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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Antibiotics Cure Anthrax in Animal Models



ScienceDaily (Apr. 20, 2011) — In the absence of early antibiotic treatment, respiratory anthrax is fatal. The 2001 bioterrorism attacks in the US killed four people, out of 22 infected (10 of them with respiratory anthrax), despite massive antibiotic administration, probably because therapy did not begin until the disease had reached the fulminant stage. But a multi-agent prophylaxis initiated within 24 hours post-infection prevented development of fatal anthrax respiratory disease, and treatment combining antibiotics with immunization with a protective antigen-based vaccine conferred long-term protective immunity against reestablishment of the disease, according to a study in the April 2011 issue of the journal Antimicrobial Agents and Chemotherapy. This study is the first to characterize the severity of respiratory anthrax that can be cured.

The researchers, all from the Israel Institute for Biological Research, Ness-Ziona, tested both the efficiency of different therapeutic approaches in preventing fatal disease from developing in infected animals, and their ability to cure animals in which the disease had developed into a systemic, septic phase. Rescue remains possible with appropriate agents even if initiated two days after infection.

Treatment initiated 24 hours after infection with any of four antibiotics protected the animals during treatment, but many of the animals died of anthrax after treatment was stopped, the antibiotics conferring degrees of protection ranging from 10-90 percent. Combining antibiotic treatment with a protective antigen vaccine left all animals fully protected even after the end of treatment.

Animals whose treatment was delayed beyond 24 hours post-infection developed varying degrees of bacteremia and toxemia. Treatment with doxycycline cured both sick guinea pigs and rabbits exhibiting low to moderate bacteremia; adding protective antigen vaccine to the mix boosted the level of bacteremia that was curable 10-fold in the guinea pigs and 20-fold in the rabbits. But ciprofloxacin plus a monoclonal anti-protective antigen antibody was still more effective.

In all cases, the surviving animals developed immunity against anthrax via subcutaneous challenge.

"Our results suggest that doxycycline and ciprofloxacin are efficient antibiotics to treat anthrax, not only as post-exposure prophylaxis, but also during the systemic phase of the disease," the researchers write. "Treatment with both antibiotics can cure guinea pigs and rabbits in an advanced stage of systemic anthrax"

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Efeito de antibiótico dura 2 anos no corpo

Estudo mostra que uso dessas drogas por 7 dias desequilibra flora intestinal por mais tempo do que se pensava. Remédio só deve ser usado em caso de não haver opção e quando os benefícios compensam o risco, dizem médicos.


Tomar antibiótico por uma semana pode prejudicar as defesas do organismo por até dois anos, segundo estudo feito pelo Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas e publicado na revista "Microbiology" . Flora intestinal é o nome dado às bactérias que vivem na parede do intestino. Lá existem centenas de espécies de micro-organismos, protetores ou nocivos à saúde, que convivem em equilíbrio.
As bactérias "boas" têm funções metabólicas, como ajudar no funcionamento do intestino, na absorção de 
gordura e vitamina B12 e na produção de ácido fólico.
"A função mais importante é controlar bactérias desfavoráveis. Sem elas, nós viveríamos constantemente com infecções", diz Ricardo Barbuti, médico endocrinologista da Federação Brasileira de  Gastroenterologia.
Segundo o especialista, há muito se sabe que os antibióticos têm efeito na flora intestinal. O que o
estudo recém-publicado mostra é que essas alterações duram muito mais tempo do que se pensava.
"Além de causar um desequilíbrio passageiro, o remédio também seleciona bactérias resistentes.
Agora sabemos que essa resistência pode durar mais tempo", explica André Zonetti de Arruda Leite, médico endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo.



CONSEQUÊNCIAS
Diarreias, disfunção intestinal e inflamações (colites) são as consequências mais comuns do desequilíbrio da flora intestinal. Tanto faz se o uso do antibiótico é feito de forma correta ou incorreta -por mais ou  menos tempo do que o necessário.
"O medicamento deve ser usado só quando o benefício compensa o risco e não há outra alternativa" , diz Barbuti. Gripes, resfriados ou dores de cabeça não devem ser tratados com antibiótico.



JULIANA VINES
DE SÃO PAULO

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Matéria repassada  por R oberto Amaral

sábado, 6 de novembro de 2010

CFMV TEME O CONSUMO DE ANTIBIÓTICOS VETERINÁRIOS POR HUMANOS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu a Resolução no. 44, de 26 de outubro de 2010, que dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição médica, isoladas ou em associação. A medida é muito positiva, porém, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) teme que, de forma irresponsável, aumentem-se os casos de humanos intoxicados por medicamentos veterinários.
 
