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terça-feira, 15 de março de 2011

FAO alerta para risco de nova crise mundial alimentar


[15/03/2011]




O aumento nos preços globais de gêneros alimentícios básicos elevam o risco de que a crise alimentar de 2007-2008 em países em desenvolvimento se repita, disse nesta segunda-feira (14) o diretor geral da FAO, Jacques Diouf. "Um salto nos preços do petróleo e o rápido consumo dos estoques globais de cereais poderiam ser um prenúncio da crise de abastecimento".

"A alta dos preços aumentam as preocupações e estamos reduzindo rapidamente os estoques", disse. "Durante anos temos alertado que é preciso maior produtividade e investimento em agricultura."

Diouf dizia, até alguns meses atrás, que os estoques globais de cereais estavam em níveis mais saudáveis que os restritos estoques que desencadearam a crise em 2007 e 2008.

Alguns países no norte da África e no Oriente Médio fizeram grandes compras de grãos para evitar aquele tipo de conflito, em parte estimulada pelos preços dos alimentos, que derrubou os líderes da Tunísia e do Egito. A Coreia do Sul está buscando construir uma estratégia de reserva de grãos e planeja comprar cargas de milho e outras mercadorias, em esforço similar ao de outra nações asiáticas, preocupadas com os altos preços dos alimentos e com os conflitos sociais.

"É algo racional de se fazer, para se proteger", disse Diouf.

As informações são da Reuters, publicadas no jornal O Estado de São Paulo, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Donos também optam por dieta vegana para animais de estimação

Adeptos do veganismo, que não comem carne nem consomem produtos de origem animal, como leite e ovos, têm usado o mesmo tipo de dieta para alimentar seus bichinhos.
No Brasil já existe ração feita com vegetais, porém apenas uma marca que produz ração 100% vegetariana para cães, cujo preço é equivalente ao da de carne.
Na América do Norte, a Vegan Dog Nutrition Association é um grupo que defende a adoção do veganismo na dieta dos cães. O responsável, o especialista em comportamento animal James O'Hear, alerta que a dieta precisa conter todos os requisitos nutricionais. "Não diria que é melhor para o bicho, mas sim que não é pior. Certamente é melhor para os outros animais, que seriam mortos para servirem de comida."
Para a veterinária do Hospital Veterinário Pet Care Carla Alice Berl, a dieta vegana vai contra a natureza dos pets. "Não temos o direito de humanizar o bicho, mudar sua fisiologia." Carla diz que, suprindo a necessidade de proteína, a dieta vegana não faz mal. Para gatos, porém, ela descarta: "Eles são 100% carnívoros".
Fonte: Folha de São Paulo (acessado em 20/12/10)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Ingleses estudam consumo de carne de animal clonado

A carne e o leite de animais clonados e de suas crias "não apresentam diferenças substanciais" em relação aos produtos de animais não clonados, o que torna seu consumo seguro, afirmou um organismo independente que assessora o governo britânico. As conclusões do Comitê Consultor de Novos Alimentos e Processamentos (ACNFP, na sigla em inglês), que trabalha para a Agência de Segurança Alimentar (FSA) britânica, podem acelerar a polêmica liberação do comércio destes produtos na Europa.


"A ACNFP confirmou que a carne e o leite de animais clonados e seus descendentes não têm diferença em relação à carne e o leite produzidos de maneira convencional, e portanto é improvável que apresentem riscos para a segurança alimentar", declarou Andrew Wadge, diretor científico da FSA. O comitê indicou, no entanto, que são necessários mais estudos para avaliar como a carne e o leite podem afetar os diferentes ambientes onde os animais c lonados são criados.

Ao mesmo tempo, o grupo estimou que qualquer diferença que possa existir entre o gado clonado e o não clonado desaparecerão depois da segunda geração.

A FSA examinará as conclusões do relatório em uma reunião, marcada para dezembro, na qual também será debatida a recente proposta europeia de proibir a venda de carne de animais clonados e seus descendentes de primeira geração, antes de fazer suas recomendações ao governo.

A discussão sobre produtos de animais clonados no Reino Unido chegou ao auge no início do semestre, depois que o jornal "International Herald Tribune" afirmou que criadores de gado europeus estavam começando a comercializar ilegalmente produtos oriundos de animais clonados. A FSA deu início a várias investigações para apurar o caso, alegando que jamais autorizara a comercialização e tampouco havia recebido solicitações de permissão para que os produtos fossem vendi dos.

A venda de produtos de animais clonados e suas crias, autorizada em países como os Estados Unidos, requer, segundo a legislação europeia, uma permissão específica para chegar ao mercado.

Depois de uma reunião pública na quinta-feira, o Comitê Consultivo sobre Novos Alimentos e Processos disse que, apesar das suas conclusões, os consumidores têm o direito de receber nos rótulos a informação de que se trata de produto de origem clonada - em parte devido às preocupações com o bem-estar dos animais.

O tema da clonagem sempre levantou polêmica entre a opinião pública europeia. Segundo a última pesquisa disponível, que data do final de 2008, 58% dos europeus acham que a clonagem para a produção alimentar "não se justifica", e mais de 43% acreditam que "provavelmente não consumirão este tipo de produto".

