quarta-feira, 7 de maio de 2014

Ministério apresenta estudos sorológicos para febre aftosa

Objetivo é conferir a condição sanitária dos rebanhos, avaliar a eficiência da vacinação e cumprir compromissos internacionais

Em reunião entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e representantes dos serviços veterinários oficiais foram apresentados os estudos de avaliação de circulação do vírus da febre aftosa e a eficiência da vacinação.
Encontro foi realizado, durante a semana passada, no auditório do Mapa, em Brasília, e reuniu as unidades federativas que integram a zona livre de febre aftosa com vacinação, reconhecidos internacionalmente.
As orientações do Mapa serão executadas no decorrer deste mês e têm o propósito de padronizar as ações previstas. Para o estudo de avaliação da ausência de circulação viral estão previstas as coletas de 52,8 mil amostras de soro de bovinos e búfalos em 1.650 propriedades. Já para a eficiência da vacinação serão 4,3 mil amostras em 830 propriedades distribuídas nos estados envolvidos.
Segundo o responsável pela Coordenação de Febre Aftosa (CFA) do Mapa, Plínio Lopes, são estudos importantes para gestão do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa), além de fundamentais para manter o status de zona livre perante à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e atender requisitos de mercado para exportação de carne bovina.
“São propostas importantes, porque mostrarão se a vacinação nos rebanhos está sendo feita de forma adequada, além de confirmar a ausência de circulação do vírus na zona livre”, afirma o coordenador do programa de febre aftosa do Rio Grande do Sul, Fernando Groff.
Dentre os estados envolvidos nos estudos apresentados pelo Mapa estão: Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e parte das zonas livres do Amazonas e Pará.
Na ocasião, os participantes também foram atualizados sobre as ações e perspectivas do Pnefa, assim como sobre a situação da erradicação da febre aftosa na América do Sul.

http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2014/05/ministerio-apresenta-estudos-sorologicos-para-febre-aftosa
http://inovadefesa.ning.com/group/defesasanitriaanimal/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A322436

França suspende importação de suínos vivos da América do Norte e Japão

A França suspendeu as importações de suínos vivos dos Estados Unidos, Canadá, México e Japão para tentar prevenir a entrada do vírus da diarreia suína epidêmica  no país, disse hoje o ministério da agricultura da França.

A proibição também se estende a todos os produtos que contenham carne suína para alimentação animal. A França é o primeiro país europeu a adotar essa medida. 
As importações de suínos  processados destinados à alimentação humana continuarão, pois o vírus não é transmitido para as pessoas e “não apresenta problemas para a saúde”, afirmou o ministério.
No mês passado, o ministro da Agricultura do Brasil, Neri Geller, afirmou que não cogitava proibir naquele momento as importações de suínos  vivos e plasma suíno dos Estados Unidos, que vêm sofrendo com um surto da diarreia  suína epidêmica (PED, na sigla em inglês).
Além de ter afetado 60% do rebanho reprodutor dos EUA, a doença já atinge outros países, como México, Canadá, Colômbia e Peru.

Conforme o ministro Geller, todas as importações de suíno vivo para reprodução e plasma suíno oriundas de países que já tenham notificado o vírus da PED terão sua documentação burocrática de liberação concentrada em Brasília.

http://www.suinoculturaindustrial.com.br/noticia/franca-suspende-importacao-de-suinos-vivos-da-america-do-norte-e-japao/20140505092147_Y_949

Sistema de Propriedade de Descanso de Ovinos para Abate (PDOA)

Foi realizado na sexta-feira (2) o embarque de ovinos de Campo Grande com destino ao frigorífico  Friron, em  Rondonópolis (MT), realizado por meio do sistema de Propriedade de Descanso de Ovinos para Abate (PDOA), que consiste em reunir animais de vários produtores em uma área devidamente adaptada para recebimento, pesagem, registro, inspeção e embarque dos animais.
 

O PDOA, sistema inédito no Brasil, foi criado para facilitar o comércio de animais no Estado, estimular a cadeia produtiva de ovinos e caprinos e garantir que o consumidor tenha um produto de qualidade em sua mesa. Este é o quinto embarque realizado pelo sistema, totalizando 589 animais, enviados para Mato Grosso, São Paulo e também encaminhados para frigorífico do Estado. Mato Grosso do Sul está entre os dez produtores de ovinos do País, com rebanho médio estimado de 700 mil cabeças.
 

Idealizado pela Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Ministério da Agricultura, Secretaria Estadual de Produção e Turismo, Associação Sul-mato-grossense de caprinos e ovinos, Câmara Setorial da Ovinocultura e Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) e disseminado através dos sindicatos rurais, o sistema não tem qualquer custo ao produtor, que pode enviar quantas cabeças de animais desejar, sem número mínimo ou máximo de ovelhas.
 