De acordo com a Resolução da Anvisa, estão estabelecidos critérios de embalagem, rotulagem, dispensação e controle de medicamentos destinados à humanos. Dentre as principais determinações do documento está a obrigatoriedade de receituário de controle especial, sendo que uma das vias deve ficar retida na farmácia.
 
O CFMV acompanhou, durante o ano, o desenvolvimento desse projeto e alertou a Anvisa para a necessidade de maior amadurecimento da proposta. Preocupado com a saúde pública, o CFMV teme que as pessoas passem a buscar medicamentos similares em farmácias veterinárias. Diferente dos medicamentos humanos, os produtos veterinários estão sob responsabilidade do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) que ainda não apresenta um sistema equivalente de controle como o que há na Anvisa (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados - SNGPC). 
 
O consumo de medicamentos veterinários por humanos é errado, mas já ocorre em outras categorias de produtos devido aos hábitos de automedicação da população. “A compra de produtos veterinários por humanos para fins terapêuticos seria desastrosa. Os produtos apresentam diferenças devido à farmacocinética, ou seja, os processos relacionados à ingestão do produto por um organismo. Essas diferenças devem-se às espécies para os quais eles são fabricados”, explica a especialista em farmacologia Silvana Lima Górniak, da Universidade de São Paulo e representante do CFMV para o tema.
 
De acordo com Benedito Fortes de Arruda, Presidente do CFMV, este Conselho, há mais de 15 anos, propôs ao Mapa a exigência da comercialização de medicamentos veterinários mediante receita. O CFMV também elaborou uma minuta que estabelece as regras e a lista de medicamentos e ofereceu ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. “Passam-se os anos e nenhuma decisão foi tomada. Novamente o assunto foi apresentado ao atual chefe de gabinete do Secretario de Defesa Agropecuária do Mapa”, informou Arruda.
 
Ele lembra que as essas medidas teriam por objetivo proteger a população, racionalizar o uso de medicamentos veterinários e, indiretamente, proteger os interesses comerciais do País. Recentemente, pela identificação de resíduo de medicamentos no produto, a credibilidade da carne bovina exportada foi questionada.
 
Assessoria de Comunicação CFMV

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Conferencia Electronica: Uso Prudente de Antimicrobianos en Animales, ¿Solucion o Utopía?


E-CONFERENCIA
“Uso prudente de los antimicrobianos en animales: solución o utopía?”

25 al 30 de septiembre de 2010
ORGANIZA:
Proyecto SAPUVETNET III "Contribuyendo a las Metas de Desarrollo del Milenio a través del Concepto de Una Salud" (http://www.sapuvetnet.org/) y financiada por el programa ALFA de la Unión Europea (DCI-LA/2008/75).

INSTRUCCIONES DE PARTICIPACIÓN
  1. Abra una cuenta en moodle para poder ingresar a la plataforma:http://projectos.moodle.uevora.pt/
  2. A la derecha Elija su idioma y siga las instrucciones para Usuarios registrados (Si has olvidado tu contraseña, la pedirá también en este espacio), o Registrarse como usuario.
  3. Una vez ingresado a la plataforma, vaya a “mis cursos” en la parte derecha de la pantalla y haga click en: E-Conferencia: “Uso prudente de los antimicrobianos en animales: solución o utopía?”
  4. Diríjase a la parte inferior de la pantalla y observará las preguntas listadas para el debate/ discusión.
  5. Haga click en las preguntas en las que usted desee participar y luego haga click en “colocar un nuevo tema de discusión aquí”e introduzca sus opiniones y comentarios.
  6. También puede acceder directamente a la plataforma enhttp://projectos.moodle.uevora.pt/course/view.php?id=101 y seguir todo el proceso.

