Publicado por Sofia Iba em 15 dezembro 2011
Objetivo da Comissão é melhorar a qualidade da produção pecuária por meio do desenvolvimento genético
A regulamentação do manejo de material genético animal e de clones domésticos de interesse zootécnico foi aprovada nesta quinta, dia 15, pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). O texto trata de produção, importação, comercialização, fiscalização, pesquisa e liberação no meio ambiente de clones de animais, como peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos.
Pela proposta, somente o fornecedor, pessoa jurídica de direito público ou privado, devidamente registrado ou cadastrado no órgão competente do poder público federal, poderá produzir material genético animal e clones. O fornecimento desses produtos será permitido mediante controle oficial dos animais doadores para registro de propriedade e de identificação genética.
Ao apresentar seu relatório favorável, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) lembrou que a discussão sobre a clonagem de animais se intensificou a partir do nascimento da ovelha Dolly, em 1996, primeiro mamífero a ser clonado a partir de uma célula adulta. Em seu voto, Acir Gurgacz afirmou que o Brasil já domina a tecnologia de clonagem de mamíferos, em especial a de bovinos, por intermédio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Acir Gurgacz destacou também que a clonagem tem grande potencial econômico para o país.
– Hoje importamos clone da Argentina, dos Estados Unidos e do Canadá não porque o Brasil não tenha tecnologia. A Embrapa já provou a sua capacidade em desenvolver clones animais. Não temos ainda é uma regulamentação para que a Embrapa possa comercializar esses produtos – disse o senador após a reunião, ressaltando que o principal objetivo da CRA é melhorar a qualidade da produção pecuária por meio do desenvolvimento genético.
Animais silvestres
O senador apresentou algumas alterações em relação ao projeto de lei original, de autoria da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), e ao substitutivo do então senador Gilberto Goellner, aprovado na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A versão de Acir Gurgacz autoriza, por exemplo, a produção de clones de animais silvestres nativos do Brasil, algo não previsto no projeto anteriormente. Ele impõe como condição para esse processo autorização prévia do órgão ambiental competente do poder público federal.
O texto também exige que a liberação no meio ambiente de clones de animais silvestres nativos e de clones de animais domésticos que possuam parentes silvestres ou ancestrais diretos com ocorrência nos biomas brasileiros seja previamente autorizada pelo mesmo órgão ambiental competente.
A proposta determina ainda que caberá a este órgão manter um banco de dados de acesso público com informações genéticas, de modo a estabelecer o controle e a garantia de identidade e de propriedade do material genético animal e dos clones, que deverão ser controlados e identificados durante seu ciclo de vida.
Para coibir infrações, o projeto enumera sanções de advertência, multa, apreensão e destruição do material genético animal, esterilização dos clones, além de cancelamento de registro ou autorização para a prática.
O projeto será ainda analisado por outras duas comissões do Senado, antes de ser encaminhado à Câmara: Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ); e Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), de forma terminativa nesta última.
AGÊNCIA SENADO
http://inovadefesa.ning.com/group/defesasanitriaanimal/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A239564&xg_source=msg
Neste Blog fazemos: 1- Atualização sobre a ocorrência de doenças de importância em Veterinária e em Saúde Pública em todo o mundo. 2- Troca de informações sobre: Doenças Infecciosas, Zoonoses, Saneamento Ambiental, Defesa Sanitária Animal (Legislação e Programas Sanitários do Ministério da Agricultura) e demais assuntos relacionados à sanidade e Saúde Pública. Este blog se destina a discutir a saúde animal dentro dos seus mais variados aspectos.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ministro Mendes Ribeiro Filho pretende regionalizar sanidade agropecuária
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, quer reforçar a atuação do MAPA nos Estados. Em coletiva de imprensa no dia 13 de dezembro de 2011, em Porto Alegre (RS), Mendes defendeu a regionalização da área de sanidade agropecuária. Um estudo neste sentido está sendo elaborado pela Secretaria-executiva do ministério e deve ser apresentado ao ministro em 60 dias.
A nova estrutura operacional, segundo Mendes, demandará reforço de pessoal. Ele informou que está trabalhando na liberação de um concurso público para contratação de até 400 servidores que deverão atuar nas Regionais.
"O foco das Regionais será eminentemente técnico, com formação para seus profissionais, sempre voltado à realidade de cada região, pois como ministro, preciso considerar as diferentes agriculturas que existem em um país do tamanho do Brasil", enfatizou Mendes Ribeiro Filho.
Mendes falou ainda sobre a importância da agricultura para o desenvolvimento do país, ressaltando que o setor receberá mais de R$ 36 bilhões por meio do Plano Safra.
"No futuro, o mundo será comandado por quem produzir alimento, e o governo federal precisa estar ao lado do produtor" ressaltou. Entre os projetos para 2012, o ministro citou a criação de uma secretaria exclusiva para atender demandas das cooperativas agrícolas.
Mendes Ribeiro Filho falou sobre "Uma nova agricultura para um novo Brasil", na Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul). Durante o encontro, o presidente da Federasul, José Paulo Dornelles Cairoli, enfatizou a importância do setor agrícola no desempenho do PIB brasileiro e disse que o ministro poderia ser o interlocutor, junto à presidente Dilma Rousseff, em favor da realização das reformas necessárias para o país, como a trabalhista, a tributária e a política.
FONTE
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
http://www.agrosoft.org.br/agropag/220184.htm
A nova estrutura operacional, segundo Mendes, demandará reforço de pessoal. Ele informou que está trabalhando na liberação de um concurso público para contratação de até 400 servidores que deverão atuar nas Regionais.
"O foco das Regionais será eminentemente técnico, com formação para seus profissionais, sempre voltado à realidade de cada região, pois como ministro, preciso considerar as diferentes agriculturas que existem em um país do tamanho do Brasil", enfatizou Mendes Ribeiro Filho.
Mendes falou ainda sobre a importância da agricultura para o desenvolvimento do país, ressaltando que o setor receberá mais de R$ 36 bilhões por meio do Plano Safra.
"No futuro, o mundo será comandado por quem produzir alimento, e o governo federal precisa estar ao lado do produtor" ressaltou. Entre os projetos para 2012, o ministro citou a criação de uma secretaria exclusiva para atender demandas das cooperativas agrícolas.
Mendes Ribeiro Filho falou sobre "Uma nova agricultura para um novo Brasil", na Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul). Durante o encontro, o presidente da Federasul, José Paulo Dornelles Cairoli, enfatizou a importância do setor agrícola no desempenho do PIB brasileiro e disse que o ministro poderia ser o interlocutor, junto à presidente Dilma Rousseff, em favor da realização das reformas necessárias para o país, como a trabalhista, a tributária e a política.
FONTE
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
http://www.agrosoft.org.br/agropag/220184.htm
Ministro da Agricultura afirma que meta para 2012 é atingir reconhecimento de controle da febre aftosa com vacinação
Publicado por Sofia Iba em 15 dezembro 2011
Segundo Mendes Ribeiro Filho, atualmente, apenas o Estado de Santa Catarina detém o status de zona livre da doença sem vacinação
Venilson Ferreira
O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, anunciou nesta quinta, dia 15, que as ações de controle da febre aftosa serão reforçadas com a atuação conjunta com os governos estaduais. Ao responder sobre a sanidade animal, Mendes Ribeiro afirmou que a meta para 2012 é atingir o reconhecimento de controle da febre aftosa com vacinação na maioria dos Estados. Atualmente, apenas Santa Catarina detém o status de zona livre da doença sem vacinação.
Mendes também falou sobre os gargalos logísticos, que elevam os custos para escoamento da safra e limitam a expansão da produção de grãos. O ministro afirmou que a solução para o problema passa pela união de esforços com Estados e municípios para recuperação de estradas e redução dos percursos.
Ele disse que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que será incorporada pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, terá um papel fundamental na formulação de propostas para redução dos custos para escoamento da safra.
O ministro destacou ainda a importância de políticas que levem em conta as características regionais de um país continental do tamanho do Brasil. Sem adiantar detalhes, Mendes Ribeiro afirmou que em breve o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT) deve anunciar uma parceria com o governo federal num grande projeto de reflorestamento. Ele afirmou que a prioridade é atender o produtor rural.
– Vou estender tapete vermelho para o agricultor, a quem a presidente Dilma quer transformar o personagem mais importante do Brasil, pois vai continuar produzindo alimentos e trazendo riquezas – salienta.
Agência Estado
Fonte: Rural BR
http://inovadefesa.ning.com/group/defesasanitriaanimal/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A239453&xg_source=msg
Segundo Mendes Ribeiro Filho, atualmente, apenas o Estado de Santa Catarina detém o status de zona livre da doença sem vacinação
Venilson Ferreira
O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, anunciou nesta quinta, dia 15, que as ações de controle da febre aftosa serão reforçadas com a atuação conjunta com os governos estaduais. Ao responder sobre a sanidade animal, Mendes Ribeiro afirmou que a meta para 2012 é atingir o reconhecimento de controle da febre aftosa com vacinação na maioria dos Estados. Atualmente, apenas Santa Catarina detém o status de zona livre da doença sem vacinação.
Mendes também falou sobre os gargalos logísticos, que elevam os custos para escoamento da safra e limitam a expansão da produção de grãos. O ministro afirmou que a solução para o problema passa pela união de esforços com Estados e municípios para recuperação de estradas e redução dos percursos.
Ele disse que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que será incorporada pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, terá um papel fundamental na formulação de propostas para redução dos custos para escoamento da safra.
O ministro destacou ainda a importância de políticas que levem em conta as características regionais de um país continental do tamanho do Brasil. Sem adiantar detalhes, Mendes Ribeiro afirmou que em breve o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT) deve anunciar uma parceria com o governo federal num grande projeto de reflorestamento. Ele afirmou que a prioridade é atender o produtor rural.
– Vou estender tapete vermelho para o agricultor, a quem a presidente Dilma quer transformar o personagem mais importante do Brasil, pois vai continuar produzindo alimentos e trazendo riquezas – salienta.
Agência Estado
Fonte: Rural BR
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MilkPoint Comenta: a proposta de adiamento dos novos valores da IN51 faz sentido?
O MilkPoint lançou na semana passada a série MilkPoint Comenta. É um novo espaço para debatermos e analisarmos melhor os temas de destaque sob uma ótica mais apurada e crítica, utilizando vídeo. Eventualmente, teremos convidados participando desse bate-papo sobre mercado.
No segundo vídeo da série, Marcelo Carvalho, diretor executivo da AgriPoint Consultoria, e Bia Ortolani, coordenadora de conteúdo do MilkPoint, conversam sobre a proposta feita pela Embrapa para o adiamento nos novos parâmetros da Instrução Normativa 51 (IN51) para 2016.
Os novos parâmetros para qualidade do leite estabelecidos pela IN51 deveriam ter entrado em vigor este ano, tendo sido prorrogados para janeiro de 2012. Às vésperas da vigência dos novos valores, a Embrapa enviou uma proposta para a Câmara Setorial do Leite e Derivados sugerindo novo adia mento para 2016, atrelado a um projeto de viabilização destes novos níveis. Leia aqui a matéria e os comentários deixados pelos nossos leitores: Embrapa propõe adiamento nos novos parâmetros da IN 51 para 2016.
A proposta da Embrapa faz sentido? Deveríamos ter metas intermediárias de padrão de qualidade? O produtor que já investiu na melhoria de qualidade estaria sendo penalizado com o adiamento da IN51? O mercado tem essa exigência de qualidade? E como as empresas podem contribuir para a evolução da qualidade na cadeia do leite? Assista e participe com a sua opinião!
Veja: http://www.milkpoint.com.br/mercado/giro-lacteo/milkpoint-comenta-a-proposta-de-adiamento-dos-novos-valores-da-in51-faz-sentido-76776n.aspx
No segundo vídeo da série, Marcelo Carvalho, diretor executivo da AgriPoint Consultoria, e Bia Ortolani, coordenadora de conteúdo do MilkPoint, conversam sobre a proposta feita pela Embrapa para o adiamento nos novos parâmetros da Instrução Normativa 51 (IN51) para 2016.
Os novos parâmetros para qualidade do leite estabelecidos pela IN51 deveriam ter entrado em vigor este ano, tendo sido prorrogados para janeiro de 2012. Às vésperas da vigência dos novos valores, a Embrapa enviou uma proposta para a Câmara Setorial do Leite e Derivados sugerindo novo adia mento para 2016, atrelado a um projeto de viabilização destes novos níveis. Leia aqui a matéria e os comentários deixados pelos nossos leitores: Embrapa propõe adiamento nos novos parâmetros da IN 51 para 2016.
A proposta da Embrapa faz sentido? Deveríamos ter metas intermediárias de padrão de qualidade? O produtor que já investiu na melhoria de qualidade estaria sendo penalizado com o adiamento da IN51? O mercado tem essa exigência de qualidade? E como as empresas podem contribuir para a evolução da qualidade na cadeia do leite? Assista e participe com a sua opinião!
Veja: http://www.milkpoint.com.br/mercado/giro-lacteo/milkpoint-comenta-a-proposta-de-adiamento-dos-novos-valores-da-in51-faz-sentido-76776n.aspx
Mapa interdita distribuidora clandestina de charque no MS
Publicado por Sofia Iba em 15 dezembro 2011
Em ação conjunta coordenada pelos fiscais do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), por meio da SFA/MS (Superintendência Federal de Agricultura), juntamente com policiais da Decon (Delegacia de Defesa do Consumidor) e fiscais da Iagro (Agência Estadual de Defesa Agropecuária Animal e Vegetal), foi interditado um entreposto de distribuição de charque clandestino. O produto estava sendo produzido no interior do estado, a partir da carne de animais abatidos clandestinamente sem as mínimas condições de higiene, e industrializado sem a fiscalização dos órgãos oficiais, além de apresentar embalagem com rotulagem do SIF falsificado. O produto chegou a ser distribuido para diversas cidades, inclusive para outros estados e vendido como produto inspecionado pelos órgãos competentes.
No Mato Grosso do Sul, as ações conjuntas de combate à produção e comercialização de Produtos de Origem Animal e Vegetal sem registro junto aos órgãos de fiscalização foi intensificado nos últimos meses. De acordo com o Serviço de Fiscalização de Produtos de Origem Animal da SFA/MS, a partir de 2012 as ações de combate e educação sanitária deverão ser fortalecidas, visando informar a população sobre os riscos do consumo de produtos de origem duvidosa e formar um contingente de multiplicadores que levem essas informações à população sul-mato-grossense.
Após as apreensões, foram feitas reuniões com os produtores, para orientá-los sobre como regularizar sua produção, garantindo assim um meio digno de sobrevivência. “Queremos tirar o produtor da clandestinidade, e garantir vida digna”, disse Orlando Baez, Superintendente do Ministério da Agricultura no Mato Grosso do Sul.
Como resultado desse trabalho, espera-se para o início de 2012 a indicação da primeira indústria do Estado a aderir ao SISBI/MAPA, que possibilitará aos produtores ampliarem o raio de comercialização de seus produtos, podendo atingir todo o território nacional. Pela regra atual, a indústria que possui a Inspeção Municipal só pode comercializar dentro do próprio município.
Fonte:Midiamax
http://inovadefesa.ning.com/group/iagro/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A239427&xg_source=msg
Em ação conjunta coordenada pelos fiscais do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), por meio da SFA/MS (Superintendência Federal de Agricultura), juntamente com policiais da Decon (Delegacia de Defesa do Consumidor) e fiscais da Iagro (Agência Estadual de Defesa Agropecuária Animal e Vegetal), foi interditado um entreposto de distribuição de charque clandestino. O produto estava sendo produzido no interior do estado, a partir da carne de animais abatidos clandestinamente sem as mínimas condições de higiene, e industrializado sem a fiscalização dos órgãos oficiais, além de apresentar embalagem com rotulagem do SIF falsificado. O produto chegou a ser distribuido para diversas cidades, inclusive para outros estados e vendido como produto inspecionado pelos órgãos competentes.
