quarta-feira, 23 de outubro de 2013

RS: Secretaria da Agricultura realiza concurso público

Fonte: Assessoria de Comunicação
Concurso Público
Concurso Público
A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio promove concurso público para a seleção de 130 profissionais veterinários, engenheiros agrônomos e engenheiros florestais que atuarão como fiscais agropecuários e técnicos superior.
O período de inscrições vai até o dia 06 de novembro.
Nos anexos o edital e todas as informações.
Arquivos para download

100 mil bovinos morrem congelados em Dakota do Sul


Estima-se que 100 mil bovinos morreram devido à tempestade de neve em Dakota do Sul. Foto: Grump Yelder
Estima-se que 100 mil bovinos morreram
devido à tempestade de neve em Dakota do Sul. Foto: Grump Yelder
Até o fim de sua vida em Sarajevo nas mãos de Gavrilo Princip, o arquiduque Franz Ferdinand da Áustria havia empreendido pela caça o “massacre feudal em massa” de 274.889 animais. O arquiduque caçava uma média de 4.500 animais a cada ano de sua vida.
No entanto, desastres naturais podem ter um efeito igualmente devastador sobre os animais. Há algumas semanas, uma catástrofe nos Estados Unidos superou o arquiduque, na medida em que matou milhares de animais em poucos dias.
Em quatro dias da primeira semana de Outubro, a tempestade de neve chamada “Atlas” atingiu as Grandes Planícies nos Estados Unidos e cobriu a terra com 174 cm de neve a ventos de 112 km/h, matando um número estimado de 100 mil bovinos em Dakota do Sul. A chuva torrencial e gelada caiu sobre o gado sem possibilidade de defesa ou proteção, e o que aconteceu em seguida foi nada menos que trágico. As informações são da Global Animal e do Huffington Post.
Carrie Mess descreveu a cena:
“As vacas tentavam se proteger. Elas se escondiam em pontos baixos longe do vento. Esses pontos haviam sido inundados pela chuva e o chão se transformou em lama grossa. Algumas vacas ficaram presas na lama. Algumas se deitaram para fugir do vento, ou para descansar um pouco, elas estavam cansadas de tentar escapar mas já estavam sofrendo muito com a baixa temperatura.
As vacas e bezerros ou morreram sufocados ou congelaram até a morte”.
Esses animais “sucumbiram à hipotermia, sufocados em enormes montes de neve ou morreram de exaustão tentando superar as condições adversas”, disse o veterinário Dustin Oedekoven.
Corpo de vaca morta no cataclisma é erguido por trator. Foto: Lacey Weiss
Corpo de vaca morta no cataclisma é erguido por trator. Foto: Lacey Weiss
Segundo a Global Animal, a imagem de uma família de bovinos morrendo em tais condições é perturbadora, para se dizer o mínimo, mas a imagem destes mesmos animais morrendo em um matadouro é igualmente lamentável. A reportagem propõe a reflexão de que, enquanto a cobertura desta história focalizou apenas a dor dos animais sendo incapazes de evitar a sua própria morte, “talvez a Mãe Natureza tenha evitado uma morte mais terrível e dolorosa desses animais em um abatedouro”.
Fazendeiros só pensam no prejuízo financeiro
Em janeiro, o estado de Dakota do Sul tinha 3,85 milhões de bovinos, o sexto maior rebanho dos Estados Unidos, conforme dados do Departamento de Agricultura americano.
Os fazendeiros que perderam grande parte de seus rebanhos para a tempestade de neve em Dakota do Sul não estão pedindo cobertores ou alimentos como doações para auxílio em sua recuperação. Eles querem vacas prenhas ou em idade de reprodução, informou um grupo que está organizando as doações.
Foto: Associated Press
Foto: Associated Press
Foto: Blog Pretty Work
Foto: Blog Pretty Work
Vinte criadores de gado até agora se manifestaram pedindo vacas para ajudar a repor os rebanhos devastados, disse o fazendeiro de Montana Kerry Branco, chefe da empresa Citizens for Balanced Use, que promove o arrendamento de pastagem em terras federais.
A tempestade afetou criadores que “passaram décadas construindo linhagens e selecionando certas qualidades comportamentais de bovinos”, disse Silvia Christen, diretora executiva da South Dakota Stockgrowers Association, que também informou que as famílias estão traumatizadas, pois exploram esses animais para a sua sobrevivência.
“Não estamos tentando repor os rebanhos. Estamos tentando reconstruí-los”, disse White.

