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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Donos também optam por dieta vegana para animais de estimação

Adeptos do veganismo, que não comem carne nem consomem produtos de origem animal, como leite e ovos, têm usado o mesmo tipo de dieta para alimentar seus bichinhos.
No Brasil já existe ração feita com vegetais, porém apenas uma marca que produz ração 100% vegetariana para cães, cujo preço é equivalente ao da de carne.
Na América do Norte, a Vegan Dog Nutrition Association é um grupo que defende a adoção do veganismo na dieta dos cães. O responsável, o especialista em comportamento animal James O'Hear, alerta que a dieta precisa conter todos os requisitos nutricionais. "Não diria que é melhor para o bicho, mas sim que não é pior. Certamente é melhor para os outros animais, que seriam mortos para servirem de comida."
Para a veterinária do Hospital Veterinário Pet Care Carla Alice Berl, a dieta vegana vai contra a natureza dos pets. "Não temos o direito de humanizar o bicho, mudar sua fisiologia." Carla diz que, suprindo a necessidade de proteína, a dieta vegana não faz mal. Para gatos, porém, ela descarta: "Eles são 100% carnívoros".
Fonte: Folha de São Paulo (acessado em 20/12/10)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Patas contra a distrofia

Vídeo do Centro de Estudos do Genoma Humano mostra cães com e sem sintomas da doença





Cachorros golden retriever do Centro de Estudos do Genoma Humano da USP que não produzem a proteína distrofina devido a uma mutação num gene. Alguns animais têm o defeito genético e manifestam a doença enquanto outros, embora portadores da alteração no gene, são assintomáticos. Leia também reportagem "O mistério de Ringo e Suflair"


Disponível em http://revistapesquisa.fapesp.br/index.php?art=6905&bd=2&pg=1&lg=

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

CFMV: Forum de Leishmaniose Canina

IMPORTÂNCIA DE SE BUSCAR O CONSENSO
No primeiro dia do Fórum de Leishmaniose Visceral, promovido pelo CFMV, o representante da Organização Pan-Americana da Saúde Panaftosa (OMS/OPAS), Fernando Leanes (foto), apresentou os dados sobre a doença. Ele informou que no mundo a incidência de Leishmaniose Visceral é de 500.000 casos por ano, sendo que na Índia, 20% morrem sem o diagnóstico. No Brasil, um dos principais países que sofrem com a doença, ocorrem 3.500 casos por ano, sendo que 5,7% são fatais.
O representante da OMS/OPAS apresentou documentos e informações sobre reuniões e ressaltou a importância de se fazer alianças entre as organizações e deixar as incompatibilidades em benefício da sociedade. “É uma oportunidade para fazer concessões e procurar interesses em comum para fortalecer as lideranças”, afirmou. Ele reconhece que há muita intransigência e intolerância ao se tratar do tema. Leanes acredita que com este consenso será possível investir em mecanismos que efetivamente possam combater a Leishmaniose Visceral.
O Médico Veterinário e representante do Ministério da Saúde, Francisco Edílson Ferreira Júnior, reconheceu que entre os maiores desafios da Leishmaniose Visceral está a morbidade e letalidade de uma doença grave. No Sistema Único de Saúde, as maiores dificuldades encontradas são o diagnóstico tardio, toxicidade do medicamento, imunossupressão e alta letalidade.
Ele também afirmou que o Brasil tem todas as condições favoráveis para a doença se disseminar e acredita que é necessário buscar tecnologias e ferramentas que possam combatê-la. Como exemplo cita projeto de pesquisa do Ministério da Saúde para o próximo ano que avaliará a efetividade das coleiras impregnadas com deltametrina 4%. Ele também informou que será feita a construção de um painel sorológico canino para a validação dos testes atualmente utilizados na saúde pública; validação do teste rápido DPP (Plataforma de Duplo Percurso) e há uma proposta para validação dos demais kits registrados no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. 

