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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mosca-dos-chifres causa prejuízo na pecuária brasileira




Presente em todo o território nacional, a mosca-dos-chifres é um inseto pequeno, mas que causa grandes danos à saúde animal. Em determinadas épocas do ano, as mais chuvosas, a infestação aumenta e a erradicação é considerada praticamente impossível. Para um controle eficaz, os pecuaristas devem conhecer o ciclo de vida do inseto e adotar o tratamento mais adequado.


"A mosca-dos-chifres se alimenta de sangue e pica o animal de 25 a 40 vezes por dia. Cada sucção pode durar de quatro a cinco minutos. Em anos de maior temperatura e umidade são maiores as chances de infestação", alerta o médico veterinário e diretor técnico da Ourofino, Gabriel Sandoval.

Estudos apontam que os prejuízos com a mosca-dos-chifres chegam a US$ 150 milhões ao ano no Brasil. Uma infestação média de 500 moscas pode levar a uma perda média de 40 kg/animal/ano e cerca de 150 litros de leite durante toda a lactação. Soma-se a isso a perda de sangue e os efeitos irritantes da picada que comprometem a alimentação tranquila do animal, diminuindo sua produtividade.

A mosca-dos-chifres tem coloração escura e possui hábitos muito peculiares: está sempre de cabeça para baixo e geralmente passa 24 horas por dia sobre o hospedeiro, pode ser encontrada em qualquer parte do corpo do animal, mas preferencialmente ao redor dos chifres e cupim.

De acordo com Sandoval, um dos métodos mais efetivos no tratamento e controle da mosca-dos-chifres é a utilização do brinco mosquicida que protege os animais por até 150 dias.

CICLO DE VIDA

O ciclo de vida da mosca-dos-chifres começa quando o inseto põe os ovos nas fezes dos animais. Nas horas mais frescas do dia, uma grande população de moscas adultas migra para as partes mais baixas do animal, concentrando-se na região do abdômen, para posteriormente realizar a postura sobre o bolo fecal fresco. 

Em boas condições de temperatura e umidade, os ovos eclodem e em 24 horas se transformam em larvas. Depois de três a cinco dias, as larvas se transformam em pupas, alimentam-se nas fezes e entre quatro e oito dias já se tornam moscas adultas.

FONTE

Marília Saveri - Jornalista
Telefone: (16) 3518-2359
marilia.saveri@ourofino.com

sábado, 6 de novembro de 2010

Dirofilariose: 7 minutos do pior filme de terror que vi na vida!!!!!

É pior que sexta feira 13, O grito, O Iluminado, Halloween, A volta dos mortos vivos, Chuck - o brinquedo assassino, Atividade paranormal etc e etc... juntos!!!!!!!

Obrigado ao amigo Edgard Pina que publicou esse vídeo no Facebook

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Halting the World's Most Lethal Parasite: Immunizing Mosquitoes and Other 'Crazy' Anti-Malaria Ideas

A new malaria vaccine, a plan to immunize mosquitoes and other "crazy" ideas have brightened prospects for vanquishing this killer


Right now, somewhere in the world—in a petri dish in Baltimore, maybe, or in the salivary glands of a laboratory-bred mosquito in Seattle, or in the bloodstream of a villager in Ghana—resides a chemical compound that could help eradicate human history’s biggest killer. Scientists have many promising malaria vaccine candidates in the works, and for the first time one has reached advanced human trials. If it or another candidate is even partly effective in people, it could save the lives of millions of children and pregnant women. It would be the only vaccine yet developed against a human parasite, an achievement of Nobel caliber. And it could, in its first-generation form, be distributed in Africa as soon as 2015.
“If all goes well, five years from today, a vaccine could start being implemented in a wide way in six- to 12-week-old children,” says Joe Cohen, a scientist who is leading some of the most promising research. “It is a fantastic achievement. We are all very proud of that.” This is an extraordinary moment for malaria vaccine research. So why isn’t Regina Rabinovich singing from the rooftops?
DEADLY CARGOThe Anopheles mosquito carries the malaria parasite responsible for disease and death in much of the tropics.Image: EVA-MARIA PASIEKA Corbis

In Brief

  • Vaccines against malaria have encountered repeated failures. New technolo gical approaches have revived the push for an agent that would provide lifelong immunity.
  • Late-stage clinical trials will finish this winter on a vaccine that has been under development since the 1980s. It could reduce cases of the most lethal form of malaria by half.
  • Even as this work moves forward, researchers are proceeding with other strategies for new vaccines, such as a weakened form of the parasite that is cultured in mosquitoes.
  • Because malaria has been so hard to fight in the past, researchers must moderate outsize expectations to keep hopes from being dashed yet another time if new vaccine candidates fail.


