segunda-feira, 28 de junho de 2010

IMA realizará estudo epidemiológico de zoonoses em Minas

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) realizará um estudo epidemiológico da brucelose e tuberculose animal em Minas Gerais a partir de julho. Técnicos do IMA visitarão 2.185 propriedades pecuárias no estado, com apoio de uma equipe de 60 veterinários treinada pelo Instituto.


Durante o mês de junho, os profissionais do IMA estão fazendo os primeiros contatos com os produtores. Em julho, agosto e setembro serão realizadas as coletas de sangue e tuberculinizações (método utilizado para o diagnóstico da tuberculose) nas propriedades rurais, feitas apenas nas fêmeas com mais de 24 meses. Os exames de brucelose serão feitos pelo Laboratório de Saúde Animal (LSA) do Instituto.

Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) no IMA, a veterinária Luciana Faria de Oliveira, a amostragem para esta pesquisa foi definida a partir do número de propriedades existentes em cada município do estado. “Todos os levantamentos feitos no Brasil são realizados a partir deste tipo de amostragem, considerando variáveis de caracterização das regiões do estado, como tipo de rebanho, quantidade de municípios, entre outros”, afirma.

A participação do produtor no estudo é voluntária e começa com a assinatura do Termo de Compromisso que marca os dias da coleta do sangue, inoculação e da leitura dos resultados.
Os animais que tiverem resultado positivo para tuberculose deverão ser sacrificados no prazo máximo de 30 dias. O Instituto acompanhará os sacrifícios dos animais considerados positivos em tuberculose e orientará o produtor quanto aos procedimentos para sanar a brucelose em seu rebanho.

O prazo para o IMA realizar os exames da brucelose e tuberculose nos animais é até novembro de 2010.

Primeiros levantamentos

O IMA realizou o primeiro levantamento da tuberculose em 1999. O estudo da brucelose foi feito em 2002, após quatro anos consecutivos de vacinação obrigatória em todo o estado.
Pela primeira vez será feito o levantamento das duas doenças juntas, o que facilitará o trabalho dos técnicos.

De acordo com o diretor geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, ao realizar um novo estudo das zoonoses em Minas Gerais, a principal preocupação do Instituto é com a saúde pública, depois vem a questão do mercado interno e da exportação da carne. “Este será um bom momento para avaliar as ações tomadas. Além disso, vai permitir analisar quais os resultados alcançados com as medidas implementadas após o primeiro levantamento”, enfatiza.

O estudo terá a supervisão de professores de epidemiologia da Universidade de Brasília (UnB) e Universidade de São Paulo (USP).

PNCEBT

O IMA é o órgão responsável pelas ações de defesa sanitária animal em Minas Gerais. Desde 2001, adota os procedimentos previstos no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O programa tem como objetivos baixar a prevalência e a incidência de novos casos das doenças e criar um número significativo de propriedades certificadas. Atualmente, Minas Gerais possui seis propriedades certificadas como livres dessas doenças e mais de dez estão em processo de certificação.

Sisbov mais perto da gaveta do que do campo

28/06/2010 - 00:00 
Cinco meses após o término do período de consulta pública ainda não foi publicado o texto que substituirá a instrução normativa n° 17, que regra no Brasil o Serviço de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). As novas normas foram construídas pelo Ministério da Agricultura com recomendações da Comissão Técnica Consultiva do Sisbov. A reformulação desburocratiza o sistema, mas também reduz o rigor. Elimina, por exemplo, a tolerância zero a erros nos controles e também transfere para os pecuaristas a responsabilidade pela inserção de informações do rebanho na base nacional de dados, retirando a função das certificadoras. 

Fontes do setor estão descrentes que as modificações saiam do papel, embora o coordenador do Sisbov no ministério, Naor Luna, afirme que o processo prossegue normalmente. E, que neste momento, depende apenas do desenvolvimento da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), que será o banco de informações de todas as propriedades rurais, contemplando as movimentações através da Guia de Trânsito Animal (GTA), as informações da identificação individual de animais Sisbov e as informações nos frigoríficos. Argumentam que os europeus finalmente estão satisfeitos com o sistema, que atingiu um estágio que permite auditar totalmente o processo, assegurando pontos do quais não abrem mão. Um deles, a garantia de que os animais estão na propriedade 40 dias antes do abate. 

