quarta-feira, 20 de maio de 2015

CDC reports decrease in key foodborne pathogens

Data released by the Centre for Disease Control and Prevention in the US show progress was made in reducing some foodborne infections in 2014.
CDC reports decrease in key foodborne pathogens
Photo: Bert Jansen
The CDC's FoodNet data showed significant declines in Shiga-toxin producing E. coli O157 and Salmonella Typhimurium. However, some other less common types of Salmonella increased. Campylobacter and Vibrio rose again in 2014, continuing the increase observed during the past few years, the data showed.

'Efforts to reduce foodborne illnesses are working'

"The CDC data is another strong indication that industry and government efforts are working to reduce foodborne illnesses from major pathogens of concern which is consistent with major declines in pathogen rates we've seen on meat and poultry products in recent years," said Betsy Booren, NAMI vice president of scientific affairs. "We're committed to working with the government to continue these improvements and seek out ways to lower foodborne illnesses across all foods."

80% reduction in Listeria monocytogenes in ready-eat-meat products

Recent reductions in pathogen rates on meat and poultry products include a 93% reduction of E. coli O157:H7 in ground beef since 2000, significant reductions in Salmonella across a majority of meat and poultry products and a greater than 80% reduction in Listeria monocytogenes in ready-eat-meat products. In fact, there has not been a federal recall related to listeriosis associated with meat and poultry products in more than a decade.

Nine million dollars in food safety research projects

The NAMI Foundation has been one of the leaders in funding research to reduce foodborne illnesses in the meat and poultry industry. The Foundation's Food Safety Initiative goal is to reduce and ultimately eradicate Listeria monocytogenes on ready-to-eat meat and poultry products, Shiga toxin-producing E. coli in fresh beef, and Salmonella in meat and poultry products. Since the Initiative was launched in 1999, the NAMI Foundation has funded nearly nine million dollars in food safety research projects aimed at identifying practical food safety strategies.

"The efforts of industry and government together have yielded real and measurable benefits for America's public health," Dr Booren said. "We can continue to improve with further research into the relationships between pathogen reductions and foodborne illness rates to determine the true risks from foods."
by PIG PROGRESS 


http://www.pigprogress.net/Pork-Processing/Consumer-Issues/2015/5/CDC-reports-decrease-in-key-foodborne-pathogens-1763737W/?cmpid=NLC|pigprogress|2015-05-20|CDC_reports_decrease_in_key_foodborne_pathogens

Brasil bate recorde de participação no comércio global agropecuário

Postado em 20/05/2015
O Brasil alcançou uma participação recorde de 7,6% no comércio mundial de produtos agropecuários em 2013, conforme destaca a edição do ano passado do livro “Intercâmbio Comercial do Agronegócio”, publicado na semana passada pela Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura. No total, esse comércio movimentou US$ 1,14 trilhão em 2013.
Em comunicado, o ministério destaca que entre 2004 e 2013 o comércio de produtos do setor aumentou 134,8%, enquanto as exportações brasileiras cresceram 205,5%.
Fonte: Valor Econômico, adaptada pela Equipe BeefPoint

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Fronteira do Paraná tem a menor defesa contra febre aftosa


O controle da febre aftosa vai muito bem em várias regiões do país, entre elas Mato Grosso, Estado que tem o maior rebanho nacional. Em outras, principalmente em regiões de fronteira internacional, a situação parece não ir tão bem. É o que aponta o relatório de monitoramento sorológico do Ministério da Agricultura para avaliação da eficiência da vacinação -realizada em 2014- contra a febre aftosa na zona livre da doença, mas com vacinação.
O Departamento de Saúde Animal do ministério, com os serviços veterinários estaduais, fez estudos para avaliação da circulação viral e da eficiência da vacinação. O resultado do estudo da circulação viral será divulgado no segundo semestre.
O levantamento ocorreu em 828 propriedades, com uma amostragem de 4.270 animais. As amostras incluíram 204 propriedades de fronteira e 624 em regiões de não fronteira. A cobertura imunitária do rebanho localizado nos Estados que integram a zona livre de febre aftosa com vacinação variaram de 56,3% a 97,8%.
O menor percentual ocorreu em uma área de fronteira do Paraná e se deve à proteção contra o vírus C. Já a maior taxa de proteção está em Mato Grosso.
O estudo considerou 22 subpopulações de bovinos, divididas em três grupos. O grupo 1, classificado como excelente nível de imunidade do rebanho, incluiu subpopulações com taxa de imunidade de 90% ou mais. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Tocantins e Paraná (região de não fronteira) estiveram nessa lista. Este último Estado pretende se tornar uma região livre de aftosa, sem vacinação.
No grupo 2, que considerou taxa de 80% a 89% -satisfatória para proteção contra pelo menos dois tipos de vírus-, estão Acre, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Rio Grande do Sul (região de fronteira) e Sergipe.
Já no grupo 3, com taxas de proteção inferiores a 80% para pelo menos dois tipos de vírus e, portanto, considerado um nível inadequado de imunidade do rebanho, estiveram Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná (região de fronteira), Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul (região de não fronteira) e São Paulo. No caso paulista, as taxas para os três tipos de vírus (O, A e C) ficaram próximas de 80%, de acordo com informações do Departamento de Saúde Animal.
A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, afirma que sua pasta vai atuar com rigor nas áreas em que não for atingido nível satisfatório de imunidade.
Fonte: Folha de São Paulo, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.