DEVE-SE INVESTIR NO COMBATE AO VETOR
Muitos dos palestrantes que participaram do Fórum de Leishmaniose Visceral promovido pelo CFMV enfatizaram a importância de se investir em várias medidas de controle de forma integrada para que se consiga combater a doença. Dentre elas, a mais citada, é o combate ao vetor, ou seja, o mosquito que transmite a doença – flebótomo Lutzomyia longipalpis. A responsabilidade de discorrer detalhadamente sobre o tema foi da MédicaVeterinária Sthenia dos Santos Albano Amóra (foto), da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do CFMV.
Ao apresentar as características do vetor, ela lembrou que este é pequeno e frágil e tem atividade noturna. O inseto precisa de matéria orgânica em todas as fases de seu desenvolvimento, encontrado-a em residências, principalmente onde há o abrigo de animais. Destacou ainda que a fêmea desse vetor precisa de sangue e transmite a doença ao picar os animais e humanos.
Ela apresentou resultados preliminares sobre o controle vetorial com o uso de plantas repelentes, bioinseticidas (nematóides e fungos) e coleiras com piretróides. Sthenia enfatizou a necessidade de mais estudos que comprovem a eficácia e aplicabilidade desses métodos alternativos.
Apesar do combate, a Médica Veterinária diz que a principal forma de promover o controle do vetor é com a educação em saúde e a prevenção a partir do manejo ambiental ou domiciliar. Deve-se conscientizar as bases para ações nos domicílios que reduzam a proliferação do vetor.

COMO SÃO REALIZADOS OS DIAGNÓSTICOS
O segundo dia de apresentações do Fórum de Leishmaniose foi dividido em palestras que discorreram sobre o diagnóstico, as vacinas e o tratamentos. Foi o dia com maior participação pela internet, com momentos em que se registrou a presença de 600 pessoas assistindo o evento diretamente de suas casas, consultórios clínicos, universidades entre outros.
Sobre etiopatias, resposta imune, diagnóstico e interpretação de diagnóstico, o Médico Veterinário Fabiano Borges Figueiredo, do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (IPEC/Fiocruz) explicou a realização do diagnóstico clínico e epidemiológico, como também a evidência do parasito, técnica molecular e provas imunológicas.
Em sua opinião, é de extrema importância que haja a notificação de casos mesmo em áreas não endêmicas, pois assim, pode-se identificar e investir em ações de controle da doença no início de sua ocorrência. “Depois de instalada fica muito complicado controlar o vetor”, alerta.
O Médico Veterinário Mauro Arruda (foto), da Coordenação Geral de Laboratórios de
Saúde Pública do Ministério das Saúde, detalhou o funcionamento dos laboratórios estaduais e federais. Ele exemplificou o trabalho feito pelas equipes de coleta e o controle de qualidade sobre a produção dos testes.  Ele informou que no próximo ano serão avaliados os conjuntos de diagnósticos de Leishmaniose Visceral Canina disponíveis no mercado para que em seguida seja feita uma recomendação por parte do Ministério da Saúde.

ESPERA-SE UMA RESPOSTA POSITIVA DAS VACINAS
Apesar da não confirmação anterior de um representante do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) para o Fórum, o chefe de divisão de Produtos Veterinários do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários, Ricardo Pamplona (foto), compareceu ao evento para esclarecer algumas informações sobre a fase III de avaliação das duas vacinas contra a Leishmaniose Visceral Canina atualmente comercializadas no País.
Ele informou que a análise dos estudos da fase III executados por seus respectivos laboratórios e cujos relatórios foram enviados ao Mapa para avaliação, ainda estão em andamento e não há um parecer conclusivo. Pamplona espera, a partir dos indicadores existentes, que a vacina seja eficaz, porém, o impacto na redução da incidência da Leishmaniose Visceral Humana dependerá de pesquisas posteriores.
Sobre a vacina também se apresentaram as Médicas Veterinárias Ingrid Menz, pesquisadora e consultora sobre o tema e Ana Maria Tibúrcio, do Laboratório Hertape Calier. Elas mostraram detalhes sobre como ocorrem as etapas de validação. A vacina contra a Leishmaniose Visceral Canina de laboratórios registrados já foi aprovada pelo Mapa nas fases I e II.