“Havia um entrave na comercialização dos ovinos. Foi quando surgiu a necessidade de se criar uma iniciativa para facilitar esse comércio, sem intermediários e sem transações financeiras, já que o frigorífico deposita o valor pago ao produtor direto na conta dele durante a comercialização”, observa o médico veterinário do Sistema Famasul, Horácio Tinoco.
 

A Iagro inspeciona previamente os animais embarcados, verificando as guias de trânsito animal (GTA) e a nota fiscal, documentos essenciais para envio ao frigorífico destino. Além disso, questões sanitárias são analisadas, garantindo a procedência da carne que futuramente será consumida. “Como são reunidos animais de várias propriedades, é necessária a fiscalização do estado do animal, quando a Iagro inspeciona as condições  do ovino, assim como a documentação emitida”, destaca a coordenadora estadual do Programa de Caprinos e Ovinos da Iagro, Suzana Ortega.
 

De acordo com a médica veterinária da Fazenda Nossa Senhora Auxiliadora - propriedade onde é realizado o embarque - Ana Cristina Bezerra, o PDOA ampliou a oferta aos produtores. “O programa possibilita ao produtor escolher melhor, além de assegurar a ele a entrega de seu animal separado, já que as ovelhas são pesadas, inspecionadas e colocadas no caminhão que já está dividido com espaço para cada produtor”, pondera.
 

Neste embarque foram enviados animais de três produtores, com média de peso entre 39 kg e 40 kg, com cruzamento de raças e acabamento de carcaças que garantem a qualidade dos ovinos. “Temos pré-combinados a faixa de peso e a idade dos animais que vão para os frigoríficos”, relata Ana Cristina.


 http://www.folhacg.com.br/noticias-ler/sistema-viabiliza-embarque-de-ovinos-para-mt/8419/

sábado, 3 de maio de 2014

Brasil atua na prevenção da Diarreia Epidêmica de Suínos

Ministério alerta aos cuidados e práticas para evitar a entrada da doença nos rebanhos




A Diarréia Epidêmica Suína (PED, em inglês) é uma doença que ocorre apenas em suínos, causada por um coronavírus. A diarréia epidêmica suína produz surtos agudos e graves de diarréia que se transmite rapidamente entre todas as idades de suínos e entre os criatórios (epidemias). A introdução do vírus da PED em um rebanho susceptível normalmente resulta em surtos agudos de diarréia grave, vômito, alta taxa de morbidade (muitas vezes 100%) e mortalidade variável (até 100% em leitões lactantes). A diarréia não atinge humanos ou outras espécies de animais.

A doença foi primeiramente identificada em 1971, na Grã-Bretanha, e em 1982, na Ásia, tornando-se endêmica em muitos países nessas regiões. Em 2010, uma cepa variante do vírus foi identificada na China, resultando em ocorrências da doença de forma mais grave com alta taxa de morbidade e mortalidade. Em maio de 2013, foi confirmado o primeiro caso nos Estados Unidos. Os resultados de estudos genéticos de cepas dos EUA indicam ser muito semelhantes a cepas isoladas na China, sugerindo a provável origem da doença no país. Dados fornecidos por laboratórios de diagnóstico veterinário americanos sugerem que há 40-50 novos casos de vírus PED diagnosticados a cada semana, com a doença agora relatada em 27 estados. Como os sinais clínicos da doença são de fácil reconhecimento, estima-se que muitos casos não estão sendo diagnosticados em laboratório, o que leva a uma sub-notificação dos casos e dificulta o conhecimento da real situação.
Atualmente já há registros da forma grave da doença em vários outros países como: Canadá, México, Peru, Colômbia, Japão, República Tcheca, Hungria, Itália, Alemanha, Espanha, Coréia, Filipinas, China e Tailândia. No Brasil não há casos da PED.


Propagação da doença


Uma grande quantidade de partículas virais é eliminada nas fezes de animais doentes, as quais contaminam os alimentos, a água e objetos que, em contato com a boca de outro suíno, provoca a infecção. Uma pequena quantidade de fezes contém vírus suficiente para infectar diversas granjas de suínos. O vírus da PED está sendo detectado em amostras coletadas de instalações da criação, abate, transporte e inúmeros objetos, demonstrando o vasto potencial para a transmissão da doença.


O que os produtores devem fazer para prevenir a entrada da PED nas criações


Os produtores devem manter-se informados e procurar o médico veterinário que atenda aos suínos na região, que é o profissional indicado para prestar maiores orientações, de acordo com as características de cada criatório.