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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Ferramenta De Diagnóstico Agiliza Combate À Tuberculose Bovina

Um novo teste desenvolvido pela Embrapa vai ampliar a cobertura do diagnóstico da tuberculose bovina em rebanhos de gado leiteiro e de corte. Batizado de Elisa, sigla em inglês para ensaio de imunoadsorção enzimática, o teste sorológico fornece informações adicionais aos métodos tradicionais de detecção, os quais podem fornecer reações falso- positivas e falso-negativas devido às características do bacilo e condições do animal. Sua eficácia garante o isolamento e abate de bovinos doentes, poupando o restante do rebanho, já que a enfermidade é infectocontagiosa e ainda não tem cura. A ferramenta será eficiente para os serviços oficiais de defesa sanitária e para o produtor rural, com a garantia da sanidade na propriedade. Em fase final de terminação, o Elisa será disponibilizado em breve por meio de uma parceria com a iniciativa privada. O segredo da maior acurácia é o emprego de partes de três proteínas recombinantes, enquanto o kit comercial em uso possui apenas duas proteínas.
                                                            Dalízia Aguiar

O Elisa foi obtido após tentativas com mais de dez composições em estudos iniciados em 2009 e, em testes a campo, conseguiu identificar bovinos infectados que o produto disponível não havia sinalizado, com 83,2% de sensibilidade e 86,5% de especificidade. O pesquisador da Embrapa Flábio Ribeiro de Araújo explica que os anticorpos contra as proteínas são produzidos em tempos distintos dependendo do estágio de infecção em bovinos e bubalinos, e o kit Elisa consegue detectar a doença em diferentes níveis. Durante as pesquisas, foi possível detectar, corretamente, 88,7% dos animais doentes e 94,6% dos sadios. Outra vantagem é quanto à fabricação, na qual somente um processo de purificação é realizado, reduzindo os custos para a indústria.

A ferramenta de diagnóstico padrão adotada no Brasil, a tuberculinização, é feita por meio do uso de testes de imunidade celular in vivo, mais especificamente provas intradérmicas com PPD (derivado proteico purificado). A tuberculina é injetada sob a pele do animal e após 72 horas efetua-se a leitura da reação inflamatória. O procedimento detecta a chamada resposta imune celular dos animais à infecção por M. bovis. No entanto, essa não é a única resposta produzida diante de uma infecção, esclarece Araújo. "Os animais também respondem produzindo anticorpos contra a bactéria e parte deles, sobretudo em estágios avançados, com lesões extensivas, podem não responder aos testes intradérmicos. Nessa situação, a doença não é detectada e os animais permanecem infectados dentro das propriedades". Fatores como infecções recentes, final de gestação, desnutrição e tratamentos com anti-inflamatórios esteroides igualmente ocasionam falso-negativos.

O médico-veterinário Rodrigo Nestor Etges, fiscal agropecuário da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul, está aplicando o novo método em fazendas com surtos de tuberculose. Ele confirma que muitas vezes animais reagentes não conseguem responder ao tuberculínico gerando falso-negativos, o que dificulta o saneamento. A equipe da Divisão de Defesa Sanitária Animal, da qual o especialista faz parte, acompanha os soros positivos por meio da prova elaborada pela Embrapa em busca de falso-negativos. De acordo com o profissional, as amostras sanguíneas obtidas até o momento são animadoras. Com o kit, Etges acredita que os procedimentos sanitários serão agilizados, o que deve gerar importantes avanços no combate à doença.