EVENTO DEBATEU O TRATAMENTO
Com posições contrárias, os Médicos Veterinários Vitor Márcio Ribeiro, da Pontífice Universidade Católica de Minas Gerais e Cláudio Rossi, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo apresentaram pesquisas científicas sobre os prós e contras para a realização do tratamento de cães infectados com a Leishmaniose Visceral.
Para Cláudio Rossi, ainda existem muitas dúvidas sobre o tratamento, pois em sua opinião, ele não promove a eliminação completa do parasitismo, além de ser ilegal. Na visão de Vitor Ribeiro existem comprovações científicas positivas para o tratamento e a recomendação da eutanásia deve ser feita apenas em casos especiais.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DIVULGARÁ SEU POSICIONAMENTO SOBRE A LEISHMANIOSE VISCERAL
Com o término do Fórum de Leishmaniose Visceral, em 22 e 23 de novembro, o Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária (CFMV/CRMVs) elaborará um documento apresentando seu posicionamento sobre a Leishmaniose Visceral e os temas relacionados a esta. O Fórum foi acompanhado pelos Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs e convidados, além dos que assistiram pela internet e também enviaram mensagens pelo Twitter.
Para o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, foram dois dias em que a Medicina Veterinária brasileira mostrou a sua força, a sua potencialidade, a sua jovialidade, o seu conhecimento, a sua profundidade e a sua responsabilidade. “Nós saberemos caminhar ouvindo todos os lados e todas as posições”, afirmou ao final do evento. Ele enfatizou a importância da participação das organizações convidadas que contribuíram para os esclarecimentos e apresentação de dados atualizados. 
O representante da Organização Pan-Americana da Saúde Panaftosa (OMS/OPAS), Fernando Leanes, comentou que o evento foi muito importante e se equipara às discussões que estão sendo realizadas em outros países. “É muito bom que seja o Conselho Federal de Medicina Veterinária que esteja liderando esta discussão. Por sua atuação com os Regionais ele tem grande potencial para apoiar o trabalho que o Estado precisa cumprir”. Ele enfatizou a necessidade de consenso entre as diferentes opiniões para que exista o avanço no combate à doença e avalia, ao final do Fórum, que existe “boa intenção” para isso.
Leanes também enfatiza a importância da conscientização e participação dos Médicos Veterinários privados no combate a doença. “Nós precisamos, principalmente, trabalhar o cão que não foi infectado, pois ele está em risco”, afirmou. Ele acredita que os profissionais privados e os Centros de Controle de Zoonoses são importantes para divulgação e esclarecimento, pois estão em contato direto com os proprietários de animais.
Para o Presidente da Associação Nacional de Clínicos de Pequenos Animais (Anclivepa Brasil), Paulo Carvalho de Castilho, o evento foi válido por ter apresentado os dois lados de ação contra a Leishmaniose Visceral. Castilho acredita que foi importante a apresentação de dados e avanços científicos.
O Fórum foi organizado pelo CFMV com apoio da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do CFMV.
Assessoria de Comunicação CFMV

O CFMV disponibilizará, em breve, em sua página na internet as apresentações realizadas no Fórum de Leishmaniose Visceral.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Rodenticides: Top 4 ingredients that kill pets

Veterinary practices commonly see poisonings in large and small animals due to rodenticide ingestion.

Pet Poison Helpline
Poisonings from ingesting rodenticides are one of the most common types of toxicities seen in veterinary practices in both large and small animal species. (Note: Relay toxicosis—poisoning from eating rodents killed by rodenticides—does not commonly occur but is possible and most often occurs in barn cats, wild predators, and birds of prey.) There are many different types of mouse and rat poisons available today, and they come in a wide variety of colors and formulations. Accurate identification of the active ingredient in these poisons is the first step for veterinarians to be able to provide effective treatment, because the ingredients vary dramatically in toxicity and mechanism of action. These poisons cannot be identified based on color or shape alone and are best identified by looking at the packaging for the name of the active ingredient or the EPA registration number. Here are the four most common active ingredients in rodenticides, their effects, and how veterinarians treat them.
1. Long-acting anticoagulants
Rodenticides containing long-acting anticoagulants as the active ingredient are the most common and well known type of mouse and rat poisons.
Mechanism of action: This type of poison works by preventing the blood from clotting, leading to internal bleeding. It will typically take at least 48 hours before this type of poison takes effect. However, if the pet has been chronically exposed to the product, the onset of clinical signs may vary.
Common signs and symptoms of poisoning: Lethargy, exercise intolerance, coughing and difficulty breathing (due to pulmonary bleeding), weakness, and pale gums are the most common and result from internal bleeding. Less common signs include vomiting and diarrhea (with or without blood), nosebleeds, bruising, weakness, bloody urine, pale gums, lack of appetite, and bleeding from the gums.
Antidote and treatment: Fortunately, this poison does have a prescription antidote called vitamin K1. Over-the-counter medications or food with high vitamin K content will not be sufficient substitutes.
Threat: The toxicity of long-acting anticoagulants will vary greatly among active ingredients with brodifacoum being one of the most potent. The signalment of the patient also may be a factor when determining a toxic dose because animals with underlying liver or gastrointestinal disease, as well as the very young or very old, are more at risk. Certain species, such as cats, are more resistant to the effects of long-acting anticoagulants and rarely suffer poisoning. Dogs, on the other hand, can be quite sensitive and often require veterinary intervention.