As informações são da Folha de S.Paulo e do jornal O Estado de S.Paulo.


Enviado por Roberto Amaral

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

CFMV reprova proposta que altera as atribuições do Fiscal Federal Agropecuário em benefício dos Engenheiros de Alimentos

Ano IV - No. 152 - 12 de novembro de 2010
Tramitação 

CFMV reprova proposta que altera as atribuições do Fiscal Federal Agropecuário em benefício dos Engenheiros de Alimentos 
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ) aprovou em decisão terminativa, no dia 10 de novembro, proposta do senador Arthur Virgílio que altera as atribuições dos Fiscais Federais Agropecuários para permitir o exercício da função pelos engenheiros de alimentos.
O Presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, informa que de acordo com a Lei 10.883/2004 e a Lei 5.517/1968 a competência para a fiscalização de produtos de origem animal é privativa do Médico Veterinário. “O profissional que tem conhecimento sobre as patologias de origem animal é o Médico Veterinário. Por sua formação somente ele pode garantir à população a sanidade do produto de origem animal”, comentou. Arruda informou que o CFMV está atento e procurará interferir na tramitação do projeto.
De acordo com a Agência Senado, ao apresentar seu parecer favorável, o relator, Senador Osmar Dias, disse ter acrescentado emenda ao projeto (PLS 734/07) para torná-lo autorizativo. O parlamentar reconheceu ser uma questão de justiça permitir ao engenheiro de alimentos fazer a inspeção sanitária de alimentos, mas ponderou que decisão nesse sentido cabe ao Poder Executivo. Se não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado, o projeto seguirá para votação na Câmara dos Deputados. 
 
Assessoria de Comunicação CFMV

sábado, 30 de outubro de 2010

Benefícios da carne suína na alimentação humana

Atualmente a carne suína é a carne animal mais consumida no mundo, representando um total de 39%, ou seja, quase metade da oferta total de carnes consumida, é suína. Os países europeus são os campeões mundiais de consumo, os três países que mais consomem são Áustria 73 kg/ano, Espanha 67 kg/ano e Dinamarca com 64 kg/ano. Já o consumo de carne suína no Brasil é de apenas 13 kg/ano.

A carne suína além de ser muito saborosa, é rica em nutrientes e oferece muitos benefícios para a saúde humana. Contudo, muitas pessoas desconhecem estas informações, e geram alguns conceitos equivocados, esquecendo que além de saborosa, ela é também saudável.

Excesso de gordura, alto colesterol e uma carne que transmite doenças. Esses são alguns dos conceitos que muitas pessoas têm da carne suína, mas não passam apenas de mitos, pois atualmente o investimento em tecnologia na criação de suínos com menor teor de gordura, colesterol e calorias é alto. Através de grandes avanços obtidos pela suinocultura moderna, temos um alimento que atende todas as exigências, que diminuiu de forma progressiva a gordura e o colesterol da carne.

Pesquisas mostram a importância do consumo da carne suína para o tratamento de doenças como, hipertensão arterial e anemia. Uma das virtudes da carne suína é o seu teor de potássio, pois ele ajuda a regular os níveis de sódio no corpo, exigindo menos sal para consumo. A carne suína é também recomendada para crianças em fase de crescimento, pois ela apresenta proteínas de alto valor biológico, ácidos graxos monoinsaturados, vitaminas do complexo B, ferro e selênio. Dessa forma a carne suína deve ser mais uma opção nutricionalmente adequada ao cardápio escolar, pois seus nutrientes são indispensáveis para o crescimento progressivo de crianças nessa idade escolar.

No suíno atual, 70% da gordura suína está situada abaixo da pele (toucinho) e apenas 30% no restante do corpo entre os músculos. A gordura do suíno pode ser encontrada em uma camada bem definida, e assim, fica fácil removê-la antes de seu cozimento, diminuindo mais ainda os teores de gordura.

Portanto são muitos os mitos que envolvem a carne suína, mas atualmente todos desmistificados. A suinocultura atual atende as novas demandas do mercado, e busca satisfazer todos os consumidores, produzindo produtos saudáveis e diferenciados. Pesquisas científicas comprovam que a carne suína produzida hoje no Brasil tem 54% a menos de gordura do que a carne de porco de 40 anos atrás. E seu teor de colesterol não é mais elevado que a maior parte das outras carnes (bovina, frango), pois em comparação às outras carnes, o lombo suíno, por exemplo, é mais magro que a carne de coxas de frango, e tão magra quanto peito de frango. Sendo assim, a carne de suíno magra, como o lombo, tem 34% menos colesterol do que um frango sem pele.

Carlos Francisco Geesdorf, Presidente da Associação Paranaense de Suinocultores (APS).
Fonte:APS

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Veterinários inspecionam alimentação de ruminantes em Minas Gerais

27/09 

Até agora 70 animais foram abatidos por presença de gordura animal na alimentação.