O bacilo afeta a produção da pecuária de corte, porém, atinge predominantemente gado leiteiro e isso gera um drama social, segundo o técnico. "Os criadores de gado leiteiro do Rio Grande do Sul são pequenos produtores, que têm uma média de 15 vacas em lactação por propriedade. Um surto pode ser dramático e a eliminação de animais implicará perda diária de produção e de renda", preocupa-se Etges. "A situação se agrava quando o produtor tem de fazer o vazio sanitário, descartando seu rebanho para, posteriormente, reconstituí-lo. Muitas vezes o leite é a única fonte de renda da família", completa Araújo.

Um alerta à saúde pública

A tuberculose é uma enfermidade de evolução crônica causada pela bactéria Mycobacterium bovis e acomete bovinos, caprinos, ovinos, suínos, animais silvestres e também humanos, o que a caracteriza como zoonose. Sua via de transmissão mais usual, correspondendo a cerca de 90% das infecções, é aerógena.

O cenário preocupa quando relacionado à segurança biológica dos alimentos. Em algumas provas de Flábio Araújo e Rodrigo Etges, o leite contaminado com M. bovis era consumido, normalmente, pelos proprietários de algumas fazendas e seus familiares, que desconheciam a presença do microrganismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que todos os anos surjam no mundo 500 mil casos novos de tuberculose multirresistente (MDR-TB), os quais representam 5% dos nove milhões de casos anuais. A OMS acredita que a infecção por M. bovis em humanos contribui para o aumento dos casos de MDR-TB.

"No Brasil não se tem uma noção exata da incidência da tuberculose zoonótica. Um estudo da Embrapa encontrou casos em 2014, publicados pelo Instituto Oswaldo Cruz", comenta o pesquisador da Empresa Márcio Roberto Silva. A presença em rebanhos nacionais também é um empecilho para a produção de produtos artesanais feitos com leite cru, como queijos. Um pré-requisito básico para produzi-los é a certificação negativa de propriedades tanto para tuberculose como para brucelose. "Entretanto, atingir essa condição para as duas doenças, prová-la e, principalmente, mantê-la não é simples", afirma Silva, frisando que os novos testes colaboram para o avanço das etapas de diagnóstico da situação, erradicação e monitoramento. Em seu doutorado, o pesquisador comprovou a existência de casos humanos associados ao consumo de queijos artesanais, em Juiz de Fora (MG).

A coordenadora da Comissão de Tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Eliana Matos, explica que Mycobacterium tuberculosis, o bacilo de Koch, e Mycobacterium bovis pertencem ao mesmo complexo de micobatérias, sendo semelhantes entre si, geneticamente, o que dificulta a distinção diagnóstica, pesando a prática diária de um estabelecimento hospitalar. "Temos 70 mil novos casos de tuberculose humana a cada ano no Brasil, precisaríamos de exames altamente especializados para o sequenciamento genético e diferenciação, que não são feitos na rotina. Isso seria inviável e caro, do ponto de vista prático".

Entretanto, para as ocorrências com links epidemiológicos, como a ingestão de leite in natura e logo após o aparecimento de sintomas, a pneumologista atenta para os laboratórios de referência no País, como o Centro de Referência Professor Hélio Fraga (RJ) e Instituto Adolfo Lutz (SP), aptos para o reconhecimento preciso, individualizando a situação. Atuando em saúde pública, Eliana considera fundamental o monitoramento, o controle dos produtos de origem animal e a prevenção. Para Márcio Roberto Silva, ao se pensar em zoonoses, o caminho a seguir é focar no conceito "One Health" de abordagem global dos diferentes aspectos do problema. Vários centros de pesquisa da Embrapa já atuam nessa vertente para o combate ao M. bovis.


Prevenção é a melhor forma de combater a tuberculose


Flábio frisa que o novo kit possui limitações, porém fornecerá informações adicionais, identificando animais que o exame padrão não detecta, aumentando a cobertura do diagnóstico, para o qual o ideal seria adotar tecnologias complementares, a prova de tuberculinização juntamente com a sorológica, como o Elisa.