Os cuidados e práticas gerais com a biossegurança nos criatórios devem ser redobrados para evitar a introdução das doenças no rebanho, principalmente em situações críticas, tais como:
1. Ingresso de animais de outros criatórios deve ser de origem certificada e confiável. Os animais devem ser mantidos isolados dos demais por pelo menos 15 dias;
2. Ingresso de veículos, objetos ou equipamentos que possam ter passado por outros criatórios;
3. Ingresso de pessoas que tiveram contato com outros suínos; 
4. Se houver quaisquer sinais clínicos compatíveis com a PED, o produtor ou o veterinário devem procurar imediatamente o veterinário do serviço oficial (estadual ou federal) para que seja providenciado o diagnóstico precoce e a adoção de medidas para evitar a disseminação da doença.


Como o vírus PED entrou nos Estados Unidos


Não há nenhuma confirmação de fonte específica ou local de entrada do vírus nos Estados Unidos. As principais hipóteses apontam para a entrada via ingredientes de ração para suínos importados da China.


Como o Brasil está atuando para prevenir a entrada da PED no país


O Mapa está em estado de alerta para a doença, buscando informações atualizadas sobre a doença e atuando em conjunto com o setor privado para discutir e implementar as melhores ações para prevenir a entrada da PED. Já foram adotadas medidas para reforçar a prevenção da introdução da enfermidade no país, dentre as quais estão:

• Todas as importações de suínos vivos, das quais nossa indústria é dependente para melhoramento genético, somente serão autorizadas pelo DSA/SDA/Mapa, que analisará caso a caso; os animais devem ser originados de estabelecimentos certificados pelo serviço veterinário do país exportador da ausência da doença nos últimos 12 meses e deverão cumprir quarentena na origem e também serão quarentenados por no mínimo 30 dias nas novas instalações da Estação Quarentenária de Cananéia, sob permanente supervisão do serviço veterinário oficial, antes de serem transportados para fazendas no Brasil.
• Em relação à importação de sêmen suíno, somente serão emitidas autorizações de importação pelo DSA/SDA/Mapa, que analisará caso a caso. Os semens deverão ser oriundos de centros de coleta credenciados pelo serviço veterinário oficial do país exportador e que não registraram ocorrências da doença nos últimos 12 meses;
• Com relação ao plasma suíno para ração animal, somente serão autorizadas importações pela SDA/Mapa e que sejam oriundas de estabelecimentos registrados pelo serviço veterinário oficial do país de origem; com certificação sanitária oficial quanto aos rigorosos requisitos estabelecidos pelas autoridades brasileiras para importação. Também serão realizadas missões de fiscais federais agropecuários aos estabelecimentos exportadores do insumo para averiguar "in loco" o cumprimento dos requisitos sanitários.
 
http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/notas-declaracoes

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Exames em 49 bovinos no Mato Grosso resultaram negativo para EEB


Desde que foi iniciada a averiguação do caso provável de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) no Estado do Mato Grosso, por parte dos fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e autoridades sanitárias mato-grossenses (Indea), foram adotadas todas as providências previstas em protocolos nacionais e internacionais. As investigações de campo envolveram 11 propriedades, todas com vínculo de trânsito animal com estabelecimentos onde esteve a vaca analisada. 
Créditos: Divulgação / MAPA
Clique na imagem para vê-la no seu tamanho original.


Neste cenário, após inspeção em mais de 4 mil animais, foram identificados 49 bovinos, em plena condição física de saúde, que haviam nascido um ano antes e um ano depois da vaca com suspeita de EEB. Para estes casos, a recomendação internacional prevê a destruição desses animais -- o que ocorreu no dia 25 de abril. Ainda assim, o serviço sanitário também submeteu amostras encefálicas coletadas de todos os exemplares ao teste de EEB pelo Laboratório Nacional Agropecuário de Pernambuco (Lanagro-PE). E, em 30 de abril, todos os resultados foram negativos para a doença. Isso demonstra de forma inequívoca que o animal identificado é um caso isolado e não representa risco algum para a sanidade animal e à saúde pública.

Essas medidas foram adotadas visando encerrar as atividades de campo, independentemente do resultado conclusivo que ainda está por ser enviado pelo laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), localizado em Weybridge, na Inglaterra.

Todas as ações foram sustentadas nas recomendações sanitárias do Código de Animais Terrestres da OIE, visando cumprir com os seus dispostos, mantendo assim o Brasil com a melhor classificação mundial sanitária para EEB, que é de risco insignificante.

Desde 1990, o Ministério da Agricultura aplica medidas de prevenção e vigilância dessa doença, que são atualizadas constantemente, em consonância com as informações científicas disponíveis e as recomendações da entidade internacional.

