A Rússia reabriu o acordo de carnes com o Brasil e outros exportadores, por pressão dos EUA, às vésperas da negociação final para sua entrada na Organização Mundial do Comércio (OMC). "Deu outro problema e isso é grave, porque os produtores brasileiros são os mais atingidos", disse um importante negociador.
Uma das novas dificuldades envolve o acesso de cortes bovinos de melhor qualidade (a chamada cota Hilton) para o mercado russo. Exportadores até minimizaram o problema, mas outros surgiram nos últimos dias. Pelo acordo de carnes, os russos negociam cotas e outras regras de acesso dos produtos em seu mercado, em troca de apoio para a OMC.
O plano na OMC é de a reunião final para o pacote de concessões russo ser discutido na semana que vem em Genebra, para os russos eventualmente serem aceitos como sócios da entidade no fim do ano, após 18 anos de negociações. Só que Moscou voltou a surpreender, reabrindo o altamente sensível acordo de carnes. Os EUA insistem para arrancar melhores concessões para seus produtores, de uma forma que os brasileiros é que vão pagar a maior parte da conta.
Em 2005, quando o então presidente Lula assinou um acordo bilateral de apoio ao russos, Moscou prometera que o acesso das carnes brasileiras não pioraria. Desde então, não só as exportações diminuíram como a Rússia conseguiu reduzir significativamente as quantidades de importação a que se comprometeu nas negociações na OMC.
Fonte: jornal Valor Econômico, adaptada pela Equipe BeefPoint.
Neste Blog fazemos: 1- Atualização sobre a ocorrência de doenças de importância em Veterinária e em Saúde Pública em todo o mundo. 2- Troca de informações sobre: Doenças Infecciosas, Zoonoses, Saneamento Ambiental, Defesa Sanitária Animal (Legislação e Programas Sanitários do Ministério da Agricultura) e demais assuntos relacionados à sanidade e Saúde Pública. Este blog se destina a discutir a saúde animal dentro dos seus mais variados aspectos.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Brucelose em Humanos - Revisão
Amigos, segue link para uma boa revisão sobre Brucelose em Humanos.
http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/rpas/v1n4/v1n4a12.pdf
http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/rpas/v1n4/v1n4a12.pdf
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Brasil é o único a aumentar fatia na produção mundial de carne de frango
27/10
Em 2001, primeiro ano do século XXI, o Brasil produziu 6,567 milhões de toneladas de carne de frango, volume que – segundo acompanhamento efetuado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) – correspondeu a 12,7% da produção mundial. Então, o Brasil estava colocado como o quarto produtor do mundo, atrás de EUA (27,1% do total mundial), China (17,9%) e União Europeia (13,2%).
Em 2011, pelas previsões do USDA, a produção brasileira deve corresponder a 16% do total mundial, o que – se confirmado – representa incremento de 25,8% em relação a 2001. É o único caso de aumento de participação entre os quatro maiores produtores mundiais, já que a participação norte-americana irá recuar 23,8%, a chinesa 9,2% e a da União Europeia 11,2%.
Note-se, neste último caso, que o Brasil agora supera, com folga, a produção europeia e, assim, está colocado (já há algum tempo) como terceiro produtor mundial. Mas o interessante a registrar, aqui, é que a redução de 11,2% da União Europeia ocorreu enquanto o bloco se expandia – de 15 países-membros em 2001 para 27 países-membros atualmente.
Avisite
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162078
Em 2001, primeiro ano do século XXI, o Brasil produziu 6,567 milhões de toneladas de carne de frango, volume que – segundo acompanhamento efetuado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) – correspondeu a 12,7% da produção mundial. Então, o Brasil estava colocado como o quarto produtor do mundo, atrás de EUA (27,1% do total mundial), China (17,9%) e União Europeia (13,2%).
Em 2011, pelas previsões do USDA, a produção brasileira deve corresponder a 16% do total mundial, o que – se confirmado – representa incremento de 25,8% em relação a 2001. É o único caso de aumento de participação entre os quatro maiores produtores mundiais, já que a participação norte-americana irá recuar 23,8%, a chinesa 9,2% e a da União Europeia 11,2%.
Note-se, neste último caso, que o Brasil agora supera, com folga, a produção europeia e, assim, está colocado (já há algum tempo) como terceiro produtor mundial. Mas o interessante a registrar, aqui, é que a redução de 11,2% da União Europeia ocorreu enquanto o bloco se expandia – de 15 países-membros em 2001 para 27 países-membros atualmente.
Avisite
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162078
Carne de frango: em 2012 o Brasil “encosta” ainda mais na China
27/10
Pelas projeções do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), no ano que vem a produção brasileira de carne de frango deve se aproximar ainda mais da produção chinesa.
No ano passado, aponta o USDA, o volume produzido no Brasil (12,312 milhões de toneladas) correspondeu a 98,10% da produção chinesa. A previsão para 2011, de 12,954 milhões de toneladas, deve corresponder a 98,14% do que está sendo previsto para a China. Já o volume projetado para 2012 (13,602 milhões de toneladas) poderá equivaler a 98,57% do que vier a ser produzido na China.
Note-se que, a despeito da crise econômica de 2008, a produção dos dois países emergentes (China e Brasil) deve permanecer continuamente crescente no triênio 2010-2012, o que não vem ocorrendo com o maior produtor mundial, os EUA, cuja produção nesse período deve permanecer estável, tendendo mesmo a ligeiro decréscimo no ano que vem.
Comparativamente ao que se produziu no início deste século (2001) e confirmando-se as projeções do USDA para 2012, a produção EUA irá registrar expansão média de 1,54% ao ano, a China de 3,70% e o Brasil de 6,85%.
Avisite
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162077
Pelas projeções do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), no ano que vem a produção brasileira de carne de frango deve se aproximar ainda mais da produção chinesa.
No ano passado, aponta o USDA, o volume produzido no Brasil (12,312 milhões de toneladas) correspondeu a 98,10% da produção chinesa. A previsão para 2011, de 12,954 milhões de toneladas, deve corresponder a 98,14% do que está sendo previsto para a China. Já o volume projetado para 2012 (13,602 milhões de toneladas) poderá equivaler a 98,57% do que vier a ser produzido na China.
Note-se que, a despeito da crise econômica de 2008, a produção dos dois países emergentes (China e Brasil) deve permanecer continuamente crescente no triênio 2010-2012, o que não vem ocorrendo com o maior produtor mundial, os EUA, cuja produção nesse período deve permanecer estável, tendendo mesmo a ligeiro decréscimo no ano que vem.
Comparativamente ao que se produziu no início deste século (2001) e confirmando-se as projeções do USDA para 2012, a produção EUA irá registrar expansão média de 1,54% ao ano, a China de 3,70% e o Brasil de 6,85%.
Avisite
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162077
Ministério inicia parceria para erradicação da aftosa na Venezuela
27/10
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa nesta quarta e quinta-feira, 26 e 27 de outubro, da primeira atividade prevista dentro do protocolo de intenções assinado com o Ministério do Poder Popular da Agricultura e Terras da República Bolivariana da Venezuela para a implementação de plano de erradicação da febre aftosa naquele país.
Durante dois dias, autoridades de ambos os órgãos participarão de uma reunião de trabalho, em Caracas. O objetivo do encontro é traçar um diagnóstico sobre a situação do programa nacional de combate à aftosa da Venezuela, apresentar a experiência brasileira e discutir formas do Brasil colaborar com o país vizinho. O Mapa será representado pelo fiscal federal agropecuário do Departamento de Saúde Animal (DSA), Nilton Antônio de Morais.
O protocolo, assinado no ano passado, prevê a formação de um comitê técnico que elaborará e colocará em prática um plano de ação para auxiliar no processo de erradicação da doença na Venezuela. Pelo Ministério da Agricultura, participarão desse comitê, além do DSA, representantes do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP), da Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial (CGAL) e do Departamento de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias da Secretaria de Relações Internacionais.
O rebanho da Venezuela é composto por, aproximadamente, 14,5 milhões de cabeças e o último foco de febre aftosa do país foi registrado em 2010.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162068
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa nesta quarta e quinta-feira, 26 e 27 de outubro, da primeira atividade prevista dentro do protocolo de intenções assinado com o Ministério do Poder Popular da Agricultura e Terras da República Bolivariana da Venezuela para a implementação de plano de erradicação da febre aftosa naquele país.
Durante dois dias, autoridades de ambos os órgãos participarão de uma reunião de trabalho, em Caracas. O objetivo do encontro é traçar um diagnóstico sobre a situação do programa nacional de combate à aftosa da Venezuela, apresentar a experiência brasileira e discutir formas do Brasil colaborar com o país vizinho. O Mapa será representado pelo fiscal federal agropecuário do Departamento de Saúde Animal (DSA), Nilton Antônio de Morais.