Veterinários do Ministério da Agricultura e do IMA, Instituto Mineiro de Agropecuária, estão visitando propriedades rurais no estado de Minas Gerais para verificar o uso de produtos proibidos na alimentação de ruminante. Até agora 52 propriedades foram inspecionadas e foram encontrados alimentos suspeitos em 14 propriedades, nas quais 1.492 bovinos e 617 ovinos foram interditados.

As fiscalizações atendem à Instrução Normativa nº 41, de 08/10/2009 do Mapa. Após verificar a presença de subprodutos proibidos que contenham proteína ou gordura de origem animal (cama de frango; farinha de sangue, de carnes e ossos, de resíduos de açougue; dejetos de suínos, sangue e derivados; entre outros), os fiscais coletam duas amostras do alimento suspeito para análise no Lanagro, Laboratório Nacional Agropecuário, em Pedro Leopoldo, MG. Uma amostra é utilizada para a prova e a outra para contraprova, caso o proprietário queira realizá-la.

No caso dos animais interditados, se o resultado final for positivo e conclusivo, o proprietário tem 30 dias para eliminá-los. Até agora 71 animais foram abatidos. "A eliminação dos ruminantes interditados pode ocorrer de duas formas: abate em estabelecimento devidamente registrado sob inspeção oficial com aproveitamento de carcaça e remoção e destruição de material de risco para Encefalopatia Espongiforme Bovina, popularmente conhecida como Doença da Vaca Louca; ou destruição na propriedade sob acompanhamento da autoridade de defesa sanitária animal", informa Daniela Bernardes, médica veterinária e coordenadora do Programa de Vigilância das Encefalopatias do IMA.

Assessoria de Imprensa IMA.

Disponível em AGROLINK

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

FAO convoca líderes mundiais para debater segurança alimentar

08/09 

Preocupada com o elevado preço mundial dos alimentos e com a segurança alimentar, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) convocou uma reunião extraordinária com os líderes de todos os países da instituição para discutir a questão no próximo dia 24. Paralelamente, foi organizado um grupo de 15 especialistas para elaborar alternativas para a alta dos preços e para garantir a segurança alimentar.
As informações são da FAO e da agência BBC Brasil. Em um comunicado, a organização informou que nas últimas semanas, mercados globais de cereais tiveram uma “brusca alta nos preços internacionais” do trigo em decorrência da ausência do produto. Um dos objetivos da reunião, no final deste mês, segundo a nota é que “os países exportadores e importadores realizem discussões construtivas”.
Uma das razões que motivou violentos protestos ao longo desta semana, em Moçambique, foi a alta de 30% no preço do pão. Na quinta-feira (2), o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, disse que vai ampliar o prazo de proibição da exportação de grãos colhidos no país, aumentando o temor internacional da elevação dos preços de alimentos. A Rússia produz entre 8% e 10% do trigo mundial e exporta cerca de um terço disso.
O país também é um dos principais produtores mundiais de cevada e centeio e foi atingido por uma forte seca neste ano. A onda de calor provocou incêndios e destruiu plantações no país. A estimativa é que serão colhidas 60 milhões de toneladas de grãos na Rússia neste ano, o país precisa de quase 80 milhões para o consumo interno.
No Brasil, os preços das grandes compras de grãos são definidos com antecedência, por isso, as altas globais só devem ser sentidas no fim deste ano.
Dos 15 especialistas nomeados pela Comissão sobre Segurança Alimentar Mundial, o Brasil será representado por Renato Maluf, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. O objetivo é elaborar propostas para promover uma reforma no sistema internacional da segurança alimentar e nutricional.


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Granjas dos EUA violaram regras de segurança alimentar, afirma agência reguladora