No Mato Grosso do Sul, as ações conjuntas de combate à produção e comercialização de Produtos de Origem Animal e Vegetal sem registro junto aos órgãos de fiscalização foi intensificado nos últimos meses. De acordo com o Serviço de Fiscalização de Produtos de Origem Animal da SFA/MS, a partir de 2012 as ações de combate e educação sanitária deverão ser fortalecidas, visando informar a população sobre os riscos do consumo de produtos de origem duvidosa e formar um contingente de multiplicadores que levem essas informações à população sul-mato-grossense.
Após as apreensões, foram feitas reuniões com os produtores, para orientá-los sobre como regularizar sua produção, garantindo assim um meio digno de sobrevivência. “Queremos tirar o produtor da clandestinidade, e garantir vida digna”, disse Orlando Baez, Superintendente do Ministério da Agricultura no Mato Grosso do Sul.
Como resultado desse trabalho, espera-se para o início de 2012 a indicação da primeira indústria do Estado a aderir ao SISBI/MAPA, que possibilitará aos produtores ampliarem o raio de comercialização de seus produtos, podendo atingir todo o território nacional. Pela regra atual, a indústria que possui a Inspeção Municipal só pode comercializar dentro do próprio município.
Fonte:Midiamax
http://inovadefesa.ning.com/group/iagro/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A239427&xg_source=msg
Dermatite em animais é mais comum no verão
15/12
Calor e umidade, associados à sujeira, criam condições favoráveis para inflamações de pele
Não é só o ser humano que sofre com o aumento dos casos de micoses no verão. Os animais domésticos também estão sujeitos às inflamações de pele, que podem ter como causas desde uma reação alérgica até o ataque de parasitas, com o aumento de sua proliferação durante a estação mais quente. Alguns cuidados podem dimimuir pela metade a chance do pet desenvolver as conhecidas dermatites e evitar o sofrimento dos animais com as terríveis coceiras e o surgimento de feridas.
''No verão, os fatores que predispõem às dermatites são o calor e a umidade, que, se associados à falta oxigenação da pele e à sujidade, criam as condições favoráveis para inflamações de pele, como a dermatite aguida úmida, ou mesmo criar um ambiente favorável à multiplicação de alguns agentes, como a Malassezia pachidermatis e eventualmente, o ácaro Demodex canis'', explica a professora do curso de Medicina Veterinária da Unifil, Silvia Manduca Trapp.
Segundo ela, em menos de 24 horas a dermatite aguda úmida pode surgir. É por isso que a a professora enfatiza a importância da tosa higiênica e da limpeza dos pelos, mas não com banhos muito frequentes e sim com a escovação. ''Nos animais com uma vasta e longa pelagem, a escovação diária é uma das melhores formas de mantê-lo limpinho'', acrescenta. ''Já no caso dos animais de pelagem curta, o recomendado é que se escove semanalmente.''
De acordo com Silvia, embora am maioria dos proprietários torça o nariz para a quantidade de banhos que os especialistas recomendam (uma vez por mês), essa é a segunda maneira de manter o pet limpo, sem retirar a proteção natural da pele. ''Banhos semanais podem até mesmo prejudicar a saúde do animal, pois o expõe a ação dos agentes'', afirma. ''Banhos mais frequentes só com indicação terapêutica, quando o animal tem alguma patologia.''
''Como muitos proprietários não aceitam essa recomendação, nós sugerimos então que eles deem o banho a cada 15 dias'', diz a veterinária.
Com relação ao banho, a professora orienta o uso de água morna e sem ar quente para secar. ''Quando a pele do animal é aquecida seja pelo uso do secador ou das lâminas de tosa, a possiblidade do aparecimento de dermatites é muito grande'', alerta a veterinária, salientando a necessidade da lâmina ser esterilizada, após utilizada por ou animal ou mesmo substituída. ''É comum atendermos animais com dermatite e que o problema surgiu logo após a tosa, principalmente os animais com a pele sensível, como o Poodle.''
Além desses cuidados, a veterinária acrescenta que o proprietário do cão esteja atento ao produto utilizado para a higienização. ''Tem que ser um xampu ou condicionador próprio para a espécie, pois o nível de acidez de um produto de uma linha humana é muito diferente do nível de acidez de um produto de uso veterinário'', explica.
Sintomas
Segundo a professora, os principais sintomas das dermatites são a alteração da cor da pele do animal, a queda de pelo, o aumento de escamas, a alteração do apetite e, em alguns casos, a coceira, que pode levar ao aparecimento de feridas na pele.
Silvia detalha que o tratamento das dermatites é feito de acordo com cada caso, podendo ser realizado de forma tópica ou sistêmica. Se não tratada, algumas dermatites podem debilitar muito o animal e se tornar doenças crônicas, levando o animal à morte.
SAIBA MAIS
Dicas para manter o pet limpo e saudável
Faça a tosa higiênica e a limpeza dos pelos com a escovação diária em animais com pelagem longa e a escovação semanal em animais de pelo curto
Os banhos devem ser realizados a cada 15 ou 30 dias, jamais diariamente. Também deve ser usada água morna, nunca quente e sempre durante o período do dia em que a temperatura esteja mais alta
Utilize sempre o xampu e o condicionador próprio para a espécie
Após o banho, o animal deve ser secado, mas sem ar quente
A lâmina da tosa deve ser esterilizada ou substituída. O aquecimento da lâmina favorece o surgimento de dermatites
Leve o próprio equipamento de higienização do animal para o petshop
Higienize o ambiente em que o animal fica com produtos próprios para o combate de agentes parasitários
Fernanda Carreira
Folha Web
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163738
Calor e umidade, associados à sujeira, criam condições favoráveis para inflamações de pele
Não é só o ser humano que sofre com o aumento dos casos de micoses no verão. Os animais domésticos também estão sujeitos às inflamações de pele, que podem ter como causas desde uma reação alérgica até o ataque de parasitas, com o aumento de sua proliferação durante a estação mais quente. Alguns cuidados podem dimimuir pela metade a chance do pet desenvolver as conhecidas dermatites e evitar o sofrimento dos animais com as terríveis coceiras e o surgimento de feridas.
''No verão, os fatores que predispõem às dermatites são o calor e a umidade, que, se associados à falta oxigenação da pele e à sujidade, criam as condições favoráveis para inflamações de pele, como a dermatite aguida úmida, ou mesmo criar um ambiente favorável à multiplicação de alguns agentes, como a Malassezia pachidermatis e eventualmente, o ácaro Demodex canis'', explica a professora do curso de Medicina Veterinária da Unifil, Silvia Manduca Trapp.
Segundo ela, em menos de 24 horas a dermatite aguda úmida pode surgir. É por isso que a a professora enfatiza a importância da tosa higiênica e da limpeza dos pelos, mas não com banhos muito frequentes e sim com a escovação. ''Nos animais com uma vasta e longa pelagem, a escovação diária é uma das melhores formas de mantê-lo limpinho'', acrescenta. ''Já no caso dos animais de pelagem curta, o recomendado é que se escove semanalmente.''
De acordo com Silvia, embora am maioria dos proprietários torça o nariz para a quantidade de banhos que os especialistas recomendam (uma vez por mês), essa é a segunda maneira de manter o pet limpo, sem retirar a proteção natural da pele. ''Banhos semanais podem até mesmo prejudicar a saúde do animal, pois o expõe a ação dos agentes'', afirma. ''Banhos mais frequentes só com indicação terapêutica, quando o animal tem alguma patologia.''
''Como muitos proprietários não aceitam essa recomendação, nós sugerimos então que eles deem o banho a cada 15 dias'', diz a veterinária.
Com relação ao banho, a professora orienta o uso de água morna e sem ar quente para secar. ''Quando a pele do animal é aquecida seja pelo uso do secador ou das lâminas de tosa, a possiblidade do aparecimento de dermatites é muito grande'', alerta a veterinária, salientando a necessidade da lâmina ser esterilizada, após utilizada por ou animal ou mesmo substituída. ''É comum atendermos animais com dermatite e que o problema surgiu logo após a tosa, principalmente os animais com a pele sensível, como o Poodle.''
Além desses cuidados, a veterinária acrescenta que o proprietário do cão esteja atento ao produto utilizado para a higienização. ''Tem que ser um xampu ou condicionador próprio para a espécie, pois o nível de acidez de um produto de uma linha humana é muito diferente do nível de acidez de um produto de uso veterinário'', explica.
Sintomas
Segundo a professora, os principais sintomas das dermatites são a alteração da cor da pele do animal, a queda de pelo, o aumento de escamas, a alteração do apetite e, em alguns casos, a coceira, que pode levar ao aparecimento de feridas na pele.
Silvia detalha que o tratamento das dermatites é feito de acordo com cada caso, podendo ser realizado de forma tópica ou sistêmica. Se não tratada, algumas dermatites podem debilitar muito o animal e se tornar doenças crônicas, levando o animal à morte.
SAIBA MAIS
Dicas para manter o pet limpo e saudável
Faça a tosa higiênica e a limpeza dos pelos com a escovação diária em animais com pelagem longa e a escovação semanal em animais de pelo curto
Os banhos devem ser realizados a cada 15 ou 30 dias, jamais diariamente. Também deve ser usada água morna, nunca quente e sempre durante o período do dia em que a temperatura esteja mais alta
Utilize sempre o xampu e o condicionador próprio para a espécie
Após o banho, o animal deve ser secado, mas sem ar quente
A lâmina da tosa deve ser esterilizada ou substituída. O aquecimento da lâmina favorece o surgimento de dermatites
Leve o próprio equipamento de higienização do animal para o petshop
Higienize o ambiente em que o animal fica com produtos próprios para o combate de agentes parasitários
Fernanda Carreira
Folha Web
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163738
Brasil quer apoio da OIE para erradicar aftosa
15/12
São Paulo - O Brasil quer se tornar um dos membros diretivos do Fundo Mundial para a Sanidade e o Bem-Estar dos Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês). Com isso, o país pretende conseguir mais recursos para erradicar a febre aftosa na América do Sul até 2020. Esse é o principal objetivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na 6ª Reunião do Comitê Consultivo do grupo.
O diretor do Departamento de Sanidade Animal do Mapa, Guilherme Marques, que participa da reunião explica que o Brasil vai buscar a erradicação da febre aftosa em todo o continente com mais recursos financeiros e humanos nos países da América do Sul por meio da OIE.
O Fundo da OIE direciona verbas para apoiar ações previstas no plano estratégico de redução dos riscos das doenças infecciosas da OIE. Além disso, tem como finalidade prestar apoio aos serviços veterinários dos países para atender os padrões internacionais de qualidade da entidade.
Marques, que preside a Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) e o Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP), apresentará o trabalho desenvolvido pela região para o enfrentamento da crise sanitária recente, devido ao foco de aftosa no Paraguai.
O Brasil quer que pelo menos três fiscais federais agropecuários brasileiros participarem de treinamentos nas sedes da organização em Buenos Aires e Paris.
O encontro servirá, ainda, para reforçar o pedido do governo brasileiro de reconhecimento da Estação Quarentenária de Cananeia (EQC), localizada no Estado de São Paulo, como centro de referência internacional para quarentena animal.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163745
São Paulo - O Brasil quer se tornar um dos membros diretivos do Fundo Mundial para a Sanidade e o Bem-Estar dos Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês). Com isso, o país pretende conseguir mais recursos para erradicar a febre aftosa na América do Sul até 2020. Esse é o principal objetivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na 6ª Reunião do Comitê Consultivo do grupo.
O diretor do Departamento de Sanidade Animal do Mapa, Guilherme Marques, que participa da reunião explica que o Brasil vai buscar a erradicação da febre aftosa em todo o continente com mais recursos financeiros e humanos nos países da América do Sul por meio da OIE.
O Fundo da OIE direciona verbas para apoiar ações previstas no plano estratégico de redução dos riscos das doenças infecciosas da OIE. Além disso, tem como finalidade prestar apoio aos serviços veterinários dos países para atender os padrões internacionais de qualidade da entidade.
Marques, que preside a Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) e o Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP), apresentará o trabalho desenvolvido pela região para o enfrentamento da crise sanitária recente, devido ao foco de aftosa no Paraguai.
O Brasil quer que pelo menos três fiscais federais agropecuários brasileiros participarem de treinamentos nas sedes da organização em Buenos Aires e Paris.
O encontro servirá, ainda, para reforçar o pedido do governo brasileiro de reconhecimento da Estação Quarentenária de Cananeia (EQC), localizada no Estado de São Paulo, como centro de referência internacional para quarentena animal.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163745
The Future of Immunization
Esta informação pode ser vista em seu site de origem
Vaccines have been a part of the human fight against disease for more than 200 years. The worldwide vaccination campaign eradicated smallpox and immunization has eliminated polio in all but a handful of countries. Childhood vaccination has substantially reduced the morbidity and mortality from infectious diseases in much of the developed world, and yearly influenza vaccination is a commonly accepted practice worldwide to reduce the impact of the seasonal influenza infection.
While we can attribute many public health successes to vaccination, the future presents continued challenges. Diseases remain for which researchers have been unable to find effective vaccines (such as HIV/AIDS, Malaria, and Leishmaniasis) or that flourish in areas of the world where infrastructures for vaccination are poor or nonexistent and even the currently available vaccines cannot be delivered. In other cases, the cost of vaccines is too high for poorer countries to afford, even though this is often where they are most needed. And, of course, although many of the current vaccines are highly effective, efforts continue to develop vaccines that are more effective than those available today. Thus, researchers continue to explore new possibilities. Higher effectiveness, lower cost, and convenient delivery are some of the main goals.
New Development Techniques
The first vaccine—the smallpox vaccine—consisted of a live, attenuated virus. “Attenuation” means weakening a virus to the point where it can still provoke an immune response, but doesn’t cause illness in a human host.
Many of the vaccines used today, including those for measles and some influenza vaccines, use live, attenuated viruses. Others used killed forms of viruses, pieces of bacteria, or inactivated forms of toxins that the bacteria create. Killed viruses, pieces of bacteria and inactivated toxins can’t cause illness, but can still provoke an immune response that protects against future infection.
New techniques are also being employed, however, to create different types of vaccines. Some of these new types include:
- Live recombinant vaccines
- DNA vaccines
Live recombinant vaccines use attenuated viruses (or bacterial strains) as vectors: a virus or bacterium from one disease essentially acts as a delivery device for an immunogenic protein from another infectious agent. In some cases this approach is used to enhance the immune response; in others, it is used when giving the actual agent as a vaccine would cause disease. For example, HIV cannot be attenuated enough to be given as a vaccine in humans—it could cause AIDS.
Starting with a complete virus, researchers identify a section of the virus’s DNA that is not necessary for replication. One or more genes that code for immunogens of other pathogens are then inserted into this region. (Each gene essentially contains instructions that tell the body how to make a certain protein. In this case, researchers select genes that code for a protein specific to the target pathogen: an immunogen that will generate an immune response to that pathogen.) For example, a baculovirus (a virus that only infects insects) can be used as a vector and the gene for a particular immunogenic surface protein of an influenza virus may be inserted.