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Insetos como provas criminais


Insetos como provas criminais
Projeto Temático conduzido na Unicamp faz levantamento de insetos cuja ação em corpos em decomposição pode ajudar a esclarecer as circunstâncias de mortes (divulgação)


22/10/2010

Por Fabio Reynol
Agência FAPESP – Eles costumam ser os primeiros a encontrar um cadáver. Dotados de órgãos ultrassensíveis a odores, certos insetos da ordem dos dípteros chegam ao local de uma morte em cerca de dez minutos. Essa rapidez faz com que essas criaturas sejam importante instrumento para se determinar a data da morte – ou intervalo pós-morte no jargão técnico – e ajudar a esclarecer crimes.
Os insetos podem indicar movimentação no corpo e a presença de substâncias químicas, além do local e até mesmo o modo e a causa da morte. Essas informações ainda podem associar suspeitos à cena do crime.
Por essas razões, a entomologia forense é uma especialidade importante para a criminalística e foi tema de um Projeto Temático apoiado pela FAPESP e coordenado pelo professor Arício Xavier Linhares no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Uma das principais contribuições da pesquisa foi o levantamento das espécies de insetos de interesse forense presentes no Estado de São Paulo. “Esses dados são muito valiosos, pois uma discrepância entre a espécie encontrada em um cadáver e a fauna de insetos da região pode indicar que o corpo foi transportado de um lugar para outro”, disse Linhares à Agência FAPESP.
O censo faunístico foi feito em diferentes regiões do estado e envolveu vários mestrandos e doutorandos. Os dados levaram em conta as migrações dos insetos e diferentes ambientes: urbano, rural e silvestre.
“Tínhamos apenas uma ideia das espécies presente em São Paulo, mas não sabíamos com exatidão a sua distribuição pelos diferentes biomas e regiões do Estado”, explicou. O banco de dados obtido pode ser usado como parâmetro para investigações criminais.
O grupo também realizou estudos de sucessão biológica, que investigam cronologicamente as espécies de insetos que frequentam carcaças em cada estágio de decomposição.
Para capturar espécies necrófagas de interesse forense, os pesquisadores utilizaram armadilhas feitas com carcaças de peixe ou fígado de frango ou bovino. Somente na região de Botucatu foram coletados 12.363 insetos entre fevereiro de 2006 e fevereiro de 2007, que foram identificados e catalogados em 12 diferentes famílias.
As espécies mais importantes encontradas foram criadas em laboratório e os cientistas observaram o seu desenvolvimento em ambientes com diferentes temperaturas a fim de se obter um padrão a ser aplicado em investigações criminais.
Na segunda parte do projeto foram estudados os efeitos de diversos tipos de drogas no desenvolvimento desses insetos. Substâncias como barbitúricos, anfetaminas, cocaína, antidepressivos, esteroides e antidiazepínicos foram aplicados em indivíduos imaturos de diferentes espécies.
A presença de uma determinada droga em um cadáver pode alterar o desenvolvimento da larva, gerando uma leitura falsa do intervalo pós-morte, entre outros dados.
“Descobrimos que barbitúricos e benzodiazepínicos retardam o desenvolvimento das larvas, enquanto que cocaína e anfetaminas apresentam efeito contrário: aceleram o crescimento”, disse Linhares.
Com o padrão de desenvolvimento levantado para cada espécie de inseto é possível determinar a vida da larva encontrada em horas, por meio de medições de peso e comprimento. No entanto, se a vítima ingeriu barbitúricos antes da morte, a droga diminui o ritmo de crescimento da larva, apresentando uma leitura falsa do intervalo pós-morte.
“Nosso estudo permitiu estimar qual é o desvio que cada droga provoca no desenvolvimento de diferentes espécies e, com isso, pudemos aplicar os desvios ao padrão para obter o horário correto do óbito”, disse Linhares. O levantamento engloba uma tabela com o tempo que cada larva leva para se desenvolver em diferentes faixas de temperatura.
Perfil cuticular
A detecção das substâncias químicas nos insetos é feita por meio de técnicas como cromatografia gasosa ou espectrometria de massas. O grupo na Unicamp aplica essas técnicas em diversos casos nos quais é convidada pela polícia civil a auxiliar nas investigações.
Em um dos casos, o grupo averiguou uma morte com suspeita de overdose. Amostras de tecidos foram retiradas do corpo da vítima e larvas de insetos necrófagos foram alimentadas com esse material. A suspeita se confirmou quando a equipe identificou metabólitos para cocaína nas larvas empregadas.
Outro avanço importante obtido com o Projeto Temático foi o levantamento do perfil cuticular dos insetos. Presente em todas as fases da vida do inseto, a cutícula é formada por hidrocarbonetos cuja composição pode variar dentro de uma mesma espécie de acordo com a região geográfica que habita.
“Uma mosca capturada em Presidente Prudente poderá não ter o mesmo perfil cuticular de outro indivíduo da mesma espécie encontrado em Ubatuba”, exemplificou Linhares. Por esse motivo, o banco de perfis cuticulares levantado na pesquisa poderá ser usado para identificar a localização de uma morte dentro do Estado de São Paulo.
A cutícula dos insetos ainda fornece outra informação valiosa para a ciência forense: a identificação da espécie em indivíduos imaturos. Mas o professor da Unicamp ressalta que isso ainda é um grande desafio para a pesquisa.
Ao deparar com ovos ou larvas de insetos, o cientista muitas vezes não consegue dizer de qual espécie são aquelas amostras. Nesses casos, o perfil cuticular funcionará como uma impressão digital da espécie, com a vantagem que ovos e larvas também possuem o mesmo perfil.
Geralmente, os cientistas coletam exemplares imaturos encontrados nos corpos para cultivá-los em laboratório e identificar a mosca quando ela chegar à fase adulta. Mas algumas vezes os cadáveres são lavados e as larvas acabam morrendo. O perfil cuticular é uma alternativa para esses casos.
Outra técnica utilizada para identificação de espécies é a reação em cadeia de polimerase, método da biologia molecular que permite levantar sequências de base de DNA e compará-las aos padrões das espécies levantados.
Apesar de a equipe da Unicamp contar com diversos recursos para apoiar investigações forenses, Linhares lamenta não existir ainda uma cultura de colaboração mais intensa entre a universidade e os serviços policiais de investigação. “Só recentemente a polícia técnica começou a contratar por seus concursos especialistas com mestrado e doutorado em entomologia forense”, disse.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Prejuízos com a cisticercose bovina chegam a 50% do valor do arroba