The New York Times
William Neuman
Surto de salmonela retirou 380 milhões de ovos do mercado nos Estados Unidos
Infestação de moscas, larvas e roedores, e poços de esterco superlotados estavam entre os problemas de segurança alimentar generalizados que os inspetores federais encontraram num grupo de granjas de Iowa (EUA), em meio a uma inspeção nacional por conta de um surto de salmonela.
Relatórios de inspeção divulgados pelo FDA (agência norte-americana que regulamenta alimentos e medicamentos) na segunda-feira descreveu --com detalhes repugnantes-- algumas possibilidades através das quais a salmonela pode ter se espalhado sem que se percebesse pelos vastos complexos das duas companhias.
As inspeções, realizadas durante as três últimas semanas, foram as primeiras a checar se as grandes granjas produtoras de ovos estão cumprindo as novas regras federais de segurança alimentar redigidas bem antes do surto atual mas que só entraram em vigo no mês passado.
“Ficou claro que as observações aqui refletem desvios significativos do que é esperado”, diz Michael R. Taylor, vice-comissário de alimentos para o FDA.
Taylor disse que em resposta ao surto e retirada do mercado, os inspetores do FDA visitarão todos as 600 principais granjas norte-americanas ao longo dos próximos 15 meses. Estas fazendas, com 500 mil galinhas ou mais, representam 80% da produção de ovos em todo o país.
A retirada, que começou em 13 de agosto, envolve mais de meio bilhão de ovos das granjas de duas das principais produtoras de ovos de Iowa, a Wright County Egg e a Hillandale Farms.
Cerca de 1.500 casos de Salmonella enteritidis foram relatados desde a primavera e associados a ovos pintados – o maior surto associado a esta variedade de salmonela.
Os relatórios de inspeção do FDA revelam áreas de sujeira e falta de higiene em ambas as companhias, incluindo muitas avistagens de roedores, pássaros silvestres ou galinhas fora das jaulas – todos eles podem carregar a salmonela – que pareciam ter acesso livre às instalações.
É difícil medir pelo relatório qual é a extensão dos problemas. Ambas as companhias operam granjas com 7 milhões de galinhas no total. A Wright County Egg diz que os inspetores visitaram 73 instalações em suas cinco fazendas de ovos.
Ambas as companhias disseram que agiram rapidamente para corrigir os problemas e que continuam cooperando com os inspetores. O relatório cita inúmeras instâncias em que ambas as companhias descumpriram medidas básicas destinadas a proteger as galinhas da contaminação com salmonela, o que pode fazer com que elas botem ovos que contenham a bactéria.
“Isso não é boa administração, ponto final”, diz Kenneth E. Anderson, professor de ciência de aves na Universidade do Estado da Carolina do Norte. “Estou surpreso que uma granja estivesse funcionando dessa maneira nos dias de hoje.”
As visitas de inspeção à Wright County Egg encontrou instalações com inúmeros buracos de roedores e aberturas nas portas, batentes e no chão, por onde os roedores poderiam entrar. Os inspetores avistaram ratos correndo em cerca de 11 granjas.
Inspetores disseram que muitas das instalações não tinham entradas separadas, de forma que os funcionários precisavam passar por uma granja para entrar na outra – condições que permitiriam que eles transportassem as bactérias entre as granjas. Além disso, os funcionários foram vistos passando de uma granja para outra sem mudar as roupas de proteção nem limpar suas ferramentas.
O relatório sobre a Wright County Egg descreveu pilhas de até 2,5 metros de esterco de galinha embaixo das granjas. Ele também falava de galinhas que haviam escapado das jaulas e ciscavam no esterco.
Autoridades disseram na semana passada que estavam inspecionando mais de perto um moinho de ração operado pela Wright County Egg, depois que os testes encontraram salmonela nos ossos, usados na ração, e na ração dada às aves jovens. Elas são criadas para por ovos na Wright County Egg e na Hillandale.
O relatório de inspeção ajudou a identificar o moinho de ração como a possível fonte da contaminação, dizendo que foram vistas aves se empoleirando e voando próximo às instalações.
Autoridades disseram que encontraram tanto aves selvagens quanto galinhas fugidas da granja no moinho.
O material de ninhos foi visto em algumas partes do moinho, incluindo na área de estocagem de ingredientes e numa área de carga de caminhões. O relatório também disse que havia inúmeros buracos nos barris ou outras estruturas com abertura para o lado de fora. Isso inclui o barril que continha carnes e ossos, ingredientes da ração de onde foi retirada a amostra em que encontraram a salmonela.
Autoridades disseram na semana passada que encontraram traços de salmonela semelhante à variedade associada ao surto em seis amostras retiradas das instalações da Wright County Egg. Elas incluíram os dois testes na ração e outros quatro feitos em corredores ou outras áreas.
Na segunda-feira, autoridades disseram pela primeira vez que também encontraram salmonela numa instalação da Hillandale. A bactéria foi encontrada na água que foi usada para lavar os ovos.
O relatório de inspeção da Hillandale mostrou muitos problemas parecidos com os encontrados na Wright County Egg, incluindo galinhas ciscando em pilhas de esterco e sinais de infestação de roedores.
Autoridades do FDA disseram que não podiam discutir as possíveis atitudes em relação às companhias. Mas, de acordo com Taylor, a lei permite que ações civis como interdição e processo criminal.
“Estamos analisando as provas e considerando que ações serão apropriadas”, diz Taylor.
Autoridades disseram que a investigação continua e que ainda não sabem dizer como a salmonela chegou às granjas.
A Wright County Egg pertence a Jack DeCoster, que tem um histórico de violações ambientais, trabalhistas e imigratórias em granjas no Maine, Iowa e outros lugares. O relatório de inspeção identificou o filho de DeCoster, Peter DeCoster, como chefe de operações da fábrica de Iowa.
Ambas as companhias pararam de vender ovos das granjas de Iowa aos consumidores e em vez disso estão enviando todos os seus ovos para fábricas onde eles são pasteurizados, o que mata a bactéria. Daí então é provável que os ovos sejam vendidos sob forma líquida, possivelmente para fábricas de alimentos.
Os sintomas da salmonela incluem diarreia, vômitos e cólicas estomacais. A bactéria morre através da pasteurização ou depois de cozinhar bem os ovos.
Tradução: Eloise De Vylder
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Matéria repassada por e-mail por Roberto Amaral

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Corrida para alimentar o mundo