Detentora de 17% do mercado nacional, a Planejar dúvida que as normas sejam aceitas pela União Europeia. "O governo prometeu uma coisa tecnicamente impossível, inaplicável a campo, é um mico leão dourado", ironizou Luciano Antunes, diretor da certificadora. Ele acrescenta que, por seis meses, devido à expectativa da mudança, houve retração nos negócios, que agora voltaram ao normal, com média de 150 auditorias/mês no país. 

Segundo Fernando Adauto, da Comissão Técnica Consultiva do Sisbov, a incerteza gerada pela demora na publicação retrai a adesão ao sistema, mesmo com o diferencial pago pela indústria, de até R$ 100,00 por cabeça rastreada. Ele acrescenta que, neste momento, a falta de interesse do pecuarista está relacionada também ao mercado interno aquecido pela escassez de gado. Além disso, a indústria tem compensado o encolhimento do mercado europeu com exportações para destinos como a Rússia, que responde por 25% dos embarques em 2010. Favorável à flexibilização das normas, Adauto argumenta que, com a atual burocracia, o Sisbov não sairá do lugar. 

Os números de novas propriedades habilitadas espelha a estagnação. A atual lista Trace, de maio, tem 1.983 Estabelecimentos Rurais Aprovados (Eras), sendo 121 gaúchas. 

No Estado, a concessão de novas Eras vem caindo. Entre maio de 2008 e 2009, foram aprovadas 140 propriedades fornecedoras para Europa. Nos 12 meses seguintes, 60. E de janeiro para cá, só 18 fazendas se habilitaram. De acordo com Roberto Schroeder, responsável pelo Sisbov no Estado, o reduzido número de habilitadas preocupa também os europeus já que fornecedores como Argentina dão sinais que não cumprirão a Cota Hilton, o que tende a inflacionar o preço da carne nos países integrantes do bloco.

Correio do Povo
Autor: Patricia Meira

Mel com atestado de qualidade

28/06/2010 - 00:00 
Luciana Cristo 

O município de Ortigueira, na região central do Paraná, tenta voltar a ocupar uma posição de destaque entre os maiores produtores de mel no País. A estratégia é caracterizar o mel produzido no local, dando um "atestado de qualidade" ao produto, a partir de um projeto em parceria com o Sebrae-PR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), que deve se desenrolar pelos próximos dois anos. 

Se o trabalho conseguir mostrar a especificidade do mel de Ortigueira, pode agregar valor ao produto. "Hoje temos características que nos remetem que o mel seja exclusivo daquela localidade", aponta o consultor do Sebrae-PR que atua no projeto, Fabrício Pires Bianchi. Um dos objetivos do projeto de identificação do mel é verificar a viabilidade futura de se pleitear ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) um atestado da indicação de procedência do mel produzido no município de Ortigueira. 

O gerente da regional norte do Sebrae-PR, Heverson Feliciano, lembra que a adição de valor ocorre por meio da diferenciação de um produto ou processo. "O processo de identificação é necessário para que se parta para outras possibilidades como a indicação de procedência, por exemplo. Experiências como essa de identificação de alimentos têm gerado mais valorização para os produtos, abertura de novos mercados e melhoria do preço de venda", afirma. 

De 2004 a 2007, Ortigueira foi o maior produtor individual de mel no Brasil. No ano seguinte, a cidade não estava nem entre os 20 maiores produtores, de acordo com estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Bianchi, diminuiu o número de produtores no setor. "Pessoas que estavam antes na apicultura acabaram se desligando, buscando outras atividades e, em função disso, diminuiu a produção", conta. 

Hoje, são cerca de 175 apicultores na cidade, sendo que 45 fazem parte da Associação de Produtores de Mel de Ortigueira (Apomel), responsáveis por 6,5% de toda a produção paranaense do produto, que em 2008 (último ano em que os dados estão disponíveis até o momento) foi de 4,6 mil toneladas, 2º lugar entre os estados produtores de mel. 