When the modified virus is introduced into a person’s body, the immunogen is expressed and presented, generating an immune response against the immunogen—and, as a result, against the pathogen it originates from. In addition to insect viruses, human adenoviruses have been considered as potential vectors for use in recombinant vaccines, particularly against diseases such as AIDS. The vaccinia virus, which is the basis for the smallpox vaccine, was the first used in live recombinant vaccine approaches.[1] Experimental recombinant vaccinia strains have been designed to deliver protection against influenza, rabies, and hepatitis B, among other diseases.
DNA vaccines consist of DNA coding for a particular antigen, which is directly injected into the muscle. The DNA itself inserts into the individual’s cells, which then produce the antigen from the infectious agent. Since this antigen is foreign, it generates an immune response. This type of vaccine has the benefit of being relatively easy to produce, since DNA is very stable and easy to manufacture, but is still experimental because no DNA-based vaccines have been shown to elicit the substantial immune response required to prevent infection. Researchers are hopeful, however, that DNA vaccines may be able to generate immunity against parasitic diseases such as malaria—currently, there is no human vaccine in use against a parasite.[2]
New Delivery Techniques
When you think of vaccination, you probably think of a doctor or nurse administering a shot. Future immunization delivery methods, however, may be quite different from what we use today.
Inhaled vaccines, for example, are already used in some cases: influenza vaccines have been made in the form of a nasal spray. One of these vaccines is available every year for seasonal flu. Other possibilities include a patch application, where a patch containing a matrix of extremely tiny needles delivers a vaccine without the use of a syringe. This method of delivery could be particularly useful in remote areas, as its application would not require delivery by a trained medical person, which is generally needed for vaccines delivered as a shot by syringe.
Another issue researchers are attempting to address is the so-called cold chain problem. Many vaccines require cool storage temperatures in order to remain viable. Unfortunately, temperature-controlled storage is often unavailable in parts of the world where vaccination is vital for disease control. One of the reasons smallpox eradication was successful was that the smallpox vaccine could be stored at relatively high temperatures and remain viable for reasonable periods of time; some contemporary vaccines, however, cannot withstand such temperatures. The eruption of the Eyjafjallaajokull volcano in Iceland in April 2010 brought air traffic to a standstill in Northern Europe, including planes carrying 15 million doses of polio vaccine bound for West Africa. Officials feared that the delay in delivering the vaccines would allow polio to spread, or that temperatures in the cargo holds of the grounded planes would render the vaccines ineffective.[3]
Such situations highlight the need for vaccine materials that can be easily transported in a range of conditions and still remain viable. One possible approach to this problem was studied in early 2010 by researchers at the Jenner Institute of the University of Oxford. Starting with a small filter-like membrane, the researchers coated it with an ultrathin layer of sugar glass, with viral particles trapped inside it. In this form, the viruses the researchers used could be stored at temperatures of up to 113°F for six months without losing their ability to provoke an immune response. By comparison, when maintained in liquid storage at 113°F for just one week, one of the two viruses tested was essentially destroyed.
The researchers also demonstrated that the vaccine material could be placed in a holder designed to attach to a syringe, allowing a vaccinator to prepare the vaccine material (with a fluid medium inside the syringe) and administer the vaccine almost simultaneously.
Although this research was preliminary, it offers a promising new avenue for vaccine storage and delivery. With a stabilization method like this one, widespread vaccination campaigns may be possible in areas previously difficult or impossible to reach.[4]
The future of immunization depends on the success of medical research for vaccines that are simpler to administer, will survive transport even without refrigeration, and will provide a more substantial and long-lasting immune response. And in parallel, the continuing success of vaccines against so many infectious diseases has inspired scientists to try to use similar methods to combat diseases that remain lethal to many people, such as malaria, HIV/AIDS, and other diseases for which there are not yet vaccines.
Sources
Plotkin S, Mortimer E. Vaccines. New York: Harper Perennial; 1988.
Volcanic ash delays West African polio vaccination. Updated April 20, 2010. Accessed May 25, 2010.
Carvalho JA, Rodgers J, Atouguia J, Prazeres DM, Monteiro GA. DNA vaccines: a rational design against parasitic diseases. Expert Rev Vaccines. 2010 Feb;9(2):175-91.
Alcock R, Cottingham M, Rollier C et al. Long-Term Thermostabilization of Live Poxviral and Adenoviral Vaccine Vectors at Supraphysiological Temperatures in Carbohydrate Glass. Sci. Transl. Med. 2010; 2(19), 19ra12.
Vaccines have been a part of the human fight against disease for more than 200 years. The worldwide vaccination campaign eradicated smallpox and immunization has eliminated polio in all but a handful of countries. Childhood vaccination has substantially reduced the morbidity and mortality from infectious diseases in much of the developed world, and yearly influenza vaccination is a commonly accepted practice worldwide to reduce the impact of the seasonal influenza infection.
While we can attribute many public health successes to vaccination, the future presents continued challenges. Diseases remain for which researchers have been unable to find effective vaccines (such as HIV/AIDS, Malaria, and Leishmaniasis) or that flourish in areas of the world where infrastructures for vaccination are poor or nonexistent and even the currently available vaccines cannot be delivered. In other cases, the cost of vaccines is too high for poorer countries to afford, even though this is often where they are most needed. And, of course, although many of the current vaccines are highly effective, efforts continue to develop vaccines that are more effective than those available today. Thus, researchers continue to explore new possibilities. Higher effectiveness, lower cost, and convenient delivery are some of the main goals.
New Development Techniques
The first vaccine—the smallpox vaccine—consisted of a live, attenuated virus. “Attenuation” means weakening a virus to the point where it can still provoke an immune response, but doesn’t cause illness in a human host.
Many of the vaccines used today, including those for measles and some influenza vaccines, use live, attenuated viruses. Others used killed forms of viruses, pieces of bacteria, or inactivated forms of toxins that the bacteria create. Killed viruses, pieces of bacteria and inactivated toxins can’t cause illness, but can still provoke an immune response that protects against future infection.
New techniques are also being employed, however, to create different types of vaccines. Some of these new types include:
- Live recombinant vaccines
- DNA vaccines
Live recombinant vaccines use attenuated viruses (or bacterial strains) as vectors: a virus or bacterium from one disease essentially acts as a delivery device for an immunogenic protein from another infectious agent. In some cases this approach is used to enhance the immune response; in others, it is used when giving the actual agent as a vaccine would cause disease. For example, HIV cannot be attenuated enough to be given as a vaccine in humans—it could cause AIDS.
Starting with a complete virus, researchers identify a section of the virus’s DNA that is not necessary for replication. One or more genes that code for immunogens of other pathogens are then inserted into this region. (Each gene essentially contains instructions that tell the body how to make a certain protein. In this case, researchers select genes that code for a protein specific to the target pathogen: an immunogen that will generate an immune response to that pathogen.) For example, a baculovirus (a virus that only infects insects) can be used as a vector and the gene for a particular immunogenic surface protein of an influenza virus may be inserted.
When the modified virus is introduced into a person’s body, the immunogen is expressed and presented, generating an immune response against the immunogen—and, as a result, against the pathogen it originates from. In addition to insect viruses, human adenoviruses have been considered as potential vectors for use in recombinant vaccines, particularly against diseases such as AIDS. The vaccinia virus, which is the basis for the smallpox vaccine, was the first used in live recombinant vaccine approaches.[1] Experimental recombinant vaccinia strains have been designed to deliver protection against influenza, rabies, and hepatitis B, among other diseases.
DNA vaccines consist of DNA coding for a particular antigen, which is directly injected into the muscle. The DNA itself inserts into the individual’s cells, which then produce the antigen from the infectious agent. Since this antigen is foreign, it generates an immune response. This type of vaccine has the benefit of being relatively easy to produce, since DNA is very stable and easy to manufacture, but is still experimental because no DNA-based vaccines have been shown to elicit the substantial immune response required to prevent infection. Researchers are hopeful, however, that DNA vaccines may be able to generate immunity against parasitic diseases such as malaria—currently, there is no human vaccine in use against a parasite.[2]
New Delivery Techniques
When you think of vaccination, you probably think of a doctor or nurse administering a shot. Future immunization delivery methods, however, may be quite different from what we use today.
Inhaled vaccines, for example, are already used in some cases: influenza vaccines have been made in the form of a nasal spray. One of these vaccines is available every year for seasonal flu. Other possibilities include a patch application, where a patch containing a matrix of extremely tiny needles delivers a vaccine without the use of a syringe. This method of delivery could be particularly useful in remote areas, as its application would not require delivery by a trained medical person, which is generally needed for vaccines delivered as a shot by syringe.
Another issue researchers are attempting to address is the so-called cold chain problem. Many vaccines require cool storage temperatures in order to remain viable. Unfortunately, temperature-controlled storage is often unavailable in parts of the world where vaccination is vital for disease control. One of the reasons smallpox eradication was successful was that the smallpox vaccine could be stored at relatively high temperatures and remain viable for reasonable periods of time; some contemporary vaccines, however, cannot withstand such temperatures. The eruption of the Eyjafjallaajokull volcano in Iceland in April 2010 brought air traffic to a standstill in Northern Europe, including planes carrying 15 million doses of polio vaccine bound for West Africa. Officials feared that the delay in delivering the vaccines would allow polio to spread, or that temperatures in the cargo holds of the grounded planes would render the vaccines ineffective.[3]
Such situations highlight the need for vaccine materials that can be easily transported in a range of conditions and still remain viable. One possible approach to this problem was studied in early 2010 by researchers at the Jenner Institute of the University of Oxford. Starting with a small filter-like membrane, the researchers coated it with an ultrathin layer of sugar glass, with viral particles trapped inside it. In this form, the viruses the researchers used could be stored at temperatures of up to 113°F for six months without losing their ability to provoke an immune response. By comparison, when maintained in liquid storage at 113°F for just one week, one of the two viruses tested was essentially destroyed.
The researchers also demonstrated that the vaccine material could be placed in a holder designed to attach to a syringe, allowing a vaccinator to prepare the vaccine material (with a fluid medium inside the syringe) and administer the vaccine almost simultaneously.
Although this research was preliminary, it offers a promising new avenue for vaccine storage and delivery. With a stabilization method like this one, widespread vaccination campaigns may be possible in areas previously difficult or impossible to reach.[4]
The future of immunization depends on the success of medical research for vaccines that are simpler to administer, will survive transport even without refrigeration, and will provide a more substantial and long-lasting immune response. And in parallel, the continuing success of vaccines against so many infectious diseases has inspired scientists to try to use similar methods to combat diseases that remain lethal to many people, such as malaria, HIV/AIDS, and other diseases for which there are not yet vaccines.
Sources
Plotkin S, Mortimer E. Vaccines. New York: Harper Perennial; 1988.
Volcanic ash delays West African polio vaccination. Updated April 20, 2010. Accessed May 25, 2010.
Carvalho JA, Rodgers J, Atouguia J, Prazeres DM, Monteiro GA. DNA vaccines: a rational design against parasitic diseases. Expert Rev Vaccines. 2010 Feb;9(2):175-91.
Alcock R, Cottingham M, Rollier C et al. Long-Term Thermostabilization of Live Poxviral and Adenoviral Vaccine Vectors at Supraphysiological Temperatures in Carbohydrate Glass. Sci. Transl. Med. 2010; 2(19), 19ra12.
Different Types of Vaccines
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WHO via Images from the History of Medicine (NLM)
Preparation of measles vaccine
The first human vaccines against viruses were based using weaker or attenuated viruses to generate immunity. The smallpox vaccine used cowpox, a poxvirus that was similar enough to smallpox to protect against it but usually didn’t serious illness. Rabies was the first virus attenuated in a lab to create a vaccine for humans.
Vaccines are made using several different processes. They may contain live viruses that have been attenuated (weakened or altered so as not to cause illness); inactivated or killed organisms or viruses; inactivated toxins (for bacterial diseases where toxins generated by the bacteria, and not the bacteria themselves, cause illness); or merely segments of the pathogen (this includes both subunit and conjugate vaccines).
Live, attenuated vaccines currently recommended as part of the U.S. Childhood Immunization Schedule include those against measles, mumps, and rubella (via the combined MMR vaccine), varicella (chickenpox), and influenza (in the nasal spray version of the seasonal flu vaccine). In addition to live, attenuated vaccines, the immunization schedule includes vaccines of every other major type—see the table above for a breakdown of the vaccine types on the recommended childhood schedule.
The different vaccine types each require different development techniques. Each section below addresses one of the vaccine types.
Live, Attenuated Vaccines
Attenuated vaccines can be made in several different ways. Some of the most common methods involve passing the disease-causing virus through a series of cell cultures or animal embryos (typically chick embryos). Using chick embryos as an example, the virus is grown in different embryos in a series. With each passage, the virus becomes better at replicating in chick cells, but loses its ability to replicate in human cells. A virus targeted for use in a vaccine may be grown through—“passaged” through—upwards of 200 different embryos or cell cultures. Eventually, the attenuated virus will be unable to replicate well (or at all) in human cells, and can be used in a vaccine. All of the methods that involve passing a virus through a non-human host produce a version of the virus that can still be recognized by the human immune system, but cannot replicate well in a human host.
When the resulting vaccine virus is given to a human, it will be unable to replicate enough to cause illness, but will still provoke an immune response that can protect against future infection.
One concern that must be considered is the potential for the vaccine virus to revert to a form capable of causing disease. Mutations that can occur when the vaccine virus replicates in the body may result in more a virulent strain. This is very unlikely, as the vaccine virus’s ability to replicate at all is limited; however, it is taken into consideration when developing an attenuated vaccine. It is worth noting that mutations are somewhat common with the oral polio vaccine (OPV), a live vaccine that is ingested instead of injected. The vaccine virus can mutate into a virulent form and result in rare cases of paralytic polio. For this reason, OPV is no longer used in the United States, and has been replaced on the Recommended Childhood Immunization Schedule by the inactivated polio vaccine (IPV).
Protection from a live, attenuated vaccine typically outlasts that provided by a killed or inactivated vaccine.
Killed or Inactivated Vaccines
One alternative to attenuated vaccines is a killed or inactivated vaccine. Vaccines of this type are created by inactivating a pathogen, typically using heat or chemicals such as formaldehyde or formalin. This destroys the pathogen’s ability to replicate, but keeps it “intact” so that the immune system can still recognize it. (“Inactivated” is generally used rather than “killed” to refer to viral vaccines of this type, as viruses are generally not considered to be alive.)
Because killed or inactivated pathogens can’t replicate at all, they can’t revert to a more virulent form capable of causing disease (as discussed above with live, attenuated vaccines). However, they tend to provide a shorter length of protection than live vaccines, and are more likely to require boosters to create long-term immunity. Killed or inactivated vaccines on the U.S. Recommended Childhood Immunization Schedule include the inactivated polio vaccine and the seasonal influenza vaccine (in shot form).
Toxoids
Some bacterial diseases are not directly caused by a bacterium itself, but by a toxin produced by the bacterium. One example is tetanus: its symptoms are not caused by the Clostridium tetani bacterium, but by a neurotoxin it produces (tetanospasmin). Immunizations for this type of pathogen can be made by inactivating the toxin that causes disease symptoms. As with organisms or viruses used in killed or inactivated vaccines, this can be done via treatment with a chemical such as formalin, or by using heat or other methods.
Immunizations created using inactivated toxins are called toxoids. Toxoids can actually be considered killed or inactivated vaccines, but are sometimes given their own category to highlight the fact that they contain an inactivated toxin, and not an inactivated form of bacteria.
Toxoid immunizations on the U.S. Recommended Childhood Immunization schedule include the tetanus and diphtheria immunizations, which are available in a combined form.
Subunit and Conjugate Vaccines
Both subunit and conjugate vaccines contain only pieces of the pathogens they protect against.