Diante dessas ações, consolidadas há mais de duas décadas no Brasil, um eventual registro da enfermidade não configura risco sanitário, visto que as medidas de mitigação de risco atuais são suficientes para evitar a reciclagem e amplificação do agente causador.

Saiba mais

Em 2005, a OIE extinguiu o termo "livre de EEB" de seu Código Sanitário de Animais Terrestres. A avaliação atual da entidade em relação à doença elenca as seguintes categorias: insignificante, controlado e indeterminado, em ordem crescente de grau de risco. Ou seja, nenhum pais do mundo está isento da ocorrência de casos esporádicos da enfermidade.

Para avaliação de situação sanitária, a OIE considera as medidas de prevenção, vigilância e mitigação de risco adotadas por um país nos últimos sete a oito anos. Com isso, um animal com idade avançada não desqualifica o sistema de prevenção implantado, que é o caso do animal que está sendo investigado no Mato Grosso (12 anos). 

Nesse cenário, a eventual confirmação de caso de EEB é indicativa de que o país possui um sistema de vigilância robusto, capaz de identificar e retirar situações isoladas e previsíveis da cadeia de alimentação.

Para mais informações sobre o caso, veja mais abaixo:
FONTE

http://www.agrosoft.org.br/agropag/228833.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agrosoft+%28Agrosoft%29#.U2Osj_ldUuR


24/04/2014 14:59Defesa sanitária

Mapa investiga caso atípico de EEB

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) acionou o sistema de defesa animal para averiguar um caso provável de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), no estado de Mato Grosso. As investigações de campo indicam tratar-se de uma única suspeita de caso atípico de EEB, já que o animal foi criado exclusivamente em sistema extensivo (a pasto e sal mineral) e foi abatido em idade avançada, com cerca de12 anos de idade. Essas são as principais características de um caso atípico de EEB, pois ocorre de forma esporádica e espontânea, não relacionada à ingestão de alimentos contaminados.
Os produtos derivados desse bovino não ingressaram na cadeia de alimentação humana ou animal e o material de risco foi incinerado. Por precaução, todos os animais contemporâneos ao caso provável foram identificados individualmente e interditados.
O bovino analisado foi enviado para abate no dia 19 de março de 2014, em virtude de problemas reprodutivos ocasionados pela idade avançada e sem sintomas de distúrbios neurológicos. Durante a inspeção ante mortem, o fiscal federal agropecuário responsável pela fiscalização no frigorífico observou que havia um animal caído, ou seja, em “decúbito forçado”. Com esse quadro, o animal não foi considerado apto ao abate de rotina, sendo direcionado ao abate de emergência e submetido à colheita de amostras para o teste de EEB.
O resultado final dos exames realizados em laboratório nacional agropecuário detectou a marcação priônica. Conforme os protocolos brasileiros, foram deflagradas atividades imediatas no sentido de realizar investigação epidemiológica a campo e providências para o envio da amostra ao laboratório de referência internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Weybridge, na Inglaterra, para confirmação da suspeita.
O sistema de defesa sanitária animal brasileiro relacionado à EEB já está consolidado há décadas e permitiu ao Brasil ser classificado como país com risco insignificante para a doença perante a OIE. Essa classificação é a melhor que existe no mundo. Todas as informações sobre o caso já foram repassadas pessoalmente por representantes do Mapa à OIE, que enalteceu a transparência e competência brasileira, colocando inclusive sua estrutura à disposição, assim como seus laboratórios de referência.
A notificação oficial e novas informações sobre o caso serão repassadas quando sair o resultado final da avaliação do laboratório da OIE, na próxima semana.
http://www.agricultura.gov.br/animal/noticias/2014/04/mapa-investiga-caso-atipico-de-eeb

USDA's Proposed Rule for Brazil Lacks Science and Sense

   