I. Contexto
Bienvenidos a la Conferencia electrónica “Uso prudente de los antimicrobianos en animales: solución o utopía?", actividad desarrollada por el proyecto SAPUVETNET III "Contribuyendo a las Metas de Desarrollo del Milenio a través del Concepto de Una Salud"(http://www.sapuvetnet.org/) y financiada por el programa ALFA de la Unión Europea (DCI-LA/2008/75).
Con esta e-conferencia SAPUVETNET III pretende recoger datos, impresiones e ideas sobre las condiciones en las que se está haciendo uso de los antimicrobianos en medicina veterinaria, así mismo, pretende valorar el grado de conocimiento y cumplimento de la normativa que rige el uso de los antimicrobianos en animales en los distintos países que participen en la e-conferencia (principalmente los países de Europa y América Latina), y debatir acerca del impacto de las mismas sobre la salud animal y la salud pública y en particular sobre la propuesta de “uso racional del medicamento”.
Igualmente, se considera interesante comprobar se hay, a la luz de los conocimientos científicos actuales, alternativas que pueden, en algunas situaciones, evitar el uso de antimicrobianos, así como otras propuestas que vayan encaminadas a crear una conciencia o educación social sobre la importancia de prevenir la aparición de resistencia a los antimicrobianos.
Esta e-Conferencia pretende estimular el debate y sensibilizar principalmente a los veterinarios implicados en la sanidad animal, como a otros profesionales que también participan en este sector, incluida la industria farmacéutica, en el uso correcto de los medicamentos.
Del mismo modo, se pretende crear un entorno para la concientización y educación de la sociedad, especialmente de ganaderos, propietarios de animales e incluso público en general, sobre la importancia de usar los antimicrobianos solo cuando es necesario y siempre bajo supervisión profesional.
Hay también que reforzar la idea de que es necesario buscar otras alternativas preventivas, (ej. higiene), si queremos evitar que, a medio plazo, las consecuencias para la salud pública sean irreparables.
Muchas Gracias por participar.
Cordialmente,

Sudireccion de Educacion y Comunicacion

Corporacion RedSPVet,

Red de Salud Publica Veterinaria

Nit: 900.064.147-3



sábado, 11 de setembro de 2010

Estudo descobre propriedades antibióticas nas baratas

As baratas, insetos considerados sujos por essência, poderiam contribuir para o desenvolvimento de novos tratamentos contra bactérias resistentes, segundo cientistas britânicos que descobriram substâncias com propriedades antibióticas inesperadas nestes insetos.
Uma equipe da Universidade de Nottingham identificou até nove moléculas diferentes no cérebro e nos tecidos nervosos de baratas e gafanhotos, substâncias tóxicas para as bactérias e que poderiam resultar em tratamentos para certas infecções frequentemente resistentes a antibióticos comuns.
Segundo os cientistas, estes tecidos seriam, ainda, capazes de matar mais de 90% dos Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA, na sigla em inglês) e deEschirichia coli  (E. coli), sem prejudicar as células humanas. Os pesquisadores estão, agora, estudando as propriedades específicas das substâncias descobertas em laboratório.
Para Simon Lee, da Escola de Medicina e de Ciência Veterinária da universidade britânica, esta descoberta aparentemente surpreendente é, na verdade, previsível.
“Os insetos costumam viver em meio a condições sanitárias e de higiene muito ruins, em ambientes onde estão expostos a um grande número de bactérias diferentes. Portanto, é lógico que eles tenham desenvolvido meios de se proteger dos microorganismos”, explicou.
“Nós esperamos que estas moléculas possam conduzir a tratamentos contra as infecções (causadas por) ‘E. Coli’ e MRSA, que se tornam cada vez mais resistentes aos medicamentos atuais”, acrescentou Lee.
“Além disso, estes novos antibióticos poderiam constituir uma alternativa para os tratamentos já disponíveis, que podem ser eficazes, mas têm efeitos colaterais indesejáveis importantes”, disse o pesquisador. 
(Fonte: Folha.com)
Enviado Por Milena Camara

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Problemas Asociados a los Métodos de Valoración de la Resistencia a Antibióticos; El Caso de Staphylococccus Aureus.

Antibiotic Resistance Evaluation Test and their Problems; The Case ofStaphylococcus Aureus