Subunit vaccines use only part of a target pathogen to provoke a response from the immune system. This may be done by isolating a specific protein from a pathogen and presenting it as an antigen on its own. The acellular pertussis vaccine and influenza vaccine (in shot form) are examples of subunit vaccines.
Another type of subunit vaccine can be created via genetic engineering. A gene coding for a vaccine protein is inserted into another virus, or into producer cells in culture. When the carrier virus reproduces, or when the producer cell metabolizes, the vaccine protein is also created. The end result of this approach is a recombinant vaccine: the immune system will recognize the expressed protein and provide future protection against the target virus. The Hepatitis B vaccine currently used in the United States is a recombinant vaccine.
Another vaccine made using genetic engineering is the human papillomavirus (HPV) vaccine. Two types of HPV vaccine are available—one provides protection against two strains of HPV, the other four—but both are made in the same way: for each strain, a single viral protein is isolated. When these proteins are expressed, virus-like particles (VLPs) are created. These VLPs contain no genetic material from the viruses and can’t cause illness, but prompt an immune response that provides future protection against HPV.
Conjugate vaccines are somewhat similar to recombinant vaccines: they’re made using a combination of two different components. Conjugate vaccines, however, are made using pieces from the coats of bacteria. These coats are chemically linked to a carrier protein, and the combination is used as a vaccine. Conjugate vaccines are used to create a more powerful, combined immune response: typically the “piece” of bacteria being presented would not generate a strong immune response on its own, while the carrier protein would. The piece of bacteria can’t cause illness, but combined with a carrier protein, it can generate immunity against future infection. The vaccines currently in use for children against pneumococcal bacterial infections are made using this technique.
More Information
Researchers continue to develop new vaccine types and improve current approaches. For more information about experimental vaccines and delivery techniques, see our article The Future of Immunization.
WHO via Images from the History of Medicine (NLM)
Preparation of measles vaccine
The first human vaccines against viruses were based using weaker or attenuated viruses to generate immunity. The smallpox vaccine used cowpox, a poxvirus that was similar enough to smallpox to protect against it but usually didn’t serious illness. Rabies was the first virus attenuated in a lab to create a vaccine for humans.
Vaccines are made using several different processes. They may contain live viruses that have been attenuated (weakened or altered so as not to cause illness); inactivated or killed organisms or viruses; inactivated toxins (for bacterial diseases where toxins generated by the bacteria, and not the bacteria themselves, cause illness); or merely segments of the pathogen (this includes both subunit and conjugate vaccines).
Live, attenuated vaccines currently recommended as part of the U.S. Childhood Immunization Schedule include those against measles, mumps, and rubella (via the combined MMR vaccine), varicella (chickenpox), and influenza (in the nasal spray version of the seasonal flu vaccine). In addition to live, attenuated vaccines, the immunization schedule includes vaccines of every other major type—see the table above for a breakdown of the vaccine types on the recommended childhood schedule.
The different vaccine types each require different development techniques. Each section below addresses one of the vaccine types.
Live, Attenuated Vaccines
Attenuated vaccines can be made in several different ways. Some of the most common methods involve passing the disease-causing virus through a series of cell cultures or animal embryos (typically chick embryos). Using chick embryos as an example, the virus is grown in different embryos in a series. With each passage, the virus becomes better at replicating in chick cells, but loses its ability to replicate in human cells. A virus targeted for use in a vaccine may be grown through—“passaged” through—upwards of 200 different embryos or cell cultures. Eventually, the attenuated virus will be unable to replicate well (or at all) in human cells, and can be used in a vaccine. All of the methods that involve passing a virus through a non-human host produce a version of the virus that can still be recognized by the human immune system, but cannot replicate well in a human host.
When the resulting vaccine virus is given to a human, it will be unable to replicate enough to cause illness, but will still provoke an immune response that can protect against future infection.
One concern that must be considered is the potential for the vaccine virus to revert to a form capable of causing disease. Mutations that can occur when the vaccine virus replicates in the body may result in more a virulent strain. This is very unlikely, as the vaccine virus’s ability to replicate at all is limited; however, it is taken into consideration when developing an attenuated vaccine. It is worth noting that mutations are somewhat common with the oral polio vaccine (OPV), a live vaccine that is ingested instead of injected. The vaccine virus can mutate into a virulent form and result in rare cases of paralytic polio. For this reason, OPV is no longer used in the United States, and has been replaced on the Recommended Childhood Immunization Schedule by the inactivated polio vaccine (IPV).
Protection from a live, attenuated vaccine typically outlasts that provided by a killed or inactivated vaccine.
Killed or Inactivated Vaccines
One alternative to attenuated vaccines is a killed or inactivated vaccine. Vaccines of this type are created by inactivating a pathogen, typically using heat or chemicals such as formaldehyde or formalin. This destroys the pathogen’s ability to replicate, but keeps it “intact” so that the immune system can still recognize it. (“Inactivated” is generally used rather than “killed” to refer to viral vaccines of this type, as viruses are generally not considered to be alive.)
Because killed or inactivated pathogens can’t replicate at all, they can’t revert to a more virulent form capable of causing disease (as discussed above with live, attenuated vaccines). However, they tend to provide a shorter length of protection than live vaccines, and are more likely to require boosters to create long-term immunity. Killed or inactivated vaccines on the U.S. Recommended Childhood Immunization Schedule include the inactivated polio vaccine and the seasonal influenza vaccine (in shot form).
Toxoids
Some bacterial diseases are not directly caused by a bacterium itself, but by a toxin produced by the bacterium. One example is tetanus: its symptoms are not caused by the Clostridium tetani bacterium, but by a neurotoxin it produces (tetanospasmin). Immunizations for this type of pathogen can be made by inactivating the toxin that causes disease symptoms. As with organisms or viruses used in killed or inactivated vaccines, this can be done via treatment with a chemical such as formalin, or by using heat or other methods.
Immunizations created using inactivated toxins are called toxoids. Toxoids can actually be considered killed or inactivated vaccines, but are sometimes given their own category to highlight the fact that they contain an inactivated toxin, and not an inactivated form of bacteria.
Toxoid immunizations on the U.S. Recommended Childhood Immunization schedule include the tetanus and diphtheria immunizations, which are available in a combined form.
Subunit and Conjugate Vaccines
Both subunit and conjugate vaccines contain only pieces of the pathogens they protect against.
Subunit vaccines use only part of a target pathogen to provoke a response from the immune system. This may be done by isolating a specific protein from a pathogen and presenting it as an antigen on its own. The acellular pertussis vaccine and influenza vaccine (in shot form) are examples of subunit vaccines.
Another type of subunit vaccine can be created via genetic engineering. A gene coding for a vaccine protein is inserted into another virus, or into producer cells in culture. When the carrier virus reproduces, or when the producer cell metabolizes, the vaccine protein is also created. The end result of this approach is a recombinant vaccine: the immune system will recognize the expressed protein and provide future protection against the target virus. The Hepatitis B vaccine currently used in the United States is a recombinant vaccine.
Another vaccine made using genetic engineering is the human papillomavirus (HPV) vaccine. Two types of HPV vaccine are available—one provides protection against two strains of HPV, the other four—but both are made in the same way: for each strain, a single viral protein is isolated. When these proteins are expressed, virus-like particles (VLPs) are created. These VLPs contain no genetic material from the viruses and can’t cause illness, but prompt an immune response that provides future protection against HPV.
Conjugate vaccines are somewhat similar to recombinant vaccines: they’re made using a combination of two different components. Conjugate vaccines, however, are made using pieces from the coats of bacteria. These coats are chemically linked to a carrier protein, and the combination is used as a vaccine. Conjugate vaccines are used to create a more powerful, combined immune response: typically the “piece” of bacteria being presented would not generate a strong immune response on its own, while the carrier protein would. The piece of bacteria can’t cause illness, but combined with a carrier protein, it can generate immunity against future infection. The vaccines currently in use for children against pneumococcal bacterial infections are made using this technique.
More Information
Researchers continue to develop new vaccine types and improve current approaches. For more information about experimental vaccines and delivery techniques, see our article The Future of Immunization.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Guatemala autoriza importación de vacuna para peste porcina
El gobierno guatemalteco levantó este lunes una prohibición a la importación de la vacuna para la peste porcina clásica, debido al resurgimiento, en noviembre pasado, de un brote del virus en una región al oeste de la capital, informó el Diario Oficial.
La decisión fue adoptada por el Ministerio de Agricultura, Ganadería y Alimentación (Maga) después de la aparición del virus en algunas granjas del departamento de Chimaltenango, unos 52 km al oeste de la capital, precisa el decreto.
El brote se detectó el pasado 22 de noviembre, tras lo cual el Maga declaró estado de emergencia zoosanitaria, que llevó al sacrificio de más de 16.000 cerdos.
Ante estos hechos las autoridades determinaron que se "hace necesario permitir la importación de la vacuna" que estará a cargo de la Asociación de Porcicultores de Guatemala (Apogua), bajo supervisión oficial.
Las autoridades habían prohibido la importación, elaboración y comercialización de la vacuna para la erradicación de la peste porcina en marzo de 2009, cuando se declaró al país libre de la enfermedad.
Dr. Juan Antonio Montaño Hirose
La decisión fue adoptada por el Ministerio de Agricultura, Ganadería y Alimentación (Maga) después de la aparición del virus en algunas granjas del departamento de Chimaltenango, unos 52 km al oeste de la capital, precisa el decreto.
El brote se detectó el pasado 22 de noviembre, tras lo cual el Maga declaró estado de emergencia zoosanitaria, que llevó al sacrificio de más de 16.000 cerdos.
Ante estos hechos las autoridades determinaron que se "hace necesario permitir la importación de la vacuna" que estará a cargo de la Asociación de Porcicultores de Guatemala (Apogua), bajo supervisión oficial.
Las autoridades habían prohibido la importación, elaboración y comercialización de la vacuna para la erradicación de la peste porcina en marzo de 2009, cuando se declaró al país libre de la enfermedad.
Dr. Juan Antonio Montaño Hirose
Brasil busca apoio da OIE para erradicar aftosa no continente
Publicado por Inovadefesa em 13 dezembro 2011 às 12:20
Reunião realizada em Paris também verificará andamento do pedido brasileiro para alterar a classificação de risco da doença da Vaca Louca
O Brasil quer se tornar um dos membros diretivos do Fundo Mundial para a Sanidade e o Bem-Estar dos Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês). Com isso, o país pretende conseguir mais recursos para erradicar a febre aftosa na América do Sul até 2020. Esse é o principal objetivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na 6ª Reunião do Comitê Consultivo do grupo. O encontro acontece nesta terça e quarta-feira, 13 e 14 de dezembro, em Paris, na França.
O diretor do Departamento de Sanidade Animal do Mapa, Guilherme Marques, que participa da reunião explica que o Brasil vai buscar a erradicação da febre aftosa em todo o continente com mais recursos financeiros e humanos nos países da América do Sul por meio da OIE.
O Fundo Mundial para a Sanidade e o Bem-Estar dos Animais da OIE direciona verbas para apoiar ações previstas no plano estratégico de redução dos riscos das doenças infecciosas da OIE. Além disso, tem como finalidade prestar apoio aos serviços veterinários dos países para atender os padrões internacionais de qualidade da entidade.
Durante o evento, Marques – que preside a Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) e o Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP) – apresentará o trabalho que está sendo desenvolvido pela região para o enfrentamento da crise sanitária recente, devido ao foco de febre aftosa no Paraguai.
O Brasil vai tentar verificar a possibilidade de três fiscais federais agropecuários brasileiros participarem de treinamentos nas sedes da organização em Buenos Aires e Paris. O encontro servirá, ainda, para reforçar o pedido brasileiro de reconhecimento da Estação Quarentenária de Cananeia (EQC), localizada no estado de São Paulo, como centro de referência internacional para quarentena animal.
Outro tema que deverá ser tratado na ocasião é o pedido de alteração na classificação de risco de Encefalopatia Espongiforme Bovina (doença da Vaca Louca) de risco desprezível para negligenciável. A solicitação foi encaminhada pelo Mapa no dia 28 de outubro e deverá ser avaliada pela comissão científica da OIE em fevereiro de 2012. A resposta definitiva poderá ocorrer em maio, depois da aprovação dos 187 países-membros da entidade.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2184/ 2203
Marcos Giesteira
marcos.giesteira@agricultura.gov.br
Fonte: MAPA
Reunião realizada em Paris também verificará andamento do pedido brasileiro para alterar a classificação de risco da doença da Vaca Louca
O Brasil quer se tornar um dos membros diretivos do Fundo Mundial para a Sanidade e o Bem-Estar dos Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês). Com isso, o país pretende conseguir mais recursos para erradicar a febre aftosa na América do Sul até 2020. Esse é o principal objetivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na 6ª Reunião do Comitê Consultivo do grupo. O encontro acontece nesta terça e quarta-feira, 13 e 14 de dezembro, em Paris, na França.
O diretor do Departamento de Sanidade Animal do Mapa, Guilherme Marques, que participa da reunião explica que o Brasil vai buscar a erradicação da febre aftosa em todo o continente com mais recursos financeiros e humanos nos países da América do Sul por meio da OIE.
O Fundo Mundial para a Sanidade e o Bem-Estar dos Animais da OIE direciona verbas para apoiar ações previstas no plano estratégico de redução dos riscos das doenças infecciosas da OIE. Além disso, tem como finalidade prestar apoio aos serviços veterinários dos países para atender os padrões internacionais de qualidade da entidade.
Durante o evento, Marques – que preside a Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) e o Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP) – apresentará o trabalho que está sendo desenvolvido pela região para o enfrentamento da crise sanitária recente, devido ao foco de febre aftosa no Paraguai.
O Brasil vai tentar verificar a possibilidade de três fiscais federais agropecuários brasileiros participarem de treinamentos nas sedes da organização em Buenos Aires e Paris. O encontro servirá, ainda, para reforçar o pedido brasileiro de reconhecimento da Estação Quarentenária de Cananeia (EQC), localizada no estado de São Paulo, como centro de referência internacional para quarentena animal.
Outro tema que deverá ser tratado na ocasião é o pedido de alteração na classificação de risco de Encefalopatia Espongiforme Bovina (doença da Vaca Louca) de risco desprezível para negligenciável. A solicitação foi encaminhada pelo Mapa no dia 28 de outubro e deverá ser avaliada pela comissão científica da OIE em fevereiro de 2012. A resposta definitiva poderá ocorrer em maio, depois da aprovação dos 187 países-membros da entidade.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2184/ 2203
Marcos Giesteira
marcos.giesteira@agricultura.gov.br
Fonte: MAPA
domingo, 11 de dezembro de 2011
Holanda possui produção de leite moderna e totalmente automatizada
Sensores a laser identificam a posição das tetas para a retirada de leite.
No Brasil, por enquanto, o investimento nessa tecnologia não é lucrativo.
Do Globo Rural
Na Holanda é possível ter uma ideia para onde se inclina o futuro da pecuária leiteira. Você pode imaginar um curral de leite totalmente automatizado, com robô até para limpar o estrume das vacas? Isso não é ficção, não. Também na Europa, a seleção genética com base no DNA já evoluiu do gado de corte para o gado de leite.
Os estábulos e currais cada vez mais vão ganhando acara de indústrias. Uma universidade pública holandesa recebe apoio da iniciativa privada para pesquisar o que há de mais avançado em manejo de gado leiteiro. É como um super curral, um super estábulo, que abriga 500 vacas. Tudo tem funcionamento automático, até a tirada do leite.
São cinco robôs operando simultaneamente. A máquina faz a lavagem e a assepsia do úbere e um feixe de raio laser varre a área para informar ao computador a posição certa de cada teta. O engenho sugador entra em ação e, rapidamente, é feita a ordenha. O sistema funciona dia e noite sem parar. A vaca frequenta o robô por vontade própria, na hora que bem entender.