2. Cholecalciferol (vitamin D3)
This is one of the most dangerous mice and rat poisons on the market and it seems to be gaining in popularity.
Method of action: This poison works by continuously increasing the serum calcium and phosphorus levels, which can result in secondary kidney failure.
Common signs and symptoms of poisoning: Animals may experience increased thirst and urination, be weak and lethargic, and not want to eat within the first 24 hours after ingestion. Acute kidney failure is typically noted two to four days after ingestion.
Antidote and treatment: This can be one of the most challenging rodenticides to treat, because long-term therapy, which can be costly, is required for a positive outcome. There is no specific antidote, but poisoning does respond to several prescription therapies such as IV fluids, furosemide, calcitonin, and bisphosphonates. Aggressive treatment and frequent monitoring of blood work (calcium, phosphorus, and kidney values) is often needed for a period of two to four weeks after ingestion.
Threat: Ingesting only a small amount of this poison can be potentially fatal for any animal, thus, almost all ingestions may prove toxic.

3. Bromethalin
This is a dangerous poison with a name that is often mistaken for an anticoagulant.
Method of action: Bromethalin works by uncoupling oxidative phosphorylation in the brain and liver mitochondria and can result in cerebral edema (swelling of the brain) when toxic amounts are ingested.
Common signs and symptoms of poisoning: Cerebral edema may result in ataxia (incoordination), tremors, seizures, paralysis, and eventually death. The onset of clinical signs will be dose-dependent and range from two to 24 hours.
Antidote and treatment: In-hospital care for three to six days may be needed since this poison has long-lasting effects. Treatment consists of head elevation, mannitol, and other measures to reduce brain swelling.
Threat: Cats are more sensitive to the effects of bromethalin than dogs; however, the toxic dose for both animals is very small.

4. Zinc, calcium, and aluminum phosphides
These are more commonly found in mole or gopher baits, but they also may appear in some mouse and rat baits.
Method of action: This poison, once in the stomach, releases toxic phosphine gas. Food in the stomach also will increase the amount of gas produced and, therefore, increase the toxicity of the poison. Thus, feeding the patient after ingestion is not recommended.
Common signs and symptoms of poisoning: The gas produced by this poison can result in gastric distension and bloating, vomiting, abdominal pain, shock and collapse, and liver damage.
Antidote and treatment: This poison also does not have an antidote, and veterinarians should perform aggressive decontamination such as gastric lavage. During decontamination, great care needs to be taken to prevent hospital personnel from being exposed to the gas, since it is a potent respiratory irritant. Given the potential risk this gas poses for people, vomiting is best induced by veterinary professionals (not pet owners) in a well-ventilated area or outdoors.
Threat: The toxic dose is very small and nearly all patients ingesting this poison need to be examined by a veterinarian to determine if treatment is necessary.



sábado, 6 de novembro de 2010

Dirofilariose: 7 minutos do pior filme de terror que vi na vida!!!!!

É pior que sexta feira 13, O grito, O Iluminado, Halloween, A volta dos mortos vivos, Chuck - o brinquedo assassino, Atividade paranormal etc e etc... juntos!!!!!!!

Obrigado ao amigo Edgard Pina que publicou esse vídeo no Facebook

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Obesidade pode reduzir a expectativa de vida de animais