Um risco para o mercado

No Brasil, Mato Grosso ruma para a erradicação da tuberculose. Todavia, a perspectiva não é a mesma em outros estados e, em consonância com as organizações supranacionais das quais o País é signatário, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) adota Programas Nacionais de Controle e Erradicação de Doenças de impacto em saúde animal. "A tuberculose e a brucelose bovinas encontram-se entre as doenças incluídas na lista da OIE e tem características como ampla difusão, importância econômica e ainda para a saúde pública", destaca Jorge Caetano Júnior, fiscal federal agropecuário do Mapa e membro da Comissão de Normas Sanitárias para os Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

"Em 1978, restos de alimentos de bordo originários de um voo com destino ao Rio de Janeiro permitiram o ingresso da peste suína africana em território nacional causando prejuízo para a produção e comercialização de produtos de origem suína em âmbito nacional e consumindo dezenas de milhões de dólares em recursos públicos para a sua erradicação, concluída três anos mais tarde", relembra Caetano. Para o especialista, "a perda, ainda que temporária, da condição sanitária de animais ou seus produtos pode resultar em enorme prejuízo para o patrimônio pecuário nacional, com reflexos econômicos e sociais de grande magnitude que podem não restringir-se ao setor."

Flábio Araújo ressalta que a estratégia principal para o produtor é o monitoramento, com diagnósticos periódicos, ação que "minimizará o risco, mas não o abolirá da propriedade. Um animal infectado, mesmo não apresentando reação intradérmica positiva, permanece contaminando os demais", alerta o médico-veterinário. As medidas preventivas começam pelo manejo, higiene, transporte, cuidados extras com a entrada de novos lotes no estabelecimento rural e seguir a regulamentação descrita na normativa do Plano Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT).

O Brasil possui o segundo maior rebanho bovino mundial, com cerca de 200 milhões de cabeças e, desde 2004, assumiu a liderança nas exportações, com um quinto da carne comercializada internacionalmente e vendas em mais de 180 países.


Dalizia Aguiar (MTb 28/03/14/MS) 
Embrapa Gado de Corte 
Telefone: 67 3368-2144

Colaboração: Kadijah Suleiman (MTb 22729/RJ) 
Embrapa Gado de Corte 
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)


https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/2436743/ferramenta-de-diagnostico-agiliza-combate-a-tuberculose-bovina 

PR: governo solicita status livre de febre aftosa sem vacinação


O governo do Paraná solicitou ao Ministério da Agricultura na semana passada a revisão do status de risco do Estado para o vírus da febre aftosa para livre da doença sem vacinação.
Segundo o secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, o pedido se justifica porque o Estado não registra casos do vírus há dez anos. Entre os Estados e países que fazem divisa ou fronteira com o território paranaense, o último caso ocorreu no Paraguai, em 2011.
Caso o Ministério da Agricultura dê aval, o Paraná deixaria de vacinar o rebanho no segundo semestre, mas só conseguiria o status conferido pela Organização Mundial de Sade Animal (OIE) em março de 2017. Isso porque é preciso um período de 12 meses sem vacinação para fazer o pedido oficial à OIE.
O pedido desagradou a entidades de classe. Na última segunda-feira, durante audiência pública na Assembleia Legislativa estadual, um conjunto de 26 entidades entregou um ofício questionando o pedido. Entre as signatárias estão a Sociedade Rural do Paraná, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).
Para essas entidades, o Paraná só deveria mudar seu status num movimento em bloco, juntamente com São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Caso contrário, o Paraná, que tem um rebanho de cerca de 9,1 milhões de cabeças, dificultaria a atividade de pecuaristas e frigoríficos locais, uma vez que não seria mais possível trazer bois de regiões que não têm o mesmo status.
Atualmente, apenas Santa Catarina é livre de aftosa sem vacinação, mas o Estado é pouco relevante em bovinos. Para os catarinenses, a obtenção do status foi importante para a cadeia de suínos, que pode abrir o mercado do Japão. Para o Paraná, a produção de suínos também seria a maior beneficiada, admite Ortigara.
Esse novo status elevaria os riscos de reintrodução do vírus, avalia o presidente da Sociedade Rural de Maringá, Wilson de Matos Silva Filho. “Temos divisa com Argentina e Paraguai”, observa. Ele questiona ainda a capacidade de resposta do Estado caso o vírus reapareça, uma vez que o Paraná enfrenta grave crise financeira.
Fonte: Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

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Sem vacinar contra aftosa, Santa Catarina investe cinco vezes mais em sanidade do que o Rio Grande do Sul