Importante saber que embaixo do piso gretado é tudo oco. No subsolo há uma enorme caixa coletora de fezes e urina. Com seu bip discreto, um robô vai passando, varrendo para as gretas os dejetos sólidos. Deixa o caminho limpinho. Sabe por onde andar e se desviar dos obstáculos graças aos sensores que funcionam mesmo com a carcaça coberta de estrume. Aliás, os sensores formam a espinha dorsal da tecnologia aplicada aqui. As vacas têm sensores para várias finalidades informando por exemplo quanto estão dando de leite, quanto devem comer.
O gerente do super curral, o engenheiro Jan Blomert, diz que são cerca de 2.000 propriedades na Holanda que já estão trabalhando nesse sistema. Surpreendente por causa do preço. Na propriedade de dona Trinska Reistman, foram financiados dois robôs para atender a um rebanho de 180 cabeças. O investimento foi o equivalente a três milhões de reais. Contando as máquinas automáticas e o galpão, com caixa subterrânea e tudo.
“No curral velho me sentia uma escrava. Agora, finalmente, me sinto uma produtora de leite. É mais fácil, mais tranquilo. Eu sou viúva e dou conta de fazer praticamente tudo sozinha. Diminuiu bem a mão de obra e aumentou significativamente a produção: minhas vacas davam, em média, 25 litros por dia e, agora, estão na faixa dos 29”, comenta Trinska Reistman.
No curral modelo, o gerente Blomert explica que o aumento do rendimento se dá pela combinação de vários fatores: tem a genética, a eficiência do manejo e, muito importante, a conversão alimentar. A proposta não é tirar o máximo da vaca, como se faz, por exemplo, no sistema americano, mas buscar o equilíbrio entre rendimento e longevidade. Compare: no sistema de super esforço, a vida útil da vaca é de duas lactações. Nesse método chega a três lactações e meia.
“Estamos de olho é na saúde do animal. Se você tira tudo da vaca, você a expõe a um estresse elevado, abrindo portas pra doenças. Se nos contentamos com produção na faixa dos 30 litros, que é o caso daqui, fica mais confortável pra vaca e longevidade depende basicamente do bem estar”, explica Jan Blomert.
No Brasil
A Fazenda Frankanna é uma das campeãs nacionais em eficiência de produção. A média de produção está entre as mais altas do mundo: cerca de 42 litros por dia. Dez a mais que o curral modelo da Holanda. Aquela relação entre rendimento e longevidade é a mesma: vida útil de três lactações e meia. A tirada do leite acontece não duas, nem três, mas quatro vezes ao dia.
A sala de ordenha é equipada com o que tem de mais moderno no Brasil hoje. A fazenda, porém, não trabalha com robôs. Por enquanto, no Brasil, não se paga o investimento nessa tecnologia, como explica um dos donos, Richard Djikstra: “No futuro é muito provável que venhamos a usar esse tipo de equipamento. Há uma tendência no custo de mão de obra, que está se elevando ano após ano. Com um equipamento desses você acaba tendo uma eficiência técnica e um resultado que viabiliza o investimento”. Mais do que investir em equipamento, no entanto, o forte da fazenda está na genética do gado. Uma tradição que vem desde que a família comprou as primeiras glebas no Paraná.
Genética
O gado fino que veio na bagagem dos Djikstras trouxe grandes contribuições pra a formação da pecuária leiteira do Brasil, conforme analisa o agrônomo William Tabchoury, gerente de uma das maiores companhias de genética bovina do mundo.
“Os holandeses são pioneiros na identificação e registro de animais. A partir daí teve a possibilidade de se realizar melhoramento genético do rebanho. O Brasil hoje é o quinto maior produtor de leite do mundo e cerca de 80% a 90% do leite produzido tem alguma influência da raça holandesa”, explica o agrônomo.
William trabalha na CRV que há 15 anos comprou a antiga Lagoa da Serra, uma das primeiras no Brasil a trabalhar com inseminação artificial. A sede da companhia na Holanda é uma das líderes no comércio de sêmen. Propriedade de uma cooperativa de 35 mil fazendeiros holandeses e belgas, a CRV distribui por ano cerca de oito milhões de doses de sêmen para 70 países.
Entre os touros que mais doaram sêmen em sua vida, está o campeão Sunny Boy, que doou dois milhões de doses, o que deve dar 1,4 milhões de filhos espalhados pelo mundo. Tudo começou no fim do século 19, quando o proprietário do touro campeão saia tocando corneta pra vender coberturas. Depois, mas ainda antes da Segunda Guerra Mundial, veio o programa de inseminação: o inseminador volante saia de moto levando nas costas o material de aplicação.
Hoje em dia a coleta se profissionalizou e, além do sêmen convencional, é possível comprar o sêmen sexado, escolhendo se vai querer só macho ou só fêmea. Oferecem o embrião já pronto com todo o pacote de fertilização in vitro e o devido implante já incluídos. Na Europa, a alta genética trabalha com o DNA. Os laboratórios já estão preparados para, comercialmente, analisar o potencial celular de uma doação.
Alfred de Vris, engenheiro genético encarregado mundial do programa de melhoramento da CRV, e Gus Laeven, que foi diretor da companhia por mais de dez anos no Brasil, explicam que já ficou completamente no passado distante o tempo de se ver crescer o bezerro, testar o touro por gerações até se conseguir o perfil da progênie. O mesmo valendo para as vacas.
“Agora a nossa seleção passa a ser feita no microscópio. Com a tecnologia do DNA podemos antecipar que características o animal vai transmitir ao longo da vida. Analisando um punhado de células já podemos dizer se ali teremos um animal bom de carne ou uma boa matriz”, conta Alfred de Vris.
Evolução
Esse futuro já chegou à Fazenda Frankanna, de Carambeí, no Paraná. Das 500 matrizes da propriedade, 15 vacas já são filhas dos chamados touros genômicos. A renovação do plantel segue nessa linha mirando o objetivo de se alcançar, dentro de três a quatro anos, a média diária recorde de 45 litros de leite por cabeça. Evolução que, claro, não depende só da alta genética, mas também da alimentação e do manejo. Os mínimos detalhes são observados. Os funcionários da leiteria, por exemplo, trabalham com dois porta-lenços na cintura. A cada vaca que entra na ordenha, eles usam dois paninhos na limpeza dos úberes. Como são quatro tiradas de leite, esses paninhos são usados cerca de 4.000 vezes por dia. Para dar conta da lavagem e desinfecção, foi montada uma lavanderia dentro do estábulo.
O cuidado com a limpeza é um entre inúmeros itens que entram na formação do preço do leite. A Cooperativa Batavo acaba de inaugurar uma das mais modernas indústrias de lacticínios do mundo. É totalmente automatizada. O produtor recebe de acordo com oito critérios: começa com o teor de gordura do leite mais o teor de proteína e dos sólidos totais; contagem bacteriana e de células somáticas; o volume de produção; a capacidade de estocagem e até a facilidade de acesso do caminhão à propriedade.
Na festa dos 100 anos de imigração, os produtores foram incentivados a continuarem na busca da atualização tecnológica, fator de sobrevivência e de sucesso da região. Um êxito que, no entender do presidente da Cooperativa Batavo, Renato Greidanus, não é só dos holandeses, mas deve ser creditado também a outras colônias.
Como a simbolizar a diversidade das contribuições, a sinfônica que veio da Holanda celebrar a data fechou o concerto tocando Aquarela do Brasil.
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/12/holanda-possui-producao-de-leite-moderna-e-totalmente-automatizada.html
No Brasil, por enquanto, o investimento nessa tecnologia não é lucrativo.
Do Globo Rural
Na Holanda é possível ter uma ideia para onde se inclina o futuro da pecuária leiteira. Você pode imaginar um curral de leite totalmente automatizado, com robô até para limpar o estrume das vacas? Isso não é ficção, não. Também na Europa, a seleção genética com base no DNA já evoluiu do gado de corte para o gado de leite.
Os estábulos e currais cada vez mais vão ganhando acara de indústrias. Uma universidade pública holandesa recebe apoio da iniciativa privada para pesquisar o que há de mais avançado em manejo de gado leiteiro. É como um super curral, um super estábulo, que abriga 500 vacas. Tudo tem funcionamento automático, até a tirada do leite.
São cinco robôs operando simultaneamente. A máquina faz a lavagem e a assepsia do úbere e um feixe de raio laser varre a área para informar ao computador a posição certa de cada teta. O engenho sugador entra em ação e, rapidamente, é feita a ordenha. O sistema funciona dia e noite sem parar. A vaca frequenta o robô por vontade própria, na hora que bem entender.
Importante saber que embaixo do piso gretado é tudo oco. No subsolo há uma enorme caixa coletora de fezes e urina. Com seu bip discreto, um robô vai passando, varrendo para as gretas os dejetos sólidos. Deixa o caminho limpinho. Sabe por onde andar e se desviar dos obstáculos graças aos sensores que funcionam mesmo com a carcaça coberta de estrume. Aliás, os sensores formam a espinha dorsal da tecnologia aplicada aqui. As vacas têm sensores para várias finalidades informando por exemplo quanto estão dando de leite, quanto devem comer.
O gerente do super curral, o engenheiro Jan Blomert, diz que são cerca de 2.000 propriedades na Holanda que já estão trabalhando nesse sistema. Surpreendente por causa do preço. Na propriedade de dona Trinska Reistman, foram financiados dois robôs para atender a um rebanho de 180 cabeças. O investimento foi o equivalente a três milhões de reais. Contando as máquinas automáticas e o galpão, com caixa subterrânea e tudo.
“No curral velho me sentia uma escrava. Agora, finalmente, me sinto uma produtora de leite. É mais fácil, mais tranquilo. Eu sou viúva e dou conta de fazer praticamente tudo sozinha. Diminuiu bem a mão de obra e aumentou significativamente a produção: minhas vacas davam, em média, 25 litros por dia e, agora, estão na faixa dos 29”, comenta Trinska Reistman.
No curral modelo, o gerente Blomert explica que o aumento do rendimento se dá pela combinação de vários fatores: tem a genética, a eficiência do manejo e, muito importante, a conversão alimentar. A proposta não é tirar o máximo da vaca, como se faz, por exemplo, no sistema americano, mas buscar o equilíbrio entre rendimento e longevidade. Compare: no sistema de super esforço, a vida útil da vaca é de duas lactações. Nesse método chega a três lactações e meia.
“Estamos de olho é na saúde do animal. Se você tira tudo da vaca, você a expõe a um estresse elevado, abrindo portas pra doenças. Se nos contentamos com produção na faixa dos 30 litros, que é o caso daqui, fica mais confortável pra vaca e longevidade depende basicamente do bem estar”, explica Jan Blomert.
No Brasil
A Fazenda Frankanna é uma das campeãs nacionais em eficiência de produção. A média de produção está entre as mais altas do mundo: cerca de 42 litros por dia. Dez a mais que o curral modelo da Holanda. Aquela relação entre rendimento e longevidade é a mesma: vida útil de três lactações e meia. A tirada do leite acontece não duas, nem três, mas quatro vezes ao dia.
A sala de ordenha é equipada com o que tem de mais moderno no Brasil hoje. A fazenda, porém, não trabalha com robôs. Por enquanto, no Brasil, não se paga o investimento nessa tecnologia, como explica um dos donos, Richard Djikstra: “No futuro é muito provável que venhamos a usar esse tipo de equipamento. Há uma tendência no custo de mão de obra, que está se elevando ano após ano. Com um equipamento desses você acaba tendo uma eficiência técnica e um resultado que viabiliza o investimento”. Mais do que investir em equipamento, no entanto, o forte da fazenda está na genética do gado. Uma tradição que vem desde que a família comprou as primeiras glebas no Paraná.
Genética
O gado fino que veio na bagagem dos Djikstras trouxe grandes contribuições pra a formação da pecuária leiteira do Brasil, conforme analisa o agrônomo William Tabchoury, gerente de uma das maiores companhias de genética bovina do mundo.
“Os holandeses são pioneiros na identificação e registro de animais. A partir daí teve a possibilidade de se realizar melhoramento genético do rebanho. O Brasil hoje é o quinto maior produtor de leite do mundo e cerca de 80% a 90% do leite produzido tem alguma influência da raça holandesa”, explica o agrônomo.
William trabalha na CRV que há 15 anos comprou a antiga Lagoa da Serra, uma das primeiras no Brasil a trabalhar com inseminação artificial. A sede da companhia na Holanda é uma das líderes no comércio de sêmen. Propriedade de uma cooperativa de 35 mil fazendeiros holandeses e belgas, a CRV distribui por ano cerca de oito milhões de doses de sêmen para 70 países.
Entre os touros que mais doaram sêmen em sua vida, está o campeão Sunny Boy, que doou dois milhões de doses, o que deve dar 1,4 milhões de filhos espalhados pelo mundo. Tudo começou no fim do século 19, quando o proprietário do touro campeão saia tocando corneta pra vender coberturas. Depois, mas ainda antes da Segunda Guerra Mundial, veio o programa de inseminação: o inseminador volante saia de moto levando nas costas o material de aplicação.
Hoje em dia a coleta se profissionalizou e, além do sêmen convencional, é possível comprar o sêmen sexado, escolhendo se vai querer só macho ou só fêmea. Oferecem o embrião já pronto com todo o pacote de fertilização in vitro e o devido implante já incluídos. Na Europa, a alta genética trabalha com o DNA. Os laboratórios já estão preparados para, comercialmente, analisar o potencial celular de uma doação.
Alfred de Vris, engenheiro genético encarregado mundial do programa de melhoramento da CRV, e Gus Laeven, que foi diretor da companhia por mais de dez anos no Brasil, explicam que já ficou completamente no passado distante o tempo de se ver crescer o bezerro, testar o touro por gerações até se conseguir o perfil da progênie. O mesmo valendo para as vacas.
“Agora a nossa seleção passa a ser feita no microscópio. Com a tecnologia do DNA podemos antecipar que características o animal vai transmitir ao longo da vida. Analisando um punhado de células já podemos dizer se ali teremos um animal bom de carne ou uma boa matriz”, conta Alfred de Vris.
Evolução
Esse futuro já chegou à Fazenda Frankanna, de Carambeí, no Paraná. Das 500 matrizes da propriedade, 15 vacas já são filhas dos chamados touros genômicos. A renovação do plantel segue nessa linha mirando o objetivo de se alcançar, dentro de três a quatro anos, a média diária recorde de 45 litros de leite por cabeça. Evolução que, claro, não depende só da alta genética, mas também da alimentação e do manejo. Os mínimos detalhes são observados. Os funcionários da leiteria, por exemplo, trabalham com dois porta-lenços na cintura. A cada vaca que entra na ordenha, eles usam dois paninhos na limpeza dos úberes. Como são quatro tiradas de leite, esses paninhos são usados cerca de 4.000 vezes por dia. Para dar conta da lavagem e desinfecção, foi montada uma lavanderia dentro do estábulo.
O cuidado com a limpeza é um entre inúmeros itens que entram na formação do preço do leite. A Cooperativa Batavo acaba de inaugurar uma das mais modernas indústrias de lacticínios do mundo. É totalmente automatizada. O produtor recebe de acordo com oito critérios: começa com o teor de gordura do leite mais o teor de proteína e dos sólidos totais; contagem bacteriana e de células somáticas; o volume de produção; a capacidade de estocagem e até a facilidade de acesso do caminhão à propriedade.