Além do distanciamento de vários apicultores da atividade, Bianchi cita que nos últimos anos nada se fez para melhorar as técnicas a serem aplicadas para se ganhar em qualidade e em produção. "Se não há troca genética, em uma população de abelhas com pouca diversidade surgem doenças e defeitos genéticos, o que diminui a produção e, consequentemente, a qualidade", aponta o consultor. 

Os apicultores de Ortigueira se preparam para a retirada do mel pela florada do arbusto assa-peixe, que acontece agora em julho e agosto e é um dos tipos de mel predominantes no município, assim como o mel de eucalipto. Além do mel, os apicultores investem em produtos como pólen, própolis e geléia real. 

Neste ano, os apicultores prometem começar a voltar com o máximo que conseguirem na produção. "Precisamos ir a campo e ajudar o pequeno apicultor. O mel de Ortigueira é uma delícia, é o melhor, mas ainda não tem uma identidade para o produto. Já fomos primeiro lugar em produção no Brasil e queremos voltar a ocupar esse posto", diz a presidente da Apomel, Ana Mozuski Kutz, apicultora há três décadas. 

O mel de Ortigueira é exportado para a União Europeia e para os Estados Unidos e a Apomel pensa em reestruturar a exportação, que hoje é feita por meio de entrepostos e diminui o lucro do produtor. "Nossa produção vai quase toda para fora do País, porque o brasileiro não põe o mel na mesa", lamenta Ana.

Paraná online

Japão sofre com epidemia de febre aftosa

27/06/2010 - 19:35 
Mais casos de suspeita de febre aftosa foram registrados no Japão neste domingo, na cidade Miyazaki, na ilha de Kiushu. De acordo com a prefeitura local, quatro vacas foram diagnosticadas com febre aftosa - doença altamente contagiosa - numa fazenda de 725 cabeças de gado bovino.

Segundo o comunicado da prefeitura de Miyazaki, todos os animais da propriedade terão que ser sacrificados para conter a propagação da doença.

O Japão exporta a melhor carne bovina do mundo, conhecida internacionalmente como Bife de Kobe, que chega a custar nos restaurantes R$ 125 por fatia. Para justificar o preço, o gado no país é alimentado com cerveja e recebe sessões de massagem. 

Com a epidemia, as exportações japonesas estão suspensas desde 20 de abril deste ano, quando foi registrado o primeiro caso de febre aftosa no sul do arquipélago.

SRZD - sidney rezende

domingo, 27 de junho de 2010

Entenda como é feita a inseminação artificial de jumento em égua para produzir mula ou burro




Entenda como é feita a inseminação artificial de jumento em égua para produzir mula ou burro. O processo já é dominado que se pode fazer até pelo correio.
Seu Almeri Alano, de Caxias do Sul, mandou uma carta para saber se no Brasil já se faz inseminação de éguas com sêmen de jumento, para produzir mulas e burros. O repórter José Hamilton Ribeiro foi até Minas Gerais ouvir um especialista em reprodução de animal.
O veterinário Marcelo Barbanti explica todos os processos para a inseminação. Primeiro a avaliação da égua para saber se está no cio e pode ser inseminada. Depois da coleta do sêmen do jumento, o material é analisado para medir sua concentração e qualidade.
No caso do sêmen refrigerado, ele é coletado, diluído e colocado numa caixa a baixa temperatura, enviado para seu destino e durante 24 horas ele pode ser utilizado. (assista ao vídeo e veja todos os detalhes do processo de inseminação)
A venda de sêmen de cavalos de raça pelo correio é feita há bastante tempo. No caso dos jumentos, está começando agora, mas já existem vários criatórios que prestam esse tipo de serviço no Brasil.