Prejuízos com a cisticercose bovina chegam a 50% do valor do arroba
20/10/10 - 11:00 
Além de prejuízo ao produtor, o problema causa danos à saúde humana

As mesmas fontes fundamentais para a vida do bovino podem transmitir uma doença seríssima. Água, pastagem e alimentos contaminados são portas de entrada para o animal contrair a cisticercose, uma doença silenciosa com a qual o bovino não tem nenhum sintoma e que só é percebida após o abate. Além de prejuízo ao produtor, o problema causa danos à saúde humana.

A cisticercose bovina atinge 5% de todo o rebanho que é abatido no país. Os seres humanos são os principais transmissores da doença, que tem um dado alarmante: segundo a Organização Panamericana de Saúde, em média cerca de 3% da população brasileira está infectada, e este número pode ser muito maior em algumas regiões.

No homem, o parasita, conhecido como solitária ou taenia saginata, causa uma verminose que libera cerca de 800 mil ovos junto com as fezes. Se esses ovos vão para o ambiente, contaminam águas de rios, lavouras irrigadas, represas, reservatórios, pastagens. Quando os bovinos bebem a água ou se alimentam de fontes de infecção contaminados, o parasita se instala em forma de cistos ou cisticercos na carne, a mesma que servirá de alimento para o homem. Sem perceber, o homem ingere os cisticercos que amadurecerão no intestino formando uma nova solitária (ou tenia), dando início a um novo ciclo.

“No animal há risco de morte e o diagnóstico só é realizado no abate, quando o cisto é encontrado durante a inspeção sanitária. Os prejuízos ao produtor podem chegar a perda total da carcaça, descontos no valor da arroba que variam de 20% a 50%, de acordo com os critérios estabelecidos pelo frigorífico. É proibida a exportação e às vezes o desconto é de 100%, quando a carcaça vai para a graxaria”, alerta o médico veterinário da Ourofino Ingo Mello.

O cuidado contra a cisticercose deve começar assim que os animais chegam ao confinamento, ou seja, 90 dias antes do abate o bovino deve receber a primeira dose de vermífugo Ricobendazole. As segunda e terceira doses são feitas nos 60 e 30 dias antes do animal ser abatido. É importante que o produtor siga a orientação dos veterinários e respeite o período de carência.

Os animais de propriedades com histórico de cisticercose bovina devem ser tratados por meio da vermifugação durante os anos de vida na propriedade. “Durante a terminação a pasto ou confinamento os animais devem ser tratados de acordo com as recomendações de um veterinário experiente no assunto para que ele defina quais os melhores protocolos de controle. É importante uma investigação epidemiológica detalhada das possíveis fontes de infecção e contaminação na propriedade. Os funcionários também devem passar por exame médico para diagnóstico e tratamento sendo importantíssimo que eles recebam informações sobre cuidados básicos de higiene pessoal e educação sanitária”, explica Mello.

A Ourofino é pioneira e líder nas pesquisas de tratamento e controle da cisticercose bovina. O vermífugo Ricobendazole apresenta apenas 14 dias de carência para o abate, sendo por isso prático para o pecuarista e adequado para a segurança alimentar.

As informações são da assessoria de imprensa da Ourofino.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Memórias do Instituto Oswaldo Cruz- Vol. 105(6) - September 2010




Vol. 105(6) - September 2010    Click on link to access pdf of articles.

Protoscolex of Echinococcus granulosus. See pages: 806-810.
 