 In evaluating USDA's Proposed Rule to import beef from Brazil, it is important to keep certain principles and factors in mind. I favor free trade. I favor scientific evidence in facilitating that trade, and I oppose catastrophic risk. 
    There is another psychological effect. That is the damage done by the BSE episode, which even now, more than a decade later, limits our access to world markets, colors our trade relations with other nations and took hundreds of millions of dollars out of the nation’s beef production chain. No one’s ever offered a refund. 
   All of that said, evaluating the proposed rule has seemed somewhat disconcerting, like any time it seemed someone should pop up and yell, “April Fool! We’re just kidding!” or, given the hard lessons taught to us by this administration – some whistleblower explaining the real, political motive behind this proposal that no one outside government had deciphered. Yet. 
    One has to remember this proposal is to import fresh or chilled beef into this country from Brazil, not to import live cattle or the virus. But try as I might, I found it is impossible because of the nature of this particular virus to completely separate the two because this virus can be so contagious. It travels in and on animals, on equipment, wrapping, vehicles and wind currents (30-70 miles) and causes both mortality and severe morbidity, that one can't entirely separate the meat and meat processing from the virus threat. 
    There is a reason Brazil has a team of professionals that descend at the first reports of this disease and slaughter every cloven-hoofed animal in sight, or more technically, any critter that could have been in contact with the stricken ones. It is a serious problem for the producer involved, for the surrounding countryside, the nation and surrounding nations. For a country with export customers, it is a bomb. 
    One factor getting minimal attention is the frightening prospect of foot and mouth disease (FMD) in North American wildlife. How could we become free of this virus ever again should our continent’s deer and elk population become infected with FMD? Hogs produce copious amounts of aerosol virus. Can you imagine FMD raging through the hordes of wild hogs roaming through the southern United States? 
    What we learned about applying science to trade under the threat of BSE only underlines the differences in this case. BSE is not a contagious disease, has a limited source of infection (feed contaminated with certain tissues) and has limited geographic scope compared to FMD. While all the science we would have preferred wasn’t available then, there was a considerable body of evidence. Most folks weren't aware of it because it wasn't necessary. 
    That isn't analogous to the FMD situation. While we know quite a bit about the virus, its effects on animals, how it travels and how to dispose of sick animals, there are critical things we do not know about the key question – how it could be transmitted through the import of meat.
    The World Organization for Animal Health (OIE) did as thorough an examination of that question as could be done with the available evidence and research results.* We do not know two critical things: how much infective virus it would take on meat or meat wrappings, boxes, containers, etc. to infect an animal; and how much lymphatic or bone residue remains in deboned beef that could potentially carry the virus. 
    Those are key reasons the OIE study concluded it was impossible at this time to conclude that the risk of bringing FMD in through deboned beef was "negligible" through applying strict slaughter procedures. A "negligible" risk could only be attained if certain practices used to reduce the risk of presenting FMD infected animals for slaughter were combined with key slaughter and processing procedures.
     To be fair, Brazil has shipped fresh beef to other countries in the world, mostly European Union countries and, to this point, no one has tied any FMD outbreak to that source. The OIE report attributes this mainly to proper slaughter procedures and to a very low percentage of cattle being slaughtered while infected with FMD. But there is no way to quantify the risk because there is no data on how many infected animals have been slaughtered and shipped. 
    FMD vaccination entails its own problems. The OIE report shows recommendations for twice a year vaccination, the necessity of matching which of the seven serotypes and 60 strains one needs to vaccinate for, less than 100 percent vaccination rates and possible less than optimal vaccination due to possible potency problems, short or long periods before challenge or single doses. Brazil does not regularly vaccinate pigs. 
    The USDA proposed rule has two gaping holes. While Brazil surveys and monitors strains of the virus active in the “export” states of Brazil, it does not do so in the non-export area states and it does not do so in the surrounding countries, some with “FMD-free with vaccination” ratings and some classified as unknown risks. This is critical because there is no cross protection among different serotypes and variable cross protection among strains. The other blunder – the OIE recommendation is a three-week quarantine period for all animals to be slaughtered for export to allow for most of any infected animals to show signs and eliminate the group for eligibility. Even the quarantine is not failsafe, as occasional animals show no visible symptoms. In the absence of a quarantine requirement, USDA does not discuss a blood test component. 
Bottom line: do we want to swap nearly no risk for “low risk”? 

The opinions expressed in this commentary are solely those of Steve Dittmer, a veteran in agricultural policy and commentator.  
*Qualitative Assessment of the Commodity Risk Factor for Spread of Foot-and-mouth Disease Associated with International Trade in Deboned Beef, " OIE ad hoc Group on - 

See more at: http://www.cattlenetwork.com/e-newsletters/drovers-daily/USDAs-Proposed-Rule-for-Brazil-Lacks-Science-and-Sense-257517061.html?view=all#sthash.6Ga1Mx76.dpuf

Diarreia Epidêmica dos Suínos: A doença se espalha pelo mundo

OIE: Japão confirma um total de 418 focos de DES


De acordo com um relatório enviado à OIE pelo Dr. Toshiro Kawashima (Divisão de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura, Japão), em Outubro de 2013, confirmou-se um surto de DES após 7 anos de ausência da doença. No Japão já existem vacinas contra esta doença aprovadas pelo Ministério da Agricultura.