Carmelo Ortega1,2; Maria del Carmen Simón1; José Luis Alonso1.  
Vet. Arg. – Vol.  XXVII -  Nº  269 – Septiembre 2010.
1-Departamento de Patología Animal. Facultad de Veterinaria. Universidad de Zaragoza. España.  
2- Instituto Aragonés de Ciencias de la Salud.  E-mail: epidemio@unizar.es.
RESUMEN. 
La proliferación de microorganismos resientes a los antibióticos es un problema emergente en salud pública y en sanidad animal y un desafío para los sanitarios del futuro. Este hecho sugiere la necesidad de trabajar de forma diferente a la hora de decidir la aplicación de un tratamiento con antibióticos en una población. Uno de los microorganismos que ha adquirido relevancia a este nivel es S. aureus, especialmente aquellas cepas resistentes a los β–lactámicos. La mayoría de los tratamientos administrados se apoyan en el resultado in vitro de pruebas diagnósticas habituales como el test de difusión en disco de Kirby Bauer o la determinación de las concentraciones mínimas inhibitorias. El estudio realizado pone en evidencia el desacuerdo existente entre ambas pruebas a la hora de determinar la resistencia o sensibilidad a los antibióticos de referencia para S. auerus y analiza el problema que ello supone y la necesidad de estandarizar los protocolos de realización de estas pruebas y especialmente de interpretación de sus resultados para garantizar la eficacia de los tratamientos y evitar contribuir así en la proliferación de cepas resistentes.   
Palabras Clave: 
Antibiótico, Resistencia, Sensibilidad, S. aureus
Summary. 
The growth of antibiotic-resistant microorganisms is an emerging problem both in public health and animal health and a challenge for the future. This suggests the need to work in a different way when we decide to apply an antibiotic treatment in any population. One of the microorganisms that has become to be important at this level isS. aureus, especially those strains resistant to β-lactamts. Most of the treatments are based on the results in vitro of diagnostic tests such as the Kirby Bauer disc diffusion test or the determination of minimum inhibitory concentrations. The study highlights the disagreement between these two tests to determine resistance or sensitivity to reference antibiotics for S. auerus and discusses the problems involved and the need for standardized protocols for conducting these tests and especially for the interpretation of their results to ensure the effectiveness of treatment.   
Key Words: 
Antibiotic, Resistance, Sensibility, S. aureus
Introducción. 
Los antibióticos han sido durante el último siglo una revolución en la lucha frente a las enfermedades tanto en las personas como en los animales. Sin embargo, en las últimas décadas se viene observando que el uso incorrecto de estos está favoreciendo la difusión de algunas de esas enfermedades y su emergencia allí donde no estaban presentes con anterioridad. (11, 12). Uno de esos problemas emergentes a nivel mundial son los microorganismos potencialmente patógenos con resistencia a los antibióticos. Hasta tal punto empieza a ser grave la situación, que diversos organismos internacionales como la Organización Mundial de la Salud (OMS) o la Organización Mundial de Sanidad Animal (OIE) lo consideran un problema emergente con entidad propia (http://www.eurosurveillance.org) (1, 2, 4, 5, 13, 37). Esta situación de emergencia ratifica la importancia que tiene el conseguir que los sistemas sanitarios sean capaces de responder de forma rápida y eficaz en la detección de esos microorganismos antes de que sea demasiado tarde para el conjunto de las poblaciones humana y animal (10, 12, 20, 22, 27).
Desde esta perspectiva, la utilización de antibióticos es un desafío permanente para el sanitario, ya que se enfrenta en todo momento a la capacidad de las bacterias para desarrollar mecanismos de resistencia. Uno de los retos para el profesional sanitario es inclinar a su favor el enfrentamiento entre la búsqueda de antibióticos más eficaces y la capacidad de los microorganismos para desarrollar resistencia a ellos.
Tanto en los animales de abasto como en los de compañía, el profesional veterinario se encuentra diariamente en situaciones en las que el tratamiento antibiótico empírico es la solución inmediata al problema. El trabajo en campo, el peligro de que las infecciones se diseminen o contagien al resto del ganado, la posibilidad del agravamiento en los animales de compañía o la intervención en casos de urgencia, obligan al veterinario a actuar de forma inmediata con antibióticos de amplio espectro. Los resultados del laboratorio pueden tardar en llegar entre 2 a 4 días, y en numerosos casos el antibiótico elegido empíricamente no ha sido eficaz, precisamente por ser muy utilizados en esas situaciones y, en consecuencia, haber favorecido el desarrollo de resistencia.
Entre los microorganismos que han adquirido importancia por haber desarrollado resistencia a antibióticos tanto en medicina humana como en medicina veterinaria se encuentra Staphylococcus aureus y especialmente aquellos resistentes a la Meticilina (MRSA) y al resto de β–lactámicos por ser estos, en general, los antibióticos de elección para su tratamiento en medicina humana. Pero también en las poblaciones animales se ha observado la proliferación de cepas MRSA, lo que ha llevado, en muchos casos, a que las poblaciones animales se hayan considerado un factor de riesgo para la salud pública, puesto que la transmisión de la bacteria de los animales al hombre es posible gracias a la interacción entre ambos (18, 31).
La alternativa antibiótica a esas cepas MRSA ha sido un glicopeptido, la Vancomicina. Sin embargo, ya se ha comenzado a observar la existencia, de cepas resistentes a la misma (cepas VRSA), tanto en medicina humana como veterinaria, lo que agrava todavía más la situación (6, 7, 16, 31, 35).
El origen de la resistencia a los β-lactámicos, está en la existencia de un gen recombinante de la fracción mecA del gen PBP de las cepas de S. aureus que inicialmente eran sensibles, y en la presencia de una β-lactamasa específica (21, 28). El gen mecA forma parte de un complejo genómico móvil ubicado dentro de una “isla genómica” (denominada Cassette Cromosómico Estafilocócico), que codifica la proteína PBP2a, de baja afinidad por los β–lactámicos. El carácter móvil de ese gen es lo que facilita la transmisión de la resistencia (genes de resistencia) de unas cepas a otras.
Algo similar ocurre en el caso de las cepas VRSA, resistencia que en este caso procede del gen vanA adquirido a partir de Enterococos que actúan como reservorios de dicho gen (6, 7, 29, 35, 36).
Sin embargo, se ha constatado que la detección de la resistencia a estos antibióticos presenta, en muchos casos, dificultades asociadas por un lado a los métodos de laboratorio que se utilizan, ya que no existen protocolos de ejecución estandarizados a nivel internacional, a pesar de que se hayan desarrollado diversas propuestas para ello (14, 15), y por otro lado, a los criterios para interpretar los resultados como resistentes o sensibles, lo que hace imposible, en algunos aislamientos, clarificar con cierta seguridad que cepas son resistentes o sensibles a un determinado antibiótico. Por ello, en este trabajo nos hemos planteado contrastar los resultados de las dos pruebas más utilizadas de forma rutinaria en la valoración de la resistencia a antibióticos en cepas deS. aureus.
Material y Métodos.
Diseño del estudio. 