CONTENTS
ARTICLES
Immunological and parasitological parameters after treatment with dexamethasone in murine Schistosoma mansoni
- Ibrahim RB Aly, Mohamed A Hendawy, Eman Ali, Eman Hassan, Mona MF Nosseir

Low and high-dose intradermal infection with Leishmania major and Leishmania amazonensis in C57BL/6 mice
- Denise Fonseca Côrtes, Matheus Batista Heitor Carneiro, Liliane Martins Santos, Talita Correia de Oliveira Souza, Tatiane Uceli Maioli, Ana Luiza C Duz, Maria Letícia Ramos-Jorge, Luis Carlos Crocco Afonso, Claudia Carneiro, Leda Quercia Vieira

The benefits of using selenium in the treatment of Chagas disease: prevention of right ventricle chamber dilatation and reversion of Trypanosoma cruzi-induced acute and chronic cardiomyopathy in mice
- Andréa P de Souza, Linda A Jelicks, Herbert B Tanowitz, Bianca P Olivieri, Monica M Medeiros, Gabriel M Oliveira, Andrea Rodrigues Cordovil Pires, Alessandro M dos Santos, Tania C Araújo-Jorge

Residual effect of a micro-encapsulated formulation of organophosphates and piriproxifen on the mortality of deltamethrin resistant Triatoma infestanspopulations in rural houses of the Bolivian Chaco region
- Abraham Gemio Alarico, Nahuel Romero, Laura Hernández, Silvia Catalá, David Gorla

IgG and IgM western blot assay for diagnosis of congenital toxoplasmosis
- Anderson S Machado, Gláucia MQ Andrade, José N Januário, Matheus D Fernandes, Ana Carolina AV Carneiro, Mariângela Carneiro, Ericka VM Carellos, Roberta MC Romanelli, Daniel V Vasconcelos-Santos, Ricardo WA Vitor

Phylogeny, ultrastructure, histopathology and prevalence of Myxobolus oliveirai sp. nov., a parasite of Brycon hilarii (Characidae) in the Pantanal wetland, Brazil
- Tiago Milanin, Jorge C Eiras, Sarah Arana, Antônio AM Maia, Anderson L Alves, Márcia RM Silva, Mateus M Carriero, Paulo S Ceccarelli, Edson A Adriano

Hepatitis B genotype G and high frequency of lamivudine-resistance mutations among human immunodeficiency virus/hepatitis B virus co-infected patients in Brazil
- Adriana Cristina da Silva, Ângela Maria Miranda Spina, Marcílio Figueiredo Lemos, Isabel Takano Oba, Cristina de Fátima Guastini, Michele Soares Gomes-Gouvêa, João Renato Rebello Pinho, Maria Cássia Jacintho Mendes-Correa

Genotyping of Mycobacterium tuberculosis isolates from a low-endemic setting in northwestern state of Paraná in southern Brazil
- Erika Noda Noguti, Clarice Queico Fujimura Leite, Ana Carolina Malaspina, Adolfo Carlos Barreto Santos, Rosário Dominguez Crespo Hirata, Mario Hiroyuki Hirata, Elsa Massae Mamizuka, Rosilene Fressatti Cardoso

Expression of bacterial virulence factors and cytokines during in vitro macrophage infection by enteroinvasive Escherichia coli and Shigella flexneri: a comparative study
- Silvia Y Bando, Ana CR Moreno, José AT Albuquerque, Juliana MK Amhaz, Carlos A Moreira-Filho, Marina B Martinez

Description of Sergentomyia (Parrotomyia) rectangulata sp. nov. (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) from southern India
- Srinivasan Renganathan, Jambulingam Purushothaman

Detection of Leishmania infantum in naturally infected Lutzomyia longipalpis (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) and Canis familiaris in Misiones, Argentina: the first report of a RFLP-PCR and sequencing-based confirmation assay
- Soraya Alejandra Acardi, Domingo Javier Liotta, María Soledad Santini, Carlo Mariano Romagosa, Oscar Daniel Salomón

Socioepidemiological screening of serologically ineligible blood donors due to Chagas disease for the definition of inconclusive cases
- Márcia M Ferreira-Silva, Gilberto A Pereira, Eliane Lages-Silva, Helio Moraes-Souza

Molecular characterization of Echinococcus granulosus from Peru by sequencing of the mitochondrial cytochrome C oxidase subunit 1 gene
- Elizabeth Sánchez, Omar Cáceres, César Náquira, David Garcia, Gladys Patiño, Herrera Silvia, Aline C Volotão, Octavio Fernandes

Immune response to Leishmania (Leishmania) chagasi infection is reduced in malnourished BALB/c mice
- Tiago Donatelli Serafim, Guilherme Malafaia, Marcelo Eustáquio Silva, Maria Lúcia Pedrosa, Simone Aparecida Rezende