A retirada da vacinação contra a aftosa em Santa Catarina foi um processo demorado e caro, mas passou a ter melhores resultados recentemente, com o início das exportações de carne suína para Japão e Estados Unidos.
Hoje, Santa Catarina investe R$ 200 milhões por ano em sanidade animal. O valor é quase o dobro do Paraná e cinco vezes maior do que o previsto pelo Rio Grande do Sul em 2015. O rebanho catarinense é de 4,28 milhões de cabeças, segundo o Ministério da Agricultura.
Em 2014, Santa Catarina exportou US$ 548 milhões em suínos, enquanto no Rio Grande do Sul o total foi de US$ 423 milhões. Só para o Japão, foram US$ 16 milhões. O próximo mercado que os catarinenses visam é a Coreia do Sul.
Para o presidente da Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado, Enori Barbieri, retirar vacina foi estratégico. Ele argumenta que os resultados são visíveis e atribui ao status sanitário o fato de o Estado não ficar em segundo plano nosINVESTIMENTOS.
Para o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados do Estado (Sindicarne) e da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Ricardo Gouvêa, seria positivo se a Região Sul adotasse a medida por garantir um bloco livre da doença e diluir custos com sanidade. Assim, a indústria produziria focada em países que pagam mais.
Fonte: Zero Hora, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Testes em animais são reduzidos com novos ensaios in vitro e simulações

