procuração autenticada em cartório. O Procurador deverá apresentar seu RG e entregar cópia do mesmo juntamente com a referida Procuração;
8.4 Os documentos deverão ser entregues em envelope aberto para que os mesmos possam ser conferidos pelo servidor que receber a referida documentação.
8.5 Não será permitido entrega de documentação após o período de inscrição.

9. DO LOCAL DE INSCRIÇÃO
9.1 As inscrições são gratuitas e serão realizadas na Agência de Defesa Agropecuária do Estado de Roraima - ADERR, sito à Rua Coronel Mota, 1132, Bairro Centro – Boa Vista-Roraima, conforme cronograma (item 16) deste Edital, no horário das 8:00 as 13:00 horas.

10. DA AVALIAÇÃO CURRICULAR
10.1 O Processo seletivo constará de análise curricular classificatória, cuja Coordenação e Supervisão ficará sob a responsabilidade da Comissão examinadora composta por servidores da Agência de Defesa Agropecuária designada através da Portaria nº. 214/13-GABINETE/ADERR;
10.2 Os currículos serão avaliados e selecionados conforme cronograma (item 16) deste Edital;
10.3 Na avaliação dos títulos serão computados os pontos de acordo com item 11.1 e 11.2 deste Edital;
10.4 As informações prestadas no currículo serão de inteira responsabilidade do candidato, dispondo a banca examinadora do direito de excluir do processo de seleção qualquer candidato que preste informação comprovadamente inverídica;
10.5 Os candidatos serão classificados em ordem decrescente, no total de pontos obtidos na avaliação dos títulos.

11. DOS QUESITOS PARA AVALIAÇÃO CURRICULAR
11.1 Quesitos apreciados para Avaliação Curricular de Médicos Veterinários:
ITEM
TITULOS
PONTOS
MIN
MAX
01
Experiência profissional comprovada como Veterinário em atividades de Defesa Sanitária Animal e/ou Inspeção em produtos de Origem Animal (Cada ano de experiência valendo um ponto, no máximo 10 (dez) pontos).
10,0
10,0
02
Comprovação de cursos em especialização na área de Medicina Veterinária (cada curso valendo 1,0 (um) ponto, no máximo de 10 (dez) pontos).
1,0
10,0
03
Comprovação de conclusão de mestrado na área de Medicina Veterinária
5,0
5,0
04
Comprovação de conclusão de doutorado na área de Medicina Veterinária.
7,0
7,0

11.2 Quesitos apreciados para Avaliação Curricular de Técnicos em Agropecuária:
ITEM
TITULOS
PONTOS
MIN
MAX
01
Experiência profissional comprovada como Técnico em Agropecuária, em atividades de Defesa Sanitária Animal, classificação vegetal, produção de mudas e sementes, identificação e/ou controle de pragas (cada ano completo (doze meses) de experiência valendo 1,0 (um) ponto e cada fração de 06 (seis) meses valendo 0,5 (meio) ponto, no máximo de 10,0 (dez) pontos).
1,0
10,0
02
Comprovação de cursos na área de fitotecnia com carga horária de 20 (vinte) horas mínima (cada curso valendo 1,0 (um) ponto, no máximo de 8,0 (oito) pontos).
1,0
8,0
03
Comprovação de cursos relacionados à agropecuária com carga horária mínima de 16 (dezesseis) horas (cada curso valendo 0,5 (meio) ponto, no máximo de 2,0 (dois) pontos).
0,5
2,0

12. DO RESULTADO
12.1 A lista com o resultado final será fixada no mural da ADERR, publicada no Diário Oficial do Estado e no endereço eletrônico www.aderr.rr.gov.br, conforme cronograma (item 16) deste Edital.

13. DO RECURSO
13.1 O candidato que sentir-se prejudicado no Processo Seletivo com a avaliação curricular poderá entrar com recurso;
13.2 O recurso deverá ser dirigido à Presidência da Comissão examinadora do Processo seletivo, e entregue no setor de Recursos Humanos da ADERR, sito à Rua Coronel Mota, 1142 - Centro – Boa Vista-Roraima, conforme cronograma (item 16) deste Edital;
13.3 O recurso deverá ser objetivo e claramente fundamentado, não sendo admitida a troca de documentos apresentados no ato da inscrição;
13.4 Será indeferido, liminarmente, o recurso interposto fora do prazo, bem como, o entregue em local diverso daquele definido no subitem 13.1 e que não atenda ao subitem 13.2;
13.5 Os recursos serão analisados e julgados pela Comissão Examinadora, de que trata o subitem 13.1 não sendo admitido pedido de reconsideração da decisão proferida;
13.6 No caso de não haver recurso o resultado da avaliação curricular será definitivo.

14. DA CLASSIFICAÇÃO
14.1 Os candidatos serão classificados em ordem decrescente de pontuação, em função da análise curricular feita pela banca examinadora;
14.2 Em caso de empate na classificação final, os candidatos que possuírem o mesmo número de pontuação, terão os seguintes critérios para o desempate:
14.2.1 Maior pontuação na experiência profissional, conforme item 11 deste Edital;
14.2.2 Persistindo o empate, terá preferência o candidato com mais idade;
14.3 Os candidatos classificados farão do cadastro único da ADERR, permanente ativo durante a validade deste Processo de Seletivo.

15. DA CONVOCAÇÃO
15.1 Os candidatos selecionados serão convocados, por meio de publicação no Diário Oficial do Estado de Roraima, no prazo fixado no cronograma (item 16) deste Edital, obedecendo-se a ordem de classificação;
15.2 A listagem dos selecionados será encaminhada pela Comissão Examinadora ao Presidente da Agência de Defesa Agropecuária para que seja autorizada a publicação e data para convocação dos candidatos selecionados
15.3 O controle das Contratações será feita pela Gerência de Recursos Humanos – ADERR;
15.4 O candidato que não atender o prazo de convocação, será considerado desistente.

16. CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES
ATIVIDADE
DATA
Inscrições/Entrega de Documentos
22 de abril a 30 de abril de 2013
Avaliação Curricular
06 a 09 de maio de 2013
Resultado da Avaliação Curricular
13 de maio de 2013
Apresentação de Eventual Recurso
14 e 15 de maio de 2013
Resultado do Recurso
20 de maio de 2013
Resultado Final
22 de maio de 2013
Convocação
23 a 27 de maio de 2013

17. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
17.1 Os candidatos que exercem funções nos termos do art. 8º, inciso III, da Lei n° 323, de dezembro de 2001 (a qual regula o contrato por prazo determinado) e participarem do certame, caso sejam classificados, deverão optar por uma das funções.
17.2 Os casos omissos serão sanados pela Lei Estadual nº. 323/2001.

Boa Vista-RR, 15 de abril de 2013.




RODOLFO PEREIRA
Presidente da Agência de Defesa
Agropecuária do Estado de Roraima - ADERR