O protocolo, assinado no ano passado, prevê a formação de um comitê técnico que elaborará e colocará em prática um plano de ação para auxiliar no processo de erradicação da doença na Venezuela. Pelo Ministério da Agricultura, participarão desse comitê, além do DSA, representantes do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP), da Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial (CGAL) e do Departamento de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias da Secretaria de Relações Internacionais.
O rebanho da Venezuela é composto por, aproximadamente, 14,5 milhões de cabeças e o último foco de febre aftosa do país foi registrado em 2010.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162068
SC com expectativa positiva para exportar carne suína para Ásia
27/10
A cadeia produtiva da suinocultura industrial aguarda com expectativa os resultados da missão oficial de Santa Catarina à Coreia e ao Japão que se encerra neste sábado. O diretor executivo do Sindicato das Indústrias da Carne de SC (Sindicarne), Ricardo Gouvêa, que compõe a comitiva, realça que o fato do Estado ser a única área livre de aftosa sem vacinação o qualifica para vender aos dois países.
A Coreia do Sul, país que importa 400 mil toneladas de carne suína por ano, recebeu com entusiasmo a participação do governador Raimundo Colombo e dos dirigentes do sistema sanitário, entre eles, Enori Barbieri (Cidasc e Faesc). “A presença do governo dá tranquilidade ao país importador pois assegura o compromisso oficial com qualidade e sanidade”, observou Gouvêa.
Até dia 10, a Coreia se posicionará a respeito do relatório do Ministério da Agricultura do Brasil sobre questões levantadas pelos coreanos e, segundo o Sindicarne, completamente atendidas pelo MAPA. A delegação também manteve encontro com a Associação dos Importadores, que já conhece a qualidade do frango brasileiro.
As expectativas são boas, mas o Brasil disputará o fornecimento da carne suína com outros 17 países. “Temos qualidade e preço, somos competitivos”, resume o diretor que prevê a possibilidade do Brasil fornecer até 20% das necessidades daquele país.
No Japão, os contatos iniciaram nessa terça-feira. Os japoneses importam 1,2 milhão de toneladas de carne suína. Missão japonesa esteve em SC em setembro, mas ainda não apresentou o relatório da visita. É o resultado desse documento que determinará se o Estado barriga-verde exportará para o Japão. Os catarinenses teriam estrutura para atender até 10% do consumo japonês.
Se o Brasil receber o certificado sanitário da Coreia e do Japão, disputará o fornecimento com alguns gigantes do setor cárneo, como os Estados Unidos. “Mas uma coisa é certa: se alguma região brasileira exportar carne suína para a Ásia, será Santa Catarina.”
As informações são da MB Comunicação Empresarial/Organizacional.
Agrolink com informações de assessoria
A cadeia produtiva da suinocultura industrial aguarda com expectativa os resultados da missão oficial de Santa Catarina à Coreia e ao Japão que se encerra neste sábado. O diretor executivo do Sindicato das Indústrias da Carne de SC (Sindicarne), Ricardo Gouvêa, que compõe a comitiva, realça que o fato do Estado ser a única área livre de aftosa sem vacinação o qualifica para vender aos dois países.
A Coreia do Sul, país que importa 400 mil toneladas de carne suína por ano, recebeu com entusiasmo a participação do governador Raimundo Colombo e dos dirigentes do sistema sanitário, entre eles, Enori Barbieri (Cidasc e Faesc). “A presença do governo dá tranquilidade ao país importador pois assegura o compromisso oficial com qualidade e sanidade”, observou Gouvêa.
Até dia 10, a Coreia se posicionará a respeito do relatório do Ministério da Agricultura do Brasil sobre questões levantadas pelos coreanos e, segundo o Sindicarne, completamente atendidas pelo MAPA. A delegação também manteve encontro com a Associação dos Importadores, que já conhece a qualidade do frango brasileiro.
As expectativas são boas, mas o Brasil disputará o fornecimento da carne suína com outros 17 países. “Temos qualidade e preço, somos competitivos”, resume o diretor que prevê a possibilidade do Brasil fornecer até 20% das necessidades daquele país.
No Japão, os contatos iniciaram nessa terça-feira. Os japoneses importam 1,2 milhão de toneladas de carne suína. Missão japonesa esteve em SC em setembro, mas ainda não apresentou o relatório da visita. É o resultado desse documento que determinará se o Estado barriga-verde exportará para o Japão. Os catarinenses teriam estrutura para atender até 10% do consumo japonês.
Se o Brasil receber o certificado sanitário da Coreia e do Japão, disputará o fornecimento com alguns gigantes do setor cárneo, como os Estados Unidos. “Mas uma coisa é certa: se alguma região brasileira exportar carne suína para a Ásia, será Santa Catarina.”
As informações são da MB Comunicação Empresarial/Organizacional.
Agrolink com informações de assessoria
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Alegrete/RS recebe aval para aderir ao Suasa
26/10
Alegrete recebeu o aval do Ministério da Agricultura (Mapa) para aderir ao Sisbi/Suasa. Depois de três anos de idas e vindas, a habilitação para a área de carnes permitirá que o serviço de inspeção municipal indique agroindústrias que poderão comercializar seus produtos em todo o país. E a pioneira, após auditoria realizada há um mês pelo Mapa, será a Indústria de Carnes Peruzzo, que produz o "charque do Alegrete". A portaria deve ser publicada nos próximos dias, conforme a gestora estadual do Sisbi/Suasa no Mapa-RS, Suzane Bittencourt. De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Márcio do Amaral, 20 agroindústrias já encaminharam pedidos e estão em fase de adequação. "Saímos de um mercado de 70 mil pessoas para um de quase 200 milhões, que é o Brasil", comemora.
Atualmente, apenas Erechim, Rosário do Sul e Santa Rosa possuem a equivalência do serviço de inspeção. A lista de espera no Estado é de 30 municípios. A desorganização dos serviços municipais e a carência de recursos humanos estão entre os principais entraves. No Rio Grande do Sul, que recebeu o aval federal para carnes e derivados há um mês, 16 empresas já formalizaram o pedido de adesão, sendo dois lacticínios. Por isso, segundo a diretora da Cispoa, Ângela de Souza, será solicitada nova auditoria do Mapa para a área de leite e derivados em 2012. Nos próximos meses, mais duas agroindústrias, além da Granja Pinheiros, de Presidente Lucena, serão autorizadas para comercializar sua produção em todo o país.
Correio do Povo
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162053
Alegrete recebeu o aval do Ministério da Agricultura (Mapa) para aderir ao Sisbi/Suasa. Depois de três anos de idas e vindas, a habilitação para a área de carnes permitirá que o serviço de inspeção municipal indique agroindústrias que poderão comercializar seus produtos em todo o país. E a pioneira, após auditoria realizada há um mês pelo Mapa, será a Indústria de Carnes Peruzzo, que produz o "charque do Alegrete". A portaria deve ser publicada nos próximos dias, conforme a gestora estadual do Sisbi/Suasa no Mapa-RS, Suzane Bittencourt. De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Márcio do Amaral, 20 agroindústrias já encaminharam pedidos e estão em fase de adequação. "Saímos de um mercado de 70 mil pessoas para um de quase 200 milhões, que é o Brasil", comemora.
Atualmente, apenas Erechim, Rosário do Sul e Santa Rosa possuem a equivalência do serviço de inspeção. A lista de espera no Estado é de 30 municípios. A desorganização dos serviços municipais e a carência de recursos humanos estão entre os principais entraves. No Rio Grande do Sul, que recebeu o aval federal para carnes e derivados há um mês, 16 empresas já formalizaram o pedido de adesão, sendo dois lacticínios. Por isso, segundo a diretora da Cispoa, Ângela de Souza, será solicitada nova auditoria do Mapa para a área de leite e derivados em 2012. Nos próximos meses, mais duas agroindústrias, além da Granja Pinheiros, de Presidente Lucena, serão autorizadas para comercializar sua produção em todo o país.
Correio do Povo
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=162053
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Publicado no DOU a Portaria MS nº2488/2011, que "Aprova a Política Nacional de Atenção Básica"
Publicado hoje no DOU (Seção 1, páginas 48 a 55) a Portaria MS nº2488/2011, que "Aprova a Política Nacional de Atenção Básica", e coloca o Médico Veterinário no Nasf 1 E 2.
Aos queridos membros da CNSPV/CFMV, que comigo tanto lutaram por este dia e a todos os colegas e amigos que mesmo de longe, nos incentivaram para esta conquista.
Agradecimento especial ao grande amigo e colega Juliano Hoffmann, que junto a Senadora Gleise Hoffmann, foram fundamentais neste processo.
Parabéns aos Médicos Veterinários Brasileiros,por participar oficialmente, da Atenção Básica no Brasil.
Hoje é um dia especial para a Medicina veterinária Brasileira
Vamos comemorar.......
Abraços a todos, Paulo
Paulo César Augusto de Souza.MV.MSc.PhD.
Professor Associado.
Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública/Instituto de
Veterinária.
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Aos queridos membros da CNSPV/CFMV, que comigo tanto lutaram por este dia e a todos os colegas e amigos que mesmo de longe, nos incentivaram para esta conquista.