El estudio se llevó a cabo en 48 cepas de S. aureus aisladas en un trabajo realizado previamente a partir de muestras obtenidas en explotaciones de conejos de producción durante el año 2007. Las muestras procedían de 22 explotaciones cunícolas ubicadas en tres zonas geográficas de la mitad norte de la Península Ibérica. Las muestras se tomaron en momentos en que se detectaban patologías colectivas en las que se sospechaba que podían estar implicados microorganismos del género Staphylococcus spp, con especial interés en la búsqueda de S. aureus. El protocolo de muestreo en las granjas y los animales se encuentra descrito en una publicación previa (25). En el momento de la toma de muestras, se recogió información sobre los tratamientos antibióticos recibidos.
Aislamiento e identificación de las cepas. 
Las muestras se sembraron en los medios sintéticos de Agar Sangre y Agar Manitol. Los cultivos se incubaron a 37ºC durante 24 horas, si bien no se consideraron negativos hasta las 72 horas. Una vez aislado el microorganismo, realizamos la caracterización fenotípica mediante tinción de Gram, pruebas bioquímicas estándar, la reacción a la coagulasa y el test API Staph. Las cepas identificadas se conservaron a –80ºC en un banco de cepas. De todas las cepas de Staphylococcus pp aisladas, se seleccionaron para este estudio exclusivamente las de S. aureus.
Estudio in vitro de la resistencia a antibióticos 
Las características de resistencia y sensibilidad a antibióticos de las cepas aisladas deS. aureus se estudiaron mediante los dos métodos de laboratorio más frecuentemente utilizados: el test de difusión en disco de Kirby-Bauer (KB) (3), y la determinación de las Concentraciones Mínimas Inhibitorias (CIM), en nuestro caso utilizando el sistema MICevaluator.
Ambas pruebas se realizaron en placas con medio de cultivo Mueller-Hilton, inoculado con las cepas a una concentración de 3-5 x 105 ufc/ml de acuerdo con el protocolo recomendado por el Clinical and Laboratory Standards Institut (CLSI) (9). Las placas sembradas se incubaban a 37ºC durante 24 horas, momento en el que se realizaba la lectura. Todas las cepas de S. aureus aisladas fueron testadas para ambas pruebas con los siguientes antibióticos:
Test Kirby Bauer: penicilinas [amoxicilina-ácido clavulánico (30 mg), penicilina G (10 IU), oxacilina (5 mg) y meticilina (5 mg)] y glicopeptidos [vancomicina (30 mg)]. También se testaron para otros antibióticos que no se indican por no ser de interés para este trabajo.
CMIs: oxacilina (256 – 0.016 μg/ml), vancomicina (256 – 0.016 μg/ml), penicilina (256 – 0.016 μg/ml) y Amoxicilina-ácido clavulánico (256- 0.016 μg/ml). En este caso no se valoró la meticilina por ser un antibiótico no disponible en el sistema MICevaluator.,
Tras la incubación, se valoraron los halos o líneas de inhibición en ambos casos y se interpretaron tanto desde un punto de vista cualitativo clasificando las cepas aisladas como Resistentes o Sensibles, y desde un punto de vista cuantitativo mediante la medición de los halos de inhibición en mm para el test de KB o de las CIM´s en μg/ml de antibiótico necesarios para inhibir el crecimiento bacteriano.
Desde la perspectiva cualitativa, las cepas se han considerado como resistentes cuando los halos de inhibición (diámetro) del test de KB fueran inferiores a 29 mm para la Amoxicilina y la Penicilia, inferiores a 14 mm para la Meticilina y la Vancomicina e inferiores a 13 mm para Oxacilina. En el caso del MIC, hemos considerado como cepas resistentes aquellas con una CMI mayor o igual a 4 μg/ml para la oxacilina y la penicilina y mayor o igual a 2 μg/ml para la vancomica y la amoxicilina. En ambos casos, los criterios utilizados para establecer esos límites fueron los definidos por el CLSI, los del fabricante para cada antibiótico y la propuesta de la OIE (9, 23, 24, 32).
No obstante, el problema de la falta de una estandarización de estos métodos utilizados para la detección de cepas resistentes y de los criterios de interpretación de sus resultados, nos ha llevado a tratar de contrastar los resultados de los test KB y las CMI´s, con la detección de la proteína PBP2a que identifica cepas que poseen el gen mecAresponsable de la resistencia a β-lactámicos. Para ello, hemos utilizado el método de aglutinación en latex ya que en diferentes estudios se ha indicado que posee una elevada eficacia, pues se ha considerado una prueba muy fiable cuando se ha contrastado con la PCR para la detección del gen mecA como “Gold Standard” (17, 19, 26, 33, 34).
Base de datos y análisis estadístico 