Antigenic extracts of Leishmania braziliensis and Leishmania amazonensis associated with saponin partially protects BALB/c mice against Leishmania chagasi infection by suppressing IL-10 and IL-4 production
- Rafaella FQ Grenfell, Eduardo A Marques-da-Silva, Miriam C Souza-Testasicca, Eduardo AF Coelho, Ana Paula Fernandes, Luís Carlos C Afonso, Simone A Rezende

Nested PCR to detect and distinguish the sympatric filarial species Onchocerca volvulus, Mansonella ozzardi and Mansonella perstans in the Amazon Region
- Thuy-Huong Ta Tang, Rogelio López-Vélez, Marta Lanza, Anthony John Shelley, Jose Miguel Rubio, Sérgio Luiz Bessa Luz

SHORT COMMUNICATIONS
Serologic evidence of the recent circulation of Saint Louis encephalitis virus and high prevalence of equine encephalitis viruses in horses in the Nhecolândia sub-region in South Pantanal, Central-West Brazil
- Alex Pauvolid-Corrêa, Fernando Neto Tavares, Eliane Veiga da Costa, Fernanda Marcicano Burlandy, Michele Murta, Aiesca Oliveira Pellegrin, Márcia Furlan Nogueira, Edson Elias da Silva

Differential tissue tropism of Trypanosoma cruzi strains: an in vitro study
- Luciana O Andrade, Lúcia MC Galvão, Maria de Nazareth SL Meirelles, Egler Chiari, Sergio DJ Pena, Andrea M Macedo

High prevalence of drug-resistant tuberculosis and other mycobacteria among HIV-infected patients in Brazil: a systematic review
- Ricardo H Bammann, Liliana A Zamarioli, Valdir S Pinto, Carla MP Vázquez, Marcelo N Litvoc, Giselle B Klautau, Fernando A Fiúza de Melo, Nilton J Cavalcante, Lucilaine Ferrazoli

Enviado por Paulo Abílio Lisboa

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Hot Literature: Lyme borreliosis in man and his best friend



VETERINARY MEDICINE

As pet owner awareness of zoonotic diseases increases, so does collaborative research between veterinarians and human doctors. A workshop at the Centers for Disease Control and Prevention (CDC) brought together specialists in veterinary parasitology and human internal medicine and vector-borne infectious disease to address Lyme borreliosis. These experts summarized some recent study findings and the similarities and differences between the disease in people and dogs in the United States.
Transmission and clinical signs 
The causative agent of Lyme disease, Borrelia burgdorferi, is transmitted by certain species of ixodid ticks. People are usually infected by the bite of an infected tick in the nymph stage of these ticks' three-host life cycle, whereas dogs are primarily infected by the bite of adult ticks. The primary reservoir host is the white-footed mouse, although other small mammals, such as shrews and chipmunks, have recently been suggested as potential reservoir hosts.


Symptoms in people usually develop shortly after infection, often before seroconversion. About 70% to 80% of infected people develop a characteristic rash, called erythema migrans, at the site of the tick bite. This rash can be followed by flu-like symptoms and, chronically, by arthritis, carditis, and neurologic disease. Infected dogs do not develop erythema migrans, and most infected dogs do not develop any clinical signs of Lyme borreliosis. Dogs that do develop clinical signs typically do so weeks or months after infection. Common signs include polyarthritis, anorexia, and lymphadenopathy. Dogs may also develop a glomerulonephritis syndrome. The prognosis for dogs that develop this Lyme nephropathy is poor.
Diagnosis, treatment, and prevention 
Serodiagnosis remains the best way to confirm a presumed diagnosis of Lyme borreliosis in a laboratory, but the disease is definitely diagnosed through a combination of an extensive history taking, including travel; the clinician's knowledge of the disease's epidemiology; and laboratory and clinical findings. Testing people for Lyme borreliosis relies on a two-tier approach. Samples that have a positive or an indeterminate result on an initial IgM or IgG antibody detection test are submitted for Western blot testing. This method has a high sensitivity and positive predictive value in people.


Since most dogs have seroconverted by the time clinical signs are seen, a patient-side assay specific for the C6 peptide of the infectious organism is reliable for diagnosis and for evaluating response to treatment, but it cannot distinguish between dogs with active infection and those that have been exposed but have not developed clinical disease.
The recommended treatment for Lyme borreliosis in dogs and people is doxycycline. Beta-lactam antibiotics are also effective against B. burgdorferi. However, antibiotics in the penicillin family are not effective against other rickettsial pathogens that are common coinfections in dogs and people with Lyme borreliosis. One course of antibiotic treatment is adequate and is most effective when initiated early in the course of the disease. Dogs and people are susceptible to reinfection with subsequent exposure to B. burgdorferi.
No vaccine is available for people, but dogs may obtain an effective level of protection by a program of vaccination in endemic areas. The mainstay of prevention for people and dogs is still considered to be limiting exposure to infected ticks. Environmental and tick habitat management, prompt tick removal, and the use of repellants for people and acaricides for dogs are primary control and prevention recommendations.
Man's best friend 
In fact, routinely using acaricides and insecticides on dogs has been shown to decrease the incidence of other diseases, including visceral leishmaniasis in children in endemic areas and ehrlichiosis in dogs. Although this has not been studied for Lyme borreliosis, because acaricides given routinely to dogs target primarily the adult stages of ticks, the reproductively active tick population in the local environment may be reduced, thereby protecting human health by lowering the risk of exposure to infected ixodid nymphs.