17/08 
Em meio à demanda crescente, Brasil desponta como locomotiva do agronegócio mundial. Estados Unidos, porém, saem na frente com política agressiva de comércio exterior

Luana Gomes

Terceiro maior exportador de alimentos, o Brasil desponta como celeiro do mundo. É apontado pela Organização das Na ções Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) como maior protagonista na corrida para alimentar a crescente população mundial. Possui custos competitivos e pelo menos 40 milhões de hectares de pastagens “desocupadas”, que podem ser rapidamente transformadas em lavouras. Mas, para vencer o desafio, terá que enfrentar um concorrente de peso, os Estados Unidos. Além de produzir e exportar mais, o país norte-americano tem conseguido avanço maior, proporcionalmente, do que o Brasil no mercado internacional. É o que mostram os dados do primeiro semestre de 2010. Na comparação com os primeiros seis meses de 2009, as exportações agrícolas cresceram 10% no Brasil e 13% nos EUA.

O agronegócio brasileiro faturou US$ 35 bilhões entre janeiro e junho. No mesmo período, a receita norte-americana foi de US$ 53,3 bilhões, quantia semelhante à que o Brasil exportou em todo o ano passado. Em 2009, ano de crise, os embarques do agronegócio brasileiro somaram US$ 64,8 bilhões, 10% menos do que no ano anterior. Em 2010, mantido o mesmo ritmo no segundo semestre, o setor irá recuperar o terreno perdido e se aproximar do recorde de 2008, quando as exportações agropecuárias somaram US$ 71,8 bilhões.

Desempenho similar é esperado nos EUA. Abalado pela crise, o agronegócio norte-americano exportou 16% menos no ano passado (US$ 96,6 bilhões). Agora, se recupera e quer repetir a façanha de 2008, fechando 2010 com faturamento de três dígitos. A previsão do USDA, o departamento de agricultura do país, é que os embarques do setor rendam US$ 104,5 bilhões neste ano, US$ 8 bilhões (7,7%) a mais que no ano passado. Confirmada, será a segunda melhor marca da história, atrás apenas dos US$ 115,3 bilhões de dois anos atrás. Em cinco anos, a meta é se aproximar dos US$ 200 bilhões.

As ações fazem parte da Iniciativa Nacional de Exportação, plano anunciado em janeiro para tirar a economia norte-americana da recessão. Ambicioso, o projeto do presidente Barack Obama promete dobrar as exportações e criar dois bilhões de empregos nos EUA até 2014. No mês passado, durante a apresentação do primeiro relatório sobre o progresso da meta anunciada em janeiro, Obama disse que o país está no caminho certo para dobrar suas exportações nos próximos cinco anos e destacou a importância do agronegócio. Apesar de ter fatia pequena das exportações totais do país, o agronegócio é considerado uma peça importante na ofensiva porque é um dos poucos segmentos da economia norte-americana que têm balanço comercial superavitário.

Segundo Obama, o aumento de 17% registrado nas exportações (considerando apenas os primeiros quatro meses do ano) foi puxado pelo agronegócio, que ampliou seus embarques em 19% no período. “Parte desse resultado, claro, é devido à recuperação da economia após a crise”, ponderou o presidente. “Mas nós estamos trabalhando para melhorar nossas exportações, eliminando barreiras comerciais e pondo em prática normas comerciais.” Para Ron Kirk, representante comercial norte-americano, o país “cumprirá facilmente a meta”.

O secretário da Agricultura dos EUA, Tom Vilsack, informou que, para garantir o cumprimento da meta, o USDA “está revisando sua estratégia de exportação em um esforço de vender mais grãos, carnes, lácteos e outros produtos agrícolas para os mercados externos”. A ideia é aumentar o foco em países específicos ao invés de regiões maiores e traçar estratégias individuais para ampliar as exportações para cada mercado. “Aumentar o comércio não só criará oportunidades de renda para os produtores, mas também empregos indiretos, que são críticos para revitalizar a América rural”, declarou Vilsack.

Conforme levantamento do USDA, cada US$ 1 bilhão que o campo exporta sustenta entre 8 e 9 mil empregos. A cada dólar movimentado, o agronegócio injeta na economia do país US$ 1,40 através de atividades de apoio ao processo, como transporte, embalagem e distribuição. Se conseguir ampliar em US$ 8 bi lhões as exportações neste ano, como prevê o governo, ao final de 2010 o agronegócio terá criado 72 mil novos postos de trabalho e injetado US$ 11,2 trilhões na economia norte-americana.


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

EUA: empresa faz recall de carne contaminada com E.coli

[11/08/2010]

A empresa Valley Meat Co., dos Estados Unidos, está recolhendo cerca de 1 milhão de libras (equivalente a 453,59 toneladas) de hambúrgueres de carne bovina moída congelados e outros produtos de carne moída que podem estar contaminados com a bactéria E.coli 0157:H7, informou o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) (FSIS/USDA, siglas em inglês).