sábado, 26 de junho de 2010

OIE - Weekly Disease information

Weekly Disease Information

Vol. 23 - No. 26, 1 Jul, 2010

Vol. 23 - No. 25, 24 Jun, 2010

Vol. 23 - No. 24, 17 Jun, 2010

Vol. 23 - No. 23, 10 Jun, 2010

Informações Sanitárias - PROMED - Atualização

26-JUN-10
PRO/AH> Rabies - worldwide: one-stop website
 PRO/AH/EDR> Salmonellosis, serotype Chester - USA: frozen entree
 PRO/EDR> Poliomyelitis - worldwide (13): Tajikistan, Russia
25-JUN-10
PRO/AH/EDR> Avian influenza (39): Russia (Tyva), wild birds, OIE
 PRO/EDR> Hand, foot & mouth disease (05): China, rural areas
 PRO/AH/EDR> Anthrax, human - UK (19): (Scotland)
 PRO/AH/EDR> Foot & mouth disease, porcine - Taiwan (03): (YL), OIE
 PRO/AH/EDR> Foot & mouth disease, bovine - Kazakhstan (04): regional resp., RFI
 PRO/AH> Hepatitis E virus - USA (02): background
 PRO/EDR> Meningitis, meningococcal - USA: (CO) fatal
 PRO/EDR> Measles - Taiwan: imported & local
 PRO/PL> Undiagnosed disease, persimmon - Brazil: (PR)
 PRO/AH/EDR> Eastern equine encephalitis - Panama (02): (DR, PN)
 PRO/PL> Southern rice black streaked dwarf, rice, maize, sorghum - China
24-JUN-10
PRO/AH/EDR> Rift Valley fever - South Africa (20): (EC)
 PRO/AH/EDR> Hepatitis E virus - USA: (TX) fatal
 PRO/AH/EDR> Clenbuterol food poisoning, meat - Mexico: (JA)
23-JUN-10
PRO/AH/EDR> Eastern equine encephalitis - USA (02): (FL) sentinel avian
 PRO/AH/EDR> Anthrax, hippopotamus - Uganda (03): (QENP) conf., plus elephants
 PRO/AH/EDR> Rabies, canine, human - Azerbaijan, Thailand
 PRO/AH> Foot & mouth disease - S. Korea (07): resolved
 PRO/EDR> Measles - Africa (18): West, Southern
 PRO/AH> Foot & mouth disease, bovine - Kazakhstan (03): serotype O
 PRO/PL> Bacterial canker, sweet chestnut - Spain: (CL)
22-JUN-10
PRO/AH/EDR> Influenza pandemic (H1N1) (44): PAHO update
 PRO/AH/EDR> Tigers, undiagnosed mortality - Russia: Siberia, RFI
 PRO/AH/EDR> Foot & mouth disease - Japan (28): (MZ) update
 PRO/AH/EDR> Foot & mouth disease - Mongolia (04): (DD) OIE, sequencing, RFI
 PRO/EDR> Dengue/DHF update 2010 (29)
21-JUN-10
PRO/AH/EDR> Rabies, canine, human - Sri Lanka
 PRO/AH/EDR> Eastern equine encephalitis - Panama: (DR, PN)
 PRO/AH> Illegal imports, bushmeat - France
 PRO/AH> Tick-borne encephalitis - Sweden (02): background
20-JUN-10
PRO/EDR> Measles - Africa (17): Malawi
 PRO/AH/EDR> Tick-borne encephalitis - Sweden
 PRO/AH> Foot & mouth disease, bovine - Kazakhstan (02): (AM)
 PRO/AH/EDR> Venezuelan equine encephalitis - Panama (03): (DR) fatal
 PRO/AH/EDR> Leptospirosis - Nagorno-Karabakh: (Kashatagh)
 PRO/AH> Domoic acid, sea lion deaths - USA: (CA)
19-JUN-10
PRO/EDR> Measles - Africa (16)
 PRO/AH/EDR> Tick-borne encephalitis - Russia (03): (VA)
 PRO/AH/EDR> Hemorrhagic fever w/renal synd. - Russia (04): (MA)