In general, wide-spread testing has shown that exposure in dogs correlates to the geographical distribution of exposure in people. The experts at the CDC workshop thought that monitoring antibody responses in dogs may be able to help recognize when B. burgdorferi begins to populate nonendemic locations. In this way, they thought that dogs could serve as sentry animals, further helping to protect human health.


Little SE, Heise SR, Blagburn BL, et al. Lyme borreliosis in dogs and humans in the USA. Trends Parasitol 2010;26(4):213-218.



Disponível em Veterinary Medicine

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Esquistossomose: Número especial da Revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz





Cercaria of Schistosoma mansoni penetrating the skin. 


CONTENTS
Foreword
- Octavio Fernandes, Otávio Sarmento Pieri, Omar dos Santos Carvalho, Mitermayer Galvão dos Reis
[ Pdf ]
ARTICLES
Manson’s schistosomiasis in the undernourished mouse: some recent findings
- Eridan M Coutinho, Sheilla A de Oliveira, Andréia F de Barros, Fabiana L Silva, Renata P Ramos
[ Pdf ]
The contributions of the Genome Project to the study of schistosomiasis
- Adhemar Zerlotini, Guilherme Oliveira
[
 Pdf ]  [ Supplementary data ]
Detection of IgG1 and IgG4 subtypes reactive against potato apyrase in schistosomiasis patients
- Priscila de Faria-Pinto, Rita Gabriela Pedrosa Ribeiro Mendes, Cristiane de Carvalho-Campos, Ana Carolina Ribeiro Gomes Maia, Áureo Almeida Oliveira, Paulo Marcos Zech Coelho, Eveline Gomes Vasconcelos
[ Pdf ]
Antibody reactivity against potato apyrase, a protein that shares epitopes with Schistosoma mansoni ATP diphosphohydrolase isoforms, in acute and chronically infected mice, after chemotherapy and reinfection
- Priscila de Faria-Pinto, Maria Ângela Montesano, Alexandre Arthur Jacinto, Ronaldo Soares Santos, Fábio Humberto S Bordin, Ana Paula Ferreira, Marcus Luiz O Penido, Paulo Marcos Z Coelho, Eveline G Vasconcelos
[ Pdf ]
Seric chemokines and chemokine receptors in eosinophils during acute human schistosomiasis mansoni
- Denise Silveira-Lemos, Andréa Teixeira-Carvalho, Olindo Assis Martins-Filho, Adriano Luiz Souza-Soares, Pollyanna Castro-Silva, Matheus Fernandes Costa-Silva, Pedro Henrique Gazzinelli Guimarães, Helena Barbosa Ferraz, Lúcia Alves Oliveira-Fraga, Mauro Martins Teixeira, Rodrigo Corrêa-Oliveira
[ Pdf ]
Uptake of macromolecules by cercariae during skin penetration and transformation to schistosomula (Schistosoma mansoni)
- Joyce Thornhill, John Kusel, Fabricia Alvisi de Oliviera, Fabio Ribeiro, Symone Fulgêncio Lima, Paulo Marcos Zech Coelho, Paul McVeigh, Ana Carolina Alves Mattos
[ Pdf ]
CA88, a nuclear repetitive DNA sequence identified in Schistosoma mansoni, aids in the genotyping of nine Schistosoma species of medical and veterinary importance
- Diana Bahia, Nilton B Rodrigues, Flávio Marcos G Araújo, Álvaro José Romanha, Jerônimo C Ruiz, David A Johnston, Guilherme Oliveira
[ Pdf ]  [ Supplementary data ]
Schistosomal myeloradiculopathy in a low-prevalence area: 27 cases (14 autochthonous) in Campinas, São Paulo, Brazil
- André Ricardo Ribas Freitas, Augusto César Penalva Oliveira, Luiz Jacintho Silva
[ Pdf ]  [ Supplementary data ]
Interobserver variability of ultrasound parameters in portal hypertension
- Patricia Moreno Sebastianes, Danilo Moulin Sales, José Eduardo Mourão Santos, Alberto Ribeiro de Souza Leão, Juliana Dantas da Costa, Kenji Takemoto, Júlia Capobianco, Alexandre Sérgio de Araújo Bezerra, Giuseppe D’Ippolito
[ Pdf ]
Imaging techniques and histology in the evaluation of liver fibrosis in hepatosplenic schistosomiasis mansoni in Brazil: a comparative study
- Izabela Voieta, Leonardo C de Queiroz, Luciene M Andrade, Luciana Cristina S Silva, Vitor F Fontes, Aryon Barbosa Jr, Vivian Resende, Andy Petroianu, Zilton Andrade, Carlos Mauricio Antunes, José Roberto Lambertucci
[ Pdf ]
Acute schistosomiasis mansoni: revisited and reconsidered
- José Roberto Lambertucci
[
 Pdf ]
Angiogenesis and schistosomiasis
- Zilton A Andrade, Thaynã Souto Santana
[
 Pdf ]
Omental and pleural milky spots: different reactivity patterns in mice infected with Schistosoma mansoni reveals coelomic compartmentalisation
- Mônica S Panasco, Marcelo Pelajo-Machado, Henrique Leonel Lenzi
[
 Pdf ]
Comparative randomised trial of high and conventional doses of praziquantel in the treatment of schistosomiasis mansoni
- Leonardo C de Queiroz, Sandra C Drummond, Maria Laura M de Matos, Mariana BS Paiva, Thaís S Batista, Ahraby ZM Kansaon, Carlos Maurício de F Antunes, José Roberto Lambertucci
[
 Pdf ]
Clinical and laboratory evaluation of schistosomiasis mansoni patients in Brazilian endemic areas
- Luciano Fernandes Pereira, Andrei Leite Gazzaneo, Roberta Maria Pereira Albuquerque de Melo, Hugo Cabral Tenório, Darlan Silva de Oliveira, Maria Sonia Correia Alves, Danielle Correia Gama, Rozangela Maria de Almeida Fernandes Wyszomirska
[ Pdf ]
Clinical-epidemiologic profile of the schistosomal myeloradiculopathy in Pernambuco, Brazil
- Karina Conceição GM de Araújo, Cristiana da Rosa e Silva, Alexsandra Glória A dos Santos, Constança Simões Barbosa, Teresa CA Ferrari
[ Pdf ]
Correlation of biological serum markers with the degree of hepatic fibrosis and necroinflammatory activity in hepatitis C and schistosomiasis patients
- Clarice Neuenschwander Lins de Morais, Bruno de Melo Carvalho, Wlademir Gomes de Melo, Fábio Lopes de Melo, Edmundo Pessoa de Almeida Lopes,
Ana Lúcia Coutinho Domingues, Norma Jucá, João Roberto Maciel Martins, George Tadeu Nunes Diniz, Silvia Maria Lucena Montenegro

[ Pdf ]
Schistosoma mansoni: magnetic resonance analysis of liver fibrosis according to WHO patterns for ultrasound assessment of schistosomiasis-related morbidity 
- Luciana CS Silva, Luciene M Andrade, Leonardo C de Queiroz, Izabela Voieta, Letícia M Azeredo, Carlos MF Antunes, José R Lambertucci
[ Pdf ]
Serum hyaluronan and collagen IV as non-invasive markers of liver fibrosis in patients from an endemic area for schistosomiasis mansoni: a field-based study in Brazil
- Carolina Coimbra Marinho, Thales Bretas, Izabela Voieta, Leonardo Campos de Queiroz, Raiza Ruiz-Guevara, Antônio Lúcio Teixeira,Carlos Maurício Antunes,
Aluízio Prata, José Roberto Lambertucci

[ Pdf ]
Ultrasound in schistosomiasis mansoni
- Rogério Augusto Pinto-Silva, Leonardo Campos de Queiroz, Letícia Martins Azeredo, Luciana Cristina dos Santos Silva, José Roberto Lambertucci
[ Pdf ]
Preliminary studies investigating the occurrence of Biomphalaria cousini in Brazil
- Roberta Lima Caldeira, Tatiana Maria Teodoro, Maria Flávia Belfort Gomes, Omar dos Santos Carvalho
[ Pdf ]
Susceptibility of Biomphalaria straminea from Peixe Angical dam, Tocantins, Brazil to infection with three strains of Schistosoma mansoni
- Monica Ammon Fernandez, Silvana Carvalho Thiengo
[ Pdf ]
Carbohydrate metabolism alterations in Biomphalaria glabrata infected with Schistosoma mansoni and exposed to Euphorbia splendens var. hislopii latex
- Clélia Christina Mello-Silva, Mônica Magno Vilar, Maurício Carvalho de Vasconcellos, Jairo Pinheiro, Maria de Lurdes de A Rodrigues
[ Pdf ]
Susceptibility and compatibility of Biomphalaria tenagophila from the Río de la Plata basin with Schistosoma mansoni from Brazil
- Carlos Edgardo Borda, María Josefa F Rea
[ Pdf ]
The effect of early infection with Echinostoma paraensei on the interaction of Schistosoma mansoni with Biomphalaria glabrata and Biomphalaria tenagophila
- Juberlan Silva Garcia, Arnaldo Maldonado Junior, Cláudio Juan Bidau, Ligia dos Reis Corrêa, Reinalda Marisa Lanfredi, Paulo Marcos Zech Coelho
[ Pdf ]
Phylogenetic analysis of Biomphalaria tenagophila (Orbigny, 1835) (Mollusca: Gastropoda)
- Liana K Jannotti-Passos, Jeronimo C Ruiz, Roberta L Caldeira, Silvane MF Murta, Paulo Marcos Z Coelho, Omar S Carvalho
[ Pdf ]
Evaluation of a linear spectral mixture model and vegetation indices (NDVI and EVI) in a study of schistosomiasis mansoni and Biomphalaria glabrata distribution in the state of Minas Gerais, Brazil
- Ricardo JPS Guimarães, Corina C Freitas, Luciano V Dutra, Ronaldo GC Scholte, Ronaldo S Amaral, Sandra C Drummond, Yosio E Shimabukuro, Guilherme C Oliveira, Omar S Carvalho
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Schistosomiasis control program in the state of Minas Gerais in Brazil
- Sandra Costa Drummond, Sílvio Roberto Sousa Pereira, Luciana Cristina dos Santos Silva, Carlos Maurício de Figueiredo Antunes, José Roberto Lambertucci
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A geoprocessing approach for studying and controlling schistosomiasis in the state of Minas Gerais, Brazil
- Ricardo José de Paula Souza Guimarães, Corina Costa Freitas, Luciano Vieira Dutra, Ronaldo Guilherme Carvalho Scholte, Flávia Toledo Martins-Bedé, Fernanda Rodrigues Fonseca, Ronaldo Santos Amaral, Sandra Costa Drummond, Carlos Alberto Felgueiras, Guilherme Corrêa Oliveira, Omar Santos Carvalho