Agradecimento especial ao grande amigo e colega Juliano Hoffmann, que junto a Senadora Gleise Hoffmann, foram fundamentais neste processo.
Parabéns aos Médicos Veterinários Brasileiros,por participar oficialmente, da Atenção Básica no Brasil.
Hoje é um dia especial para a Medicina veterinária Brasileira
Vamos comemorar.......
Abraços a todos, Paulo
Paulo César Augusto de Souza.MV.MSc.PhD.
Professor Associado.
Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública/Instituto de
Veterinária.
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Pecuaristas do MS deverão declarar imunização de bovídeos pela internet
24/10
Na próxima etapa de imunização de bovídeos contra febre aftosa em Mato Grosso do Sul o pecuarista vai adotar uma nova ferramenta para declarar a vacinação: a internet. A mudança faz parte do processo de evolução e modernização da defesa sanitária estadual que vem sendo implantado há três anos em Mato Grosso do Sul. "Trabalhando por uma pecuária moderna e em desenvolvimento, gradativamente estamos adotando ferramentas de gestão que nos permitem um maior controle e segurança, além de agilizar processos, proporcionando ainda mais comodidade aos proprietários rurais", destaca a diretora-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal (Iagro), Maria Cristina Carrijo.
REGIÃO DO PLANALTO:
1º a 30 de novembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idadeREGIÃO DA ZONA DE FRONTEIRA (antiga ZAV): 1º a 30 de novembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idadeREGIÃO DO PANTANAL (optantes etapa novembro): 1º de novembro a 15 de dezembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade.
Em todas as regiões o produtor tem ainda o prazo de 15 dias após o término da campanha para realizar a declaração e entregar os documentos em qualquer escritório da Iagro.Declaração Planalto e fronteira
Os pecuaristas das Regiões do Planalto e Fronteira iniciam nesta etapa a declaração da vacinação pela internet, e já não precisam mais se dirigir aos escritórios da Iagro para realizar o mesmo procedimento, como era de costume.Confira o passo-a-passo para realizar o novo procedimento: 1. Igualmente aos demais, o produtor deve adquirir junto a uma revenda credenciada pela Iagro as doses da vacina contra febre aftosa adotando os seguintes cuidados: para cada estabelecimento rural o produtor deverá ter preenchida uma CT-13 e para cada espécie a ser vacinada-declarada [bovino/bubalino] o produtor deverá ter preenchida uma CT-13; 2. Após executar a vacinação em todo rebanho o produtor deverá acessar o site da Iagro - www.iagro.ms.gov.br - para registrar a vacinação do rebanho (atenção: o produtor que ainda não possui senha deverá dirigir-se a um escritório da Iagro munido de documentos pessoais para retirada desta); 3. Após preencher o formulário de registro da vacinação, o produtor deverá imprimí-lo, assinar e entregar em qualquer escritório da Iagro, com as CT-13.
A Iagro alerta para a necessidade da entrega da CT-13 dentro do prazo estabelecido (calendário de vacinação) para que o produtor possa realizar normalmente suas movimentações.Declaração Pantanal
Já no Pantanal, em continuidade aos trabalhos de harmonização de cadastro de rebanhos entre a Iagro e a Secretaria de Fazenda (Sefaz) - iniciado na etapa de maio - após a efetiva vacinação dos animais (optantes pela etapa de novembro), os produtores devem preencher a Declaração de Estoque Efetivo de Animais Bovinos e Bubalinos nos termos do Decreto n° 13.150, de 14 de abril de 2011.Confira o passo-a-passo para realizar o procedimento:
1. O produtor deve se deslocar a uma revenda credenciada pela Iagro para compra da vacina contra febre aftosa adotando os cuidados já mencionados anteriormente;
2. Após executar a vacinação o produtor deverá acessar o site da Secretaria de Fazenda - www.sefaz.ms.gov.br - para registrar a vacinação do rebanho efetivo/atual e realizar a declaração do estoque. Após preencher o formulário de declaração do estoque o produtor deverá imprimi-lo, assinar e reconhecer firma;
3. O produtor deverá entregar o formulário de declaração do estoque devidamente assinado e reconhecido firma, na Agência Fazendária (Agenfa) de seu município onde o mesmo será protocolado devendo o produtor receber uma guia de registro;
4. Os documentos protocolados serão microfilmados/digitalizados;
5. Atenção - após o período concedido à entrega das declarações, a Iagro vai realizar o registro de movimentação de animais bovinos e bubalinos na ficha sanitária ou emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) somente para o produtor rural que tenha entregue o documento, exceto quando se tratar de animais gordos para abate;
6. O produtor deverá informar sempre que necessário - através de protocolo e documentos comprobatórios - as mortes e os nascimentos de animais, as entradas de animais provindos de outras unidades da Federação entre outras ocorrências que implicarem na alteração quantitativa dos rebanhos, exceto as entradas e saídas de animais acobertadas por GTAs emitidas regularmente nas unidades locais da Iagro.Maiores informações pelos telefones 67 3901-2717 (Iagro), 3318-3600 (Sefaz) ou 0800-6476713 (Disk Ajuda).
Correio do Estado.
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161913
Na próxima etapa de imunização de bovídeos contra febre aftosa em Mato Grosso do Sul o pecuarista vai adotar uma nova ferramenta para declarar a vacinação: a internet. A mudança faz parte do processo de evolução e modernização da defesa sanitária estadual que vem sendo implantado há três anos em Mato Grosso do Sul. "Trabalhando por uma pecuária moderna e em desenvolvimento, gradativamente estamos adotando ferramentas de gestão que nos permitem um maior controle e segurança, além de agilizar processos, proporcionando ainda mais comodidade aos proprietários rurais", destaca a diretora-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal (Iagro), Maria Cristina Carrijo.
REGIÃO DO PLANALTO:
1º a 30 de novembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idadeREGIÃO DA ZONA DE FRONTEIRA (antiga ZAV): 1º a 30 de novembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idadeREGIÃO DO PANTANAL (optantes etapa novembro): 1º de novembro a 15 de dezembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade.
Em todas as regiões o produtor tem ainda o prazo de 15 dias após o término da campanha para realizar a declaração e entregar os documentos em qualquer escritório da Iagro.Declaração Planalto e fronteira
Os pecuaristas das Regiões do Planalto e Fronteira iniciam nesta etapa a declaração da vacinação pela internet, e já não precisam mais se dirigir aos escritórios da Iagro para realizar o mesmo procedimento, como era de costume.Confira o passo-a-passo para realizar o novo procedimento: 1. Igualmente aos demais, o produtor deve adquirir junto a uma revenda credenciada pela Iagro as doses da vacina contra febre aftosa adotando os seguintes cuidados: para cada estabelecimento rural o produtor deverá ter preenchida uma CT-13 e para cada espécie a ser vacinada-declarada [bovino/bubalino] o produtor deverá ter preenchida uma CT-13; 2. Após executar a vacinação em todo rebanho o produtor deverá acessar o site da Iagro - www.iagro.ms.gov.br - para registrar a vacinação do rebanho (atenção: o produtor que ainda não possui senha deverá dirigir-se a um escritório da Iagro munido de documentos pessoais para retirada desta); 3. Após preencher o formulário de registro da vacinação, o produtor deverá imprimí-lo, assinar e entregar em qualquer escritório da Iagro, com as CT-13.
A Iagro alerta para a necessidade da entrega da CT-13 dentro do prazo estabelecido (calendário de vacinação) para que o produtor possa realizar normalmente suas movimentações.Declaração Pantanal
Já no Pantanal, em continuidade aos trabalhos de harmonização de cadastro de rebanhos entre a Iagro e a Secretaria de Fazenda (Sefaz) - iniciado na etapa de maio - após a efetiva vacinação dos animais (optantes pela etapa de novembro), os produtores devem preencher a Declaração de Estoque Efetivo de Animais Bovinos e Bubalinos nos termos do Decreto n° 13.150, de 14 de abril de 2011.Confira o passo-a-passo para realizar o procedimento:
1. O produtor deve se deslocar a uma revenda credenciada pela Iagro para compra da vacina contra febre aftosa adotando os cuidados já mencionados anteriormente;
2. Após executar a vacinação o produtor deverá acessar o site da Secretaria de Fazenda - www.sefaz.ms.gov.br - para registrar a vacinação do rebanho efetivo/atual e realizar a declaração do estoque. Após preencher o formulário de declaração do estoque o produtor deverá imprimi-lo, assinar e reconhecer firma;
3. O produtor deverá entregar o formulário de declaração do estoque devidamente assinado e reconhecido firma, na Agência Fazendária (Agenfa) de seu município onde o mesmo será protocolado devendo o produtor receber uma guia de registro;
4. Os documentos protocolados serão microfilmados/digitalizados;
5. Atenção - após o período concedido à entrega das declarações, a Iagro vai realizar o registro de movimentação de animais bovinos e bubalinos na ficha sanitária ou emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) somente para o produtor rural que tenha entregue o documento, exceto quando se tratar de animais gordos para abate;
6. O produtor deverá informar sempre que necessário - através de protocolo e documentos comprobatórios - as mortes e os nascimentos de animais, as entradas de animais provindos de outras unidades da Federação entre outras ocorrências que implicarem na alteração quantitativa dos rebanhos, exceto as entradas e saídas de animais acobertadas por GTAs emitidas regularmente nas unidades locais da Iagro.Maiores informações pelos telefones 67 3901-2717 (Iagro), 3318-3600 (Sefaz) ou 0800-6476713 (Disk Ajuda).