A partir de Dezembro de 2013 o número de casos começou a aumentar no sul de Kyushu. O referido número diminui temporariamente na mesma zona em Fevereiro de 2014, mas voltou a aumentar em Março de 2014 ao mesmo tempo que se confirmavam focos no norte de Kyushu e noutras prefeituras do norte do Japão. O número de prefeituras afectadas por mês é: Outubro (1), Novembro (1), Dezembro (2), Janeiro (1), Fevereiro (2), Março (10), Abril (16).
De acordo com o relatório, o número total de focos até à data é de 418: Okinawa (4 ),  Ibaraki (5), Kagoshima (156), Miyazaki (68), Kumamoto (20), Aichi (20), Aomori (10), Kochi (3), Okayama (2), Tottori (1),  Saga (9), Oita (5), Fukuoka (4), Chiba (29), Nagasaki (6), Saitamamie (14), Kagawaehime (2), Tochigi (9), Gunma (6), Niigata (13), Shizuoka (5), Fukushima (2), Toyama (2), Ishikawa (1), Gifu (2), Yamagata (2),  Hokkaido (3), Fukui (1), Iwate (8), Akita (1) e Miyagi (3).
PED-Japan
Segundo a análise genética do Instituto Nacional de Saúde Animal, os vírus isolados nos casos de Outubro e Novembro de 2013 pareciam-se aos vírus isolados na República Popular da China e nos Estados Unidos da América em 2013.

http://www.3tres3.com.pt/ultima-hora/oie-jap%C3%A3o-confirma-um-total-de-418-focos-de-des_7669/


Canadá notifica novos casos de DES à OIE


A OIE publicou um relatório sobre os casos de DES no Canadá a partir das informações remetidas pelo Dr Martine Dubuc, da Canadian Food Inspection Agency (CFIA).
Segundo o relatório, no passado dia 5 de Fevereiro de 2014, o Canadá informou a OIE que estavam a aparecer casos de DES. O Canadá teve, até ao momento, 4 surtos de DES (2 dos quais constituem grupos de focos) em 4 Províncias com um total de 58 explorações afectadas. A primeira suspeita de DES no Canadá foi detectada numa suinicultura no sudoeste do Ontário a 22 de Janeiro de 2014 e foi confirmada pela CFIA a 24 do mesmo mês. Os 58 focos de DES em explorações suinícolas são: 54 no Ontário, um foco confirmado na Ilha do Príncipe Eduardo e outro no Quebéc e dois focos no Manitoba.
20140429canada PED-esp
Os últimos casos foram confirmados no Ontário a 22 de Aril de 2014. A informação sobre os focos incluída neste relatório foi enviada à CFIA pelas autoridades provinciais responsáveis pela sanidade animal. os sinais clínicos observados incluem diarreia, vómitos e anorexia; foram mais intensos nos porcos mais jovens. Também se observou mortalidade em leitões jovens. A sequenciação da estirpe do vírus da DES dos casos aparecidos nas explorações do Canadá confirmaram que são similares às estirpes que circulam nos Estados Unidos da América.
O Canadá continua a aplicar medidas de controlo e prevenção para reduzir o risco de propagação desta doença. que incluem a aplicação de medidas restritivas de biossegurança na exploração, a limpeza e desinfecção dos camiões e a intensificação dos controlos na fronteira. Adicionalmente, o Canadá continua a recolher e a integrar informação epidemiológica para entender melhor os factores de risco da introdução e propagação deste vírus. A doença é agora de declaração obrigatória nalgumas Províncias, entre elas Alberta, Manitoba e Quebéc.

http://www.3tres3.com.pt/ultima-hora/canada-notifica-novos-casos-de-des-a-oie_7677/

Campanha nacional de vacinação de bovinos e bubalinos contra aftosa começou nesta quinta, dia 1º

Meta é vacinar cerca de 166 milhões de cabeças no país

Duda Pinto, BD, 05/01/2009
Foto: Duda Pinto, BD, 05/01/2009
Vacinação é fundamental na erradicação e prevenção da aftosa
A primeira etapa da campanha anual de vacinação do rebanho de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa começa na quinta, dia 1º, em 21 Estados brasileiros. A meta é vacinar cerca de 166 milhões de cabeças, informou o responsável pela Coordenação de Febre Aftosa (CFA), Plínio Lopes, do Ministério da Agricultura.


– A campanha é fundamental para manter as zonas livres com vacinação e prevenir a reintrodução da doença no território nacional – acrescenta o coordenador.

A vacinação de todo o rebanho de bovinos e bubalinos vai até o dia 30 de maio e será feita nos Estados de Alagoas, da Bahia, do Ceará, Distrito Federal, de Goiás, do Maranhão, do Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais, do Pará, da Paraíba, de Pernambuco, do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, de Sergipe e do Tocantins. Já a imunização em animais com idade até 24 meses está prevista nos Estados do Acre (exceto os municípios da fronteira com a Bolívia que vacinam todos os animais), Espírito Santo, Mato Grosso, Paraná e de São Paulo.