Brasil reclama na OMC contra embargo à carne bovina

Japão, China e África do Sul restringiram a importação de carne bovina brasileira após caso não-clássico de EEB

 
O Brasil apresentou reclamação contra as barreiras às exportações de carne bovina brasileira impostas pelo Japão, China e África do Sul na 58ª Reunião do Comitê sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC), realizada em Genebra, na Suíça, de 14 a 18 de outubro.  O país foi representado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). 
 
Os três países embargaram a entrada do produto brasileiro em razão do caso não -clássico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), em 2010, que foi notificado à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) no final do ano passado. Arábia Saudita, Iraque, Kuwait, Catar e Bahrein até agora não reverteram a suspensão temporária das compras de carne bovina brasileira pelo mesmo motivo. 
 
“Essa é mais uma oportunidade de provocar discussão e buscar uma resposta”, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira de Exportadores de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, que salientou que as negociações continuam. 
 
Ele explica que o embargo não é justificado, uma vez que a OIE manteve o status sanitário brasileiro para a enfermidade como de “risco insignificante”, melhor classificação estabelecida pela organização. “Estes países vão ter que dar uma sinalização do que está acontecendo, embora não exista prazo definido para que apresentem uma resposta. Eles não podem manter mercado fechado sem justificativa.”
 
Os três países responderam por menos de 1,5% dos embarques de 2012, que chegaram a US$ 5,7 bilhões e 1,134 milhão de toneladas. “A China tem um enorme potencial e é prioridade pelo tamanho do mercado que representa.” 
 
Sampaio pondera que o Brasil também enfrenta dificuldades de negociação com a Turquia, mercado fechado ao produto brasileiro. Os dois países precisam chegar a um acordo sobre os requisitos para a liberação do certificado sanitário que permitirá os embarques do produto brasileiro. “Eles fizeram exigências desnecessárias e o Brasil quer saber o motivo. Entre elas está a rastreabilidade do pai e da mãe do animal abatido, algo que nenhum país pede. Tem que existir uma explicação técnica para isso”, diz o dirigente.
 
A indonésia é outro mercado que preocupa. A legislação do país determina a compra de carne bovina apenas de países que tenham todo o território livre de aftosa, exigência que o Brasil não atende. Para que o produto nacional possa acessar este mercado é preciso que a regra seja alterada. “Há um comitê bilateral para debater a questão, mas, até agora, não teve resultado.”

Fonte: Portal DBO

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Saiba como as picadas de abelhas podem levar à morte

Aprenda como proceder em caso de ataque de enxame

por Globo Rural On-line
Editora Globo
O ferrão pode ser retirado com pinça ou com os dedos (Foto: Ed. Globo)
Comuns no cotidiano, as abelhas podem ser maisperigosas do que se imagina. O ataque de um enxamepode ser fatal e, em casos raros, indivíduos hipersensíveis podem morrer após uma única ferroada. As picadas podem ter manifestações tóxicas e alérgicas segundo a professora Sandra Regina Sprovieri, coordenadora da disciplina de Emergências em Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. 

As reações tóxicas locais estão associadas à dor, inchaço e coloração avermelhada da pele. Em casos de múltiplas picadas, podem ocorrer manifestações sistêmicas, causadas pela grande quantidade de veneno inoculado. "Nesse caso, alguns dos sintomas são prurido, calor generalizado, hipotensão, taquicardia, cefaleia, náuseas, vômitos e cólicas abdominais. Em casos mais graves, podem ocorrer choque e insuficiências respiratória e renal agudas", diz. 