A companhia, com sede em Modesto, Califórnia, produziu os produtos entre dois de outubro de 2009 e 12 de janeiro de 2010. Os produtos de carne moída foram vendidos ao varejo e fornecedores de foodservice na Califórnia, Texas, Oregon, Arizona e no exterior.

O FSIS ficou sabendo do problema em 15 de julho, quando a agência foi notificada pelo Departamento de Saúde Pública da Califórnia de um pequeno grupo de pessoas doentes por contaminação com a E.coli 0157:H7. Seis pacientes com a do ença, iniciada entre 8 de abril e 18 de junho de 2010, foram reportados na ocasião, e o Departamento adicionou mais tarde outro paciente, levando o total para sete.

A reportagem é do MeatingPlace. com.
 

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Enviada por e-mail por Roberto Amaral

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Estudo liga consumo de carne processada ao câncer de bexiga

Conservantes desempenham papel fundamental no risco da doença 

  

Comer grandes quantidades de carnes vermelhas processadas, como salsicha, pepperoni e salame, pode aumentar o risco de desenvolver câncer de bexiga, de acordo com um estudo feito pelo National Cancer Institute, em Maryland, nos Estados Unidos. A descoberta envolveu mais de 300 mil participantes e sete anos de análises. 

Os participantes tinham entre 50 e 70 anos e foram avaliados em relação à quantidade e frequência de carnes processadas que consumiam ao estilo de vida (tabagismo, sedentarismo) e à condição social. Durante o estudo, foram identificados 854 casos (720 homens e 134 mulheres) de câncer de bexiga. 

Os pesquisadores descobriram então que o grande vilão é na verdade o conservante usado nas carnes processadas, os embutidos, em especial o nitrato e o nitrito. Quando as carnes processadas são ingeridas em grandes quantidades e por um longo período de tempo, esses conservantes passam para a urina e podem interferir no tecido da bexiga, ajudando a desenvolver o câncer de bexiga. Os cientistas disseram ainda que nos Estados Unidos, esses dois conservantes estão em 90% das carnes processadas, por isso, o alerta. 

No entanto, os pesquisadores ressaltaram que os índices de aparecimento de câncer de bexiga não foram associados ao bacon, hambúrguer, bife e às carnes brancas, como o frango e o peru.  
O modo de preparo da carne, se ela é grelhada, frita ou feita no micro-ondas também pode acabar aumentando os riscos do desenvolvimento desse tipo de câncer. Os conservantes ruins para o organismo costumam ficar mais concentrados quando a carne vermelha é fria. No entanto, os pesquisadores afirmaram precisar desenvolver melhor essa relação modo de preparo e aparecimento de câncer de bexiga. 

A pesquisadora Amanda J. Cross, uma das coordenadoras do estudo (publicado na edição online da Revista Câncer) afirmou ainda que as pessoas que comiam mais carne vermelha processada eram mais jovens, com menor nível escolar, menos ativos fisicamente e consumiam verduras e frutas em menor quantidade.  
Carne vermelha e o câncer
Apesar de esse novo estudo ter se restringido à análise das carnes processadas, um estudo anterior já havia mostrado que consumir qualquer tipo de carne com frequência, até mesmo peixes, porco e frangos (quando fritos), podem elevar o risco de aparecimento do câncer de bexiga. No entanto, esse estudo, feito pela Universidade do Texas, segue a tendência contrária e mostrou que a carne cozida a altas temperaturas produz substâncias que podem causar câncer. Dos mais de 800 participantes do estudo, aqueles que comiam mais carne vermelha tinham quase 1,5 vezes mais chances de desenvolver câncer na bexiga do que os que consumiam pouca carne. 

O Instituto Nacional de Câncer também mostrou que cerca de 60% dos casos de câncer podem ser evitados a partir de hábitos de vida saudáveis. De acordo com os pesquisadores, a melhor estratégia para a prevenção do câncer é aliar um alimentação equilibrada à prática de exercícios físicos regulares e manter o peso controlado. Tais medidas são capazes de prevenir 63% dos casos de câncer de faringe, laringe e boca; 52% dos casos em que a doença atinge o endométrio (camada que recobre o útero internamente) e 60% dos tumores de esôfago.  



Enviado por Marcelo J. Vallandro (por e-mail)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

BA: Adab abate animais que receberam cama de frango

[02/08/2010]

A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) acompanhou na quinta-feira (29), em Feira de Santana/BA, o abate inspecionado do primeiro lote de seis animais que comeram ração com proteína de base animal, da popularmente conhecida "cama de frango". A medida preventiva, orientada pela legislação do Ministério da Agricultura e organismos internacionais, visa evitar a transmissão de doenças a outros animais, além de zelar pela segurança alimentar da população. Outros dois lotes de animais aguardam o resultado de uma contra-prova para detectar a presença da proteína animal. Em caso positivo, a Adab realizará o mesmo procedimento de abate. 


"A Bahia foi a primeira Unidade da Federação a determinar, pela Portaria Estadual nº 441/2008, a proibição da cama de frango" salientou o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Rui Leal, que, junto com médico o veterinário José Neder, esteve present e no frigorífico Frifeira, garantindo a eficácia da ação, em todas as etapas do abate.

