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sexta-feira, 15 de abril de 2011

UFRRJ: Projeto disponibiliza material didático de medicina veterinária on-line


14/04/2011

Projeto disponibiliza material didático de medicina veterinária on-line
Danielle Kiffer
 Jef Bettens/ Stock Photos
                    
                        Doenças parasitárias ainda causam grande
                                 perda à atividade pecuária
O Brasil possui uma das maiores populações de gado leiteiro e de corte do mundo. Segundo dados do Ministério da Agricultura, o país é dono do segundo maior rebanho efetivo do mundo, com cerca de 200 milhões de cabeças de gado. Além disso, o Brasil é um dos países que mais exportam carne bovina, tendo entre seus principais concorrentes Austrália e Argentina. Mesmo assim, doenças parasitárias ainda causam grandes perdas econômicas à atividade pecuária brasileira. Para mudar esse cenário e  ampliar o conhecimento sobre as doenças que envolvem ecto e endoparasitas, o professor de Doenças Parasitárias da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Adivaldo Henrique da Fonseca, desenvolveu um material didático específico, que inclui um site e um catálogo com informações detalhadas sobre diagnóstico, tratamento e prevenção dessas enfermidades, para ser consultado por profissionais e estudantes de medicina veterinária e áreas afins.
O site, que ficará hospedado no portal da UFRRJ (www.ufrrj.br/), disponibilizará textos e livros de domínio público, apostilas sobre os diversos parasitos e os vários tópicos que compõem o programa da disciplina Doenças Parasitárias. Nele, também poderão ser pesquisados artigos científicos, de extensão e anais de congressos de medicina veterinária. O trabalho, que faz parte do projeto “Produção e disponibilização de material didático multimídia referente às doenças parasitárias dos animais domésticos”, recebeu apoio do edital de Apoio à Produção de Material Didático, da FAPERJ. "Estamos produzindo um material de qualidade não apenas para suprir as necessidades acadêmicas dos estudantes como também para servir como fonte de consulta", diz.
Segundo explica Adivaldo, como a maior parte da literatura de medicina veterinária disponível é constituída por livros e textos produzidos na América do Norte e na Europa, onde os climas predominantes são o temperado e o frio, o material que o projeto está desenvolvendo tem foco voltado para o clima tropical, com ênfase na região do sudeste brasileiro. “É importante suprir necessidades acadêmicas dos estudantes com a produção de um material didático de qualidade, que explore as características específicas do clima brasileiro. E também pode ser uma fonte de consulta para atividades de educação continuada e trabalhos de campo”, justifica.
 Divulgação/UFRRJ
      

       No site, o pesquisador Adivaldo priorizará
           as doenças típicas do clima brasileiro 
De acordo com o pesquisador, o Brasil possui um dos maiores rebanhos bovinos do mundo, mas sua produção aproximada é de cerca de 1.200 quilos de leite por vaca ao ano. Na Europa, como afirma o pesquisador, este número chega a 4.300 quilos por vaca ao ano. “Isso acontece porque em regiões de clima tropical, as altas temperaturas e a umidade associadas ao manejo zootécnico deficiente, com o aumento do número de animais por hectare, favorecem a proliferação de ectoparasitas (que se instalam na parte externa do hospereiro, como carrapatos, pulgas e piolhos) e endoparasitas (localizados no interior do hospedeiro, como helmintos e hemoparasitos). “Os carrapatos são os que mais transmitem agentes patogênicos. O acelerado processo de urbanização e desmatamento, por exemplo, favorecem a proliferação destes parasitas”, explica.
Como afirma Adivaldo, os carrapatos são vetores da babesiose (Babesia bovis e Babesia bigemina) e da anaplasmose (Anaplasma marginale), as enfermidades que mais atingem o rebanho bovino brasileiro. “Além disso, as helmintoses gastrintestinais, coccidioseses, bernes e bicheiras são responsáveis pela morbidade e mortalidade de animais ou pela diminuição da produtividade dos rebanhos.”
Some-se a isso a falta de informação correta. "Entre os fatores que acarretam a morbidade e a mortalidade de um percentual significativo dos animais está o manejo incorreto de pesticidas, que também podem colocar em risco as pessoas que os consomem, em decorrência de potenciais resíduos”, explica.
Além de procurar motivar o estudante de veterinária, o pesquisador também acredita que o site auxiliará os profissionais para o diagnóstico correto e contribuirá com subsídios para o tratamento adequado e a prevenção de doenças. "Com isso, queremos difundir informações para propiciar o bem-estar dos animais e melhorar as taxas de produtividade", diz. Segundo o pesquisador, o material está em fase final de preparo, mas algumas informações já estão disponibilizadas em seu próprio sitewww.adivaldofonseca.vet.br .


© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

domingo, 10 de abril de 2011

sábado, 9 de abril de 2011

2011 – ANO MUNDIAL DA MEDICINA VETERINÁRIA



"Veterinário para a saúde, Veterinário para o alimento, Veterinário para o planeta."
Em 2011, a Medicina Veterinária por intermédio de diferentes organizações em diversos países do mundo celebram o ano da Medicina Veterinária, o VET 2011, que comemora os 250 anos da ciência veterinária. Os eventos neste contexto são capitaneados pela Organização Mundial de Saúde Animal que constitui para este fim um comitê executivo, do qual o CFMV participa representando o Brasil.
Neste ano comemoram-se os 250 anos da profissão no mundo. Apesar dessa ciência confundir-se com os primórdios da civilização humana, foi em 1761, em Lyon na França que houve a fundação da primeira escola de ensino da Medicina Veterinária, tendo assim início a veterinária científica. Em seguida, em 1764, foi criada a Escola Veterinária de Alfort, próxima a Paris. Ambas foram iniciativas do Médico Veterinário Francês Claude Bourgelat.
Mais do que celebrar essa data marcante para a profissão, as organizações mundiais reunidas no comitê executivo do VET 2011 querem evidenciar a importância da profissão de Médico Veterinário que trabalha, ao longo destes 250 anos, em beneficio da saúde animal e da saúde humana.
Com o VET 2011 pretende-se por meio de vários eventos mobilizando a classe ao redor do mundo, tendo como eixo de discussões a tríade “Vet for health, Vet for food and Vet for the Planet”, ou seja, “Veterinário para a saúde, Veterinário para o alimento e Veterinário para o Planeta”. Pretende-se mostrar para o grande público que os Médicos Veterinários são agentes atuantes não apenas para a saúde e o bem-estar dos animais, mas também, são imprescindíveis na saúde pública por sua responsabilidade na promoção da segurança alimentar, controle de zoonoses, pesquisas biomédicas e proteção ao meio-ambiente e a biodiversidade.
Acesse também:
Conjunto de vídeos da OIE (download):
Em Português/Portugal
Notícias sobre a VET 2011 e a participação do CFMV:

sexta-feira, 25 de março de 2011

Declaração Universal dos Direitos dos Animais



1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida. 
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
 
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Preâmbulo:
Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais.

Proclama-se o seguinte
Artigo 1º 
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º 
1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem. 
Artigo 3º 
1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia. 
Artigo 4º 
1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito. 
Artigo 5º 
1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito. 
Artigo 6º 
1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural. 
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante. 
Artigo 7º 
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º 
1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas. 
Artigo 9º 
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º 
1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. 
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal. 
Artigo 11º 
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º 
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio. 
Artigo 13º 
1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal. 
Artigo 14º 
1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.


http://equipeveterinariafv2010.blogspot.com/2011/02/declaracao-universal-dos-direitos-dos.html

Ser Veterinário...


Pensando bem...
... ser médico veterinário não é só cuidar de animais.
É, sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser médico veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser médico veterinário não é só ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser médico veterinário é não importar se os animais pensam, mas sim que sofrem.
É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.
Ser médico veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.
É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser medico veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder um tempo enorme apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através de animais, a si mesmo.
Ser médico veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pêlo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral, de esterco.
Ser médico veterinário é ter coragem de entrar num mundo diferente e ser igual.
É ter capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas verdadeiras.
É aliviar olhares, é lembrar de seu tempo de criança e querer levar para casa todos os cães vadios e sem dono.
Ser médico veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos de amor e vida.
"Todos nós podemos nos formar em veterinária, mas nem todos serão veterinários."
E você...
...o que é?                                             