Especialistas discutem métodos para substituir uso de animais em testes de laboratório, minimizar o sofrimento de cobaias e garantir melhores resultados (foto: divulgação)
Diego Freire | Agência FAPESP – Impulsionada pela opinião pública e pelo desenvolvimento científico e tecnológico da toxicologia, que estuda os efeitos de substâncias químicas sobre os organismos, a busca por métodos alternativos aos testes de laboratório em animais já apresenta resultados: simulações de interações moleculares em computador e novas tecnologias para ensaios in vitro minimizam o uso de cobaias e apontam para um futuro livre de testes in vivo.
Esforços de instituições nacionais e estrangeiras nesse sentido foram apresentados no workshop Challenges and perspectives in research on alternatives to animal testing, realizado na FAPESP no dia 31 de março. Para os especialistas participantes, é preciso desenvolver e adotar alternativas aos testes em animais para a redução do uso de cobaias e dos riscos para o próprio ser humano, pois, dadas as particularidades das espécies, os resultados dos experimentos não são suficientemente eficazes.
“Os testes em animais vêm sendo usados há muitas décadas, mas nunca refletiram de maneira adequada os efeitos das substâncias testadas quando aplicadas ao organismo do ser humano. É preciso avançar por questões éticas e também científicas, incorporando novas tecnologias e abordagens à toxicologia”, disse Thomas Hartung, do Center for Alternatives to Animal Testing do Johns Hopkins University Hospital, em Maryland, nos Estados Unidos, à Agência FAPESP.
No workshop, Hartung tratou da implementação do princípio dos três Rs da experimentação animal, elaborados em 1959 pelos ingleses William Russel e Rex Burch: refinamento, redução e substituição (replacement, em inglês), que consistem na diminuição da quantidade de animais utilizados na pesquisa, na melhora na condução dos estudos para minimizar o sofrimento das cobaias e no desenvolvimento de sistemas experimentais que reproduzam as condições dos organismos, dispensando modelos vivos.
“A ideia é utilizar novos métodos que, em vez de comprometer a qualidade do trabalho, ampliem a confiança nos resultados. O refinamento, por exemplo, ao aprimorar os procedimentos para minimizar a dor e o estresse das cobaias, tem impacto também nos resultados por controlar alterações psicológicas nos animais, que aumentam a variabilidade experimental dos resultados”, afirmou.
Maria José Soares Mendes Giannini, pró-reitora de Pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e coordenadora do workshop, enfatizou que a busca por alternativas aos testes em animais é condição para o avanço da ciência.
“Além das razões de ordem ética, que estão no cerne da busca por alternativas aos testes in vivo e de toda a demanda para diminuir e evitar o sofrimento dos animais, é urgente a questão do avanço científico. Os modelos animais são comprovadamente limitados, não permitem obter respostas de qualidade suficientemente boas”, afirmou Giannini, que também é membro do Conselho Superior da FAPESP.
“Novos medicamentos muito avançados, como os imunobiológicos, se aplicados em um modelo animal não provocarão reações comparáveis à maneira como nós, humanos, reagiríamos. Os testes toxicológicos precisam acompanhar esse desenvolvimento, avançando para além dos modelos animais”, disse.
Órgãos em chips
Durante o workshop, Wagner Quintilio, do Instituto Butantan, apresentou uma série de resultados de estudos empregando métodosin vitro para substituir o uso de animais no desenvolvimento e controle de qualidade de imunobiológicos produzidos na instituição.
Para Chantra Eskes, da European Society of Toxicol in vitro, a humanidade caminha para dispensar o uso de animais em testes de laboratório especialmente por conta da evolução dos testes in vitro.
“A humanidade vive uma grande revolução científica com a possibilidade de retornar células ao seu estado inicial e, a partir delas, produzir tecidos e órgãos para aplicar testes com substâncias tóxicas nas células do próprio paciente. Com o conhecimento crescente do genoma, do transcriptoma e do proteoma humanos, o caminho para a substituição dos testes in vivo por ensaios in vitro mais avançados está traçado”, disse Eskes.
Nesse sentido, Silvya Maria-Engler, da Universidade de São Paulo (USP), apresentou resultados promissores sobre o modelo tridimensional de epiderme desenvolvido no Brasil.
Empregando células primárias de pele humana, o modelo tem sido adotado em estudos de irritação e corrosão cutânea em substituição aos ensaios em animais e na avaliação da eficácia de moléculas candidatas a fármacos antimelanoma, além de estudos de doenças de pele e outras pesquisas.
Essa revolução, agregada a novas tecnologias aplicadas aos testes in vitro, compensa a deficiência dos modelos animais na similaridade com o organismo humano, disse Eduardo Pagani, do Laboratório Nacional de Biociência (LNBio).
“Além de culturas celulares, podemos ter tecidos, que são grupos de células organizadas e que podem ser cultivados em dimensões mais complexas, buscando-se uma maior correspondência com a morfologia normal dos tecidos humanos”, explicou Pagani, referindo-se às culturas organotípicas, que combinam diferentes tipos celulares.
O pesquisador apresentou, em sua palestra, o conceito de organs-on-a-chip, tecnologia em fase inicial de desenvolvimento em algumas instituições estrangeiras que utiliza células-tronco para fazer crescer órgãos humanos integrados a microchips capazes de reproduzir o funcionamento de órgãos vivos, como o pulmão e o coração.
De acordo com Pagani, o LNBio, junto com a Rede Nacional de Métodos Alternativos (Renama), está buscando associação com grupos que possuem a tecnologia para trabalhar em parceria no desenvolvimento de testes de avaliações de toxicidade em organs-on-a-chip.
Testes in silico
Outra importante frente de desenvolvimento de alternativas a testes em animais é a simulação em computador, chamada de teste in silico.
“Nos testes computacionais, o que se faz é acessar bases de dados de drogas já testadas e buscar semelhanças com as drogas novas, efeitos semelhantes de toxicidade e absorção farmacocinética ou até mesmo eficácia para determinadas indicações. Trata-se de predições teóricas feitas por comparações da molécula nova com outras já testadas”, disse Pagani.
No entanto, o pesquisador explica que “os testes in silico ainda não eliminam a necessidade de experimentações com animais, mas reduzem a quantidade de substâncias a serem testadas in vivo”. 
Raymond Tice, do National Institute of Environmental Health Science dos Estados Unidos, apresentou no workshop os resultados do programa norte-americano Toxicologia do Século 21 (Tox 21), que mostra os efeitos de diversas substâncias químicas sobre diferentes vias de sinalização celular em modelos robóticos de alto desempenho (high throughput screening). A iniciativa apresenta uma nova visão da avaliação de risco, diferente da toxicologia tradicional, para caracterizar as vias de toxicidade e doença.
Foram apresentados ainda, nas palestras de Cláudia Vianna Maurer Morelli, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e Giannini, modelos alternativos ao uso de mamíferos, como o peixe-zebra, popularmente conhecido como paulistinha, e o insetoGalleria mellonella, a traça da cera. 
Regulação
A comunidade científica internacional adota uma série de métodos alternativos que têm reduzido e substituído o uso de animais em testes toxicológicos. Os parâmetros variam entre os países. Na União Europeia, por exemplo, desde 2003 nenhum cosmético pode ser vendido se o produto final ou qualquer um de seus ingredientes tiver sido testado em animais – a não ser que não haja métodos alternativos validados.
“O Brasil caminha para acompanhar o que está acontecendo em países como os Estados Unidos e os da Europa, com importantes avanços nessas áreas, mas é preciso acelerar e avançar mais”, disse Giannini.
Ano passado, em resposta a solicitação do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deliberou pela aceitação de 17 métodos alternativos ao uso de animais validados internacionalmente.
“São testes in vitro que medem o potencial de irritação e corrosão da pele e dos olhos, a absorção cutânea e outras interações. Os laboratórios do Brasil têm até 2019 para adotar os 17 métodos validados que substituem ou reduzem o uso de animais em testes toxicológicos”, disse José Mauro Granjeiro, coordenador do Concea.
Em março, o órgão abriu consulta pública para sugestões que aprimorem o capítulo sobre primatas não humanos mantidos em cativeiro do Guia Brasileiro de Produção e Utilização de Animais para Atividades de Ensino ou Pesquisa Científica. O texto compila informações necessárias para garantir boas condições de produção, manutenção ou utilização dos animais, com foco no bem-estar das espécies e na qualidade das pesquisas e dos procedimentos didáticos.
O workshop contou ainda com palestra de Joel Majerowicz, da Diretoria de Gestão Institucional da Anvisa, que apresentou a estrutura da instituição e demonstrou o interesse em políticas para adoção de novas abordagens de avaliação toxicológica.
Apresentações feitas pelos pesquisadores no workshop estão disponíveis em: www.fapesp.br/9310. 