Correio do Estado.
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Piloto do Sisbov no RS
24/10
Segundo o governo federal, a decisão foi tomada em função de o Estado liderar testes operacionais
Até o final deste ano, o Ministério da Agricultura (Mapa) pretende fazer no Rio Grande do Sul o primeiro piloto da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) com o novo protocolo do Sisbov. Segundo o coordenador de programas do Mapa, Enio Marques, o Estado foi escolhido porque durante a atual fase de teste do sistema no país a Secretaria da Agricultura é a mais adiantada, tendo cumprido 75% das funcionalidades. O começo do piloto depende da assinatura do decreto federal que está na Casa Civil. O texto regulamenta a lei da rastreabilidade da carne e muda as normas do Sisbov, vigentes desde 2006.
A principal alteração do sistema será a desvinculação de 27 certificadoras que hoje atuam junto às propriedades. Com isso, na prática, o processo de inclusão de dados, passa a ser incumbência do produtor. "A plataforma vai ser pública, todos os agentes poderão acessar." Com a flexibilização, o coordenador do Sisbov, José Luis Vargas, acredita que aumentará o número de adesões. Vargas acrescenta que o sistema não servirá mais apenas para atender às exigências da União Europeia. "Pode ser para protocolos de orgânicos, de gado criado a pasto, e tudo estará num único sistema."
A expectativa é que isso mude a realidade no Rio Grande do Sul. Embora, haja 163 propriedades gaúchas na lista Trace, o que significa avanço em relação ao final de 2010 quando eram 140, o Estado está bem atrás de outros no país. Goiás, por exemplo, tem 462 propriedades Eras.
Como está a rastreabilidade no país
- Trace/Estado/Outubro 2011
GO 468
MG 447
MT 443
MS 298
RS 165
SP 152
PR 36
ES 12
Total: 2021
Correio do Povo
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161933
Segundo o governo federal, a decisão foi tomada em função de o Estado liderar testes operacionais
Até o final deste ano, o Ministério da Agricultura (Mapa) pretende fazer no Rio Grande do Sul o primeiro piloto da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) com o novo protocolo do Sisbov. Segundo o coordenador de programas do Mapa, Enio Marques, o Estado foi escolhido porque durante a atual fase de teste do sistema no país a Secretaria da Agricultura é a mais adiantada, tendo cumprido 75% das funcionalidades. O começo do piloto depende da assinatura do decreto federal que está na Casa Civil. O texto regulamenta a lei da rastreabilidade da carne e muda as normas do Sisbov, vigentes desde 2006.
A principal alteração do sistema será a desvinculação de 27 certificadoras que hoje atuam junto às propriedades. Com isso, na prática, o processo de inclusão de dados, passa a ser incumbência do produtor. "A plataforma vai ser pública, todos os agentes poderão acessar." Com a flexibilização, o coordenador do Sisbov, José Luis Vargas, acredita que aumentará o número de adesões. Vargas acrescenta que o sistema não servirá mais apenas para atender às exigências da União Europeia. "Pode ser para protocolos de orgânicos, de gado criado a pasto, e tudo estará num único sistema."
A expectativa é que isso mude a realidade no Rio Grande do Sul. Embora, haja 163 propriedades gaúchas na lista Trace, o que significa avanço em relação ao final de 2010 quando eram 140, o Estado está bem atrás de outros no país. Goiás, por exemplo, tem 462 propriedades Eras.
Como está a rastreabilidade no país
- Trace/Estado/Outubro 2011
GO 468
MG 447
MT 443
MS 298
RS 165
SP 152
PR 36
ES 12
Total: 2021
Correio do Povo
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161933
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
IDF e FAO lançam guia revisado para Boas Práticas de Produção Leiteira
Enviado por e-mail por"Roberto Amaral"
Em colaboração com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a Federação Internacional de Lácteos (IDF, sigla em inglês) produziu uma revisão do Guia para Boas Práticas de Produção Leiteira.
O guia aconselha os produtores de leite sobre como desenvolver sistemas sustentáveis. Isso se tornou uma prioridade à medida que os aspectos sociais e ambientais da produção de leite estão cada vez mais em foco entre os consumidores e produtores.
"Esse guia foi escrito em um formato prático para os produtores envolvidos na produção de leite de qualquer espécie em todo o mundo. Ele cobre os principais aspectos, como saúde animal, higiene do leite, nutrição, bem-estar, meio-ambiente e administração sócio-econômica. Essas são ferramentas essenciais para garantir que as necessidades da indústria de alimentos e as expectativas dos consumid ores sejam cumpridas", disse a presidente do Projeto Grupo IDF/FAO, Helen Dornom.
O documento de referência da FAO/IDF revisado compreende um amplo kit de ferramentas para melhorar a garantia de qualidade em nível de fazenda, permitindo, dessa forma, que os produtores
de leite respondam melhor aos incentivos de mercado, agreguem valor e adotem novos métodos de produção rural.
"Sempre tem sido uma prioridade para a IDF identificar e disseminar as melhores práticas em nível internacional, visando guiar e harmonizar o trabalho baseado em muitos desafios e oportunidades enfrentados pelo setor leiteiro", disse o presidente da IDF, Richard Doyle. "Esse resultado tangível de nosso trabalho conjunto com a FAO apoiará a produção e a comercialização de leite e produtos lácteos seguros e de qualidade garantida. Eu recomendo que todos os produtores de leite adotem e usem o guia".
O guia pode ser baixado gratuitamente no site da IDF
http://www.fil-idf.org/Public/Download.php?media=38836
As informações são da Federação Internacional de
Lácteos.
Em colaboração com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a Federação Internacional de Lácteos (IDF, sigla em inglês) produziu uma revisão do Guia para Boas Práticas de Produção Leiteira.
O guia aconselha os produtores de leite sobre como desenvolver sistemas sustentáveis. Isso se tornou uma prioridade à medida que os aspectos sociais e ambientais da produção de leite estão cada vez mais em foco entre os consumidores e produtores.
"Esse guia foi escrito em um formato prático para os produtores envolvidos na produção de leite de qualquer espécie em todo o mundo. Ele cobre os principais aspectos, como saúde animal, higiene do leite, nutrição, bem-estar, meio-ambiente e administração sócio-econômica. Essas são ferramentas essenciais para garantir que as necessidades da indústria de alimentos e as expectativas dos consumid ores sejam cumpridas", disse a presidente do Projeto Grupo IDF/FAO, Helen Dornom.
O documento de referência da FAO/IDF revisado compreende um amplo kit de ferramentas para melhorar a garantia de qualidade em nível de fazenda, permitindo, dessa forma, que os produtores
de leite respondam melhor aos incentivos de mercado, agreguem valor e adotem novos métodos de produção rural.
"Sempre tem sido uma prioridade para a IDF identificar e disseminar as melhores práticas em nível internacional, visando guiar e harmonizar o trabalho baseado em muitos desafios e oportunidades enfrentados pelo setor leiteiro", disse o presidente da IDF, Richard Doyle. "Esse resultado tangível de nosso trabalho conjunto com a FAO apoiará a produção e a comercialização de leite e produtos lácteos seguros e de qualidade garantida. Eu recomendo que todos os produtores de leite adotem e usem o guia".
O guia pode ser baixado gratuitamente no site da IDF
http://www.fil-idf.org/Public/Download.php?media=38836
As informações são da Federação Internacional de
Lácteos.
Impasse suinícola
Publicado por Marcus Vinícius Sandim em 20 outubro 2011
O Brasil decidiu abrir amanhã uma reclamação formal na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a demora da África do Sul em reabrir seu mercado para as exportações nacionais de carne suína. A notificação, chamada “Specific Trade Concern”, será levada ao plenário do Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS, na sigla em inglês) da OMC, segundo apurou o Valor.
O objetivo da medida é questionar a África do Sul, em uma rodada multilateral, sobre o que o Brasil considera desrespeito na aplicação de regras internacionais de comércio. Os princípios científicos adotados pelo SPS proíbem o fechamento de mercados quando não ficam caracterizados riscos sanitários para a importação de determinado produto – no caso, a carne suína brasileira. Em conversas informais, a delegação sul-africana presente em Genebra teria reconhecido, segundo fontes, que há um equívoco em vincular a elevação das vendas de vinho sul-africano à reabertura do mercado local para a carne suína brasileira.