Médicos veterinários da Adab continuam em campo, coletando amostras de alimentos para análise, a fim de verificar a utilização da cama de frango na ração animal, com especial atenção nos períodos secos do ano, quando a prática é mais acentuada para complementar a alimentação do gado.

Periodicamente, a Adab realiza fiscalização no abate de bovinos, caprinos, ovelhas e bubalinos, além da realização de exames em animais com suspeita de doenças nervosas. Sendo constatado o uso de subprodutos animais na ração, os animais são isolados e encaminhados ao abate em frigoríficos do Sistema de Inspeção Federal (SIF), com aproveitamento da carcaça e a retirada do material de risco.

"Os pecuaristas da Bahia que insistam em alimentar o gado com subprodutos de aves e suínos podem ter seus animais sacrificados e destruídos na p ropriedade, sem direito a indenização, tendo como base a Instrução Normativa nº 41, de outubro de 2009 do Ministério da Agricultura" , adverte o médico veterinário da Adab José Neder.

As informações são do Governo da Bahia.

Informação enviada por e-mail de Roberto Amaral

sábado, 17 de julho de 2010

Toxoplasmosis

 Toxoplasmosis



   Revisión diciembre 2009


¿Qué es la toxoplasmosis?

  La toxoplasmosis es una enfermedad causada por un parásito microscópico llamado Toxoplasma gondii          (T. gondii). No se trata de una enfermedad nueva, ya que fue identificada en 1908. Desde su descubrimiento,       T. gondii se ha encontrado prácticamente en todos los animales de sangre caliente, incluyendo la mayoría de las mascotas, ganado y aves, desafortunadamente también en el ser humano. Aproximadamente el 11% de la población en los Estados Unidos entre los 6 y 49 años de edad poseen anticuerpos a T. gondii, lo cual indica que han estado expuestos al parásito. Aunque la infestación con el parásito es relativamente común, en realidad la enfermedad es rara. Los signos de la enfermedad presentan síntomas similares a una gripe leve, como son fiebre, dolor y otras molestias, también puede encontrarse un aumento en el tamaño de los nódulos linfáticos por un plazo muy corto.

¿Cómo el ser humano llega a ser infestado con T. gondii?

  Existen tres teorías principales que explican como se transmite el T. Gondii:
  1. La ingestión de oocistos (se pronuncia oo-cis-tos) infestantes en lugares sucios, donde los gatos han defecado o por la ingestión de oocistos infestantes encontrados en el alimento o agua contaminada con excrementos felinos.
  2. El consumo de carne cruda, carne poco cocida o leche sin pasteurizer proveniente de animales que han sido infestados con T. gondii.
  3. Transmitida directamente al nonato por vía transplacentaria, cuando durante el embarazo la madre llega a ser infestada con T. gondii.

   En la Unión Americana la ruta más común de infestación es el consumo de carne cruda o sin cocimiento completo. Los quistes de T. gondii presentes en los tejidos, con frecuencia se encuentran en la carne de oveja, cerdo y cabra. Por el contrario, en la carne de pollo, de res o en la carne de animales de cacería como lo es el venado, es poco frecuente encontrar estos quistes. También se han descubierto en leche sin hervir, o la leche que no ha sido pasteurizada. El quiste de T. gondii presente en la carne, es destruido cuando se cuece a temperaturas apropiadas (para saber cuales son las temperaturas recomendadas para la cocción de la carne visite ahttp://www.cdc.gov/toxoplasmosis/prevent.html).
   Si bien, en la mayoría de los animales de sangre caliente se pueden encontrar los quistes ya sea en la carne o en la leche, los gatos son el huésped definitivo para la producción de oocistos de T. gondii. Esto significa que el gato es el único animal que excreta oocistos en sus heces. Estos oocistos deben permanecer en el medio ambiente por lo menos 24 horas hasta que se desarrollan en una fase infestante y entonces puedan parasitar a otros animales, incluyendo al ser humano. Los oocistos son muy resistentes y sobreviven durante meses o años en el medio ambiente. De hecho, resisten el congelamiento y aún varios meses de calor extremo y deshidratación. Además, los oocistos pueden ser transportados a largas distancias por el viento o el agua.

¿Cuáles son los peligros de la toxoplasmosis en los seres humanos?

   Hay dos poblaciones con alto riesgo para la enfermedad de toxoplasmosis, las madres embarazadas y los individuos inmucomprometidos. Durante el embarazo las mujeres expuestas a T. gondii pueden pasar la infestación al feto (resultando en una infestación congénita). Aunque la mayoría de los infantes infestados no muestran síntomas de la toxoplasmosis al nacer, muchos probablemente desarrollarán síntomas de la infestación en períodos tardíos de su vida. Los niños que muestran un padecimiento congénito con T. gondii, pueden sufrir la pérdida de la visión, retraso mental, pérdida del oído y muerte en aquellos casos severos. Por ello, a las mujeres se les deben hacer pruebas de serología para detectar T. gondii. Las mujeres que frecuentemente tienen contacto con gatos, deberán efectuarse pruebas serológicas antes de intentar un embarazo, porque si ya son seropositivas revelarán la presencia de anticuerpos en contra del parásito, sin embargo, no correrán el riesgo de pasar la infestación a su hijo nonato durante el embarazo.
   En las personas que sufren de forma simultanea, el Síndrome de Inmunodeficiencia Adquirida (SIDA) y toxoplasmosis, comúnmente indica que se expusieron al parásito T. gondii en alguna etapa temprana de su vida, y la inmunosupresión a causa del SIDA simplemente permite al parásito pasar desapercibido. Estos pacientes desarrollan enfermedades neurológicas severas y pueden experimentar convulsiones, parálisis, coma o morir de toxoplasmosis aún cuando se haya administrado el tratamiento adecuado.