Em Mato Grosso do Sul, a imunização na fronteira iniciou em abril e parte das propriedades deve vacinar todo o seu rebanho até o dia 15 de junho. Já o Estado de Santa Catarina não está inserido no calendário por ser zona livre de aftosa sem vacinação.

O produtor deve apresentar a relação dos animais vacinados e a nota fiscal da vacina nos escritórios do serviço veterinário oficial, que têm o prazo de 30 dias para encaminhar ao ministério o relatório das atividades da campanha de vacinação contra a doença. Quem descumprir o prazo, perde as licenças sanitárias, fica impedido de comercializar o rebanho e deve pagar uma multa.
A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. A enfermidade é transmitida principalmente pelo contato entre animais doentes e sadios. O vírus também pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas (mãos, roupas e calçados) que entraram em contato com os animais doentes.
A vacinação é fundamental na erradicação e prevenção da aftosa. Se confirmada a doença, a principal forma de controle é o isolamento e sacrifício de animais doentes, e eliminação de fontes de infecção. Quanto mais rápido for detectada a doença, mais rápida será a contenção e menores os prejuízos.
• Veja o Mapa da Febre Aftosa e acompanhe o calendário de vacinação em seu Estado:
 

Mais:



• Leia o manual do Ministério da Agricultura:
CANAL RURAL COM INFORMAÇÕES DO ESTADÃO CONTEÚDO

http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2014/05/campanha-nacional-de-vacinacao-de-bovinos-e-bubalinos-contra-aftosa-comeca-nesta-quinta-dia-1-4488389.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+RuralBR+%28Not%C3%ADcias+-+RuralBR%29

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Inocuidad de Alimentos. Boletín de PANAFTOSA - No. 29


Prevalence of shiga toxin producing Escherichia coli, Salmonella enterica, and Listeria monocytogenes at public access watershed sites in a California Central Coast agricultural region. Cooley MB, Quiñones B, Oryang D, Mandrell RE, Gorski L. Front Cell Infect Microbiol. 2014; 4(30)1-19.



Insusceptibility to disinfectants in bacteria from animals, food and humans-is there a link to antimicrobial resistance? Schwaiger K, Harms KS, Bischoff M, Preikschat P, Mölle G, Bauer-Unkauf I, Lindorfer S, Thalhammer S, Bauer J, Hölzel CS. Front Microbiol. 2014; 5(88):1-12.




Non-aflatoxigenic Aspergillus flavus to prevent aflatoxin contamination in crops: advantages and limitations. Ehrlich KC. Front Microbiol. 2014; 5:50. eCollection 2014.





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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Bali sirve de modelo para la lucha contra la rabia

En tres años se ha controlado la enfermedad mediante la vacunación de los perros y la coordinación médico-veterinaria

Por Joaquín Ventura García
(Foto: Bart Speelman – Wikipedia CC)
Desde 2011, la FAO apoya al gobierno de Indonesia para controlar con rapidez el mortífero virus de la rabia en la isla de Bali, a través de una estrategia innovadora centrada en una exhaustiva vacunación en masa de la población canina.
La página web de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO) publica un reportaje en el que pone como ejemplo a la isla de Bali en cuanto a la puesta en marcha de un programa de control de la rabia y el éxito del mismo.
Los primeros casos de rabia en Bali se registraron en 2008 y la FAO estableció un programa en colaboración con el Gobierno de Indonesia en 2011 (tras la solicitud de ayuda por parte del país asiático) para coordinar y facilitar el control de la rabia con los organismos gubernamentales y las organizaciones asociadas. Como resultado del programa, basado en la vacunación masiva de todos los perros de la isla, los casos de rabia en humanos se redujeron de once al mes en 2010 a tan sólo uno al mes al año siguiente. Tras una vacunación masiva de perros, hubo otra reducción señalada entre 2012 y 2013, con lo que el número de casos humanos señalados fue de uno solo en todo 2013. El modelo desarrollado en Bali se está ahora adaptando para utilizarlo en otras partes de Indonesia afectadas para combatir y eliminar progresivamente el virus de todo el país.
El Centro de Gestión de Crisis de Sanidad Animal de la FAO envió una misión a Bali en diciembre de 2008. Los esfuerzos iniciales del gobierno para controlar la enfermedad no fueron eficaces para prevenir la propagación de la rabia por la isla. Cuando estos métodos demostraron ser insuficientes, el gobierno solicitó la ayuda de la FAO a partir de 2011.
Los resultados de la estrategia de control centrada en la vacunación masiva de perros, complementada con una respuesta rápida y el manejo integrado de los casos de personas mordidas, son evidentes. Ha sido crucial para el éxito del programa la cooperación entre los servicios de sanidad animal y humana.
Los resultados de este proyecto han sido tan espectaculares que la estrategia se está adoptando en otras 23 provincias indonesias donde la rabia es endémica y en otros países de Asia. La FAO tiene la esperanza y la expectativa de que seguimiento de estas políticas conduzca en última instancia a la eliminación del virus en Indonesia y a un mejor control de la rabia en todo el continente asiático.
(Foto: FAO)
http://argos.portalveterinaria.com/noticia/10620/ACTUALIDAD/bali-sirve-modelo-lucha-contra-rabia.html