A notificação formal é o primeiro passo para a abertura de consultas formais bilaterais com a África do Sul na OMC. Em seguida, o Brasil pode pedir a abertura de um comitê de arbitragem (“panel”) para forçar a reabertura do mercado sul-africano.
A África do Sul é o único país a manter a proibição à entrada do produto, decretada ainda em 2005, após a descoberta de focos de febre aftosa em Mato Grosso do Sul e no Paraná. Desde então, todos os países reabriram suas fronteiras às carnes brasileiras, menos a África do Sul.
Em Pretória, a capital administrativa sul-africana, o ministro do Comércio, Rob Davies, disse ao ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que o objetivo é trocar vinho pela carne suína. “Swine for wine”, definiu, em inglês, seu propósito. Ele vinculou a reabertura ao suíno à negociação, por uma missão sul-africana, para a derrubada de exigências da Receita Federal e do Ministério da Agricultura. As principais são um selo da Receita Federal e o teste para a presença da substância “malvidina” imposto pelo Ministério da Agricultura. Os sul-africanos estariam dispostos a reabrir seu mercado apenas depois de seis meses. O Itamaraty e o Ministério da Agricultura consideram inadmissível o adiamento imposto de forma unilateral pelas África do Sul.
Mas é justamente esse ponto que o Brasil questionará no SPS amanhã. A África do Sul não pode, segundo os especialistas barsileiros, utilizar uma barreira sanitária contra uma alegada barreira técnica aplicada pelo Brasil. “É inaceitável confundir política com questão técnica”, disse uma fonte do governo. As regras brasileiras do selo e do teste da “malvidina” valem inclusive para os produtores locais. “Há risco zero na importação de suínos. A abertura tem que ser imediata. O Brasil quer o reconhecimento agora”, disse a fonte.
E há um agravante. Os sul-africanos haviam concordado, ainda em junho, em reabrir seu mercado. O próprio Rob Davies garantiu que levantaria a barreira antes da visita da presidente Dilma Rousseff, que esteve por dois dias em Pretória para participar com o colega sul-africano Jacob Zuma de uma reunião do grupo político Ibas (Índia, Brasi e África do Sul). “Mas não ocorreu nada, e agora ele ainda quer seis meses”, afirma a fonte oficial.
Em junho, o Brasil ofereceu dispensar o teste de “malvidina” e até acelerar a liberação dos vinhos sul-africanos no porto, mas insistiu em manter as exigências do selo da Receita e da rotulagem dos vinhos em português.
http://www.suinoculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/impasse-suinicola,20111019113148_O_650,20081118093812_F_643.aspx
http://inovadefesa.ning.com/group/negociaessanitriasefitossanitriasinternacionais/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A227253&xg_source=msg
O Brasil decidiu abrir amanhã uma reclamação formal na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a demora da África do Sul em reabrir seu mercado para as exportações nacionais de carne suína. A notificação, chamada “Specific Trade Concern”, será levada ao plenário do Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS, na sigla em inglês) da OMC, segundo apurou o Valor.
O objetivo da medida é questionar a África do Sul, em uma rodada multilateral, sobre o que o Brasil considera desrespeito na aplicação de regras internacionais de comércio. Os princípios científicos adotados pelo SPS proíbem o fechamento de mercados quando não ficam caracterizados riscos sanitários para a importação de determinado produto – no caso, a carne suína brasileira. Em conversas informais, a delegação sul-africana presente em Genebra teria reconhecido, segundo fontes, que há um equívoco em vincular a elevação das vendas de vinho sul-africano à reabertura do mercado local para a carne suína brasileira.
A notificação formal é o primeiro passo para a abertura de consultas formais bilaterais com a África do Sul na OMC. Em seguida, o Brasil pode pedir a abertura de um comitê de arbitragem (“panel”) para forçar a reabertura do mercado sul-africano.
A África do Sul é o único país a manter a proibição à entrada do produto, decretada ainda em 2005, após a descoberta de focos de febre aftosa em Mato Grosso do Sul e no Paraná. Desde então, todos os países reabriram suas fronteiras às carnes brasileiras, menos a África do Sul.
Em Pretória, a capital administrativa sul-africana, o ministro do Comércio, Rob Davies, disse ao ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que o objetivo é trocar vinho pela carne suína. “Swine for wine”, definiu, em inglês, seu propósito. Ele vinculou a reabertura ao suíno à negociação, por uma missão sul-africana, para a derrubada de exigências da Receita Federal e do Ministério da Agricultura. As principais são um selo da Receita Federal e o teste para a presença da substância “malvidina” imposto pelo Ministério da Agricultura. Os sul-africanos estariam dispostos a reabrir seu mercado apenas depois de seis meses. O Itamaraty e o Ministério da Agricultura consideram inadmissível o adiamento imposto de forma unilateral pelas África do Sul.
Mas é justamente esse ponto que o Brasil questionará no SPS amanhã. A África do Sul não pode, segundo os especialistas barsileiros, utilizar uma barreira sanitária contra uma alegada barreira técnica aplicada pelo Brasil. “É inaceitável confundir política com questão técnica”, disse uma fonte do governo. As regras brasileiras do selo e do teste da “malvidina” valem inclusive para os produtores locais. “Há risco zero na importação de suínos. A abertura tem que ser imediata. O Brasil quer o reconhecimento agora”, disse a fonte.
E há um agravante. Os sul-africanos haviam concordado, ainda em junho, em reabrir seu mercado. O próprio Rob Davies garantiu que levantaria a barreira antes da visita da presidente Dilma Rousseff, que esteve por dois dias em Pretória para participar com o colega sul-africano Jacob Zuma de uma reunião do grupo político Ibas (Índia, Brasi e África do Sul). “Mas não ocorreu nada, e agora ele ainda quer seis meses”, afirma a fonte oficial.
Em junho, o Brasil ofereceu dispensar o teste de “malvidina” e até acelerar a liberação dos vinhos sul-africanos no porto, mas insistiu em manter as exigências do selo da Receita e da rotulagem dos vinhos em português.
http://www.suinoculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/impasse-suinicola,20111019113148_O_650,20081118093812_F_643.aspx
http://inovadefesa.ning.com/group/negociaessanitriasefitossanitriasinternacionais/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A227253&xg_source=msg
Uso de cães beagle em experiências científicas é suspenso no PR
20/10
FOLHA.COM
A Justiça Estadual do Paraná suspendeu preventivamente o uso de cães da raça beagle em experiências científicas na UEM (Universidade Estadual de Maringá).
A decisão acata pedido do Ministério Público do Paraná, que acusou a universidade de maus-tratos contra animais.
Os beagles são usados em experimentos de periodontia e implantodontia, porque têm os tecidos da boca semelhantes aos dos humanos. De acordo com a UEM, os animais têm entre um e dois anos de idade e, após os experimentos, são acompanhados por até seis meses. Depois, são sacrificados com uma overdose de anestésico.
O Ministério Público afirma que os cachorros são mantidos "em condições precárias de higiene" e recebem doses insuficientes de anestésico, passando por "sofrimento óbvio e desnecessário".
A universidade nega os maus-tratos e afirma que os protocolos de pesquisa são feitos para anular sofrimento dos cães, e que todos os procedimentos passam pelo crivo do comitê de ética em pesquisa da instituição.
O juiz da 5ª Vara Cível de Maringá, Siladelfo Rodrigues da Silva, entendeu que "os preceitos mínimos de cuidado com os animais não estão sendo observados" pela UEM, com base nos fatos apresentados pelo Ministério Público.
"A lei [...] possibilitou que pesquisadores pudessem realizar experimentos científicos em animais desde que não haja outro meio alternativo capaz da obtenção dos mesmos resultados", afirmou o juiz. "Porém, as pesquisas científicas realizadas pela ré já estão sendo empregadas em humanos."
A decisão, que suspendeu o uso de cães beagle e de qualquer outro animal pelo curso de odontologia, é liminar (tem caráter temporário) e vale até que se julgue o mérito da ação. Silva determinou multa de R$ 5.000 por dia caso haja descumprimento da determinação.
A UEM informou que não foi notificada da decisão e que, portanto, não vai se manifestar a respeito.
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161830
FOLHA.COM
A Justiça Estadual do Paraná suspendeu preventivamente o uso de cães da raça beagle em experiências científicas na UEM (Universidade Estadual de Maringá).
A decisão acata pedido do Ministério Público do Paraná, que acusou a universidade de maus-tratos contra animais.
Os beagles são usados em experimentos de periodontia e implantodontia, porque têm os tecidos da boca semelhantes aos dos humanos. De acordo com a UEM, os animais têm entre um e dois anos de idade e, após os experimentos, são acompanhados por até seis meses. Depois, são sacrificados com uma overdose de anestésico.
O Ministério Público afirma que os cachorros são mantidos "em condições precárias de higiene" e recebem doses insuficientes de anestésico, passando por "sofrimento óbvio e desnecessário".
A universidade nega os maus-tratos e afirma que os protocolos de pesquisa são feitos para anular sofrimento dos cães, e que todos os procedimentos passam pelo crivo do comitê de ética em pesquisa da instituição.