 PRO/AH/EDR> Influenza pandemic (H1N1) (43): WHO update 105
18-JUN-10
PRO/AH> Undiagnosed fish die-off - USA: (MI) RFI
 PRO/AH> Influenza pandemic (H1N1) (42): reassortment, swine
 PRO/AH/EDR> Avian influenza (38): world update, FAO
 PRO/AH> Anthrax, hippopotamus - Uganda (02): (QENP)
 PRO/AH/EDR> Plague, bubonic, fatal - China: (GS)
 PRO/AH/EDR> Japanese encephalitis - Viet Nam (02): background
 PRO/AH> Rift Valley fever, animal - Namibia (02)
 PRO/AH> Botulism, avian - USA: (MI) susp
 PRO/AH/EDR> Mayaro virus disease - Venezuela (03): (PO)
 PRO/EDR> Oropouche - Peru (02): (SM)
 PRO/AH/EDR> Aflatoxin, maize - Kenya (02)
 PRO/EDR> Dengue/DHF update 2010 (28)
 PRO/AH/EDR> Influenza pandemic (H1N1) (41): New Zealand
 PRO/AH> Foot & mouth disease, bovine - Kazakhstan: OIE, RFI
17-JUN-10
PRO/EDR> Oropouche - Peru: (SM)
 PRO/AH> Canine distemper, wildlife - USA (05): (CO) raccoon
 PRO/AH/EDR> Japanese encephalitis - Viet Nam
 PRO/AH/EDR> Venezuelan equine encephalitis - Panama (02): (DR) fatal
 PRO/AH> White nose syndrome, bats - USA (11)
 PRO/ALL> Announcements (03): ProMED-FRA moderator wanted
16-JUN-10
PRO/AH/EDR> Crimean-Congo hem. fever - Kosovo (02)
 PRO/AH/EDR> Rabies, human - Indonesia (06): (Bali)
 PRO/AH> Foot & mouth disease - Japan (27): (MZ) OIE
 PRO/AH/EDR> Avian influenza, human (41): Indonesia (CJ) susp
 PRO/PL> Potato mop-top virus - Poland: 1st rep
 PRO/EDR> Dengue/DHF update 2010 (27)
 PRO/EDR> Chikungunya and dengue - France ex overseas
15-JUN-10
PRO/AH> Anthrax, hippopotamus - Uganda: (QENP) susp
 PRO/AH> Foot & mouth disease - Japan (26): (MZ) costs
 PRO/PL> Yellow vine decline & fusarium wilt, watermelon - USA
14-JUN-10
PRO/AH> Bovine tuberculosis, bovine - USA (05): (CO)
13-JUN-10
PRO/AH/EDR> Rabies update - USA (02): June 2010
 PRO/AH/EDR> Undiagnosed fish die-off - Canada: (ON)
 PRO/AH/EDR> Canine distemper, wildlife - USA (04): (AL) raccoon, fox
 PRO/AH/EDR> Venezuelan equine encephalitis - Panama: (DR) fatal
 PRO/AH/EDR> Avian influenza (37): China (Tibet) wild birds, H5N1
 PRO/AH/EDR> Brucellosis, bovine - UK: (Northern Ireland)
12-JUN-10
PRO/AH/EDR> Salmonellosis, serotype Hvittingfoss - USA (02): (IL) restaurants
 PRO/EDR> Legionellosis - Spain: (AN)
 PRO/EDR> Poliomyelitis - worldwide (12): Russia, Tajikistan
 PRO/AH/EDR> Crimean-Congo hem. fever - Kazakhstan (03): (QO)
 PRO/AH/EDR> Influenza pandemic (H1N1) (40): WHO update 104
 PRO/AH/EDR> Leishmaniasis, human - Spain
 PRO/AH/EDR> American foul brood, apiary - UK: (Jersey)
 PRO/AH/EDR> Foot & mouth disease - Japan (25): (MZ) update, control policy
11-JUN-10
PRO/EDR> Malaria - Indonesia: (PA) susp. RFI
 PRO/AH/EDR> Crimean-Congo hem. fever - Kosovo
 PRO/AH/EDR> Anthrax, human, livestock - India (02): (OR)
 PRO/AH/EDR> Foot & mouth disease - Japan (24): (MZ) spread, OIE