El Consejo General de Colegios de Veterinarios lanza una campaña publicitaria en radio para acercar la profesión veterinaria a la sociedad

La campaña se puede escuchar en la Cadena SER, Onda Cero y la COPE

Por Colegio de Veterinarios de Madrid

El Consejo General de Colegios Veterinarios, con el propósito de acercar la profesión veterinaria a la sociedad, acaba de lanzar una campaña de publicidad en las tres emisoras líderes de audiencia en España que se prolongará hasta el próximo mes de julio.
La campaña publicitaria se vertebra en torno a la idea de que la esencia de la Veterinaria, una profesión sanitaria, es velar por la salud de los animales y de las personas.
Alrededor de ese eje se desarrollan tres mensajes dirigidos a la población en general: el veterinario protege la salud de la familia inspeccionando los alimentos que se consumen en los hogares; el veterinario vela por la salud de cada persona luchando contra las zoonosis; y el veterinario procura que los animales que conviven con nosotros, leales amigos, disfruten de una vida larga y saludable.
El objetivo es que la sociedad conozca todas las facetas de la profesión y la enorme influencia que tienen los veterinarios tanto en la salud animal como humana, dado que son profesionales bien formados, con unas sólidas bases científicas y que son pieza clave a la hora de garantizar la sanidad animal, la salud pública, la seguridad alimentaria, etc.
Un lema común cierra todas las cuñas radiofónicas: “Somos veterinarios, uno más de tu familia. Controlamos los alimentos que consumes y cuidamos de la salud de los animales con los que convives”.
Emisoras líderes de audiencia
Se han utilizado las emisoras generalistas líderes de audiencia como soporte de la campaña: Cadena SER, Onda Cero y la COPE. Entre las tres suman 8,8 millones de oyentes de un total de 11,5 millones en todo el territorio nacional, según el último Estudio General de Medios publicado el pasado 21 de abril.
En el abanico de programas, la campaña se centra básicamente en los magazines que más seguidores tienen en la actualidad: “Hoy por hoy”, de Pepa Bueno y Gemma Nierga, en la SER (3,158 millones de oyentes); “Herrera en la onda”, de Carlos Herrera, en Onda Cero (2,021); y “La mañana de COPE”, con Sáenz de Buruaga (1,054). En todos los casos se emite una cuña a primera hora y otra a media mañana.
En la programación de campaña, también se incluye el programa temático “Mascoteros”, que dirige y presenta la tarde de los sábados y domingos el veterinario Carlos Rodríguez, en Onda Cero.
Las cuñas
Se utilizan dos tipos de cuñas: de 20 segundos, en Onda Cero y Cadena COPE; y de 15 segundos, en la Cadena SER.
Los textos de las cuñas de 20 segundos son los siguientes:
Alimentación: Los veterinarios inspeccionamos la carne, el pescado, la leche y muchos otros alimentos de la dieta familiar. Protegemos la salud de los tuyos garantizando la seguridad alimentaria.
Zoonosis: ¿Sabías que los animales y los seres humanos pueden transmitirse enfermedades? Se llaman zoonosis y los veterinarios protegemos tu salud luchando contra ellas.
Mascotas: En seis de cada diez hogares hay un animal de compañía. Los veterinarios somos los únicos responsables de que tu mejor amigo disfrute de una larga vida.
Las cuñas de 15 segundos son las siguientes:
Alimentación: Los veterinarios protegemos la salud de los tuyos garantizando la seguridad alimentaria.
Zoonosis: Los veterinarios protegemos tu salud luchando contra las enfermedades que se transmiten entre los animales y el hombre.
Mascotas: En seis de cada diez hogares hay un animal de compañía. Los veterinarios somos los únicos responsables de que tu mejor amigo disfrute de una larga vida.
Al final de las seis cuñas se repite este mensaje: Somos veterinarios, uno más de tu familia. Controlamos los alimentos que consumes y cuidamos de la salud de los animales con los que convives.
Consejo General de Colegios Veterinarios de España.

http://argos.portalveterinaria.com/noticia/10625/ACTUALIDAD/consejo-general-colegios-veterinarios-lanza-campana-publicitaria-radio-acercar-profesion-veterinaria-sociedad.html