http://agencia.fapesp.br/testes_em_animais_sao_reduzidos_com_novos_ensaios_in_vitro_e_simulacoes/20928/

terça-feira, 31 de março de 2015

Comissão aprova veterinário gratuito para animais de pessoas carentes Custeado pelo Ministério da Saúde.

(Foto: Divulgação)
O Ministério da Saúde, em parceria com as prefeituras e os estados brasileiros, pode ser obrigado a disponibilizar atendimento veterinário gratuito aos animais de pessoas carentes, com renda familiar inferior a três salários mínimos. A Comissão de Seguridade Social aprovou o projeto de lei (PL 3765/12) que diz que caberá ao poder público municipal providenciar não só as consultas veterinárias, mas também a realização de cirurgias em geral.
A empresária e protetora de animais Leda Frota acredita que abandonos acontecem porque muitas pessoas não conseguem custear o atendimento veterinário e a aprovação desse projeto poderia mudar esse quadro.
“O mais caro para a pessoa que tem um animal de estimação e para quem também ajuda animais de rua é o veterinário, porque às vezes o caso nem é grave. Aí você leva, o veterinário diz: ‘é só essa medicação e o resto de remédio você dá em casa’. A gente pode comprar o remédio, pode comprar a ração, mas a consulta, o atendimento, eles cobram muito caro. Então, facilitaria muito e isso, sim, não geraria o abandono.”
O deputado autor do projeto, Ricardo Izar, do PSD paulista, critica o fato de, segundo ele, o Brasil não investir em políticas públicas para tratar dos direitos dos animais domésticos. Ele também explica como o projeto vai ser viabilizado.
“Na verdade, quem faz o grande papel que o Estado deveria fazer são as ONGs de proteção animal, são as protetoras, os ativistas que trabalham na causa animal e que fazem um papel que deveria ser de responsabilidade do Estado. O projeto contempla que podem ser firmados convênios com ONGs, universidades, com clínicas veterinárias particulares. Isso vai ficar a critério dos municípios, dos estados e da federação. Quem vai regulamentar isso vai ser o Ministério da Saúde.”
Paula Galera é professora em um hospital veterinário de Brasília e, para ela, mais do que oferecer atendimento, o governo deve fazer campanhas de conscientização com a população no que se refere à prevenção de doenças que coloquem em risco a saúde humana e o controle de natalidade dos animais.
“Dependendo da maneira como esse programa for feito e administrado, eu acredito sim que isso venha trazer um grande beneficio à população carente. E que seja dado foco, primordial, na educação dessa população, principalmente no que se refere à prevenção das doenças transmitidas entre os animais e dos animais para o ser humano, que são as zoonoses, e também no controle de natalidade desses animais.”
O projeto de lei ainda deve ser analisado pelas comissões de Meio Ambiente, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.
Fonte: Câmara dos Deputados 28 de março de 2015 às 20:30
Publicado em 
https://simverj.wordpress.com/2015/03/30/comissao-aprova-veterinario-gratuito-para-animais-de-pessoas-carentes-custeado-pelo-ministerio-da-saude/

domingo, 29 de março de 2015

Programação preliminar do 15º Congresso de Medicina Veterinária Militar



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Caros,
Já está no ar a programação preliminar do 15º Congresso de Medicina Veterinária Militar, evento que ocorrerá paralelamente ao 42º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, o Conbravet, no período de 31 de outubro a 02 de novembro, em Curitiba.
Veja a programação:

