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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Orientação para evitar acidentes com peixes


Orientação para evitar acidentes com peixes
Cientistas canadenses descrevem na Nature terem conseguido produzir sangue a partir de células da pele, sem a necessidade de passar por um estágio pluripotente (divulgação)

Notícias

8/11/2010

Agência FAPESP – Professores e alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) produziram um folheto para alertar e orientar pescadores profissionais e esportivos a respeito de acidentes causados por peixes nos rios Paraná e Paranapanema, entre as divisas dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná.
O material será distribuído para as comunidades pesqueiras e turistas na região e reúne informações sobre primeiros cuidados para ferimentos causados por arraias fluviais, mandis, bagres e outros peixes.
O material também orienta médicos sobre intervenções cirúrgicas nos casos mais graves. O projeto é coordenado por Vidal Haddad Júnior, da FMB da Unesp, e envolve a participação de alunos de doutorado. Os estudantes entrevistaram pescadores das comunidades ribeirinhas da região do Alto Rio Paraná para conhecer as principais causas dos acidentes durante a pesca.
Segundo a Unesp, os folhetos, elaborados em linguagem simples, direta e ilustrada, podem contribuir decisivamente para a diminuição dos acidentes do tipo na região, sendo a iniciativa aplicável em toda a Bacia do Prata.
Nos últimos três meses, os alunos constataram a ocorrência de vários ferimentos feitos por peixes, como o grande número de acidentes múltiplos por mandis, que são peçonhentos e causam dor intensa.
Outro grande número de traumas está relacionado a peixes de valor comercial, como pintados, traíras, corvinas e piranhas, que ferem com suas estruturas corporais – eles apresentam raios de nadadeiras (corvinas e tucunarés) ou dentes (piranhas e traíras).
O material será entregue em pontos estratégicos das comunidades ribeirinhas. Para os demais interessados, o fôlder estará disponível em PDF, a partir desta segunda (8/11), no site da faculdade.
Mais informações: www.fmb.unesp.br 

sábado, 19 de junho de 2010

Cientistas criam salmão gigante geneticamente modificado

Peixe dispara hormônio antes e cresce duas a três vezes mais rápido que o normal

por Redação Galileu
  Reprodução
Na comparação da empresa, o peixe gigante ao lado do salmão normal
Cientistas da empresa de engenharia genética norte-americana Aqua Bounty criaram uma espécie de "salmão monstro" geneticamente modificado que cresce muito mais rápido e atinge um tamanho maior que o normal. De acordo com a empresa, ela teve aprovação inicial da FDA (autoridade de segurança alimentar e  de medicamentos americana) para produzir o animal, que cresce duas a três vezes mais rápido do que as variedades normais.
O feito é alcançado porque o peixe converte sua alimentação em músculo mais rapidamente, podendo ser abatido uma idade mais jovem, diz a companhia. Para isso, os cientistas da Aqua Bounty, em Massachusetts, manipularam os genes de forma com que os peixes liberassem hormônios de crescimento antes.
Na comparação com peixes comuns, um ano depois do nascimento, os salmões geneticamente modificados atingiram uma média de 1.340 g, enquanto os normais só chegavam a 663 g. Desta forma, diz a empresa, o salmão modificado chega a um tamanho comercial dentro de 18 a 24 meses, contra 30 meses para a variedade normal.
  Reprodução
Vídeo no site da empresa mostra o crescimento acelerado (Reprodução)


Críticos de alimentos geneticamente modificados temem que a tecnologia leve à criação de peixes mutantes deformados. Se as autoridades veterinárias aprovarem a criação conforme a empresa espera, o peixe pode entrar em lojas e restaurantes até 2012.