O juiz da 5ª Vara Cível de Maringá, Siladelfo Rodrigues da Silva, entendeu que "os preceitos mínimos de cuidado com os animais não estão sendo observados" pela UEM, com base nos fatos apresentados pelo Ministério Público.
"A lei [...] possibilitou que pesquisadores pudessem realizar experimentos científicos em animais desde que não haja outro meio alternativo capaz da obtenção dos mesmos resultados", afirmou o juiz. "Porém, as pesquisas científicas realizadas pela ré já estão sendo empregadas em humanos."
A decisão, que suspendeu o uso de cães beagle e de qualquer outro animal pelo curso de odontologia, é liminar (tem caráter temporário) e vale até que se julgue o mérito da ação. Silva determinou multa de R$ 5.000 por dia caso haja descumprimento da determinação.
A UEM informou que não foi notificada da decisão e que, portanto, não vai se manifestar a respeito.
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161830
Acordo entre Brasil e Paraguai unificará combate à aftosa
20/10
São Paulo - Em reunião realizada pela Câmara Setorial de Bovino e Bubalinocultura, na sede da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), em Campo Grande, entidades brasileiras e paraguaias selaram um acordo de atuação mútua contra a aftosa. Uma comissão da Associação Rural Paraguaia esteve presente no encontro e assegurou o comprometimento do Paraguai e envolvimento dos produtores do país vizinho. "Vamos trabalhar para uma harmonização de ações já que todos nós temos o mesmo interesse: vender nossa carne", disse o presidente da Associação, Juan Nestor Nuñez Irala. Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, as reuniões (em Assunção, e em Campo Grande) representam um marco no controle da doença na região.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161828
São Paulo - Em reunião realizada pela Câmara Setorial de Bovino e Bubalinocultura, na sede da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), em Campo Grande, entidades brasileiras e paraguaias selaram um acordo de atuação mútua contra a aftosa. Uma comissão da Associação Rural Paraguaia esteve presente no encontro e assegurou o comprometimento do Paraguai e envolvimento dos produtores do país vizinho. "Vamos trabalhar para uma harmonização de ações já que todos nós temos o mesmo interesse: vender nossa carne", disse o presidente da Associação, Juan Nestor Nuñez Irala. Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, as reuniões (em Assunção, e em Campo Grande) representam um marco no controle da doença na região.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161828
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Exportação de suíno depende do governo
19/10
Após meio ano da abertura do mercado, setor ainda espera por normativa
Apesar da abertura do mercado chinês há seis meses, os três frigoríficos habilitados ainda aguardam a publicação de uma instrução normativa do Ministério da Agricultura (Mapa) para viabilizar os embarques de cortes suínos para aquele país. A Cooperativa Aurora, de Chapecó (SC), já alojou 4.300 animais para o abate previsto para janeiro, mas o clima é de incertezas. Sem o aval do Mapa, as negociações não avançam. "Hoje, está tudo no escuro. Não sabemos o que e nem quanto vamos vender", afirma o diretor de Agropecuária da cooperativa, Marcos Zordan. O cumprimento das exigências dos chineses, como alojamento, abate e armazenamento segregados, além da rastreabilidade, também tornam o processo oneroso. Com isso, o preço do quilo vivo para a indústria, de R$ 2,35, sobe quase 15%. A expectativa é que, após os primeiros embarques, o volume aumente, diluindo custo. "É um investimento, porque hoje não é um bom negócio." Otimista, o Marfrig, que possui planta autorizada em Itapiranga (SC), espera embarcar já no mês que vem. A outra planta liberada é da Brasil Foods, de Ouro Verde (GO). O secretário de Relações Institucionais do Mapa, Célio Porto, não foi localizado para falar sobre a morosidade.
De fora da primeira leva, os gaúchos mobilizam-se. Segundo o diretor executivo do Sips, Rogério Kerber, aposta numa missão oficial do Estado à China em 2012, pedido feito ao governador Tarso Genro. Inicialmente, 26 plantas do país apresentaram interesse em exportar para o país, sendo dez no RS. "Somos qualificados e temos condições de oferecer as garantias necessárias."
Ontem, contrariando as expectativas setoriais, a visita da presidente Dilma Rousseff não reverteu o embargo da África do Sul ao Brasil, em vigor desde 2005, após focos de aftosa no país. O presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, lamentou.
Correio do Povo
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161784
Após meio ano da abertura do mercado, setor ainda espera por normativa
Apesar da abertura do mercado chinês há seis meses, os três frigoríficos habilitados ainda aguardam a publicação de uma instrução normativa do Ministério da Agricultura (Mapa) para viabilizar os embarques de cortes suínos para aquele país. A Cooperativa Aurora, de Chapecó (SC), já alojou 4.300 animais para o abate previsto para janeiro, mas o clima é de incertezas. Sem o aval do Mapa, as negociações não avançam. "Hoje, está tudo no escuro. Não sabemos o que e nem quanto vamos vender", afirma o diretor de Agropecuária da cooperativa, Marcos Zordan. O cumprimento das exigências dos chineses, como alojamento, abate e armazenamento segregados, além da rastreabilidade, também tornam o processo oneroso. Com isso, o preço do quilo vivo para a indústria, de R$ 2,35, sobe quase 15%. A expectativa é que, após os primeiros embarques, o volume aumente, diluindo custo. "É um investimento, porque hoje não é um bom negócio." Otimista, o Marfrig, que possui planta autorizada em Itapiranga (SC), espera embarcar já no mês que vem. A outra planta liberada é da Brasil Foods, de Ouro Verde (GO). O secretário de Relações Institucionais do Mapa, Célio Porto, não foi localizado para falar sobre a morosidade.
De fora da primeira leva, os gaúchos mobilizam-se. Segundo o diretor executivo do Sips, Rogério Kerber, aposta numa missão oficial do Estado à China em 2012, pedido feito ao governador Tarso Genro. Inicialmente, 26 plantas do país apresentaram interesse em exportar para o país, sendo dez no RS. "Somos qualificados e temos condições de oferecer as garantias necessárias."
Ontem, contrariando as expectativas setoriais, a visita da presidente Dilma Rousseff não reverteu o embargo da África do Sul ao Brasil, em vigor desde 2005, após focos de aftosa no país. O presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, lamentou.
Correio do Povo
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161784
Exportação de carne em outubro está acima da média
19/10
São Paulo - Embora tenha sofrido redução na receita cambial de quase 9% em relação ao início do mês, as exportações brasileiras de carnes continuam apresentando resultado acima da média: para uma receita diária de US$ 74,849 milhões nos primeiros cinco dias úteis de outubro, apresentaram média de US$ 68,297 milhões nos quatro dias úteis subsequentes (dias 10 a 14, entremeados por um feriado). Com isso, a média diária dos nove primeiros dias úteis do mês (de um total de 20 dias úteis) permanece no melhor nível de todos os tempos, situando-se agora em US$ 71,937 milhões, um valor 16,8% superior ao alcançado em setembro passado e 21,7% maior que o observado há um ano, em outubro de 2010.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161777
São Paulo - Embora tenha sofrido redução na receita cambial de quase 9% em relação ao início do mês, as exportações brasileiras de carnes continuam apresentando resultado acima da média: para uma receita diária de US$ 74,849 milhões nos primeiros cinco dias úteis de outubro, apresentaram média de US$ 68,297 milhões nos quatro dias úteis subsequentes (dias 10 a 14, entremeados por um feriado). Com isso, a média diária dos nove primeiros dias úteis do mês (de um total de 20 dias úteis) permanece no melhor nível de todos os tempos, situando-se agora em US$ 71,937 milhões, um valor 16,8% superior ao alcançado em setembro passado e 21,7% maior que o observado há um ano, em outubro de 2010.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161777
Avicultura perde R$ 2 bi anuais com deficiência em logística
19/10
Daniel Popov
Estudo realizado pela Ubabef apresentará 63 propostas ao ministro Mendes Ribeiro para reduzir prejuízos causados pelos gargalos no transporte de cargas - São Paulo
Com perdas superiores a R$ 2 bilhões ao ano, com custos logísticos, a União Brasileira de Avicultura (Ubabef) preparou um estudo para apresentar ao Ministério da Agricultura sobre esses gargalos do setor. A ideia do estudo é tentar reduzir esses custos em pelo menos 2% em curto prazo, para devolver a competitividade à avicultura brasileira.
A receita com as exportações de aves deve atingir a casa dos US$ 8 bilhões esse ano, prevê a Ubabef, entretanto mais de US$ 1 bilhão remete somente a gastos logísticos. Além disso, Francisco Turra, presidente da entidade, lembrou que dos R$ 36 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) arrecadados pela avicultura, mais de 10% representa gastos com logística. "Hoje a avicultura possui custos na ordem dos 20% do PIB obtido. Muito mais da metade é só com a logística, e isso tira a competitividade do nosso setor".