Na festa dos 100 anos de imigração, os produtores foram incentivados a continuarem na busca da atualização tecnológica, fator de sobrevivência e de sucesso da região. Um êxito que, no entender do presidente da Cooperativa Batavo, Renato Greidanus, não é só dos holandeses, mas deve ser creditado também a outras colônias.
Como a simbolizar a diversidade das contribuições, a sinfônica que veio da Holanda celebrar a data fechou o concerto tocando Aquarela do Brasil.
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/12/holanda-possui-producao-de-leite-moderna-e-totalmente-automatizada.html
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Mapa quer ampliar controle sanitário sobre a carne bovina
08/12
Francisco Jardim, secretário de Defesa Agropecuária, defende aplicação SIF para todos os municípios
O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, revelou em entrevista ao blog Carne Saudável (www.carnesaudavel.blog.br) que o modelo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) deveria se expandir a todos os municípios brasileiros, garantindo um grau de controle que é reconhecido no país e no exterior. O secretário refere-se ao Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), já aprovado por lei e ao qual a adesão por estados e municípios é voluntária.
A maior preocupação é com os crescentes casos de denúncias contra os abatedouros clandestinos ou com graves deficiências sanitárias. Para Jardim, não é possível permitir o funcionamento de uma unidade frigorífica que apresenta riscos ao consumidor.
“A lei deve ser cumprida, pois a base de tudo é mesmo a preservação da saúde pública. Se houver risco para a saúde humana, as providências são tomadas de maneira rigorosa, mesmo que isso signifique o descarte do animal ou de todo um lote de bovinos”, destacou.
O secretário reconhece que pequenos matadouros e frigoríficos, que não estão sujeitos à fiscalização do SIF, não investem em iniciativas de controle, como a inspeção e seleção de animais no pré-abate. Jardim destaca esse trabalho como um dos mais importantes realizados pelo Serviço. “Visitamos os frigoríficos e abatedouros e fazemos um filtro dos animais, evitando que bovinos doentes, com brucelose, aftosa ou cisticerco, sigam para o abate”, explicou.
Apenas os matadouros e frigoríficos que comercializam seus produtos fora de seus estados de origem e para o exterior estão sujeitos à fiscalização do SIF. Hoje o Serviço fiscaliza quase 4 mil estabelecimentos de todo o País, registrados no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), da Secretaria de Defesa Agropecuária. Os produtos brasileiros com a marca SIF são comercializados no Brasil e em mais de 180 países.
Agrolink com informações de assessoria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163483
Francisco Jardim, secretário de Defesa Agropecuária, defende aplicação SIF para todos os municípios
O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, revelou em entrevista ao blog Carne Saudável (www.carnesaudavel.blog.br) que o modelo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) deveria se expandir a todos os municípios brasileiros, garantindo um grau de controle que é reconhecido no país e no exterior. O secretário refere-se ao Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), já aprovado por lei e ao qual a adesão por estados e municípios é voluntária.
A maior preocupação é com os crescentes casos de denúncias contra os abatedouros clandestinos ou com graves deficiências sanitárias. Para Jardim, não é possível permitir o funcionamento de uma unidade frigorífica que apresenta riscos ao consumidor.
“A lei deve ser cumprida, pois a base de tudo é mesmo a preservação da saúde pública. Se houver risco para a saúde humana, as providências são tomadas de maneira rigorosa, mesmo que isso signifique o descarte do animal ou de todo um lote de bovinos”, destacou.
O secretário reconhece que pequenos matadouros e frigoríficos, que não estão sujeitos à fiscalização do SIF, não investem em iniciativas de controle, como a inspeção e seleção de animais no pré-abate. Jardim destaca esse trabalho como um dos mais importantes realizados pelo Serviço. “Visitamos os frigoríficos e abatedouros e fazemos um filtro dos animais, evitando que bovinos doentes, com brucelose, aftosa ou cisticerco, sigam para o abate”, explicou.
Apenas os matadouros e frigoríficos que comercializam seus produtos fora de seus estados de origem e para o exterior estão sujeitos à fiscalização do SIF. Hoje o Serviço fiscaliza quase 4 mil estabelecimentos de todo o País, registrados no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), da Secretaria de Defesa Agropecuária. Os produtos brasileiros com a marca SIF são comercializados no Brasil e em mais de 180 países.
Agrolink com informações de assessoria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163483
Consumo de carne suína no Brasil atinge 15,1kg per capita
08/12
Dado da Abipecs revela que PNDS atinge a meta histórica 1 ano antes do prazo estabelecido
“A sensação é de dever cumprido”, assim comentou o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, após receber a informação da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) de que o aumento do consumo de carne suína no país atingiu neste ano 15,1kg per capita, não só adiantando, mas ultrapassando a meta estabelecida pelo Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS) junto ao Sebrae Nacional prevista para 2012. Os dados foram divulgados na coletiva de imprensa da Abipecs, na tarde desta terça-feira (06/12) em São Paulo.
Em mais um ano consecutivo a suinocultura brasileira teve no mercado doméstico a sua principal base de sustentação. Ao longo do ano, o brasileiro aumentou seu consumo de carne suína em mais 0,5kg per capita, crescimento que no ano passado chegou a 1kg. Por um longo período, o consumo per capita permaneceu estagnado, aumentando apenas de acordo com o crescimento da população. “Agora, o aumento é real, comenta a coordenadora nacional do PNDS, Lívia Machado, ressaltando que atual força do mercado interno, se comprova pelos volumes exportados de carne suína, que teve nos últimos anos valores inferiores que 2009.
“Foi mais vantajoso à indústria colocar aqui o seu produto do que direcioná-lo ao mercado internacional. Este movimento é resultado da demanda interna aquecida, gerada pela melhoria de renda da população brasileira, atrelada a um real supervalorizado em relação ao dólar, o que desestimula os embarques”, explicou o diretor-executivo da ABCS, Fabiano Coser.
O maior preço da carne bovina nas gôndolas dos supermercados assustou os seus tradicionais consumidores, que migraram principalmente para os produtos suínos in natura e processados em 2010. Já neste ano, a carne bovina permaneceu em patamares aceitáveis para o consumidor, que mesmo assim deu preferencia à carne suína. Ainda longe de ser a proteína mais consumida no País, é fato que a carne suína está mais presente na mesa do brasileiro.
Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs, informou que “o mercado doméstico foi o responsável pela absorção do aumento de 180 mil toneladas que ocorreu na produção de suínos em 2011. Em 2012 teremos um aumento na exportação, mas o mercado interno continuará sendo o grande mercado para a carne suína”. A entidade divulgou ainda números sobre crescimento da produção e abate. “Neste ano a produção de carne suína apresentou aumento de 4,9% em relação 2010 – passando 3,24 milhões de toneladas para 3,5 milhões. Já o abate de suínos teve ampliação de 5,5%, saltando de 34,3 milhões de cabeças para 36,2 milhões”, informou o diretor de mercado interno da Abipecs, Jurandi Machado. Ainda segundo o diretor, o mercado interno absorveu 84,7% da oferta neste ano, valor 1,7% maior que em 2012.
Devido ao fechamento de mercado russo no início deste ano a disponibilidade de carne suína no mercado brasileiro aumentou em 6,7%. Até novembro o país exportou 479,484 toneladas e de acordo com Pedro Camargo, deve encerrar o ano com 520 mil toneladas exportadas. O destaque de 2011 foram as vendas para Hong Kong, que cresceram 23%, tornando o país o segundo destino da carne suína brasileira, quase encostando nas exportações para a Rússia.
“Esse cenário favorável da suinocultura brasileira não poderia ser alcançado sem a atuação do PNDS no setor”, comentou o presidente da ABCS, Marcelo Lopes. Ao longo de dois anos, o Projeto realizou mais de 280 ações, registrou aumentos de 20% a 90% nas vendas de cortes suínos e através do trabalho realizado pelas afiliadas da ABCS, mais de 1 milhão de pessoas foram sensibilizadas por meio de informações sobre a saudabilidade da carne suína, sua importância para a saúde humana e suas diversas opções de consumo. Além disso, cerca de 13 mil profissionais foram capacitados de forma direta em treinamentos de cortes, oficinas gastronômicas, palestras para médicos e em universidades. Nessa fatia de capacitações mais de 2.000 produtores do Brasil receberam treinamento para melhoria de gestão e mão de obra, além de consultorias técnicas e de inovação realizada nas granjas.
Iniciativas voltadas para a produção marcaram o ano de 2011, como o Manual de Boas Práticas Agropecuárias na Produção de Suínos, lançado em 13 estados pela ABCS com o objetivo de orientar os produtores nos padrões operacionais e gerencial das granjas, além da parceria com o Senar Nacional para a criação de sete cursos modulares para as colaboradores e gerentes de granjas, aplicados gratuitamente por meio do Senar estaduais desde outubro desse ano.
“Centenas de suinocultores, empresas do setor, autoridades e lideranças acreditaram na revolução que o PNDS traria para a cadeia suinícola. Associações filiadas a ABCS, Sebraes e federações estaduais se lançaram nesse desafio. Juntos trabalharam, ousaram e hoje veem essa meta histórica no Brasil se concretizar”, comentou Lívia Machado. “Nossa expectativa é multiplicar os trabalhos, expandindo o número de produtores e profissionais capacitados, de ações realizadas para que no próximo ano seja possível atingir resultados ainda mais significativos”, encerrou.
Agrolink com informações de assessoria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163478
Dado da Abipecs revela que PNDS atinge a meta histórica 1 ano antes do prazo estabelecido
“A sensação é de dever cumprido”, assim comentou o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, após receber a informação da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) de que o aumento do consumo de carne suína no país atingiu neste ano 15,1kg per capita, não só adiantando, mas ultrapassando a meta estabelecida pelo Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS) junto ao Sebrae Nacional prevista para 2012. Os dados foram divulgados na coletiva de imprensa da Abipecs, na tarde desta terça-feira (06/12) em São Paulo.
Em mais um ano consecutivo a suinocultura brasileira teve no mercado doméstico a sua principal base de sustentação. Ao longo do ano, o brasileiro aumentou seu consumo de carne suína em mais 0,5kg per capita, crescimento que no ano passado chegou a 1kg. Por um longo período, o consumo per capita permaneceu estagnado, aumentando apenas de acordo com o crescimento da população. “Agora, o aumento é real, comenta a coordenadora nacional do PNDS, Lívia Machado, ressaltando que atual força do mercado interno, se comprova pelos volumes exportados de carne suína, que teve nos últimos anos valores inferiores que 2009.
“Foi mais vantajoso à indústria colocar aqui o seu produto do que direcioná-lo ao mercado internacional. Este movimento é resultado da demanda interna aquecida, gerada pela melhoria de renda da população brasileira, atrelada a um real supervalorizado em relação ao dólar, o que desestimula os embarques”, explicou o diretor-executivo da ABCS, Fabiano Coser.
O maior preço da carne bovina nas gôndolas dos supermercados assustou os seus tradicionais consumidores, que migraram principalmente para os produtos suínos in natura e processados em 2010. Já neste ano, a carne bovina permaneceu em patamares aceitáveis para o consumidor, que mesmo assim deu preferencia à carne suína. Ainda longe de ser a proteína mais consumida no País, é fato que a carne suína está mais presente na mesa do brasileiro.
Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs, informou que “o mercado doméstico foi o responsável pela absorção do aumento de 180 mil toneladas que ocorreu na produção de suínos em 2011. Em 2012 teremos um aumento na exportação, mas o mercado interno continuará sendo o grande mercado para a carne suína”. A entidade divulgou ainda números sobre crescimento da produção e abate. “Neste ano a produção de carne suína apresentou aumento de 4,9% em relação 2010 – passando 3,24 milhões de toneladas para 3,5 milhões. Já o abate de suínos teve ampliação de 5,5%, saltando de 34,3 milhões de cabeças para 36,2 milhões”, informou o diretor de mercado interno da Abipecs, Jurandi Machado. Ainda segundo o diretor, o mercado interno absorveu 84,7% da oferta neste ano, valor 1,7% maior que em 2012.
Devido ao fechamento de mercado russo no início deste ano a disponibilidade de carne suína no mercado brasileiro aumentou em 6,7%. Até novembro o país exportou 479,484 toneladas e de acordo com Pedro Camargo, deve encerrar o ano com 520 mil toneladas exportadas. O destaque de 2011 foram as vendas para Hong Kong, que cresceram 23%, tornando o país o segundo destino da carne suína brasileira, quase encostando nas exportações para a Rússia.
“Esse cenário favorável da suinocultura brasileira não poderia ser alcançado sem a atuação do PNDS no setor”, comentou o presidente da ABCS, Marcelo Lopes. Ao longo de dois anos, o Projeto realizou mais de 280 ações, registrou aumentos de 20% a 90% nas vendas de cortes suínos e através do trabalho realizado pelas afiliadas da ABCS, mais de 1 milhão de pessoas foram sensibilizadas por meio de informações sobre a saudabilidade da carne suína, sua importância para a saúde humana e suas diversas opções de consumo. Além disso, cerca de 13 mil profissionais foram capacitados de forma direta em treinamentos de cortes, oficinas gastronômicas, palestras para médicos e em universidades. Nessa fatia de capacitações mais de 2.000 produtores do Brasil receberam treinamento para melhoria de gestão e mão de obra, além de consultorias técnicas e de inovação realizada nas granjas.
Iniciativas voltadas para a produção marcaram o ano de 2011, como o Manual de Boas Práticas Agropecuárias na Produção de Suínos, lançado em 13 estados pela ABCS com o objetivo de orientar os produtores nos padrões operacionais e gerencial das granjas, além da parceria com o Senar Nacional para a criação de sete cursos modulares para as colaboradores e gerentes de granjas, aplicados gratuitamente por meio do Senar estaduais desde outubro desse ano.
“Centenas de suinocultores, empresas do setor, autoridades e lideranças acreditaram na revolução que o PNDS traria para a cadeia suinícola. Associações filiadas a ABCS, Sebraes e federações estaduais se lançaram nesse desafio. Juntos trabalharam, ousaram e hoje veem essa meta histórica no Brasil se concretizar”, comentou Lívia Machado. “Nossa expectativa é multiplicar os trabalhos, expandindo o número de produtores e profissionais capacitados, de ações realizadas para que no próximo ano seja possível atingir resultados ainda mais significativos”, encerrou.
Agrolink com informações de assessoria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163478
Paraguai perde certificação de país livre de aftosa
08/12
Assunção (Prensa Latina) A Organização Internacional de Epizootias (OIE) retirou do Paraguai a certificação de país livre da aftosa por vacinação ao perder esse estatuto a denominada Zona de Alta Vigilância, informaram nesta quarta-feira meios de imprensa.
Com esta decisão as duas zonas sanitárias estabelecidas na nação sul-americana foram vetadas pelo organismo internacional, com sede na França.
A primeira das demarcações compreende 15 quilômetros ao longo de todas as fronteiras e a segunda o restante do país.
No último dia 18 de setembro com a detecção de um surto de febre aftosa em um estabelecimento ganadeiro no departamento de San Pedro, centro, este última perdeu a condição.
A zona de Alta Vigilância tinha recuperado esse estatuto em maio deste ano e ontem foi notificada sua retirada do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal, declarou o jornal ABC Cor, Hugo Idoyaga, diretor de Relações Internacionais da entidade.
O servidor público explicou que na prática a OIE retirou do Paraguai a condição de país livre da febre aftosa através da vacinação.
Idoyaga assinalou que a entidade justificou a medida por conta do não cumprimento do ponto 8.5 do Código Sanitário, referido aos estudos serológicos dos animais em movimento na fronteira, "de difícil cumprimento por seus custos", referiu a fonte.