As manifestações alérgicas locais são caracterizadas por edema que persiste por dias. Já as alérgicas sistêmicas podem variar de urticária generalizada, mal-estar, edema de glote, choque anafilático, queda da pressão arterial, colapso, perda da consciência, incontinência urinária e fecal, e coloração azulada ou roxa da boca, pele ou unhas. 

Após ser picado, enquanto se dirige ao atendimento médico, o indivíduo alérgico pode aplicar uma compressa de água fria ou gelo e usar analgésico para aliviar a dor. A pessoa deve permanecer calma, evitar movimentos bruscos e excessivos. Também é necessário retirar o ferrão cravado na pele e lavar o local com sabão e água corrente. 

"O ferrão pode ser retirado com pinça ou com os dedos. Após a ferroada, a abelha deixa para trás não apenas o ferrão, mas também o saco de veneno e parte do seu aparelho digestivo. Enquanto ele permanece cravado, a substância continua a ser instilada involuntariamente nos primeiros 20 a 30 segundos. O método de remoção do ferrão não afeta a quantidade de veneno a ser inoculado na pele do indivíduo", afirma. 

A maioria dos acidentes é causada por ataques que acontecem normalmente em frente à colmeia. Os insetos saem em grande quantidade, voando para todos os lados e ferroando todos que se encontram na proximidade. A perseguição pode acontecer por mais de 700 metros. 

Para evitar ataques, a especialista recomenda cuidados como não atirar pedras e paus em direção às abelhas e colmeias. Caso um enxame se aproxime, o melhor a fazer, segundo Sprovieri, é correr em zigue-zague, pois assim é possível "enganá-las" durante a perseguição. Protejer o rosto com uma toalha ou camisa também é importante, pois picadas no pescoço ou na mucosa oral podem levar a um edema de glote, resultando em morte por asfixia.

El olor fecal podría ser un método de detección del virus de la influenza aviar

(Foto: Sxc.hu)

Una nueva investigación revela cómo las enfermedades pueden modificar el olor de los animales de forma imperceptible


Los resultados de este trabajo ponen de manifiesto que la infección por el virus de la influenza aviar altera el olor fecal en patos, por lo que la detección del virus podría basarse en estas modificaciones que se producen en las aves infectadas. 
Según un trabajo de investigación publicado en la revista Plos One y realizado por científicos del Monell Chemical Senses Center y del USDA, los patos infectados por el virus de la influenza aviar (AIV) emiten un olor fecal distintivo, lo que sugiere que la infección podría ser percibida por otros miembros de la población.
Los beneficios de esta comunicación química todavía no se conocen, ya que podría constituir un mecanismo de aviso para que las aves sanas se mantengan alejadas de los individuos enfermos o, bien, podría ser un mecanismo beneficioso para el patógeno, incrementado el “atractivo” de los animales enfermos por parte de los sanos. 
Para la realización de la investigación, se entrenó a ratones de laboratorio a que discernieran entre heces procedentes de patos infectados y sanos, mediante los cambios de olor.
El análisis químico identificó los compuestos químicos asociados con el cambio de olor: la acetoína y el 1-octen-3-ol. Estos mismos compuestos se han identificado también como potenciales biomarcadores para el diagnóstico de enfermedades gastrointestinales en humanos. Los científicos supusieron que estos metabolitos resultaban de la interacción entre el virus y las bacterias gastrointestinales de los patos, de forma que se produce una “huella olorosa” que indica la presencia del virus.
La influenza aviar es una enfermedad típicamente asintomática en patos y aves acuáticas. La infección en estas especies sólo puede diagnosticarse directamente mediante la detección del virus, para lo que es preciso la captura del ave y la toma de muestras con hisopos. Los resultados del trabajo muestran que en población es de aves acuáticas también es posible una rápida y simple detección del AVI gracias a los cambios en el olor. Además, en trabajo futuros debería evaluarse si es posible utilizar este fenómeno para realizar la vigilancia de la enfermedad en aves acuáticas. En particular, habría que asegurarse de si los cambios de olor son específicos del AIV o si son meramente una respuesta general a una variedad de patógenos que normalmente se encuentran en las aves. Por este motivo, es preciso que se trabaje en la dirección de conocer más y mejor las funciones comunicativas del olor del AIV  para saber cómo los olores pueden afectar al comportamiento social de las poblaciones salvajes

Una nueva vacuna muestra una protección del 90 % frente a Dermatobia hominis

(Foto: Sxc.hu)

La vacuna patentada es fruto de un trabajo conjunto entre las universidades de Granada y Panamá


Durante el trabajo científico se llevaron a cabo pruebas de campo, con el objetivo de medir la efectividad del inmunológico, con reses vacunadas que fueron expuestas a la mosca en zonas de pastoreo de alta incidencia en Panamá.
El Instituto de Biotecnología de la Universidad de Granada, junto a la Universidad de Panamá, ha desarrollado y patentado una vacuna frente a la Dermatobia hominis, para evitar las miasis desarrolladas por el desarrollo de sus larvas.
La enfermedad parasitaria está causada por la infestación en la piel de larvas de moscas Dermatobia hominis, también conocida como "mosca de la muerte", sobre el hombre o los animales, y es relativamente frecuente en zonas endémicas, mayoritariamente en países latinoamericanos, aunque también se producen casos en España.
El contagio con estas larvas suele producirse por la picadura de un insecto hematófago, en el que la Dermatobia ha depositado previamente sus huevos. Cuando el insecto infectado pica, las larvas entran en contacto con la piel humana o de otro hospedador vertebrado, la perforan y se desarrollan alimentándose del tejido, lo que provoca grandes ulceraciones.
Estas miasis provocan anualmente pérdidas millonarias a los ganaderos como consecuencia de la merma de carne, leche o lana o la pérdida en la calidad de las pieles. Sólo en Brasil se estima que las pérdidas alcanzan los 250 millones de dólares al año.
Hasta ahora, el único método para luchar contra esta plaga era el empleo de productos químicos de acción insecticida, que pasaban directamente a la cadena alimentaria por la carne y leche de los animales tratados, acumulándose en la grasa o leche de los humanos. Según los investigadores, la eliminación de estas sustancias insecticidas a través de las heces de los animales alteraba la fauna natural del suelo, con consecuencias negativas en la productividad de los cultivos.
Con la vacuna patentada se podrá evitar o minimizar el empleo de los insecticidas y fármacos que se usan actualmente en ganadería.
Para la realización del estudio se llevaron a cabo pruebas de campo, al objeto de medir la efectividad del inmunológico, con reses vacunadas que fueron expuestas a la mosca en zonas de pastoreo de alta incidencia en Panamá.
Tras casi un año de evaluación, los resultados muestran una protección del 90 % que también ha puesto de manifiesto beneficiosas reacciones cruzadas con otras miasis.

Histoplasmosis: Protecting Workers at Risk


This booklet is a revised edition of the NIOSH document Histoplasmosis: Protecting Workers at Risk, which was originally published in September 1997. The updated information in this booklet will help readers under­ stand what histoplasmosis is and recognize activities that may expose workers to the disease-causing fungus  Histoplasma capsulatum. The booklet also informs readers about methods they can use to protect themselves and others from exposure.
Outbreaks of histoplasmosis have shared similar circumstances: People who did not know the health risks of  breathing in the spores of H. capsulatum became ill and sometimes caused others nearby to become ill when they disturbed contaminated soil or accumulations of bird or bat manure. Because they were unaware of the hazard, they did not take protective measures that could have prevented illness.
This booklet will help prevent such exposures by serving as a guide for safety and health professionals, environmental consultants, supervisors, and others responsible for the safety and health of those working near material contaminated with H. capsulatum. Activities that pose a health risk to workers at these sites include disturbance of soil at an active or inactive bird roost or poultry house, excavation in regions where this  fungus is endemic, and removal of bat or bird manure from buildings.
REFERENCE:

Antimicrobial Resistance in the Food Chain: A Review


Overview of horizontal gene transfer in food products
(For complete image click HERE).
Antimicrobial resistant zoonotic pathogens present on food constitute a direct risk to public health. Antimicrobial resistance genes in commensal or pathogenic strains form an indirect risk to public health, as they increase the gene pool from which pathogenic bacteria can pick up resistance traits. Food can be contaminated with antimicrobial resistant bacteria and/or antimicrobial resistance genes in several ways. A first way is the presence of antibiotic resistant bacteria on food selected by the use of antibiotics during agricultural production. A second route is the possible presence of resistance genes in bacteria that are intentionally added during the processing of food (starter cultures, probiotics, bioconserving microorganisms and bacteriophages). A last way is through cross-contamination with antimicrobial resistant bacteria during food processing. Raw food products can be consumed without having undergone prior processing or preservation and therefore hold a substantial risk for transfer of antimicrobial resistance to humans, as the eventually present resistant bacteria are not killed. As a consequence, transfer of antimicrobial resistance genes between bacteria after ingestion by humans may occur. Under minimal processing or preservation treatment conditions, sublethally damaged or stressed cells can be maintained in the food, inducing antimicrobial resistance build-up and enhancing the risk of resistance transfer. Food processes that kill bacteria in food products, decrease the risk of transmission of antimicrobial resistance. 
REFERENCIA:
Verraes C. Antimicrobial Resistance in the Food Chain: A Review. Int J Environ Res Public Health. 2013 July; 10(7): 2643–2669.

O polêmico uso da ractopamina na suinocultura

Substância é usada como repartidor de energia e não traz consequência maléficas para o ser humano, dizem especialistas. No entanto, restrição de mercados devem promover mudanças em seu uso no plantel nacional.

Recentemente a Rússia anunciou restrições a importação de carne suína nacional, alegando a presença de ractopamina no produto. De acordo com o diretor técnico do Instituto Catarinense de Defesa Agropecuária (Icasa) e médico veterinário Gerson Catalan, a Ractopamina é um repartidor de energia que atua principalmente na conversão alimentar (menor consumo de alimento para produzir um quilograma de carcaça), no ganho de peso diário (atinge o peso desejado de abate mais cedo) e faz com que a carcaça do suíno tenha um menor percentual de gordura, ou seja, traz benefícios econômicos ao produtor e carne com menor percentual de gordura que é mais saudável para o consumidor. Não se trata nem de um promotor de crescimento e nem de um antibiótico.
Com base neste argumento, pergunta-se: Essa substância afeta a saúde do ser humano? Segundo Catalan, não há nenhuma comprovação de que o uso do produto possa fazer mal ao ser humano. "Os países que fazem restrição ao seu uso seguem o que a União Européia preconiza. Na prática, é a não comprovação de possíveis malefícios é que os levam a não utilizar", afirma. O diretor-executivo da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) compartilha da mesma informação. "Há uma discussão mundial em torno do uso de ractopamina na produção de suínos, apesar dos inúmeros estudos que afirmam que a substância não faz mal a saúde humana", pontua Coser. "No entanto, alguns países ainda desconfiam das propriedades do produto, restringindo seu uso".
Apesar de liberada no país, na opinião do presidente da ABCS, o Brasil precisa adaptar sua criação de suínos para ter livre acesso aos mercados que restringem o uso de ractopamina. Ele cita o caso russo como exemplo. "Se a Rússia proíbe o uso da substância, nós temos que segregar algumas plantas e frigoríficos para que estes não utilizem a ractopamina", argumenta Coser. "Claro que a não-utilização do produto irá impactar diretamente na qualidade da produção. É um debate complicado, mas se a regra de um país, de mercado tão expressivo como o russo, é não usar, não usaremos. Regra é regra", finaliza o presidente da ABCS.


Rui Vargas, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) comenta, em vídeo, a restrição russa referente ao uso de ractopamina na carne suína nacional. Veja abaixo:


Casos de Peste Suína Africana crescem na Rússia em outubro

As autoridades veterinárias russas relataram 13 focos de Peste Suína Africana em suínos e javalis de várias regiões do país durante o mês de outubro, informou um relatório da Rosselhoznadzor para a Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE).
 
O relatório diz que um total de 392 porcos foram classificados como suscetíveis a doença, dos quais foram notificados 92 casos. Dos 92 suínos afetados, 81 animais foram encontrados mortos. Outros 83 suínos foram abatidos.

No caso de javalis, 54 foram classificados como suscetíveis a doença. Destes, foram confirmados dez casos, sendo que oito foram encontrados mortos e os outros dois javalis foram abatidos.
O maior número de focos ainda é registrado na parte europeia da Rússia. Médicos veterinários lutam para impedir a propagação da Peste Suína Africana na Região Black Earth (Belgorod, Voronezh, Kursk, Tambov, Lipetsk Regiões), onde as maiores granjas de suínos do país estão concentradas.
De acordo com o recente relatório da Rosselhoznadzor, o ano de 2013 é recorde em termos de propagação da ASF na Rússia. Com informações do site Pig Progress.
Fonte
Suinocultura Industrial

Pecuária Embargos à carne bovina brasileira perdura

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China, Japão e África do Sul não deram qualquer sinal de que vão eliminar os embargos à entrada de carne bovina brasileira em seus mercados após o questionamento apresentado na semana passada pelo Brasil no Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS, na sigla em inglês) da Organização Mundial do Comércio (OMC). O argumento para a manutenção das barreiras é o caso não clássico da doença da “vaca louca” detectado no Paraná em 2010 e divulgado apenas no ano passado.

A delegação brasileira argumentou que o caso, único, foi atípico e não afetou a cadeia alimentar. E destacou que, apesar da ocorrência, o país manteve o status de “risco insignificante” para a doença concedido pelo comitê científico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês). Em resposta, China, Japão e Africa do Sul disseram que continuarão discutindo o problema bilateralmente querem mais informações do Brasil sobre alguns pontos. A China, por exemplo, retrucou que há vários problemas “indefinidos” na ciência e que não tem “vaca louca” e precisa proteger sua pecuária.
Os chineses insistiram que suas leis proíbem a importação da carne bovina do Brasil e de alguns outros países que eventualmente registrem casos da doença. Além do Brasil, a União Europeia reclamou contra importadores que utilizam o argumento da doença da “vaca louca” para bloquear acesso a mercados e não reconhecer regiões livres da doença.
Desta vez, a UE foi enfática tambem contra a interdição imposta pela China. Também pediu para Coreia do Sul e Estados Unidos acelerarem as autorizações para importação de carne bovina. Da mesma forma, conclamou Cingapura a relaxar suas restrições. E o Brasil também se queixou de barreiras na Indonésia para a entrada de carne de frango. O SPS, que se reúne periodicamente, é o fórum da OMC que examina até que ponto medidas sanitárias rigorosas para garantir produtos alimentares seguros servem de pretexto para medidas protecionistas.
Fonte: Valor Econômico

RO: Carne ilegal


Em Rondônia (RO), frigorífico fecha acordo com Ministério Público Federal (MPF) para evitar a comercialização e a produção de carne ilegal.


FONTE

sábado, 19 de outubro de 2013

Leishmania Parasites with Greater Infectivity Associated with Treatment Failure



WASHINGTON, DC – October 8, 2013 – Relapses after treatment for Leishmania infection may be due to a greater infectivity of the parasite rather than drug resistance, as has been previously thought, according to a study published in mBio®, the online open-access journal of the American Society for Microbiology
Visceral leishmaniasis, also called kala-azar, is a parasitic disease that strikes 400,000 people every year and kills around 1 in 10 of its victims. The disease has proven difficult to treat, in part because a large percentage of patients who take the drug of choice, miltefosine, relapse after treatment, coming down with the same disease all over again. Doctors and scientists have long suspected that drug resistance was behind the failure of miltefosine, but that's not so, according to the researchers.  The study reveals that parasites in patients who relapse after leishmaniasis treatment have a greater infectivity than parasites from patients who were treated successfully. They are essentially a worse, more dangerous form of the parasite.
"Parasites from relapsed patients show an increased capacity to infect host cells," says co-author Manu Vanaerschot of the Institute of Tropical Medicine in Antwerp , Belgium . The authors write that it remains to be seen whether miltefosine treatment causes the increased infectivity of the parasite, or if parasites with greater infectivity are capable of escaping treatment.
Miltefosine is at the heart of a vast program aimed at ending visceral leishmaniasis on the Indian subcontinent (India, Bangladesh and Nepal), but 6.8% of Indian patients redevelop symptoms of the disease within 6 months after treatment and 20% of Nepalese patients relapse within 12 months after miltefosine treatment. Parasites collected from patients before and after treatment have been fingerprinted and are very close genetic matches, indicating that these patients are not simply re-infected with new parasites once their treatment ends, they are still carrying the same strain that sickened them before treatment. Other work revealed another surprising fact: parasites from relapsed patients were sensitive to miltefosine, so the failure of treatment was not due to drug resistance, a common suspect in cases where infectious disease treatment fails.
With re-infection and drug resistance now crossed off the list of possible reasons for the high relapse rate, the researchers set out to see what factors might really be at work. They examined the morphology of parasites taken from visceral leishmaniasis patients who were treated successfully and patients who relapsed. They found a significant association between the number of parasites in the metacyclic stage of their life cycle and patient treatment outcome. In other words, patients who relapsed were infected with parasites that have a greater infectivity, meaning they were more capable of infecting human cells.
The precise link between infectivity and treatment failure is not known, write the authors, but they propose that parasites with greater infectivity might cause a greater parasite load in the patient, making the case more difficult to treat, or perhaps they are able to evade the drug by hiding in parts of the body it doesn’t easily penetrate, like the skin.
Vanaerschot says he and his colleagues saw a similar correlation between infectivity and treatment failure in patients who had been treated with the types of drugs that used to be favored in the region, pentavalent animonials. "At the time we thought that it was a very special case. But now that we've also seen this in parasites treated with other drugs, this indicates that it might be a more common problem than we originally thought."
Co-author Jean-Claude Dujardin, of the Institute of Tropical Medicine and the University of Antwerp , in Belgium , says regardless of the underlying cause-and-effect relationship, the findings are a wake-up call about the possible effects a therapy might have on pathogens it's supposed to kill.
"When we develop a drug to fight against a pathogen, we need to think about possible collateral damage. Of course we have to use these drugs, but we need surveillance to see if more aggressive parasites start to spread," says Dujardin.
The article can be found online at http://bit.ly/mbiotip1013a

CRMV-PR disponibiliza palestras do Seminário de Ensino da Medicina Veterinária

Durante dois dias, em Londrina, diretores de 14 escolas de Medicina Veterinária, integrantes da Comissão de Ensino do CRMV-PR, representantes dos conselhos de Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro ouviram palestras e debateram problemas e propostas para o futuro do ensino da Medicina Veterinária no estado do Paraná. As palestras de Antonio Felipe de Figueiredo Wouk, Secretário-Geral do Conselho Federal de Medicina Veterinária, “O impacto internacional do crescimento do número de profissionais no Brasil”; Felipe Pohl de Souza, tesoureiro do CRMV-PR, “Projeções da profissão no Paraná”; professor Wilmar Marçal, da Universidade Estadual de Londrina, “Ambiente de alta concorrência e habilidades a serem desenvolvidas para o novo ambiente”; professor Marcelo de Sá Pacheco, vice-presidente do CRMV-RJ, “Cursos de Medicina Veterinária: Ensinamos o que é preciso aprender?”; professor João Estevão Sebben, coordenador do curso de Medicina Veterinária da Uniguaçu, “Experiências da Uniguaçu com empregabilidade”; professor Italmar Teodorico Navarro, da UEL, “Inserção do médico veterinário no núcleo de apoio à saúde da família”; professora Roberta Lemos Freire (“Experiência de estudantes da UEL em programa de inserção na Saúde Pública”); e de Ermari Zanini, da Consultoria 4Search, “Requisitos do médico veterinário na cadeia do frango”, estão disponíveis abaixo para download.

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Boletin PANAFTOSA Nº23/2013

Colera Porcino / Classical Swine Fever 

Development and validation of a multiplex, real-time RT PCR assay for the simultaneous detection of classical and African swine fever viruses
. Haines FJ, Hofmann MA, King DP, Drew TW, Crooke HR. PLoS One. 2013 Jul 26;8(7):e71019



Diarrea Bovina Viral / Bovine Viral Diarrhea

Bovine viral diarrhoea: pathogenesis and diagnosis. Lanyon SR, Hill FI, Reichel MP, Brownlie J. Vet J. 2013 Sep




Herd-level risk factors for bovine viral diarrhea virus infection in dairy herds from Southern Brazil. Almeida LL, Miranda IC, Hein HE, Neto WS, Costa EF, Marks FS, Rodenbusch CR, Canal CW, Corbellini LG. Res Vet Sci. 2013 Sep



Relative associations of cattle movements, local spread, and biosecurity with bovine viral diarrhoea virus (BVDV) seropositivity in beef and dairy herds. Gates MC, Woolhouse ME, Gunn GJ, Humphry RW. Prev Vet Med. 2013 Aug



Fiebre Aftosa / Foot and Mouth Disease
Decisions on control of foot-and-mouth disease informed using model predictions. Halasa T, Willeberg P, Christiansen LE, Boklund A, Alkhamis M, Perez A, Enøe C. Prev Vet Med. 2013 Sep




Development of a peptide based latex agglutination assay for serotype identification of foot and mouth disease virus. Kaur D, Kaur G, Chandra M, Saxena HM, Dwivedi PN. Indian J Exp Biol. 2013 Feb;51(2):124-8





Display of the VP1 epitope of foot-and-mouth disease virus on bacteriophage T7 and its application in diagnosis. Wong CL, Sieo CC, Tan WS. J Virol Methods. 2013 Nov;193(2):611-9



The performance of approximations of farm contiguity compared to contiguity defined using detailed geographical information in two sample areas in Scotland: implications for foot-and-mouth disease modelling. Flood JS, Porphyre T, Tildesley MJ, Woolhouse ME. BMC Vet Res. 2013 Oct;9(1):198



Protein coexpression using FMDV 2A: effect of "linker" residues. Minskaia E, Ryan MD. Biomed Res Int. 2013; 2013: 291730




A Review of OIE country status recovery using vaccinate-to-live versus vaccinate-to-die foot-and-mouth disease response policies I: benefits of higher potency vaccines and associated NSP DIVA test systems in post-outbreak surveillance. Barnett PV, Geale DW, Clarke G, Davis J, Kasari TR. Transbound Emerg Dis. 2013 Sep


Selection and characterization of an acid-resistant mutant of serotype O foot-and-mouth disease virus. Liang T, Yang D, Liu M, Sun C, Wang F, Wang J, Wang H, Song S, Zhou G, Yu L. Arch Virol. 2013 Oct




DESTACADOS

Informes Epidemiológicos Semanales PANAFTOSA:

Informe Epidemiológico sobre Fiebre Aftosa y Estomatitis Vesicular


Enfermedad Similar al Colera Porcino