Para tentar reduzir esses gastos com o transporte, a Ubabef pretende apresentar um estudo ao Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, apontando os principais entraves da infraestrutura logística do País, durante o 22º Congresso Brasileiro da Avicultura, que será realizado de 25 a 27 de outubro em São Paulo. "Nós levamos quase um ano para levantar esse estudo, que possui 63 aspectos a serem alterados para minimizar esses gargalos", disse Turra.
No documento serão apresentadas 23 propostas relacionadas ao sistema portuário do País, que vão desde o aprofundamento de calados até a maior agilidade nos processos de desembaraço. Outras 15 sugestões voltados às ferrovias, com a padronização da largura das bitolas, até a expansão da malha de trilhos. "Iremos apresentar propostas para adequação da infraestrutura logística, que podem ser resolvidas a curto, médio e longo prazo", contou o diretor financeiro e administrativo da Ubabef, José Perboyre Ferreira Gomes.
O executivo afirmou que o documento ainda contém 16 proposições para rodovias, entre elas a redução dos valores pagos a pedágios, e a melhoria do acesso a diversos portos brasileiros. Por fim outras nove propostas serão apresentadas para a racionalização de processos. "Só o fato de agilizar alguns processos, como a ampliação da carga horária nos portos, ou mesmo estabelecer padrões objetivos de interpretação das normas, reduziriam as perdas", disse Turra.
"Nossa meta é uma redução de 2% sobre o custo atual que temos em logística no curto prazo. Estamos fazendo isso para melhorar a competitividade da avicultura nacional", considerou o presidente da Ubabef, ao relembrar que o transporte de carga no Brasil é realizado em sua maioria por rodovias. "De toda carga transportada no País, 65% são por rodovias; 19%, por ferrovias; 12%, pelo sistema hidroviário; 4%, por dutovias e menos de 1% por meio aéreo", acrescentou.
Por fim, Turra comentou que somente a racionalização dos processos pode ser realizada a curto prazo. Entretanto, projetos de ampliação, construção e modernização de ferrovias e rodovias, que levariam mais tempo para serem realizadas, precisam constar nos planos do governo brasileiro. "Estamos apenas levantando essa bola, com a demanda por alimentos esperada nos próximos anos, temos que pensar nisso agora", finalizou.
Suínos
Enquanto a avicultura se prepara para enfrentar os altos custos do transporte, a suinocultura brasileira continua enfrentando as barreiras sanitárias impostas pelos importadores. Só que desta vez não se trata da Rússia, o problema é com o governo sul-africano, que desde 2005 veta o embarque de carne suína brasileira ao país. A expectativa era de que barreira fosse derrubada ontem, no encontro dos presidentes Dilma Rousseff e Jacob Zuma, na Casa de Hóspedes do governo sul-africano, em Pretória. Mas o ministro afirmou que o caso ainda dependerá de missão, que acontecerá no dia 24 de outubro, de funcionários do Ministério da Agricultura da África do Sul, ao Brasil, para uma última inspeção.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161781
Daniel Popov
Estudo realizado pela Ubabef apresentará 63 propostas ao ministro Mendes Ribeiro para reduzir prejuízos causados pelos gargalos no transporte de cargas - São Paulo
Com perdas superiores a R$ 2 bilhões ao ano, com custos logísticos, a União Brasileira de Avicultura (Ubabef) preparou um estudo para apresentar ao Ministério da Agricultura sobre esses gargalos do setor. A ideia do estudo é tentar reduzir esses custos em pelo menos 2% em curto prazo, para devolver a competitividade à avicultura brasileira.
A receita com as exportações de aves deve atingir a casa dos US$ 8 bilhões esse ano, prevê a Ubabef, entretanto mais de US$ 1 bilhão remete somente a gastos logísticos. Além disso, Francisco Turra, presidente da entidade, lembrou que dos R$ 36 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) arrecadados pela avicultura, mais de 10% representa gastos com logística. "Hoje a avicultura possui custos na ordem dos 20% do PIB obtido. Muito mais da metade é só com a logística, e isso tira a competitividade do nosso setor".
Para tentar reduzir esses gastos com o transporte, a Ubabef pretende apresentar um estudo ao Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, apontando os principais entraves da infraestrutura logística do País, durante o 22º Congresso Brasileiro da Avicultura, que será realizado de 25 a 27 de outubro em São Paulo. "Nós levamos quase um ano para levantar esse estudo, que possui 63 aspectos a serem alterados para minimizar esses gargalos", disse Turra.
No documento serão apresentadas 23 propostas relacionadas ao sistema portuário do País, que vão desde o aprofundamento de calados até a maior agilidade nos processos de desembaraço. Outras 15 sugestões voltados às ferrovias, com a padronização da largura das bitolas, até a expansão da malha de trilhos. "Iremos apresentar propostas para adequação da infraestrutura logística, que podem ser resolvidas a curto, médio e longo prazo", contou o diretor financeiro e administrativo da Ubabef, José Perboyre Ferreira Gomes.
O executivo afirmou que o documento ainda contém 16 proposições para rodovias, entre elas a redução dos valores pagos a pedágios, e a melhoria do acesso a diversos portos brasileiros. Por fim outras nove propostas serão apresentadas para a racionalização de processos. "Só o fato de agilizar alguns processos, como a ampliação da carga horária nos portos, ou mesmo estabelecer padrões objetivos de interpretação das normas, reduziriam as perdas", disse Turra.
"Nossa meta é uma redução de 2% sobre o custo atual que temos em logística no curto prazo. Estamos fazendo isso para melhorar a competitividade da avicultura nacional", considerou o presidente da Ubabef, ao relembrar que o transporte de carga no Brasil é realizado em sua maioria por rodovias. "De toda carga transportada no País, 65% são por rodovias; 19%, por ferrovias; 12%, pelo sistema hidroviário; 4%, por dutovias e menos de 1% por meio aéreo", acrescentou.
Por fim, Turra comentou que somente a racionalização dos processos pode ser realizada a curto prazo. Entretanto, projetos de ampliação, construção e modernização de ferrovias e rodovias, que levariam mais tempo para serem realizadas, precisam constar nos planos do governo brasileiro. "Estamos apenas levantando essa bola, com a demanda por alimentos esperada nos próximos anos, temos que pensar nisso agora", finalizou.
Suínos
Enquanto a avicultura se prepara para enfrentar os altos custos do transporte, a suinocultura brasileira continua enfrentando as barreiras sanitárias impostas pelos importadores. Só que desta vez não se trata da Rússia, o problema é com o governo sul-africano, que desde 2005 veta o embarque de carne suína brasileira ao país. A expectativa era de que barreira fosse derrubada ontem, no encontro dos presidentes Dilma Rousseff e Jacob Zuma, na Casa de Hóspedes do governo sul-africano, em Pretória. Mas o ministro afirmou que o caso ainda dependerá de missão, que acontecerá no dia 24 de outubro, de funcionários do Ministério da Agricultura da África do Sul, ao Brasil, para uma última inspeção.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161781
Acordo entre Brasil e Paraguai irá unificar ações contra aftosa
19/10
Em reunião realizada nesta terça-feira (18), pela Câmara Setorial de Bovino e Bubalinocultura, na sede da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), em Campo Grande, entidades brasileiras e paraguaias selaram um acordo de atuação mútua contra a aftosa. Uma comissão da Associação Rural Paraguaia esteve presente no encontro e assegurou o comprometimento do Paraguai e envolvimento dos produtores do país vizinho. “Vamos trabalhar para uma harmonização de ações já que todos nós temos o mesmo interesse: vender nossa carne”, disse o presidente da Associação, Juan Nestor Nuñez Irala.
Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, as reuniões (em Assunção, dia 17, e em Campo Grande, dia 18) representam um marco no controle da doença. “É uma nova fase nas relações com o Paraguai. Isso sinaliza a construção de agenda positiva para os produtores e autoridades”, analisa Riedel. A secretária de Estado de Produção e Desenvolvimento Agrário, Tereza Cristina Corrêa da Costa, reforçou o apoio. “A colaboração entre Brasil e Paraguai será essencial nesse momento. Todas as ações de controle foram implementadas. Agora devemos fiscalizar e orientar os produtores onde ele estiver”, complementa Tereza. A próxima reunião envolvendo os dois países vai tratar do calendário de vacinação. “Vamos colocar à disposição o conhecimento da Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) para potencializar a imunização”, disse a secretária.
A Associação Rural Paraguaia relatou, durante o encontro, as medidas tomadas após a oficiliazação do foco da aftosa em setembro. “A atuação se dá em três etapas: o controle do foco, a criação da zona de contenção e a recuperação do status. Para isso, após o abate de 819 cabeças do rebanho em que foram identificados 13 casos de infecção da doença, criamos, como determinava a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), a zona perifocal, a de tampão e a emergência e toda a movimentação de animais ou produtos e subprodutos de origem animal foi proibida”, relata Juan Nestor. O presidente da Associação Paraguaia ressalta que os veículos que transitam na região estão sendo desinfectatos e que a vigilância da área está sendo feita pelo serviço sanitário e polícia. As medidas seguem até o dia 25 de novembro.