31/10 – sábado
9:00 Abertura oficial do 42º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinário (uniforme 3º A ou correspondente)
14:00 A medicina veterinária dentro da Diretoria de Abastecimento do Exército
General Figueiredo – Diretoria de Abastecimento – Exército Brasileiro (a confirmar)

15:00 Os Laboratórios de Inspeção de Alimentos e a defesa nacional
Tenente Coronel Francisco Augusto Pereira dos Santos – Escola de Equitação do Exército – Exército Brasileiro

16:00 Debate: o papel da medicina veterinária militar na defesa nacional
Moderador: Tenente Coronel Carlos Henrique Coelho de Campos – Instituto de Biologia do Exército – Exército Brasileiro

17:30 A ameaça bioterrorista na ótica do Ministério da Defesa
Coronel Newton Santa Rosa – Ministério da Defesa

18:30 Ameaças emergentes: a hantavirose no Brasil
Tenente Renato Lemos Pereira – Centro de Instrução de Guerra na Selva – Exército Brasileiro (a confirmar)


01/11 – domingo
14:00 O Regimento Dragões da Independência e a medicina veterinária
Tenente Coronel Meryonne Moreira – 1º Regimento de Cavalaria de Guardas – Exército Brasileiro
15:00 Os principais desafios do médico veterinário no cuidado dos cães militares
Capitão Arístides Maganin Junior – Canil Central – Polícia Militar do Estado de São Paulo

16:00 Debate: novas perspectivas no emprego de animais militares
Moderador: Capitão Otavio Augusto Brioschi Soares – 2º Batalhão de Polícia do Exército – Exército Brasileiro

17:30 O Instituto de Biologia do Exército e a medicina veterinária militar
Major Adriana Pinheiro Ribeiro – Instituto de Biologia do Exército – Exército Brasileiro

18:30 O médico veterinário na missão de paz da ONU no Haiti
Tenente Coronel Carlos Baptista Sobrinho – Comando Militar do Sudeste – Exército Brasileiro

19:20 Debate: os diversos papéis do médico veterinário militar
Moderador: Tenente Coronel Beatriz Helena F. F. Teles Ferreira – Academia Militar das Agulhas
Negras – Exército Brasileiro


02/11 – segunda-feira
Manhã – Reunião de encerramento dos Médicos Veterinários militares
Plenária de encerramento: apresentação de moções

Veja mais detalhes no site oficial do Conbravet, no menu “eventos paralelos”

https://medicinaveterinariamilitar.wordpress.com/2015/03/27/veja-a-programacao-preliminar-do-15o-congresso-de-medicina-veterinaria-militar/

sexta-feira, 27 de março de 2015

MANUAL TRAZ MELHORES PRÁTICAS PARA PEQUENOS NEGÓCIOS DO SETOR DE SUÍNOS

“O Manual será fundamental para melhorar todos os procedimentos para a industrialização da carne suína, fortalecendo a cadeia produtiva do setor”, destacou o gestor de Agronegócios do Sebrae Nacional, João Fernando de Almeida, ressaltando a importância de disseminar o material para um grande número de empresários do setor em todo o país.
O livro, que tem distribuição gratuita, tem uma tiragem inicial de 1.500 exemplares e está disponível neste link também para download. Aborda, por meio do conhecimento de especialistas em cada tema discutido, desde a fase de preparação dos animais na granja, passando pelas técnicas de transporte e receptação dos animais no abatedouro até a etapa de abate e desossa, além de informações técnico-econômicas úteis para auxiliar no início ou no aperfeiçoamento do negócio.
O gestor de Agronegócios do Sebrae destacou que o Manual é complementar às iniciativas do Sebrae com a ABCS, desenvolvidas pelo Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS). O foco do PNDS está voltado para o atendimento da cadeia seguindo o conceito de encadeamento produtivo e também as bases de produção, indústria e comercialização para o incremento de carne suína no país.
A iniciativa é parte do projeto Pesquisa e sistematização tecnológica de produtos e processos voltados para a pequena e média indústria de abate e processamento de suínos, financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e executado pela ABCS, Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O lançamento contou com a presença do presidente da ABCS, Marcelo Lopes, e do secretário de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, além de representantes das entidades envolvidas no projeto e da área de suinicultura.
FONTE
Telefone: (61) 3243-7851


http://inovadefesa.ning.com/group/suinocultura/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A336790&xg_source=msg