¿Cómo se infestan los gatos con T. gondii?

   En los gatos las fuentes más probables de infestación con T. gondii pueden ser por comer ratones, pájaros y otros animales pequeños infestados.
   En los gatos domésticos, la fuente más probable es el consumo de trozos de carne sin cocinar. Cuando un gato se expone a T. gondii mediante el consumo de tejidos o carne infestada, pueden excretar cada día millones de oocistos de toxoplasma en sus heces. Esta descarga de oocistos puede durar hasta por más de dos semanas.  Después del inicio de la infestación y el periodo de eliminación, la mayoría de los gatos no continuaran liberando oocistos en las heces, aun cuando sean reinfestados.
   Los oocistos en las heces llegan a ser infestantes entre uno a cinco días después de ser eliminados en la excreta. Debido a que los gatos constantemente se limpian a si mismos, es poco probable que dejen excremento sobre su pelo por el tiempo suficiente para que los oocistos se vuelvan infestantes. Por lo tanto, es improbable que los humanos lleguen a ser infestados con T. gondii por contacto directo con el gato.

¿Puede T. gondii hacer enfermizo a mi gato?

   Aunque los gatos infestados con T. gondii rara vez muestran los síntomas de la enfermedad, se han presentado casos en que la toxoplasmosis se asocia con neumonía, daño hepático y otros problemas de salud. Signos de la enfermedad incluyen letargo, pérdida de apetito, tos, dificultad en la respiración, diarrea, ictericia, pérdida de la visión, cambios en el comportamiento y otros problemas neurológicos. Es sabido que algunos gatos muestran síntomas y otros no, la infestación concurrente con otras enfermedades por ejemplo; el Virus de la Leucemia Felina (VLF) y/o el Virus de la Inmunodeficiencia Felina (VIF) pueden agravar el riego de la toxoplasmosis en los gatitos y gatos adultos, inmunocomprometidos. En la actualidad no hay vacuna contra T. gondii en gatos, pero el tratamiento puede ser efectivo si la enfermedad se diagnostica de forma temprana. Una prueba de sangre para detectar los anticuerpos, ayuda en el diagnostico de toxoplasmosis en aquellos gatos enfermos.

Siga estos sencillos pasos para la exposición a T. gondii:
  • Cambie a diario el arenero de sus gatos, para evitar que los oocistos de T. gondii puedan "madurar" y llegar a ser infestantes. Disponga de la arena usada cuidadosamente, de preferencia deposítela en una bolsa de plástico sellada. Si usted esta embarazada o su sistema esta inmunocomprometido, evite limpiar el arenero o use guantes de goma cuando lo haga.
  • Lave correctamente las verduras antes de consumirlas, especialmente si estas han sido cultivadas en su propia huerta. Hierva el agua proveniente de lagunas o ríos cuando acampe o haga caminatas en campo abierto.
  • Pongan la cubierta en los areneros de los niños cuando no estén en uso, para prevenir que los gatos defequen en ellos.
  • Lave sus manos con agua y jabón después de trabajar la tierra o al manejar carne cruda o sin cocinar, verduras o productos lácteos que no han sido pasteurizados. Evite el consumo de leche cruda u otros productos lácteos sin pasteurizar.
  • Las tablas para cortar, los cuchillos, fregaderos y los mostradores deberán estar perfectamente lavados y desinfectados inmediatamente después de cortar la carne.
  • Cuando cocine, evite probar la carne antes de que se cocine totalmente.
  • Cocine completamente la carne a las temperatura apropiadas para destruir los oocistos de T. gondii. Para las temperaturas apropiadas, vaya a www.cdc.gov/toxoplasmosis/prevent.html.


Siga estas indicaciones para ayudar a prevenir la infestación con T. gondii en los gatos:
  • Mantenga a las mascotas en el hogar - No permita que los gatos cacen roedores ni pájaros.
  • Solamente alimente a los gatos con carne cocida o con alimentos procesados de origen comercial.


Para mayor información acerca de toxoplasmosis, visite:
Cornell Feline Health Center
www.vet.cornell.edu/fhc/

Centers for Disease Control & Prevention
www.cdc.gov/toxoplasmosis/ 


Disponível em  http://www.avma.org/animal_health/brochures/toxoplasmosis/toxoplasmosis_brochure_spanish.asp