05 de novembro de 2010


 O ganho de peso também pode ser sintoma de algum distúrbio ou doença
Quando o cão obeso parecer muito ofegante, interrompa o exercício 
(Foto: Charles Guerra)
Cresce exponencialmente o número de casos de animais domésticos obesos. O assunto vem preocupando profissionais da medicina veterinária.
Assim como acontece com os humanos, a qualidade de vida e a saúde dos animais fica seriamente comprometida com o sobrepeso. Segundo Luciana Lima, médica veterinária que atua na área de endocrinologia, no caso dos cães, por exemplo, o problema diminui em até dois anos a expectativa de vida deles (o que corresponde de 10% a 20% de sua expectativa total, em média). Isso porque problemas nas articulações, diabetes, cardiopatias, problemas circulatórios e colesterol alto são diretamente relacionados a quadros de obesidade animal.
O perigo existe, mas a atenção voltada para a questão ainda é pequena. Para o veterinário e fisioterapeuta Marcelo Nemer, a mania de humanizar os animais é quase sempre a responsável pelos quadros de obesidade.
“Os tutores acham que tratar os bichos como humanos é tratar bem. Então, dão a comida da família para o cachorro, deixam o pote cheio de ração o dia inteiro à disposição e estimulam o comportamento preguiçoso. Claro que ninguém faz isso por maldade, mas os danos à saúde podem ser grandes”, afirma Marcelo.
Luciana Lima endossa as palavras do fisioterapeuta. Ela explica que a combinação do sedentarismo, em especial dos cães que vivem em apartamentos, e a ausência do controle da qualidade e da quantidade de alimentos ingeridos pelo animal são os principais desencadeadores da situação.
Mas nem sempre os tutores levam a culpa pelos quilos extras de seus bichos. Predisposições genéticas ou mesmo alguma doença podem propiciar o ganho de peso.
“Alguns cães engordam com muito mais facilidade, como o daschund, o basset hound, o retriever, o labrador, o rottweiller e o beagle”, explica Luciana.
Disfunções como o hipotireoidismo e o hiperadreno também podem justificar o ganho repentino de peso. O primeiro leva o animal a um quadro de letargia. Ele procura ficar sempre ao sol, come pouco, engorda e pode apresentar problemas de pele. Já o hiperadreno deixa a barriga do animal inchada. O apetite aumenta, ele bebe muita água e, consequentemente, faz muito xixi.
Ambas as doenças são mais comuns em cães e gatos mais velhos (idosos ou de meia idade), porém podem afetar bichos mais novos.
“Os animais castrados também têm mais chances de ganhar peso, pela natural diminuição da atividade física, consequente da cirurgia. O indicado é que, se qualquer mudança brusca de comportamento ou ganho de peso repentino for observada, o animal seja encaminhado a uma clínica veterinária para avaliação”, acrescenta Marcelo Nemer.
Tratamento
O ideal é que o cão obeso tenha acompanhamento veterinário. O indicado é que, para evitar a obesidade, ou mesmo freá-la, o tutor faça pelo menos três caminhadas com o cão, de 10 a 40 minutos. Os exercícios devem ser incorporados à rotina do animal gradativamente.
Quando o cão parecer muito ofegante, interrompa o exercício. Evite também caminhadas nas horas mais quentes do dia. É importantíssimo que a alimentação seja oferecida de forma regrada: apenas a quantidade indicada pelo veterinário, ou na embalagem do produto. O ideal é que essa quantidade diária de ração seja dividida em 5 partes (no mínimo, 3) e oferecida ao longo do dia.
As guloseimas e comidas humanas devem ser completamente abolidas para que os resultados apareçam. Se o tutor  não tiver tempo, pode procurar clínicas que ofereçam circuitos de fitness para o animal, ou mesmo o serviço de passeadores profissionais.
Fonte: Click RBS 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

CURSO: Dinâmica populacional de cães e gatos


Período:
7 a 11/02/2011, 2.ª a 6.ª feira, das 8h00 às 12h00; 13h30 às 17h30
 Local:
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87- Cidade Universitária, São Paulo/SP (www.fmvz.usp.br). Prédio da Biblioteca.

Disponível em http://www.itecbr.org/

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

São Paulo implantará microchips para controlar leishmaniose


Getty Images
Cachorros que sofrem de leishmaniose podem ficar até dois anos sem apresentar quaisquer sintomas

Saiba mais sobre o projeto estadual e a doença, que pode ser transmitida a humanos

A Secretaria da Saúde paulista resolveu recorrer à tecnologia para combater a contaminação de cães - e, consequentemente, a transmissão para humanos - por leishmaniose.
A partir desta terça-feira (19), animais que vivem em dez cidades da região de Marília (interior de São Paulo) serão alvo do programa-piloto Legal para Cachorro, criado a partir da proposta de monitorar, pelos próximos dois anos, a população canina e os casos da doença. A participação é gratuita.

Cerca de 20 mil cães participarão do programa. Cada um receberá um implante com microchip, que armazenará informações como o endereço de seu proprietário e os resultados dos exames laboratoriais de sangue realizados ao longo da pesquisa. A meta é identificar casos especificamente de leishmaniose visceral americana. Segundo a secretaria, nos anos de 2008 e 2009 foram registrados 96 casos desta doença e também oito mortes entre humanos, na região. 

O protozoário Leishmania chagasi, causador da doença, é transmitido aos seres humanos por meio da picada de um mosquito que também pode infectar cães. Nas pessoas, os principais sintomas são alterações no fígado, nos rins, no baço e na medula óssea. O cachorro infectado pode ficar de seis meses a dois anos sem apresentar nenhum sintoma da doença. Por isso a prevenção nos animais é tão importante (leia mais).
 