A suspensão -considerou- constitui um retrocesso para o país ao ter que revisar todos os procedimentos: vacinação, processos de serologia, movimentações de animais, além do cumprimento da parte técnica estabelecida nos manuais da OIE.
O especialista paraguaio estimou que em meados do próximo ano apresentarão a solicitação para recuperar a condição perdida.
Prensa Latina
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163493
Assunção (Prensa Latina) A Organização Internacional de Epizootias (OIE) retirou do Paraguai a certificação de país livre da aftosa por vacinação ao perder esse estatuto a denominada Zona de Alta Vigilância, informaram nesta quarta-feira meios de imprensa.
Com esta decisão as duas zonas sanitárias estabelecidas na nação sul-americana foram vetadas pelo organismo internacional, com sede na França.
A primeira das demarcações compreende 15 quilômetros ao longo de todas as fronteiras e a segunda o restante do país.
No último dia 18 de setembro com a detecção de um surto de febre aftosa em um estabelecimento ganadeiro no departamento de San Pedro, centro, este última perdeu a condição.
A zona de Alta Vigilância tinha recuperado esse estatuto em maio deste ano e ontem foi notificada sua retirada do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal, declarou o jornal ABC Cor, Hugo Idoyaga, diretor de Relações Internacionais da entidade.
O servidor público explicou que na prática a OIE retirou do Paraguai a condição de país livre da febre aftosa através da vacinação.
Idoyaga assinalou que a entidade justificou a medida por conta do não cumprimento do ponto 8.5 do Código Sanitário, referido aos estudos serológicos dos animais em movimento na fronteira, "de difícil cumprimento por seus custos", referiu a fonte.
A suspensão -considerou- constitui um retrocesso para o país ao ter que revisar todos os procedimentos: vacinação, processos de serologia, movimentações de animais, além do cumprimento da parte técnica estabelecida nos manuais da OIE.
O especialista paraguaio estimou que em meados do próximo ano apresentarão a solicitação para recuperar a condição perdida.
Prensa Latina
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Brasil alivia barreiras à carne do Paraguai
08/12
Fiscalização volta à rotina antes do previsto e governo brasileiro autoriza a retomada da importação de cortes bovinos desossados
José Rocher e Fabiula Wurmeister, da sucursal de Foz do Iguaçu
Dois meses e meio após a confirmação de um foco de aftosa no Paraguai, o governo brasileiro liberou a retomada da importação de carne bovina desossada do país vizinho. Segundo as autoridades sanitárias, o problema está sob controle e o risco de transmissão ao gado brasileiro reside no produto in natura sem inspeção, não no desossado. O reforço na fiscalização, no entanto, também foi aliviado. As Forças Armadas, que ajudariam os agentes sanitários a barrar a importação ilegal na região de Foz do Iguaçu até o fim desta semana, já se retiraram.
A fiscalização nas proximidades do Paraguai, em Foz do Iguaçu e Guaíra, fica a cargo das autoridades federais e, nas divisas estatuais, é assumida pela defesa sanitária paranaense. Em ambos os casos, a informação é de que as equipes de fiscais estão atentas e procuram barrar a carne in natura, mesmo com efetivo reduzido. Em Foz, nos dois meses e meio de fiscalização reforçada, foram apreedidos 382 quilos de carnes diversas.
A carne paraguaia chega à mesa do consumidor paranaense com mais frequência do que se imagina. Segundo da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do governo federal, o Brasil comprou 10,4 mil toneladas de carne bovina desossada refrigerada de janeiro a novembro e 5,6 mil vieram do país vizinho. O Paraná é o principal importador. Foi destino de 4,8 mil toneladas do alimento no mesmo período (85% do produto paraguaio importado).
O principal motivo para a importação de carne desossada paraguaia, que acaba de ser liberada – é o mesmo que atrai a população brasileira aos supermercados estrangeiros localizados perto da fronteira: os preços. O importador do Brasil paga ao exportador do Paraguai o equivalente a R$ 8,6 por quilo de carne bovina. Em média, o alimento custa R$ 16,1/kg se considerados os preços de todos os países fornecedores. A diferença, segundo a fiscalização brasileira, é menor na comparação dos preços ao consumidor final, o que tem limitado o interesse pela carne do país vizinho.
O Paraná enfrentou uma crise de aftosa em seu rebanho pela última vez em outubro de 2005. A União Europeia só voltou a importar carne do estado em setembro de 2008, quase três anos depois.
Gazeta do Povo
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163505
Fiscalização volta à rotina antes do previsto e governo brasileiro autoriza a retomada da importação de cortes bovinos desossados
José Rocher e Fabiula Wurmeister, da sucursal de Foz do Iguaçu
Dois meses e meio após a confirmação de um foco de aftosa no Paraguai, o governo brasileiro liberou a retomada da importação de carne bovina desossada do país vizinho. Segundo as autoridades sanitárias, o problema está sob controle e o risco de transmissão ao gado brasileiro reside no produto in natura sem inspeção, não no desossado. O reforço na fiscalização, no entanto, também foi aliviado. As Forças Armadas, que ajudariam os agentes sanitários a barrar a importação ilegal na região de Foz do Iguaçu até o fim desta semana, já se retiraram.
A fiscalização nas proximidades do Paraguai, em Foz do Iguaçu e Guaíra, fica a cargo das autoridades federais e, nas divisas estatuais, é assumida pela defesa sanitária paranaense. Em ambos os casos, a informação é de que as equipes de fiscais estão atentas e procuram barrar a carne in natura, mesmo com efetivo reduzido. Em Foz, nos dois meses e meio de fiscalização reforçada, foram apreedidos 382 quilos de carnes diversas.
A carne paraguaia chega à mesa do consumidor paranaense com mais frequência do que se imagina. Segundo da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do governo federal, o Brasil comprou 10,4 mil toneladas de carne bovina desossada refrigerada de janeiro a novembro e 5,6 mil vieram do país vizinho. O Paraná é o principal importador. Foi destino de 4,8 mil toneladas do alimento no mesmo período (85% do produto paraguaio importado).
O principal motivo para a importação de carne desossada paraguaia, que acaba de ser liberada – é o mesmo que atrai a população brasileira aos supermercados estrangeiros localizados perto da fronteira: os preços. O importador do Brasil paga ao exportador do Paraguai o equivalente a R$ 8,6 por quilo de carne bovina. Em média, o alimento custa R$ 16,1/kg se considerados os preços de todos os países fornecedores. A diferença, segundo a fiscalização brasileira, é menor na comparação dos preços ao consumidor final, o que tem limitado o interesse pela carne do país vizinho.
O Paraná enfrentou uma crise de aftosa em seu rebanho pela última vez em outubro de 2005. A União Europeia só voltou a importar carne do estado em setembro de 2008, quase três anos depois.
Gazeta do Povo
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MT: Em 2011, aves ultrapassam bovinos
08/12
MARIANNA PERES
O carro chefe das exportações estaduais continua sendo o complexo soja, que sozinho, responde por 62,74% do total de negócios acumulados até novembro deste ano. No entanto, as vendas de cortes de aves superaram pela primeira vez na história as vendas de cortes bovinos. Como observa o economista da PR Consultoria, Carlos Vitor Timo Ribeiro, foram 196 mil toneladas de aves exportadas para 163,07 mil de carne bovina. O complexo carnes segue como terceiro maior produto da pauta estadual, atrás do milho.
O complexo soja registra negócios de US$ 6,43 bilhões, com alta de 29,6% na receita para apenas 0,9% em volume físico, em comparação ao acumulado de 2010. Os destaques ficam para o grão e óleo, com valorizações de valores em 37,8% e 63,2%, respectivamente. O segundo produto mais vendido até novembro é o milho com 15,19% de participação no total estadual, cuja receita soma US$ 1,55 bilhão, valorização de 53,7% em valor e alta de 5,3% em volume embarcado. O complexo carnes, com participação de 12%, soma US$ 1,23 bilhão, alta de 21% em valor e de 3,3% em volume. Os cortes bovinos tiveram valorização de 17% e redução de 8,6% no volume. As aves ascenderam em mais de 46% a receita e em 25% em volume. Suínos, que desde junho amargam o peso do embargo imposto pela Rússia, fecham o período com queda de 48% no faturamento de 47% nos embarques.
Timo Ribeiro faz menção às vendas de açúcar, aumentadas em 74% em relação ao volume físico embarcado no mesmo período de comparação do ano passado (janeiro a novembro). Como aponta, a valorização das cotações no exterior elevaram a receita em quase 129%, totalizando US$ 12,10 milhões em negócios. As boas cotações se estenderam ao algodão. As vendas acumulam saldo de US$ 620,82 milhões, o que representa valorização de 69% e incremento de 29,7% nos volumes exportados.
DESTINO – A Ásia segue como maior parceiro, responsável por cerca de 51% dos negócios realizados no período. Deste bloco econômico se destaca a China, que responde sozinha por US$ 3,27 bilhões dos US$ 5,23 bilhões realizados pelo continente. A União Europeia ampliou em 124% as compras e responde por 45,84% do total exportado pelo Estado, que soma negócios de US$ 2,20 bilhões. A Holanda (Países Baixos) se mantém como a principal porta de entrada da pauta estadual, com compras de US$ 893,40 milhões. Em terceiro maior destino por blocos, está o Oriente Médio, cuja participação no total é de 9,26%, mas com negócios incrementados em 54% no intervalo de um ano. O bloco soma compras de US$ 950,28 milhões e tem o Irã como maior comprador, sozinho respondeu por mais da metade do comércio, com US$ 589,29 milhões.
Relacionando apenas os países que mais importam a pauta estadual estão: China, Holanda, Tailândia, Irã e Espanha.
Diário de Cuiabá
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163500
MARIANNA PERES
O carro chefe das exportações estaduais continua sendo o complexo soja, que sozinho, responde por 62,74% do total de negócios acumulados até novembro deste ano. No entanto, as vendas de cortes de aves superaram pela primeira vez na história as vendas de cortes bovinos. Como observa o economista da PR Consultoria, Carlos Vitor Timo Ribeiro, foram 196 mil toneladas de aves exportadas para 163,07 mil de carne bovina. O complexo carnes segue como terceiro maior produto da pauta estadual, atrás do milho.
O complexo soja registra negócios de US$ 6,43 bilhões, com alta de 29,6% na receita para apenas 0,9% em volume físico, em comparação ao acumulado de 2010. Os destaques ficam para o grão e óleo, com valorizações de valores em 37,8% e 63,2%, respectivamente. O segundo produto mais vendido até novembro é o milho com 15,19% de participação no total estadual, cuja receita soma US$ 1,55 bilhão, valorização de 53,7% em valor e alta de 5,3% em volume embarcado. O complexo carnes, com participação de 12%, soma US$ 1,23 bilhão, alta de 21% em valor e de 3,3% em volume. Os cortes bovinos tiveram valorização de 17% e redução de 8,6% no volume. As aves ascenderam em mais de 46% a receita e em 25% em volume. Suínos, que desde junho amargam o peso do embargo imposto pela Rússia, fecham o período com queda de 48% no faturamento de 47% nos embarques.
Timo Ribeiro faz menção às vendas de açúcar, aumentadas em 74% em relação ao volume físico embarcado no mesmo período de comparação do ano passado (janeiro a novembro). Como aponta, a valorização das cotações no exterior elevaram a receita em quase 129%, totalizando US$ 12,10 milhões em negócios. As boas cotações se estenderam ao algodão. As vendas acumulam saldo de US$ 620,82 milhões, o que representa valorização de 69% e incremento de 29,7% nos volumes exportados.
DESTINO – A Ásia segue como maior parceiro, responsável por cerca de 51% dos negócios realizados no período. Deste bloco econômico se destaca a China, que responde sozinha por US$ 3,27 bilhões dos US$ 5,23 bilhões realizados pelo continente. A União Europeia ampliou em 124% as compras e responde por 45,84% do total exportado pelo Estado, que soma negócios de US$ 2,20 bilhões. A Holanda (Países Baixos) se mantém como a principal porta de entrada da pauta estadual, com compras de US$ 893,40 milhões. Em terceiro maior destino por blocos, está o Oriente Médio, cuja participação no total é de 9,26%, mas com negócios incrementados em 54% no intervalo de um ano. O bloco soma compras de US$ 950,28 milhões e tem o Irã como maior comprador, sozinho respondeu por mais da metade do comércio, com US$ 589,29 milhões.
Relacionando apenas os países que mais importam a pauta estadual estão: China, Holanda, Tailândia, Irã e Espanha.
Diário de Cuiabá
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163500
Brasil reabre importações de carne do Paraguai com restrições
02/12/2011 18:24
Compras só serão autorizadas mediante o cumprimento de uma série de exigências
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reabriu as importações de carne bovina maturada e desossada procedente do Paraguai nesta sexta-feira, 2 de dezembro. A entrada dos produtos no Brasil será permitida somente por meio da localidade de Ponta Porá, em Mato Grosso do Sul, e deverá ser destinada a estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal brasileiro.
Será autorizada apenas a compra de carnes oriundas de plantas habilitadas à exportação para o Brasil, acompanhadas de certificado sanitário internacional expedido pela autoridade competente que comprove o atendimento de quatro requisitos.
Entre eles estão que as carnes tenham sido obtidas de bovinos que nasceram e foram criados no país de procedência. Além disso, esses animais devem ser originários de áreas incluídas no programa nacional de controle da febre aftosa, em propriedades que não tenham registrado nenhum foco da doença nos 60 dias anteriores. Nenhum caso poderá ter ocorrido também nas proximidades dessas fazendas, num raio de 25 quilômetros, nos 30 dias antecedentes.
A lista de exigências também prevê que todas as carcaças, antes da desossa, devem ter sido submetidas a processo de maturação sanitária em temperatura superior a +2° C, durante um período de pelo menos 24 horas após o abate. Outra exigência é que o pH no centro do músculo dorsal, em cada metade da carcaça, não tenha alcançado valor superior a seis.
A última condição é que a carga tenha sido lacrada pela autoridade competente no país de procedência. O número do lacre deve constar nos documentos oficiais que acompanharão o carregamento.
A decisão foi tomada pelas autoridades brasileiras com base nas conclusões da missão técnica que visitou o Paraguai para avaliar as ações realizadas para a erradicação do foco de febre aftosa ocorrido naquele país em setembro deste ano.
“Podemos garantir que é um produto sem riscos. Estamos seguindo todas as recomendações internacionais que reconhecem a carne desossada e maturada como um produto seguro e que não transmite vírus”, afirma o secretario substituto de Defesa Agropecuária do Mapa, Ênio Marques.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2184/ 2203
Marcos Giesteira
marcos.giesteira@agricultura.gov.br
Compras só serão autorizadas mediante o cumprimento de uma série de exigências
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reabriu as importações de carne bovina maturada e desossada procedente do Paraguai nesta sexta-feira, 2 de dezembro. A entrada dos produtos no Brasil será permitida somente por meio da localidade de Ponta Porá, em Mato Grosso do Sul, e deverá ser destinada a estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal brasileiro.
Será autorizada apenas a compra de carnes oriundas de plantas habilitadas à exportação para o Brasil, acompanhadas de certificado sanitário internacional expedido pela autoridade competente que comprove o atendimento de quatro requisitos.
Entre eles estão que as carnes tenham sido obtidas de bovinos que nasceram e foram criados no país de procedência. Além disso, esses animais devem ser originários de áreas incluídas no programa nacional de controle da febre aftosa, em propriedades que não tenham registrado nenhum foco da doença nos 60 dias anteriores. Nenhum caso poderá ter ocorrido também nas proximidades dessas fazendas, num raio de 25 quilômetros, nos 30 dias antecedentes.