O Paraguai detém um rebanho de 12,5 milhões de cabeças. Segundo Juan Nestor o país conta com 133 mil produtores, sendo 109 mil pequenos produtores. “É na crise que nasce a oportunidade. Esse é o momento de unirmos forças”, diz o presidente da Associação. Para o presidente da Câmara Setorial de Bovino e Bubalinocultura da Seprotur, José Lemos Monteiro, as medidas tomadas no Paraguai servem para acalmar o setor produtivo. “São ações concretas e que demonstram respeito tanto ao produtor de lá, quanto ao nosso produtor rural brasileiro”, afirma.
A articulação para realização das reuniões em Assunção e em Campo Grande foi elogiada pelo presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesário Ramalho. “É um problema não só do Paraguai e de Mato Grosso do Sul. É uma situação que necessita de um envolvimento ainda maior. Devemos acabar com a aftosa em toda a América Latina”, disse Cesário.
O encontro contou ainda com a presença de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia, da Iagro, a Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), o Sindicato Rural de Campo Grande e da ONG Recove.
Sobre a Famasul - A Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) é uma das 27 entidades sindicais que integra a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Tem atuação voltada para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representa os interesses dos produtores e dos sindicatos rurais do Estado. Como representante do homem do campo, a Famasul põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização da atividade agropecuária. A cadeia do agronegócio responde diretamente por 16,6% do PIB sul-mato-grossense e é responsável por parcela substancial da produção industrial de Mato Grosso do Sul. Acesse www.famasul.com.br.
Agora MS - Dourados
Capital News
Famasul
http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=161769
Em reunião realizada nesta terça-feira (18), pela Câmara Setorial de Bovino e Bubalinocultura, na sede da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), em Campo Grande, entidades brasileiras e paraguaias selaram um acordo de atuação mútua contra a aftosa. Uma comissão da Associação Rural Paraguaia esteve presente no encontro e assegurou o comprometimento do Paraguai e envolvimento dos produtores do país vizinho. “Vamos trabalhar para uma harmonização de ações já que todos nós temos o mesmo interesse: vender nossa carne”, disse o presidente da Associação, Juan Nestor Nuñez Irala.
Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, as reuniões (em Assunção, dia 17, e em Campo Grande, dia 18) representam um marco no controle da doença. “É uma nova fase nas relações com o Paraguai. Isso sinaliza a construção de agenda positiva para os produtores e autoridades”, analisa Riedel. A secretária de Estado de Produção e Desenvolvimento Agrário, Tereza Cristina Corrêa da Costa, reforçou o apoio. “A colaboração entre Brasil e Paraguai será essencial nesse momento. Todas as ações de controle foram implementadas. Agora devemos fiscalizar e orientar os produtores onde ele estiver”, complementa Tereza. A próxima reunião envolvendo os dois países vai tratar do calendário de vacinação. “Vamos colocar à disposição o conhecimento da Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) para potencializar a imunização”, disse a secretária.
A Associação Rural Paraguaia relatou, durante o encontro, as medidas tomadas após a oficiliazação do foco da aftosa em setembro. “A atuação se dá em três etapas: o controle do foco, a criação da zona de contenção e a recuperação do status. Para isso, após o abate de 819 cabeças do rebanho em que foram identificados 13 casos de infecção da doença, criamos, como determinava a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), a zona perifocal, a de tampão e a emergência e toda a movimentação de animais ou produtos e subprodutos de origem animal foi proibida”, relata Juan Nestor. O presidente da Associação Paraguaia ressalta que os veículos que transitam na região estão sendo desinfectatos e que a vigilância da área está sendo feita pelo serviço sanitário e polícia. As medidas seguem até o dia 25 de novembro.
O Paraguai detém um rebanho de 12,5 milhões de cabeças. Segundo Juan Nestor o país conta com 133 mil produtores, sendo 109 mil pequenos produtores. “É na crise que nasce a oportunidade. Esse é o momento de unirmos forças”, diz o presidente da Associação. Para o presidente da Câmara Setorial de Bovino e Bubalinocultura da Seprotur, José Lemos Monteiro, as medidas tomadas no Paraguai servem para acalmar o setor produtivo. “São ações concretas e que demonstram respeito tanto ao produtor de lá, quanto ao nosso produtor rural brasileiro”, afirma.
A articulação para realização das reuniões em Assunção e em Campo Grande foi elogiada pelo presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesário Ramalho. “É um problema não só do Paraguai e de Mato Grosso do Sul. É uma situação que necessita de um envolvimento ainda maior. Devemos acabar com a aftosa em toda a América Latina”, disse Cesário.
O encontro contou ainda com a presença de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia, da Iagro, a Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), o Sindicato Rural de Campo Grande e da ONG Recove.
Sobre a Famasul - A Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) é uma das 27 entidades sindicais que integra a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Tem atuação voltada para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representa os interesses dos produtores e dos sindicatos rurais do Estado. Como representante do homem do campo, a Famasul põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização da atividade agropecuária. A cadeia do agronegócio responde diretamente por 16,6% do PIB sul-mato-grossense e é responsável por parcela substancial da produção industrial de Mato Grosso do Sul. Acesse www.famasul.com.br.
Agora MS - Dourados
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
Brasil e Paraguai debatem ações contra aftosa
Publicado por Marcus Vinícius Sandim em 18 outubro 2011
Alinhar as estratégias de sanidade animal no combate a aftosa no Paraguai e Brasil. Esse é o objetivo da reunião que acontece nesta segunda-feira (17) pela manhã, na sede da Sociedade Rural Paraguaia, em Assunção (Paraguai). Além de autoridades do país vizinho, participam da reunião o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), Eduardo Riedel, vice-presidente de Finanças da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ademar da Silva Junior, coordenador da Câmara Setorial de da Cadeia da Bovinocultura e Bubalinocultura e presidente da Comissão da Pecuária de Corte da Famasul, José Lemos Monteiro, e o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Chico Maia.
O combate a aftosa também será pauta da reunião da Câmara Setorial de Bovinocultura e Bubalinocultura que acontece nesta terça (18), na sede da Famasul. Na ocasião, a diretora da Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Cristina Carrijo, irá apontar as medidas tomadas em Mato Grosso do Sul para impedir que o foco identificado no país vizinho ultrapasse a fronteira brasileira. A reunião terá participação de uma comissão da Sociedade Rural Paraguaia, que irá apresentar as ações adotadas pelo governo daquele País.
O Conselho Nacional da Pecuária de Corte estará presente na reunião com a apresentação do trabalho sobre resíduos na carne, divulgado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), na última sexta (14). Também participam do debate a Superintendência Federal de Agricultura (SFA), a Embrapa, a Secretaria Estadual de Produção (Seprotur), além de representantes de frigoríficos do Estado.
A reunião da Câmara Setorial da Bovinocultura e Bubalinocultura será realizada dia 18, às 8 horas, na sede da Famasul, localizada a Rua Marcino dos Santos, 401, bairro Cachoeira II, Campo Grande.
Luciana Modesto
(67) 3042-0112
Grupo Cultivar
http://inovadefesa.ning.com/group/defesasanitriaanimal/forum/topic/show?id=2874953%3ATopic%3A226941&xg_source=msg
Alinhar as estratégias de sanidade animal no combate a aftosa no Paraguai e Brasil. Esse é o objetivo da reunião que acontece nesta segunda-feira (17) pela manhã, na sede da Sociedade Rural Paraguaia, em Assunção (Paraguai). Além de autoridades do país vizinho, participam da reunião o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), Eduardo Riedel, vice-presidente de Finanças da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ademar da Silva Junior, coordenador da Câmara Setorial de da Cadeia da Bovinocultura e Bubalinocultura e presidente da Comissão da Pecuária de Corte da Famasul, José Lemos Monteiro, e o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Chico Maia.
O combate a aftosa também será pauta da reunião da Câmara Setorial de Bovinocultura e Bubalinocultura que acontece nesta terça (18), na sede da Famasul. Na ocasião, a diretora da Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Cristina Carrijo, irá apontar as medidas tomadas em Mato Grosso do Sul para impedir que o foco identificado no país vizinho ultrapasse a fronteira brasileira. A reunião terá participação de uma comissão da Sociedade Rural Paraguaia, que irá apresentar as ações adotadas pelo governo daquele País.
O Conselho Nacional da Pecuária de Corte estará presente na reunião com a apresentação do trabalho sobre resíduos na carne, divulgado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), na última sexta (14). Também participam do debate a Superintendência Federal de Agricultura (SFA), a Embrapa, a Secretaria Estadual de Produção (Seprotur), além de representantes de frigoríficos do Estado.
A reunião da Câmara Setorial da Bovinocultura e Bubalinocultura será realizada dia 18, às 8 horas, na sede da Famasul, localizada a Rua Marcino dos Santos, 401, bairro Cachoeira II, Campo Grande.
Luciana Modesto
(67) 3042-0112
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