As cidades participantes são Adamantina, Flórida Paulista, Inúbia Paulista, Lucélia, Mariápolis, Osvaldo Cruz, Pacaembu, Pracinha, Sagres e Salmorão. A ideia é expandir o projeto para outras regiões do Estado. 

Em Adamantina, os cães receberão também uma coleira com efeito repelente e inseticida, que ajudará a espantar e a matar o flebotomínio (inseto transmissor da doença). Os 4.000 cães do município servirão de controle para comprovar a eficácia da coleira. 

A secretaria investigará ainda os hábitos alimentares dos insetos. A partir de exames do conteúdo estomacal dos transmissores, será possível identificar o sangue de espécies de animais picados.

sábado, 9 de outubro de 2010

VACINA RAIVA ANIMAL, OBITOS: BRASIL

Vacina contra Raiva Canina e Felina em Cultivo Celular –(RAI-PET® do laboratório Bio-Vet®) 07- 10- 10

O Ministério da Saúde (MS), em comum acordo com o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde e Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde, diante do aumento das  notificações e dados preliminares das investigações laboratoriais referentes aos eventos adversos graves após vacinação contra raiva animal, determina que sejam interrompidas preventivamente, e por período indeterminado, as campanhas de vacinação contra raiva animal com uso da vacina RAI-PET®, em todo o País. Esta medida permanecerá em vigor até que sejam concluidas as demais etapas da investigação pelo Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Segundo resultados preliminares encaminhados pelo MAPA ao Ministério da Saúde no dia 06.10, nas amostras colhidas no campo, indicam alterações não observadas nos testes iniciais, que foram utilizados como referência para liberação do uso da vacina, bem como nas amostras de vacina armazenadas para eventual análise de contraprova (Retem). Os resultados indicaram ocorrência de mortes de animais utilizados como modelo para os testes, com algumas manifestações clínicas que foram relatadas nos eventos ocorridos durante a realização da campanha. Estas manifestações que incluem hemorragia, dificuldade de locomoção, hipersensibilidade de contato e prostração intensa, não haviam sido registradas anteriormente na escassa literatura mundial existente sobre o tema. 

Entretanto, estes resultados preliminares não são suficientes para determinar a causa dos eventos, sendo necessário maior tempo para aplicação de outros métodos na busca de elucidação desses achados. Desse modo, o MAPA recomendou a interrupção temporária do uso desse imunobiológico, como medida cautelar, até a finalização das investigações.

Cabe ressaltar que as partidas da vacina RAI-PET® haviam sido aprovados pelo controle oficial do MAPA, antes da distribuição aos Estados, conforme norma estabelecida para comercialização dos produtos de uso veterinário, incluindo vacinas. Após a ocorrência dos eventos em São Paulo e no Rio de Janeiro, mediante solicitação do Ministério da Saúde, o MAPA vem realizando novas investigações laboratoriais da vacina.

Em agosto de 2010, o MS recebeu as primeiras notificações de eventos adversos temporalmente associados à vacina contra raiva animal nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Para tanto, foram padronizadas as definições de casos de eventos adversos relacionados à vacina contra raiva animal e instrumento de notificação disponível no site www.saude.gov.br/svs no local “Vacina Raiva - Notifique Aqui”.

A partir dessas ocorrências iniciou-se um processo de investigação e foram intensificadas, pelo MS, MAPA e Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde as ações de vigilância desses eventos, pois os dados até então disponíveis não apresentavam evidências que justificassem a interrupção da campanha em todo país, uma vez que a raiva humana tem altíssima letalidade.

Os eventos adversos acima mencionados estavam localizados inicialmente nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro e os demais Estados que utilizavam os mesmos lotes da vacina não haviam notificado eventos. Além disso, os achados de necropsias em 15 animais do estado de São Paulo não permitiram uma associação causal com a vacina e adicionalmente, um laudo de necropsia do Rio Grande do Norte descartou a possibilidade de associação com a mesma. 

Com a realização da campanha em 23 unidades federadas até o momento e, com a implantação do instrumento de notificação foi possível monitorar diariamente os eventos adversos graves ocorridos. No período de 12 de agosto a 06 de outubro de 2010 foram notificados 1.401 eventos graves, dentre esses 217 mortes em 12 unidades federadas (Espírito Santo, Distrito Federal, Bahia,
Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins), com uma taxa de incidência de 0,02% (1.401/5.840.633) e taxa de mortalidade 0,004% (217/5.840.633).