A lista de exigências também prevê que todas as carcaças, antes da desossa, devem ter sido submetidas a processo de maturação sanitária em temperatura superior a +2° C, durante um período de pelo menos 24 horas após o abate. Outra exigência é que o pH no centro do músculo dorsal, em cada metade da carcaça, não tenha alcançado valor superior a seis.
A última condição é que a carga tenha sido lacrada pela autoridade competente no país de procedência. O número do lacre deve constar nos documentos oficiais que acompanharão o carregamento.
A decisão foi tomada pelas autoridades brasileiras com base nas conclusões da missão técnica que visitou o Paraguai para avaliar as ações realizadas para a erradicação do foco de febre aftosa ocorrido naquele país em setembro deste ano.
“Podemos garantir que é um produto sem riscos. Estamos seguindo todas as recomendações internacionais que reconhecem a carne desossada e maturada como um produto seguro e que não transmite vírus”, afirma o secretario substituto de Defesa Agropecuária do Mapa, Ênio Marques.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2184/ 2203
Marcos Giesteira
marcos.giesteira@agricultura.gov.br
Emerging Infectious Diseases: Volume 17, Number 12–December 2011
Volume 17, Number 12–December 2011
ACESSE OS ARTIGOS CLICANDO AQUI
PERSPECTIVE
MEDSCAPE CME ACTIVITY
Risk for Rabies Importation from North Africa
P. Gautret et al.
SYNOPSIS
MEDSCAPE CME ACTIVITY
Worldwide Occurrence and Impact of Human Trichinellosis, 1986–2009
K.D. Murrell and E. Pozio
RESEARCH
Sealpox Virus in Marine Mammal Rehabilitation Facilities, North America, 2007–2009
A.A. Roess et al.
Transmission of Guanarito and Pirital Viruses among Wild Rodents, Venezuela
M.L. Milazzo et al.
Hepatitis E Virus in Rats, Los Angeles, California
R.H. Purcell et al.
Enterovirus Co-infections and Onychomadesis after Hand, Foot, and Mouth Disease, Spain
M.A. Bracho et al.
Experimental Infection of Horses with Hendra Virus/Australia/Horse/2008/Redlands
G.A. Marsh et al.
Lineage and Virulence of Streptococcus suis Serotype 2 Isolates from North America
N. Fittipaldi et al.
West Nile Virus Infection of Birds, Mexico
S. Guerrero-Sanchez et al.
Isolation of Prion with BSE Properties from Farmed Goat
J. Spiropoulos et al.
Candidate Cell Substrates, Vaccine Production, and Transmissible Spongiform Encephalopathies
P. Piccardo et al.
Molecular Epidemiology of Rift Valley Fever Virus
A.A. Grobbelaar et al.
Novel Multiplexed HIV/Simian Immunodeficiency Virus Antibody Detection Assay
S. Ahuka-Mundeke et al.
Astroviruses in Rabbits
V. Martella et al.
Host Genetic Variants and Influenza-associated Mortality among Children and Young Adults
J.M. Ferdinands et al.
DISPATCHES
Severe Human Bocavirus Infection, Germany
R.W. Korner et al.
Continuing Threat of Influenza (H5N1) Virus Circulation in Egypt
G. Kayali et al.
Hepatitis E Virus Antibodies in Blood Donors, France
J. Mansuy et al.
Human Cardioviruses, Meningitis, and Sudden Infant Death Syndrome in Children
J.F. Drexler et al.
Seroprevalence of Alkhurma and Other Hemorrhagic Fever Viruses, Saudi Arabia
Z.A. Memish et al.
Knowledge of Avian Influenza (H5N1) among Poultry Workers, Hong Kong, China
J.H. Kim et al.
Risk for Human African Trypanosomiasis, Central Africa, 2000–2009
P.P. Simarro et al.
Animal Diseases Caused by Orbiviruses, Algeria
H. Madani et al.
Genogroup I and II Picobirnaviruses in Respiratory Tracts of Pigs
S.L. Smits et al.
Human Liver Infection by Amphimerus spp. Flukes, Ecuador
M. Calvopina et al.
Aedes aegypti Mosquitoes Imported into the Netherlands, 2010
J.E. Brown et al.
Fatal Outbreak of Mycoplasma capricolum Pneumonia in Endangered Markhors
S. Ostrowski et al.
African Swine Fever Virus Caucasus Isolate in European Wild Boars
C. Gabriel et al.
Novel Sylvatic Rabies Virus Variant in Endangered Golden Palm Civet, Sri Lanka
T. Matsumoto et al.
Rickettsia parkeri in Amblyomma maculatum Ticks, North Carolina, 2009–2010
A.S. Varela-Stokes et al.
Japanese Encephalitis Virus Genotype Replacement, Taiwan, 2009–2010
Y. Chen et al.
Altitude-dependent Bartonella quintana Genotype C in Head Lice, Ethiopia
P.F. Horwood et al.
Proximity to Goat Farms and Coxiella burnetii Seroprevalence among Pregnant Women
W. van der Hoek et al.
ANOTHER DIMENSION
The Life and Death of Anaplasma
S. Vora
PHOTO QUIZ
Photo Quiz
M.G. Schultz and P. Schantz
LETTERS
Q Fever in Woolsorters, Belgium
P. Wattiau et al.
Coxiella burnetii Infection in Roe Deer during Q Fever Epidemic, the Netherlands
J.M. Rijks et al.
Ranavirosis in Invasive Bullfrogs, Belgium
M. Sharifian-Fard et al.
Rift Valley and West Nile Virus Antibodies in Camels, North Africa
M. El-Harrak et al.
Brucellosis, Taiwan, 2011
Y. Chuang et al.
Hemoptysis Associated with Leptospirosis Acquired in Hawaii
C.A. Duplessis et al.
Salmonella enterica in Pinnipeds, Chile
N. Sturm et al.
Changing Perception of Avian Influenza Risk, Hong Kong, 2006–2010
Q. Liao et al.
Bat Rabies and Human Postexposure Prophylaxis, New York
M. Eidson et al.
Chrysosporium sp. Infection in Eastern Massasauga Rattlesnakes
M.C. Allender et al.
Cutaneous Myiasis in Traveler Returning from Ethiopia
P. Hannam et al.
Brucella suis Infection in Dogs, Georgia
S. Ramamoorthy et al.
Iridovirus Infection in Chinese Giant Salamanders, China, 2010
W. Dong et al.
Vertical Transmission of Avian Bornavirus in Psittacines
M. Lierz et al.
Novel Astroviruses in Children, Egypt
S.F. Ahmed et al.
Humans as Source of Mycobacterium tuberculosis Infection in Cattle, Spain
B. Romero et al.
Porcine and Human Community Reservoirs of Enterococcus faecalis, Denmark
J. Larsen et al.
West Nile Fever Outbreak in Horses and Humans, Spain, 2010
I. Garcia-Bocanegra et al.
COMMENTARY
In Memoriam: Washington C. Winn, Jr. (1941–2011)
D.H. Walker et al.
ABOUT THE COVER
Persistence of Memory and the Comma Bacillus
P. Potter
NEWS AND NOTES
Etymologia: Cholera
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PERSPECTIVE
MEDSCAPE CME ACTIVITY
Risk for Rabies Importation from North Africa
P. Gautret et al.
SYNOPSIS
MEDSCAPE CME ACTIVITY
Worldwide Occurrence and Impact of Human Trichinellosis, 1986–2009
K.D. Murrell and E. Pozio
RESEARCH
Sealpox Virus in Marine Mammal Rehabilitation Facilities, North America, 2007–2009
A.A. Roess et al.
Transmission of Guanarito and Pirital Viruses among Wild Rodents, Venezuela
M.L. Milazzo et al.
Hepatitis E Virus in Rats, Los Angeles, California
R.H. Purcell et al.
Enterovirus Co-infections and Onychomadesis after Hand, Foot, and Mouth Disease, Spain
M.A. Bracho et al.
Experimental Infection of Horses with Hendra Virus/Australia/Horse/2008/Redlands
G.A. Marsh et al.
Lineage and Virulence of Streptococcus suis Serotype 2 Isolates from North America
N. Fittipaldi et al.
West Nile Virus Infection of Birds, Mexico
S. Guerrero-Sanchez et al.
Isolation of Prion with BSE Properties from Farmed Goat
J. Spiropoulos et al.
Candidate Cell Substrates, Vaccine Production, and Transmissible Spongiform Encephalopathies
P. Piccardo et al.
Molecular Epidemiology of Rift Valley Fever Virus
A.A. Grobbelaar et al.
Novel Multiplexed HIV/Simian Immunodeficiency Virus Antibody Detection Assay
S. Ahuka-Mundeke et al.
Astroviruses in Rabbits
V. Martella et al.
Host Genetic Variants and Influenza-associated Mortality among Children and Young Adults
J.M. Ferdinands et al.
DISPATCHES
Severe Human Bocavirus Infection, Germany
R.W. Korner et al.
Continuing Threat of Influenza (H5N1) Virus Circulation in Egypt
G. Kayali et al.
Hepatitis E Virus Antibodies in Blood Donors, France
J. Mansuy et al.
Human Cardioviruses, Meningitis, and Sudden Infant Death Syndrome in Children
J.F. Drexler et al.
Seroprevalence of Alkhurma and Other Hemorrhagic Fever Viruses, Saudi Arabia
Z.A. Memish et al.
Knowledge of Avian Influenza (H5N1) among Poultry Workers, Hong Kong, China
J.H. Kim et al.
Risk for Human African Trypanosomiasis, Central Africa, 2000–2009
P.P. Simarro et al.
Animal Diseases Caused by Orbiviruses, Algeria
H. Madani et al.
Genogroup I and II Picobirnaviruses in Respiratory Tracts of Pigs
S.L. Smits et al.
Human Liver Infection by Amphimerus spp. Flukes, Ecuador
M. Calvopina et al.
Aedes aegypti Mosquitoes Imported into the Netherlands, 2010
J.E. Brown et al.
Fatal Outbreak of Mycoplasma capricolum Pneumonia in Endangered Markhors
S. Ostrowski et al.
African Swine Fever Virus Caucasus Isolate in European Wild Boars
C. Gabriel et al.
Novel Sylvatic Rabies Virus Variant in Endangered Golden Palm Civet, Sri Lanka
T. Matsumoto et al.
Rickettsia parkeri in Amblyomma maculatum Ticks, North Carolina, 2009–2010
A.S. Varela-Stokes et al.
Japanese Encephalitis Virus Genotype Replacement, Taiwan, 2009–2010
Y. Chen et al.
Altitude-dependent Bartonella quintana Genotype C in Head Lice, Ethiopia
P.F. Horwood et al.
Proximity to Goat Farms and Coxiella burnetii Seroprevalence among Pregnant Women
W. van der Hoek et al.
ANOTHER DIMENSION
The Life and Death of Anaplasma
S. Vora
PHOTO QUIZ
Photo Quiz
M.G. Schultz and P. Schantz
LETTERS
Q Fever in Woolsorters, Belgium
P. Wattiau et al.
Coxiella burnetii Infection in Roe Deer during Q Fever Epidemic, the Netherlands
J.M. Rijks et al.
Ranavirosis in Invasive Bullfrogs, Belgium
M. Sharifian-Fard et al.
Rift Valley and West Nile Virus Antibodies in Camels, North Africa
M. El-Harrak et al.
Brucellosis, Taiwan, 2011
Y. Chuang et al.
Hemoptysis Associated with Leptospirosis Acquired in Hawaii
C.A. Duplessis et al.
Salmonella enterica in Pinnipeds, Chile
N. Sturm et al.
Changing Perception of Avian Influenza Risk, Hong Kong, 2006–2010
Q. Liao et al.
Bat Rabies and Human Postexposure Prophylaxis, New York
M. Eidson et al.
Chrysosporium sp. Infection in Eastern Massasauga Rattlesnakes
M.C. Allender et al.
Cutaneous Myiasis in Traveler Returning from Ethiopia
P. Hannam et al.
Brucella suis Infection in Dogs, Georgia
S. Ramamoorthy et al.
Iridovirus Infection in Chinese Giant Salamanders, China, 2010
W. Dong et al.
Vertical Transmission of Avian Bornavirus in Psittacines
M. Lierz et al.
Novel Astroviruses in Children, Egypt
S.F. Ahmed et al.
Humans as Source of Mycobacterium tuberculosis Infection in Cattle, Spain
B. Romero et al.
Porcine and Human Community Reservoirs of Enterococcus faecalis, Denmark
J. Larsen et al.
West Nile Fever Outbreak in Horses and Humans, Spain, 2010
I. Garcia-Bocanegra et al.
COMMENTARY
In Memoriam: Washington C. Winn, Jr. (1941–2011)
D.H. Walker et al.
ABOUT THE COVER
Persistence of Memory and the Comma Bacillus
P. Potter
NEWS AND NOTES
Etymologia: Cholera
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Felino confirmado laboratorialmente para Raiva, domiciliado no Município de São Paulo
Um Felino do Bairro de Moema foi confirmado laboratorialmente positivo para Raiva,
Histórico
Em 04/10/2011, a proprietária de uma casa que abriga animais encaminhou, ao Serviço de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, um gato que morreu no dia 03/10/2011, para a investigação da causa da morte.
Esgotadas as patologias pesquisadas, o material foi encaminhado para o Laboratório de Diagnótisco de Raiva da referida Faculdade, com resultado de IMUNOFLUORESCÊNCIA POSITIVA PARA VÍRUS RÁBICO, provável variante de morcego (laudo definitivo em andamento).
Há 28 anos não se registram casos de raiva em cães e gatos na Capital (em 1983 ocorreu o último caso de raiva em cão por variante canina).
Investigação:
O Município de São Paulo desencadeou a busca ativa dos casos que tiveram contato com o animal morto.
De 02 a 05/12/2011, foram contabilizados 22 felinos, 5 cães e 15 pessoas, sendo: três moradores (incluindo a proprietária, seu esposo e a filha), uma sobrinha e seus dois filhos frequentadores da casa, sete amigos da filha e dois vigilantes particulares do bairro. Não foram identificados casos sintomáticos, entretanto, há notícias de outras mortes em felinos na mesma moradia.
De acordo com a proprietária, um felino fugiu em 03/12. Vizinhos relataram a presença de morcegos na região, que é muito arborizada.
Informação recebida por e-mail
Histórico
Em 04/10/2011, a proprietária de uma casa que abriga animais encaminhou, ao Serviço de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, um gato que morreu no dia 03/10/2011, para a investigação da causa da morte.
Esgotadas as patologias pesquisadas, o material foi encaminhado para o Laboratório de Diagnótisco de Raiva da referida Faculdade, com resultado de IMUNOFLUORESCÊNCIA POSITIVA PARA VÍRUS RÁBICO, provável variante de morcego (laudo definitivo em andamento).
Há 28 anos não se registram casos de raiva em cães e gatos na Capital (em 1983 ocorreu o último caso de raiva em cão por variante canina).
Investigação:
O Município de São Paulo desencadeou a busca ativa dos casos que tiveram contato com o animal morto.
De 02 a 05/12/2011, foram contabilizados 22 felinos, 5 cães e 15 pessoas, sendo: três moradores (incluindo a proprietária, seu esposo e a filha), uma sobrinha e seus dois filhos frequentadores da casa, sete amigos da filha e dois vigilantes particulares do bairro. Não foram identificados casos sintomáticos, entretanto, há notícias de outras mortes em felinos na mesma moradia.
De acordo com a proprietária, um felino fugiu em 03/12. Vizinhos relataram a presença de morcegos na região, que é muito arborizada.
Informação recebida por e-mail
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