Pronunciamento da Senadora Gleisi Hoffmann sobre a Medicina Veterinária


Sr Presidente, Sras. Senadoras e Srs. Senadores,2011 é um ano muito especial para Medicina Veterinária. Afinal, há exatos 250 anos foi fundada a primeira escola veterinária no mundo, na cidade francesa de Lyon.
Além disso, em uma feliz coincidência, 2011 também é particularmente importante para a Medicina Veterinária no meu Estado, afinal, o curso de graduação da Universidade Federal do Paraná/UFPR, comemora 80 anos de existência.
Reconhecendo a importância desta data, mas, sobretudo a relevância dos serviços prestados em benefício da sociedade pelos profissionais da Medicina Veterinária ao redor do mundo, várias organizações de grande importância no cenário internacional, tais como a FAO (Organização das Nações Unidas para Saúde e Alimentação), a OMS (Organização Mundial de Saúde), a Unesco, a OIE (Organização Internacional de Saúde Animal), a Comissão Europeia, entre outras, declararam 2011 como “Ano Mundial da Medicina Veterinária” com o tema “Veterinária para a Saúde, Veterinária para o Alimento, Veterinária para o Planeta”.
Desde 1761, quando considera-se que foi criada a profissão de Médico Veterinário, são 250 anos de exercício deste ofício cujo papel principal tem sido a busca de melhorias na saúde humana e animal. Se no passado poderia haver alguma confusão em torno da amplitude das atribuições do profissional desta área, por vezes vistos exclusivamente como médicos e defensores do bem-estar dos animais, atualmente, os veterinários modernos são tidos como profissionais da saúde pública, tendo papel crucial em várias frentes como:
• Promoção da segurança alimentar, por supervisionar a higiene da produção animal;
• Controle de zoonoses;
• Monitoramento de qualidade de alimentos e segurança;
• Investigação biomédica; e
• Proteção do meio ambiente, da biodiversidade e da nossa fauna.

Fica evidente o quão vastas são as possibilidades de atuação destes profissionais como agentes de saúde, interagindo de forma absoluta com as demais atividades envolvidas neste setor.
Até porque, a compreensão deste novo mundo, globalizado, repleto de agentes e atores, demanda a maior interatividade possível entre indivíduos e organizações e também entre diferentes profissionais em busca dos melhores resultados para sociedade.
Exemplo disto é uma estratégia inovadora chamada “Um Mundo, Uma Saúde”, elaborada pelos quatro organismos internacionais responsáveis pelo tema: FAO, OIE, OMS e UNICEF.
A idéia corresponde a prevenção e controle das enfermidades infecciosas emergentes e reemergentes, na interface entre o homem, os animais e os ecosistemas, e foca nas doenças capazes de provocar epidemias e pandemias. Seu objetivo é preventivo quanto às doenças e visa resolver os problemas de saúde nas populações mais suscetíveis, reforçando a capacidade de resposta às emergências mundias de saúde.
Esta iniciativa de “Uma Saúde Única” corresponde a um movimento que busca a união entre médicos, médicos veterinários, dentistas, enfermeiros e outros profissionais de saúde, com o conceito de que para as doenças, não há separação entre o homem, os animais e o meio ambiente.
No Brasil, ao longo destes pouco mais de 100 anos de existência, a Medicina Veterinária vem contribuindo significativamente na melhoria da saúde animal (disponibilizando alimentos de qualidade) e da saúde pública (cuidando das doenças transmitidas pelos animais). E também, devemos reconhecer, tratando de nossos animais domésticos, nossos companheiros de lar.
Uma sociedade evoluída destaca-se pelo alto grau de consciência sobre os direitos das mulheres, das crianças, dos idosos e dos cidadãos menos favorecidos economicamente. E do mesmo modo, sociedades evoluídas também zelam pelo bem estar e pelo direito dos seus animais, e neste contexto, mais uma vez, os Médicos e as Médicas Veterinários são profissionais de grande relevância.
Sr Presidente, Sras Senadoras e Srs Senadores, me parecem claro que os profissionais da Medicina Veterinária são essenciais para o bom funcionamento da saúde pública e sua atuação na área pode ser bastante ampla. Podem inserir-se em diferentes atividades que contemplam a gestão, o planejamento em saúde, a pesquisa, o ensino, e, mais tradicionalmente, a vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e educação em saúde.
O reconhecimento do Médico Veterinário como profissão de nível superior da área da saúde, se deu por meio da Resolução nº 287 do Conselho Nacional de Saúde, publicada em 1998, que define as categorias profissionais de saúde de nível superior no Brasil. Todos sabem que a atenção primária à Saúde é complexa e demanda uma intervenção interdisciplinar para que se possa ter efeito positivo sobre a qualidade de vida da população.
Diante disto, o Ministério da Saúde publicou em 2008, a Portaria nº 154 viabilizando a criação e desenvolvimento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, conhecidos como NASF.
O NASF deve ser constituído por equipes compostas por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, para atuarem em conjunto com os profissionais já existentes na Estratégia em Saúde da Família, na ótica do zoneamento, sendo referenciados a um determinado número de imóveis ou residências e criando vínculo com a população.
No entanto, ao que me parece equivocadamente, a Medicina Veterinária não foi incluída como parte das Categorias Profissionais descritas na portaria que crou o NASF.
Recentemente, fui procurada pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, oportunidade em que fui apresentada a esta realidade. E desde já, anuncio meu total apoio aos profissionais da Medicina Veterinária em sua demanda, entendendo ser um verdadeiro benefício para o conjunto da sociedade sua inclusão entre as categorias abrangidas no NASF.
Registro que atendendo à solicitação desta categoria encaminhei um Ofício ao Ministério da Saúde, solicitando a inclusão do Médico Veterinário na lista de profissões recomendadas aos municípios para compor o NASF, procurando, assim, aperfeiçoar a Portaria nº 154, de 2008. Demanda que conta  com o apoio de todos os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária e da Associação Brasileira de Saúde Pública Veterinária.
Cumpre ressaltar que tal recomendação não acarretará ônus a nenhuma das esferas do SUS, já que a efetiva contratação do Médico Veterinário para atuar nos núcleos fica a critério da necessidade deste profissional, de acordo com a realidade epidemiológica de cada município. Trata-se, portanto, de possibilitar a contratação de um profissional desta expertise, apenas, se assim entender o gestor local.
Acredito que diante das diferentes realidades epidemiológicas do território brasileiro, possibilitar que equipes que compõem o NASF tenham um Médico Veterinário, é simplesmente disponibilizar a experiência deste profissional, na promoção da saúde, prevenção e controle de doenças, àquelas localidades que possuam esta demanda.
Desta forma, entendo que a inclusão da Medicina Veterinária no NASF representa a materialização da colaboração desta profissão à atenção básica de saúde das famílias em nosso país, consolidando o Sistema Único de Saúde e seguindo o conceito mundial de que o custo e o impacto social das doenças nos seres humanos só podem ser minimizados com a prevenção e a promoção da saúde.
Hoje, existem no Brasil aproximadamente 75 mil profissionais de Medicina Veterinária, oriundos, em sua absoluta maioria, dos 170 cursos de graduação distribuidos pelo país. E neste ano de 2011, quando celebram 250 anos de existência de sua profissão, me parece que seria uma justa homenagem atendê-los nesta demanda, que ao final, significa dotar de melhores possibilidades de atendimento a sociedade brasileira.

Encerro, Sr Presidente, apresentando meus parabéns a todas as Médicas e Médicos Veterinários do Brasil e do Mundo.

Muito Obrigada!

Enviado por e-mail porJuliano Hoffmann

quarta-feira, 2 de março de 2011

Charges de Veterinária!!!!
























Remember why you're a veterinarian / Recorde porque você é um veterinário


http://veterinarybusiness.dvm360.com/vetec/article/articleDetail.jsp?id=707260&sk=&date=&&pageID=1
Texto original segue abaixo. A tradução pode ser vista no final desse post.
The graceful shape of a cat's face. The watchful eye of a dog. The smile of a grateful client. These are the faces of veterinary care. They keep us going and can help us succeed in practice, conquer our mountains, and be the best veterinarians we can be.

VETERINARY ECONOMICS
One day not so long ago, I experienced an interesting phenomenon. Three different people—three of the dozens of faces I see every day—came in with their pets for medical treatment, and each one told me how much they were prepared to spend. One client could spend $100. Another was limited to $200, and the third client said $300 was the maximum she could spend. No one had told these clients how to negotiate with a veterinarian—although some people advise our clients to do this.

Even stars want to be you
Knowing their spending parameters, I gave the same recommendations I would have anyway to the $100 and $200 clients, but with deferred payment options. I would love to have diagnosed the third dog with a $300-or-less disease, but it wasn't the case. Here, like a pediatrician would do with a child, I did with the pet: I advocated for the necessary care. And after hearing the passion in my voice when I told her why I felt strongly that we had to treat her pet with this course of action, she asked how much it would be. It was $480. She didn't say yes, she said YES.
I've always practiced according to this principle: "Tell people what they need—but only what they need." As veterinarians, we can still do everything we need to, but maybe not all at once. If a client's dog has flea allergy dermatitis and needs to be on a strong parasite control program, perhaps he can get caught up on vaccines later.
This may not be how you imagined practice would be. In fact, you may feel lost. If so, perhaps I have something to offer.
Facing your mountain
How many times have you taken a false route on the climb? Felt yourself slip and been caught by someone or something? Gone from clear days to blizzards or experienced months that seemed straight up followed by a sharp downhill? Did you ever do the crazy one-arm hold on a precipice—building a hospital, buying equipment, firing staff—when you didn't feel like you could hold on and didn't know what was just up and over the next incline? Well, you're not alone.
In veterinary medicine, none of us have exactly the same mountain to climb. Our challenges and our triumphs are all different. My mountain is not your mountain.
In fact, some of you might think of your mountain more like a tree—or a stepladder. Maybe yours looks more like a circle because you don't seem to be getting anywhere. Maybe it looks like the stock market: up, then down, then up. (Then down.)
Where are you? Are you in the foothills? Are you near the top? Are you on the lowest branches of the tree? Or are you way out on a limb? Are you climbing the mountain or sliding down the other side?
There's no right or wrong place to be on this journey. But the economy has presented us with a new mountain to climb. Some people think this frugal time will pass by eventually. I think the new fidelity might be here to stay. The "new normal" is shorthand for the reality of hard times.
As we climb this mountain, all of us will have to work harder. "Compliance" will no longer be the right word to describe our relationship with clients. Clients won't "comply"; they'll follow the plan we work out together with them in the exam room.
In the old days, we gave an estimate or quote, explained it, and the client pulled out a platinum card. What a different thing it is when he or she begins by telling us, "This is how much I have to spend." Maybe this new frugality won't last forever—but for many doctors, it's here now. Let's get back to basics. Let's remember why we do what we do.
The power of puppy breath
Close your eyes and take a moment to remember what the air smelled like the last time you stood on a mountain: crisp, clean, light as a first snow, unfettered, uncluttered, free. You might actually call that smell triumphant.
That smell must be part of the allure of mountain climbing—to go where few have left a footprint, to see as far as the eye can see, to smell the air at the peak of a continent, and to know that few other people have taken a breath there.
Now I want you to get down on your knees—figuratively—on the floor of the high temple of veterinary medicine: the exam room. Kneel down in that exam room, take a breath, and remember the smell of sweet-and-sour puppy breath. (That's the best way I know to describe it.) Or, if you prefer, imagine that earthy smell you inhale when you burrow your nose into the fur of an 8-week-old kitten. Or think about that grass-and-sweat smell of a horse. Or better yet, a horse's odor mixed with wood shavings—I love that.
In the hustle of a busy day, trying to balance appointments, surgery, and medical records on the fly, with squabbles to resolve and the fear of leaner times in the air, it's as easy to forget the smell of puppy breath, kitten fur, and horse sweat as it is to forget the smell of a mountaintop.
I'd like to share with you one important secret I've learned since I put the white smock back on and laid the stethoscope around my neck and went back to the high temple. The secret is this: The way to the mountaintop is to get down on your knees and smell puppy breath.
The perfect dog
To encourage you in your climb, I offer you this simple story. It has no dramatic finish, no heroic rescue, no sleuthing CSI-type medical discovery. As fulfilling as those things are—and our professional lives are full of them—they are not the way to the mountaintop.
The woman with the perfect dog was in the parking lot of North Idaho Animal Hospital in Sandpoint, Idaho, where I practice as an associate veterinarian. It was a few months ago when I was walking into the clinic from the parking lot.
I stopped and petted her dog, a beautiful golden retriever. "What a beautiful dog you have," I said. "She has beautiful eyes, and I can tell she loves you." I had no idea that that dog would be my first appointment of the day.
The owner's name was Cathy, and the golden retriever, Lily, was 7 years old. She had a mass on her spine just in front of the base of her tail.
When I met Cathy in the exam room, I said, "I bet you were worried sick this was a deadly cancer." She simply nodded her head in agreement. I could see the fear in her eyes.
I explained that I was going to look at the mass, but not until I'd done a full exam from the tip of the nose to the tip of the tail. I didn't want to overlook anything else. With no abnormal findings on the physical exam, I zeroed in on the mass.
With my technician helping, I showed Cathy how to tell whether the growth was a cause for concern. Cathy put on her reading glasses and got down on the floor with us as I checked off the boxes: regular margin, not ulcerated, freely movable, no adjacent lymph node involvement. I also told her to examine the mass herself. She ran her hands over and around it.
I told Cathy it was most likely a lymphoma or a fatty tumor, then turned to Lily and said, "You've got a wonderful mom. Looks like you two are going to be together for a long, long time." Cathy bonded with me right there in that instant.
Pet owners want to learn. Pet owners want you to express empathy, to take away the worry. They want more than anything else to know how much you care—before they care how much you know. Cathy was happy that I liked her dog; I complimented her on the care she was giving Lily. I told her she was doing a perfect job.
I was doing what no one on the Internet can do and what too many veterinarians don't do. Those veterinarians are worried about difficult times, they're distracted, and they're disengaged. They're not where I was—down on the floor of the high temple smelling dog breath. They don't take the time to acknowledge how much people love their pets and tell people what a great job they're doing with their care. I perked up for every client I saw after Cathy. I stepped up to the exam room door, raised my head, dropped my shoulders, and said to myself, "This is the most important pet and client I will see today."
This is what I was born and raised to do. I suture lacerations, I alleviate pain, and I do it all for the animals and their people. I'm working for smiling faces and climbing my mountain—and enjoying the fresh air and puppy breath—for another day.
Dr. Marty Becker is a Veterinary Economics Editorial Advisory Board member, writer, speaker, and resident veterinarian for Good Morning America.
*This article was adapted from an evening session sponsored by Elanco at CVC San Diego in 2010. Missed it? Dr. Becker will be presenting at CVC Washington, D.C., in May.


A tradução foi feita usando a ferramenta de tradução automática do Navegador de internet. Por favor, releve os erros de tradução!!!
Recorde porque você é um veterinário
A forma graciosa de rosto de um gato. O olhar atento de um cachorro. O sorriso de um cliente agradecido. Estes são os rostos de cuidados veterinários. Eles nos mantêm a caminho e pode nos ajudar a ter sucesso na prática, conquistar os nossos montes, e ser o melhor veterinários que podemos ser.

ECONOMIA VETERINÁRIA

Um dia não muito tempo atrás, eu experimentei um fenômeno interessante. Três pessoas diferentes e três das dezenas de rostos que eu vejo todos os dias, veio com seus animais de estimação para tratamento médico, e cada um me disse o quanto eles estavam preparados para gastar. Um cliente pode gastar R $ 100.Outro foi limitada a US $ 200, eo terceiro cliente disse que US $ 300 era o máximo que ela poderia gastar. Ninguém tinha dito a esses clientes como negociar com um veterinário, embora algumas pessoas aconselhar os nossos clientes para fazer isso.
Conhecendo os seus parâmetros de gastos, eu dei as mesmas recomendações que eu teria de qualquer maneira para os clientes $ 100 e US $ 200, mas com opções de pagamento parcelado. Eu adoraria ter diagnosticado o cão terceiro com US $ 300-doença ou menos, mas não era o caso. Aqui, como um pediatra faria com uma criança, eu fiz com o animal de estimação: Eu defendia os cuidados necessários. E depois de ouvir a paixão em minha voz quando eu disse a ela porque eu senti fortemente que tínhamos de tratar seu animal com este curso de ação, ela perguntou quanto seria. Ele foi de US $ 480. Ela não disse sim, ela disse que sim.
Eu sempre praticada de acordo com este princípio: "Diga às pessoas o que elas precisam, mas apenas o que eles precisam." Como veterinários, que ainda podemos fazer tudo o que precisamos, mas talvez não todos de uma vez. Se um cão cliente tem dermatite alérgica causada por pulgas e precisa estar em um programa de forte controle de parasitas, talvez ele possa ficar preso a vacinas mais tarde.
Isso não pode ser como você imaginou prática seria. Na verdade, você pode se sentir perdido. Se assim for, talvez eu tenha algo a oferecer.

Enfrentando sua montanha

Quantas vezes você tomou uma rota falsa na subida? Sentiu-se escorregar e foi capturado por alguém ou alguma coisa? Longe de dias claros para nevascas ou meses tiveram que parecia cima seguido de uma acentuada descida? Você já fez a segurar um braço-louca em um precipício, a construção de um hospital, compra de equipamentos, ateando fogo ao pessoal quando você não sente como se pudesse segurar e não sabia o que era apenas para cima e sobre a inclinação da próxima? Bem, você não está sozinho.Em medicina veterinária, nenhum de nós tem exatamente a mesma montanha para escalar. Os nossos desafios e nossas conquistas são todas diferentes. Minha montanha não é a sua montanha.De fato, alguns de vocês poderiam pensar de sua montanha mais como uma árvore ou um escadote. Talvez o seu aspecto mais parecido com um círculo, porque você não parece estar chegando a lugar nenhum. Talvez ele se parece com o mercado de ações: para cima, em seguida, para baixo, depois para cima.(Em seguida, para baixo).
Onde você está? Você está no sopé? Você está perto do topo? Você está em ramos mais baixos da árvore? Ou você sair em um membro? Você está escalando a montanha ou descendo do outro lado?Não há nenhum lugar certo ou errado para estar nesta jornada. Mas a economia tem nos apresentado uma nova montanha para escalar. Algumas pessoas pensam que esse tempo vai passar por frugal eventualmente. Eu acho que a nova fidelidade poderia estar aqui para ficar. O "novo normal" é uma abreviação para a realidade dos tempos difíceis.À medida que escalar esta montanha, todos nós vamos ter que trabalhar mais duro. "Compliance" deixará de ser a palavra certa para descrever nosso relacionamento com os clientes. Os clientes não vão "respeitar", eles vão seguir o plano de trabalhar juntos com eles na sala de exame.Nos velhos tempos, que deu uma estimativa ou citação, explicou ele, eo cliente retirou um cartão de platina. Que coisa diferente é quando ele ou ela começa dizendo: "Isto é o quanto eu tenho para gastar." Talvez esta nova frugalidade não durará para sempre, mas para muitos médicos, ele está aqui agora. Vamos voltar ao básico. Vamos nos lembrar por que fazemos o que fazemos.

O poder da respiração cachorrinho
Feche os olhos e ter um momento para lembrar que o ar cheirava a última vez que estava em uma montanha: crocante, leve, limpo como uma primeira neve, livre, livre, livre. Você pode realmente chamar esse triunfante cheiro.
Aquele cheiro deve ser parte do fascínio da escalada de montanha, para ir onde poucos deixaram uma pegada, para ver até onde os olhos podem ver, cheirar o ar no pico de um continente, e saber que poucas pessoas têm tomar um fôlego lá.Agora eu quero que você fique de joelhos, figurativamente, no andar do grande templo da medicina veterinária: a sala de exame. Ajoelhe-se naquela sala do exame, tomar um fôlego, e lembre-se do cheiro de doce e azedo respiração cachorrinho. (Essa é a melhor forma que conheço para descrever isso.) Ou, se preferir, imagine que você inala o cheiro de terra quando você toca o nariz para a pele de um filhote de 8 semanas de idade. Ou pense que a grama e cheiro de suor de um cavalo. Ou melhor ainda, o odor de um cavalo misturada com aparas de madeira, eu amo isso.

Na azáfama de um dia agitado, tentando nomeações equilíbrio, a cirurgia, e os registros médicos em tempo real, com disputas para resolver eo medo de tempos difíceis no ar, é tão fácil esquecer o cheiro da respiração cachorrinho, pele do gatinho, e suor de cavalo, pois é para esquecer o cheiro de uma montanha.
Eu gostaria de compartilhar com vocês um segredo importante que eu aprendi desde que eu colocar o avental branco novamente e colocou o estetoscópio no pescoço e voltou para o templo elevado. O segredo é este: O caminho para o topo da montanha está a ficar de joelhos e cheirar respiração cachorrinho.
O cão perfeito
Para incentivá-lo na sua escalada, ofereço-lhe esta história simples. Não tem final dramático, sem resgate heróico, nenhuma descoberta CSI tipo sleuthing médica.Como cumprir como as coisas são e nossas vidas profissionais estão cheios deles, eles não são o caminho para o topo da montanha.
A mulher com o cachorro perfeito estava no estacionamento do North Idaho Animal Hospital em Sandpoint, Idaho, onde a prática como um veterinário associado. Foi há uns meses atrás quando eu estava andando na clínica do estacionamento.
Eu parei e acariciou o seu cão, um retriever dourado bonito. "Que belo cão você tem", disse eu. "Ela tem olhos lindos, e posso dizer que ela te ama." Eu não tinha idéia de que o cão seria o meu primeiro compromisso do dia.
O nome do proprietário era Cathy, eo golden retriever, Lily, 7 anos. Ela tinha uma massa em sua coluna em frente da base da cauda.
Quando me encontrei com Cathy na sala do exame, eu disse, "Eu aposto que você estava preocupada se tratava de um câncer mortal." Ela simplesmente assentiu com a cabeça em concordância. Eu podia ver o medo nos olhos dela.
Expliquei que eu estava indo para olhar para a massa, mas não até que eu tinha feito um exame completo da ponta do nariz à ponta da cauda. Eu não quero esquecer nada. Com nenhum resultado anormal no exame físico, eu zero em massa.
Com o meu técnico de ajudar, eu mostrei Cathy como dizer se o crescimento foi um motivo de preocupação. Cathy colocar seus óculos de leitura e ficou no chão com a gente como eu repassava as caixas: margem regular, não ulcerada, livremente móvel, sem participação do nó de linfa adjacentes. Eu também disse a ela para examinar a própria massa. Ela passou as mãos sobre e em torno dele.
Eu disse Cathy era mais provável um linfoma e um tumor gordo, em seguida, virou-se para Lily e disse: "Você tem uma mãe maravilhosa. Parece que vocês dois vão ficar juntos por um longo, longo tempo." Cathy colados comigo ali naquele instante.
Os proprietários querem aprender. Os proprietários querem que você expressar empatia, para tirar a preocupação. Eles querem mais do que qualquer outra coisa para saber o quanto você se importa, antes que eles se importam o quanto você sabe. Cathy estava feliz que eu gostei de seu cão, eu a elogiei o cuidado que ela estava dando Lily. Eu disse que ela estava fazendo um trabalho perfeito.
Eu estava fazendo o que ninguém na internet pode fazer eo que também muitos veterinários não fazem. Os veterinários estão preocupados com tempos difíceis, eles estão distraídos, e eles estão desligados. Eles não estão onde eu estava para baixo no chão do templo alta cheirando a respiração do cão. Eles não têm o tempo para reconhecer o quanto as pessoas amam seus animais de estimação e dizer às pessoas o que é um grande trabalho que estão fazendo com seus cuidados. Eu animou-se para cada cliente que eu vi depois Cathy. Fui até a porta da sala de exame, levantei a cabeça, deixou cair os ombros, e disse a mim mesmo: "Este é o animal mais importante cliente e vou ver hoje."
É isso que eu nasci e fui criado para fazer. Eu sutura lacerações, eu aliviar a dor, e eu faço tudo para os animais e seu povo. Estou trabalhando com rostos sorridentes e subir a minha montanha e desfrutar do ar fresco e da respiração cachorrinho para outro dia.
Dr. Marty Becker é um veterinário Economia membro do Conselho Editorial, escritor, palestrante e médico veterinário residente Good Morning America .
* Este artigo foi adaptado de uma sessão de ontem promovido pela Elanco na CVC San Diego em 2010. Perdi? Dr. Becker estarão se apresentando no CVC Washington, DC, em maio.