Diante do exposto, o MS reitera que seja interrompida preventiva e temporariamente, a campanha de vacinação contra raiva animal e determina que todos os eventos ocorridos até então sejam notificados por meio Formulário de Notificação via online –FORMSUS, disponível no site www.saude.gov.br/svs no local “Vacina Raiva - Notifique Aqui”. As vacinas que foram enviadas pelo Ministério da Saúde deverão permanecer armazenadas nos Estados e Municípios de destino  até a conclusão dos estudos.

********************************
Uma mensagem / Una mensaje / de ProMED-mail <http://www.promedmail.org>
ProMED-mail e um programa da / es un programa de la International Society for Infectious Diseases <http://www.isid.org>
    
Data: Sexta-feira / Viernes, 08 de outubro / Octobre de 2010
De: Promed-Port <Promed-Port@promedmail.org>
Fonte MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA [07.10.2010]

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Interrupção da vacinação contra a raiva animal

O Ministério da Saúde, diante do aumento das notificações  e dados preliminares das investigações laboratoriais referentes aos eventos adversos graves após vacinação contra raiva animal, determinou que sejam interrompidas preventivamente, e por período indeterminado, as campanhas de vacinação contra a raiva animal com uso da vacina RAI-PET®,  do Laboratório Bio-Vet® em todo o país, até que sejam concluídas as demais etapas da investigação pelo Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

O Ministério da Saúde também reforça a necessidade de que todos os eventos adversos ocorridos sejam notificados por meio do Formulário de Notificação, via online – FORMSUS, disponível no site www.saude.gov.br/svs, no local “Vacina Raiva – notifique aqui”.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Proprietários não podem recusar eutanásia de cães com leishmaniose em Campo Grande

Animais diagnosticados com leishmaniose poderão ser submetidos à eutanásia em Campo Grande (MS), independente de consentimento dos proprietários. Mas a decisão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mantém vedado o ingresso de agentes do Centro de Controle de Zoonoses local em residências sem a concordância expressa do morador. 

A determinação é da Corte Especial, que confirmou decisão do presidente do STJ, ministro Ari Pargendler. O entendimento atende em parte pedido de suspensão de liminar apresentado pela União contra decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). 

Segundo a União, a leishmaniose é doença com alto índice de letalidade, principalmente em crianças com menos de 1 ano e adultos acima de 50. Na capital sul-mato-grossense, entre 2006 e 2008 teria havido 32 mortes em quase 400 casos da doença. De acordo com o pedido, o tratamento do cão infectado não atende à saúde pública, por não reduzir o papel do animal de reservatório do parasita, apenas reduzindo os sinais clínicos. 

Por isso, o ente federativo afirmou não ser possível deixar à discricionariedade do dono do animal a realização do controle e combate à enfermidade grave em humanos. Nessa situação, a preservação do direito à propriedade violaria a supremacia do interesse público, ao colocar em risco a saúde pública, concluiu a União. 

Mas o presidente do STJ não concordou com a alegação em sua totalidade. Segundo seu entendimento, a inviolabilidade do domicílio decorre da Constituição. Dessa forma, a decisão que a preserva não poderia ser tida como ofensiva à ordem ou saúde públicas. 

Conforme o ministro presidente, por outro lado, manter a exigência de consentimento para a eutanásia e autorizar a recusa do sacrifício do animal doente pelo proprietário, mesmo mediante termo de responsabilidade ainda que condicionado à supervisão de veterinário, pode não evitar a transmissão da doença, o que gera potencial de grave lesão à saúde pública. 

A decisão conclui que, se o animal estiver em via pública, os agentes de controle de zoonoses podem proceder aos exames sanitários e às consequências necessárias. 

Coordenadoria de Editoria e Imprensa 
http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=99314

Enviado por Rodrigo Guimarães

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

NOTA DIVULGADA PELA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo constatou, após investigação realizada pela Coordenadoria de Controle de Doenças e o Instituto Pasteur em parceria com os municípios, que a vacina utilizada neste ano no Estado de São Paulo para a imunização de cães e gatos contra a raiva foi responsável por reações adversas acima do esperado em animais vacinados.

Por isso, mantém a recomendação aos municípios paulistas, de suspensão das campanhas de vacinação desses animais, por tempo indeterminado, até que os Ministérios da Saúde e da Agricultura decidam se é necessário a substituição dos lotes encaminhados a São Paulo ou mesmo do produto. Esta decisão dos órgãos federais é fundamental para que os municípios paulistas possam dar seguimento às campanhas, protegendo, assim, os animais contra a raiva e evitando que a doença retorne ao Estado.