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The Estrada Real project and endemic diseases: the case of schistosomiasis, geoprocessing and tourism
- Omar S Carvalho, Ronaldo GC Scholte, Ricardo JPS Guimarães, Corina C Freitas, Sandra C Drummond, Ronaldo S Amaral, Luciano V Dutra, Guilherme Oliveira, Cristiano L Massara, Martin J Enk
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Rural tourism: a risk factor for schistosomiasis transmission in Brazil
- Martin Johannes Enk, Graciela Larissa Amaral, Matheus Fernandes Costa e Silva, Denise Silveira-Lemos, Andréa Teixeira-Carvalho, Olindo Assis Martins-Filho, Rodrigo Correa-Oliveira, Giovanni Gazinnelli, Paulo Marcos Zech Coelho, Cristiano Lara Massara
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Schistosomiasis risk mapping in the state of Minas Gerais, Brazil, using a decision tree approach, remote sensing data and sociological indicators 
- Flávia T Martins-Bedê, Luciano V Dutra, Corina C Freitas, Ricardo JPS Guimarães, Ronaldo S Amaral, Sandra C Drummond, Omar S Carvalho
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Current epidemiological status of schistosomiasis in the state of Pernambuco, Brazil
- Constança Simões Barbosa, Karina Conceição Araújo, Manuel Alexander Amarista Sevilla, Fabio Melo, Elainne Christine de Souza Gomes, Reinaldo Souza-Santos
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Spatial distribution of Schistosoma mansoni infection before and after chemotherapy with two praziquantel doses in a community of Pernambuco, Brazil
- Aline F Galvão, Tereza C Favre, Ricardo JPS Guimarães, Ana PB Pereira, Luciana C Zani, Katariny T Felipe, Ana Lúcia C Domingues, Omar S Carvalho, Constança S Barbosa, Otávio S Pieri
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The prevalence of schistosomiasis in school-aged children as an appropriate indicator of its prevalence in the community
- Ana Paula Braz Pereira, Tereza Cristina Favre, Aline Favre Galvão, Lilian Beck, Constança Simões Barbosa, Otávio Sarmento Pieri
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Factors related to transmission of and infection with Schistosoma mansoni in a village in the South-eastern Region of Brazil
- Martin Johannes Enk, Anna Carolina Lustosa Lima, Heliton da Silva Barros, Cristiano Lara Massara, Paulo Marcos Zech Coelho, Virginia Torres Schall
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The role of population movement in the epidemiology and control of schistosomiasis in Brazil: a preliminary typology of population movement
- Helmut Kloos, Rodrigo Correa-Oliveira, Dener Carlos dos Reis, Ed Wilson Rodrigues, Luciana Alves Silveira Monteiro, Andrea Gazzinelli
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Accessibility to and utilisation of schistosomiasis-related health services in a rural area of state of Minas Gerais, Brazil
- Dener Carlos dos Reis, Helmut Kloos, Charles King, Humberto Ferreira Oliveira Quites, Leonardo Ferreira Matoso, Kellen Rosa Coelho, Andrea Gazzinelli
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Specific schistosomiasis treatment as a strategy for disease control
- José Rodrigues Coura, Maria José Conceição
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