Los resultados de resistencia y sensibilidad a antibióticos de las cepas de S. aureusestudiadas se introdujeron en una base de datos informática EXCEL (Microsoft). Posteriormente el análisis estadístico de los datos fue realizado con el programa informático EPI INFO 2004 (8) y el estudio de concordancia entre pruebas diagnósticas se realizó mediante el programa informático WINEPISCOPE 2.0. (30) con el cálculo del valor KAPPA (K) que determina el grado de acuerdo que existe entre dos métodos de diagnóstico o de interpretación de sus resultados en este caso.
Para la interpretación se han utilizado el estadístico “p” y el coeficiente de correlación r2en función de los tipos de variables puestas en relación. En el caso de “p”, valores inferiores a 0.05 se consideraron estadísticamente significativos, mientras que para r2se consideró mayor correlación entre variables cuanto más próximo a 1 era el valor.
En el caso de KAPPA, la concordancia entre las pruebas es mayor cuanto más próximo a 1 es el valor, y en sentido contrario, valores más próximos a 0 indican que la concordancia se debe exclusivamente al azar.
Resultados y Discusión.
Un primer resultado a destacar es que, a pesar de haberse detectado un importante porcentaje de cepas consideradas como resistentes por las dos pruebas utilizadas para alguno de los antibióticos testados (tabla I), en los resultados obtenidos en la detección de la proteína PBP2a como prueba de contraste (identifica cepas con el gen de resistencia a los β–lactámicos), solo una cepa resultó positiva. Esta cepa, también resultó resistente a la amoxicilina y la penicilina según el test de KB pero era sensible a la Meticilina, la Oxacilina y la Vancomicina. mientras que en la valoración de las CMI´s era resistente a la Vancomicina, pero no para el resto de antibióticos.
Si bien la existencia de una única cepa con resultado PBP2a positiva no permite realizar un análisis estadístico, los resultados brutos si que evidencian un gran desacuerdo de esta con las dos pruebas testadas (tabla I).
Confirmadas las discrepancias de los resultados hallados con los tests de sensibilidad utilizados en relación con la presencia de la proteína PBP2a, se pasó a la valoración del grado de acuerdo entre el test de KB y la determinación de CMI´s cuando se realizaba una interpretación cualitativa (resistente o sensible). Los resultados de concordancia (tabla II) determinaron un importante desacuerdo entre ambas pruebas, ya que solo para el caso de la Amoxicilina se puede decir que existe un grado de acuerdo moderado (k= 0,56) que en ningún caso puede llegar a considerarse óptimo (se entiende por un buen grado de acuerdo valores de k superiores a 0,75). Además, en el caso de la Oxacilina y la Vancomicina, antibióticos claves en salud pública, se ha evidenciado un absoluto desacuerdo con valores de k en torno a 0.
El grado de desacuerdo detectado mediante kappa, también se pone de manifiesto cuando se analizan los porcentajes brutos de resistencia a cada antibiótico, de en particular para la Vancomicina, pues los porcentajes de cepas detectadas como resistentes ha sido muy diferente, 87% para el test de KB frente al 13% para las CMI´s. Sin embargo, ese desacuerdo tan evidente que habíamos observado mediante el cálculo de kappa, no se pone en evidencia para el caso de la Oxacilina si se valoran solo los porcentajes brutos, ya que en este caso las diferencias entre porcentajes han sido del 4,3% (tabla I). Por este motivo la valoración de las pruebas diagnósticas no debe basarse solo en los valores absolutos, sino que es más importante conocer cual es el grado de acuerdo entre ellas
Estos resultados sugieren que la falta de un criterio claro en los protocolos de realización de las técnicas, y especialmente su interpretación, que induce a considerar como sensibles cepas que podrían ser resistentes o viceversa, y puede suponer un grave error en la selección de los tratamientos a aplicar.
Visto el desacuerdo existente entre ambas pruebas cuando se aplica un criterio de interpretación cualitativo, se ha valorado si esa diferencia también existe cuando se interpretan los valores cuantitativos. Para ello hemos estudiado la asociación estadística entre los valores cuantitativos (mm de los halos de inhibición en la prueba de KB y los μg/ml de antibiótico de las CMI´s) para cada antibiótico (tabla III).
Los resultados han puesto de manifiesto que, si bien en ninguno de los casos se ha observado asociación estadística que demuestren homogeneidad entre los resultados de ambas pruebas (p siempre ha sido ≥0,05), si se observa una importante correlación en el caso de alguno de los antibióticos como es el caso de la Oxacilina (r2=0,85) lo que indica que la progresión en los valores de las CMI´s se corresponde con la progresión de los valores del test de KB (o lo que es lo mismo a mayor CMI mayor halo de inhibición). En el caso de la Amoxicilina esa correlación no es tan alta pero si es aceptable (r2=0,52), mientras que se detecta una total ausencia de correlación entre ambas pruebas para la Penicilina y la Vancomicina, lo que se traduce en que los valores de una de las pruebas son independientes de los valores observados para la otra.
La diferencia en los resultados obtenidos entre las dos técnicas utilizadas y el desacuerdo entre las mismas y la detección de la proteína PBP2a en las cepas de S. aureus estudiadas, nos hacen pensar que, si bien una causa clara de ese desacuerdo entre las pruebas de diagnóstico es el criterio con que se considera una cepa resistente, esta parece no ser la única, atendiendo a lo observado con los valores cuantitativos, sino que también podría ser inherente a las propias pruebas, sus características o el protocolo para desarrollarlas. Esto nos lleva a plantear que la metodología utilizada para evaluar la resistencia y sensibilidad a los antibióticos en cepas bacterianas como S. aureus, presentan una fiabilidad discutible que pensamos que se debe tanto a la metodología de la prueba en si como a los criterios de interpretación, lo que constituye un grave problema a la hora de garantizar el éxito de los tratamientos aplicados.
Por ello, y considerando que las pruebas de KB y la determinación de las CMI´s son las pruebas utilizadas rutinariamente en los estudios de resistencia para instaurar tratamientos y que algunas de las resistencias que se pueden presentar son problemas emergentes muy serios en Medicina Humana y Medicina Veterinaria, estos resultados ratifican la idea ya planteada por otros autores que han indicado que es necesario armonizar los métodos de estudio de las resistencias a antibióticos definiendo, no solo los muestreos y cultivo de los microorganismos como en muchas ocasiones se recalca, sino de forma especial la estandarización de las pautas de trabajo en las pruebas de referencia y en los criterios de interpretación de las mismas para hacerlos claros, fiables y comparables (10, 14, 15, 24, 32). Si se mantiene la situación actual, las consecuencias en la lucha frente a la resistencia a los antibióticos son claramente negativas, y en particular, en relación con bacterias de gran importancia en salud pública como S. aureus, tanto por la instauración de tratamientos erróneos como por la selección y proliferación de las cepas resistentes cada vez más difíciles de tratar.
Tabla I: Proporción (%) de cepas que han resultado resistentes (criterio cualitativo, resistente o sensible) para los dos tests utilizados (Test de Kirby Bauer y CMI´s).
Tabla I: Proporción (%) de cepas que han resultado resistentes (criterio cualitativo, resistente o sensible) para los dos tests utilizados (Test de Kirby Bauer y CMI´s).
Tabla II: Concordancia entre los resultados de Resistencia y Sensibilidad (cualitativo) en los test de Kirby Bauer y de CMI´s.
Tabla II: Concordancia entre los resultados de Resistencia y Sensibilidad (cualitativo) en los test de Kirby Bauer y de CMI´s.
Tabla III: Asociación estadística entre los valores obtenidos para las dos pruebas utilizadas (test de Kirby Bauer y CMI´s) en cada uno de los antibióticos evaluados.
Tabla III: Asociación estadística entre los valores obtenidos para las dos pruebas utilizadas (test de Kirby Bauer y CMI´s) en cada uno de los antibióticos evaluados.
Se han considerado estadísticamente significativos los valores de p ≤ 0,05 y los valores de rpróximos a 1 o -1.
Conclusiones. 
El estudio ha puesto de manifiesto un gran nivel de desacuerdo entre las dos pruebas valoradas, pruebas que son la que sistemáticamente se utilizan “in vitro” para el estudio de resistencia y sensibilidad a los antibióticos en situaciones de campo en las que se hace necesario proponer un tratamiento antibiótico. Ese desacuerdo se debe fundamentalmente a los criterios para interpretar los resultados obtenidos en las pruebas, si bien no es la única razón tal y como demuestra el análisis realizado con los resultados cualitativos. Este desacuerdo sugiere la necesidad de definir criterios claros y estandarizados para la realización e interpretación de las pruebas diagnósticas que se utilizan en la determinación de la resistencia a los antibióticos de bacterias con implicaciones en sanidad animal y salud pública como es el caso de S. aureus.
Bibliografía.
1. Acar, J. Rostel, B. Antimicrobial resistance: an overview. In: OIE International Standards on Antimicrobial Resistance. Paris. 2003. pp: 45-68.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

EUA querem reduzir antibiótico na carne

05/07/2010 - 00:00 
Alimentos de origem animal são novo alvo na luta contra micro-organismos ultrarresistentes ao medicamento. Estudos mostram que o uso desse remédio em animais contribui para o surgimento de novas linhagens de bactérias 

A batalha para evitar o crescimento de cepas de bactérias ultrarresistentes aos antibióticos tem uma nova frente: os alimentos de origem animal. 

O alerta foi feito na semana passada pelo FDA, órgão regulador de medicamentos e alimentos dos EUA, que produziu um relatório sobre a importância de reduzir e controlar o uso desses medicamentos em animais destinados ao consumo humano. 

O documento, que não tem caráter de lei, busca conscientizar os produtores. 

O FDA emitiu o alerta baseado em estudos mostrando que o uso desses remédios contribui para o desenvolvimento de bactérias que infectam seres humanos e não respondem aos medicamentos. 

Para David Uip, diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, o problema da resistência bacteriana é multifatorial e é preciso reavaliar as práticas de vários setores para combatê-lo. 
"O surgimento de novas cepas nas comunidades também está relacionado ao uso de antibióticos em produtos alimentares, mas é claro que não é só isso", diz Uip. 

Entre os antibióticos usados em animais, há medicamentos que combatem bactérias como estafilococos e enterococos, que contaminam humanos e desafiam a medicina com o surgimento de cepas mais resistentes. 

"Para criar novos antibióticos, precisamos de milhões de anos. Temos de criar políticas globais para evitar que as bactérias [em circulação] parem de responder aos remédios existentes", diz Uip. 

Antibióticos são usados em gado e em aves para tratar doenças que podem vitimar os animais e contaminar humanos. O animal só é encaminhado para abate após estar curado e passar por um período de carência, no qual os resíduos do medicamento são eliminados. 

"De três a cinco dias após a medicação ser suspensa, não há mais resíduo do antibiótico na carne", diz Cláudio Alvarenga, coordenador de defesa agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP. 

Mas as bactérias resistentes se desenvolvem antes de o animal ser destinado ao consumo, especialmente com o uso prolongado de baixas doses de antibióticos nos animais, segundo a Organização Mundial da Saúde. 

A utilização de antibióticos, assim como de outros medicamentos veterinários, é regulamentada pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento. Na lista de produtos autorizados estão alguns grupos de antibióticos. 

Como o produtor não precisa de receita médica para adquirir os remédios, é difícil saber se o antibiótico está sendo usado sem exagero. 

"Exigir receita e orientação de um veterinário pode ajudar no controle e reduzir o risco de criarmos bactérias resistentes", diz Alvarenga.

Folha de São Paulo
Autor: Iara Biderman