Foram distribuídos neste ano dois lotes da vacina Raipet-Biovet, adquirida pelo Ministério da Saúde, aos municípios paulistas: os de nº. 59/2010 e 139/2010. No entanto, 77,5% das cidades receberam exclusivamente o lote 59/2010. Este lote também foi o único distribuído nos municípios de São Paulo e de Guarulhos, os mais populosos do Estado e responsáveis por 67% das notificações de reações adversas.

De 13 de agosto a 21 de setembro foram notificados 3.424 casos de reação em cães e gatos vacinados no Estado, dos quais 890 (26%) foram considerados graves, conforme critérios de classificação estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Das reações graves, 717 foram em gatos.

A incidência de eventos adversos no mesmo período foi de 4,86 casos a cada mil animais vacinados. A taxa é considerada elevada quando comparada com registros de eventos adversos da cidade de São Paulo nos últimos três anos, com índices sempre inferiores a 0,07 casos de reação por mil animais vacinados.

Um estudo de campo realizado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria por meio de entrevista telefônica e visita domiciliar a proprietários de 82 animais com eventos adversos notificados ao Centro de Controle de Zoonoses de Guarulhos aponta que 57% dos cães e 32% dos gatos já haviam recebido outras vacinas em campanhas anteriores e não apresentaram reações. Oitenta por cento desses animais vivem em residências e não tiveram contato com animais doentes nas duas semanas que antecederam a vacinação.

Laudos das necropsias de 15 animais mortos após a vacinação, elaborados pela Universidade de São Paulo a pedido da Secretaria, apontam que cinco deles tiveram hemorragias digestivas. Outros dois também tiveram problemas no aparelho digestivo, sem confirmação de sangramento. Os demais apresentaram problemas diversos, como choque hipovolêmico e broncopneumonia. Dois laudos apontaram a causa da morte como indeterminada. Não é possível, entretanto, estabelecer a associação causal entre a vacina e os quadros encontrados nas necropsias.

Os resultados das investigações já foram encaminhados ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Agricultura. Técnicos do Ministério da Agricultura já estiveram em São Paulo recolhendo amostras do produto para análise, mas os resultados ainda não foram divulgados.

É importante ressaltar que a vacina contra a raiva humana, diferente do produto contra a raiva animal, está sendo oferecida normalmente à população do Estado de São Paulo para casos de mordedura, lambedura ou arranhadura de mamíferos.

Nota oficial (24/09/2010)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Transmissão da raiva pode ser evitada com a vacinação dos animais




Transmissão da raiva pode ser evitada com a vacinação dos animais
28/09/10 - 12:09 
No Dia Mundial da Raiva, o IICA alerta sobre a importância de conscientizar a população sobre os impactos da raiva animal e humana

Desde 2007, mais de 100 milhões de pessoas receberam informações sobre a Raiva, e cerca de 3 milhões de animais no mundo inteiro já foram vacinados contra ela. Graças à comemoração do Dia Mundial da Raiva, que este ano é celebrado hoje em todos os países do mundo

O objetivo é de conscientizar a população sobre os impactos da raiva animal e humana, como é fácil preveni-la e como eliminar as principais fontes da doença no mundo. A raiva em humanos é 100% evitável, por meio de tratamento médico adequado e rápido. No entanto, mais de 55 mil pessoas, principalmente na África e Ásia, morrem de raiva todos os anos - um índice de 1 pessoa a cada 10 minutos.

A principal fonte de doença são os cães. A transmissão pode ser evitada com a vacinação dos animais e com campanhas educacionais. A vacinação é eficaz e segura, mas ainda pouco disseminada nos países em desenvolvimento.

Essa incrível resposta à iniciativa foi um grande passo e um grande incentivo. Segundo a Organização Panamericana de Saúde (OPAS) “pelo menos 74 países participam no Dia Mundial da Raiva para planejar uma ampla variedade de eventos incluídos: clínicas de vacinação, conferências e seminários educacionais, cursos de extensão, exibições em museus e jardins zoológicos, desfiles, festivais, bailes, teatros com marionetes, marchas, corridas, e caminhadas com cães”.

Em Brasília, a Secretaria de Saúde prorrogou, por mais uma semana, a vacinação de cães e gatos contra a raiva. Agora, os interessados podem levar os bichos para imunização durante toda esta semana, das 8h às 17h, nas inspetorias de saúde localizadas em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Ao todo são 335 postos.

Faça o download da cartilha de conscientização, desenhada pelo cartunista Maurício de Sousa, clicando aqui 

As informações são da assessoria de imprensa do Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura.