More than a thousand years ago, somewhere in Southeast Asia, a fateful meeting occurred between a mosquito-borne virus that infected mainly monkeys and a large, susceptible group of humans. Today, dengue virus -- which can produce high fever, excruciating joint pain and even death -- has spread throughout tropical Asia, Africa and South America, and in 2008 it re-appeared in the Florida Keys. It could be even more widespread along the U.S. Gulf Coast but there is no surveillance in place to detect it. Annually dengue strikes about 100 million people and causes an estimated 50,000 deaths, thriving in the urban environments infested by Aedes aegypti, the mosquito species primarily responsible for human dengue transmission. Meanwhile, the virus' forest-dwelling counterpart -- known as "sylvatic dengue" -- continues to flourish in Southeast Asia and West Africa, cycling between non-human primates and the mosquitoes that feed on them. Since the 1970s, sylvatic dengue has received very little scientific attention -- a situation that badly needs to be remedied, according to the authors of "Fever from the forest: Prospects for the continued emergence of sylvatic dengue virus and its impact on public health," an article published online June 13 in Nature Reviews Microbiology.
Neste Blog fazemos: 1- Atualização sobre a ocorrência de doenças de importância em Veterinária e em Saúde Pública em todo o mundo. 2- Troca de informações sobre: Doenças Infecciosas, Zoonoses, Saneamento Ambiental, Defesa Sanitária Animal (Legislação e Programas Sanitários do Ministério da Agricultura) e demais assuntos relacionados à sanidade e Saúde Pública. Este blog se destina a discutir a saúde animal dentro dos seus mais variados aspectos.
Mostrando postagens com marcador Zoonose. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Zoonose. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Dengue virus circulating between monkeys and mosquitoes could emerge to cause human outbreaks
sexta-feira, 10 de junho de 2011
MALÁRIA: Escudo contra a superinfecção
Graças à restrição de ferro causada no fígado do hospedeiro, a própria infecção pelo parasita da malária previne a ocorrência de uma segunda infecção, mais severa, indica estudo publicado na Nature Medicine com participação brasileira

10/06/2011
Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – Em áreas endêmicas de malária é comum que as pessoas sejam picadas diversas vezes pelo mosquito que transmite a doença. Mas, graças à restrição de ferro causada no fígado do hospedeiro, a própria infecção pelo parasita da malária previne a ocorrência de uma segunda infecção.
A conclusão é de um estudo realizado por um grupo internacional de cientistas, com participação brasileira. Os resultados do trabalho foram publicados em maio na revistaNature Medicine.
De acordo com os autores, o estudo poderá ter impacto nas políticas mundiais de saúde que indicam suplementação de ferro para crianças anêmicas. Em áreas endêmicas para malária, a administração de ferro pode ocasionar, segundo o estudo, superinfecções.
O trabalho foi realizado no Instituto de Medicina Molecular (IMM), em Lisboa (Portugal), com participação de cientistas da Universidade de Oxford (Reino Unido). A pesquisa foi coordenada por Maria Mota, diretora da Unidade de Malária do IMM, e teve colaboração de Sabrina Epiphanio, do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Epiphanio colaborou com o estudo durante seu pós-doutorado, realizado entre 2005 e 2008 no laboratório de Mota no IMM. A primeira autora do estudo, Silvia Portugal – atualmente pesquisadora do National Institutes of Health (NIH), nos Estados Unidos, trabalhou por três meses no laboratório de Epiphanio, na Unifesp, como pesquisadora visitante.
Atualmente a cientista brasileira realiza na Unifesp uma pesquisa sobre síndrome respiratória associada à malária, com apoio da FAPESP por meio do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes.
De acordo com Epiphanio, que trabalha há nove anos com temas relacionados à malária, o trabalho publicado pelo grupo internacional é um dos raros que aborda simultaneamente as fases hepática e sanguínea da malária, simulando a situação de uma área endêmica na qual as vítimas podem ser picadas diversas vezes pelos insetos transmissores.
“Utilizamos modelos de camundongos infectados pela malária já na fase sanguínea e os infectamos pela segunda vez com a fase hepática. Quando medimos a infecção no fígado dos animais, observamos que a resposta da segunda infecção era muito mais baixa do que a primeira. Isso talvez explique por que nem todos que contraem a doença em áreas endêmicas vão a óbito”, disse à Agência FAPESP.
O próprio sistema funciona como um mecanismo de controle. Se a resposta da segunda infecção fosse tão intensa como a primeira, o hospedeiro teria uma superinfecção, desenvolvendo uma forma mais severa da doença, como uma malária cerebral, uma anemia severa, ou uma síndrome respiratória. Nesses casos, o índice de mortalidade é muito mais alto e a reversão do quadro clínico se torna muito difícil.
“Nossa primeira suspeita foi que a proteção proporcionada pela segunda infecção estaria relacionada a uma resposta do sistema imune. Mas realizamos uma série de experimentos com insetos deficientes para linfóticos e verificamos que isso não afetava o fenótipo: independentemente da resposta imunológica, o impacto da segunda infecção era sempre menor”, disse a pesquisadora.
Suplementação de ferro
Com a hipótese da resposta imunológica descartada, o grupo prosseguiu com os testes e descobriu que a proteção produzida pela segunda infecção estava relacionada ao aumento da hepcidina – um hormônio produzido pelo fígado que se encarrega de redistribuir pelo resto do organismo a quantidade de ferro presente no órgão.
“O parasita precisa do ferro para se desenvolver e, com a primeira infecção, retira o ferro da circulação sanguínea, diminuindo também sua abundância no fígado. Na segunda infecção, o fígado tem pouco ferro disponível e o parasita não consegue se multiplicar, evitando a superinfecção”, explicou Sabrina Epiphanio.
O trabalho mostrou que, quanto mais células eram infectadas na circulação, mais aumenta a concentração de hepcidina, que se encarrega de retirar ferro da circulação, tornando as células hepáticas carentes em ferro e impedindo a superinfecção.
“Quando utilizamos drogas que bloqueavam a produção da hepcidina – tanto in vivo como in vitro–, o fenótipo era revertido, isto é, os níveis de ferro se mantinham e a segunda infecção se tornava tão severa como a primeira”, disse.
A principal contribuição do trabalho, segundo Epiphanio, poderá ser o seu impacto nas políticas públicas mundiais de suplementação de ferro em áreas onde há grande incidência de anemia. Em muitos casos, essas áreas coincidem com as zonas endêmicas de malária.
“A administração de ferro em crianças anêmicas nessas regiões pode contribuir para a incidência de superinfecção de malária nas áreas endêmicas. A literatura registra que em Zanzibar, na África, programas de prevenção da anemia que contavam com a suplementação de ferro foram seguidos de aumento dos índices de malária”, disse Epiphanio.
O artigo Host-mediated regulation of superinfection in malaria, de Silvia Portugal e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Medicine emwww.nature.com/nm/journal/v17/n6/full/nm.2368.html.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Babesiose - Zoonose emergente
ACTUALIDAD
¿Cuál es el estatus de la babesiosis en perros y gatos?
Babesia afecta a numerosas especies de mamíferos y al hombre
Por Joaquín Ventura García
Última actualización 01/06/2011@10:39:21 GMT+1
Babesia microti. (Foto: CDC) |
Varias especies de Babesia son capaces de afectar a perros y gatos, transmitidas por garrapatas y en el caso de B. gibsoni incluso sin necesidad de vectores. El hombre también puede resultar infectado por estos parásitos sanguíneos, de hecho, ya se está calificando la babesiosis como una zoonosis emergente.
Un estudio* publicado en Veterinary Parasitology en abril explica en qué situación se encuentra actualmente Babesia en todo el mundo, concretamente las especies del parásito que afectan a perros y gatos. El equipo que ha llevado a cabo la investigación pertenece al Royal Veterinary College de Londres (Reino Unido).
La babesiosis es una zoonosis emergente. Se trata de una enfermedad transmitida por garrapatas, cuya especie varía según la especie de parásito y la zona del mundo en que se localice. La babesiosis canina está producida por diversas especies de Babesia, tiene distribución mundial e importancia clínica significativa.
Tiempo atrás, las especies de babesias que infectaban a los perros se diferenciaban simplemente por la observación al microscopio. Se consideraba que B. canis era una especie de mayor tamaño y B. gibsoni, más pequeña. Pero los métodos de diagnóstico molecular demostraron que existían más especies del parásito, como B. conradae o B. microti, que producían distintos cuadros clínicos.
Por otra parte, B. rossi y B. vogeli eran consideradas en un principio subespecies debido a que morfológicamente eran iguales, pero después se ha comprobado que son especies diferentes, con cuadros clínicos distintos, vectores diferenciados y sus propias características genéticas y de distribución geográfica.
Precisamente la distribución geográfica de las diversas especies de babesia ha determinado que cada una tenga uno o varios vectores de mayor importancia, que coinciden con las garrapatas habituales en las áreas en las que se encuentran. Excepción hecha de B. gibsoni, ya que se ha comprobado que puede transmitirse de perro a perro, por ejemplo en animales de pelea, sin necesidad de las garrapatas.
En cualquier caso, debido a su actividad zoonótica, la investigación de la prevalencia, características clinicopatológicas y epidemiología de Babesia es una cuestión de interés médico.
Los gatos sufren babesiosis en mucha menor medida que los perros. La mayor parte de los casos en felinos domésticos se han registrado en el sur de África, debidos a B. felis, una especie de pequeño tamaño que produce anemia e intericia como síntomas más característicos. B. cati ha sido detectada en India y también se han registrado casos esporádicos de babesiosis felina en Europa e Israel, producidos por B. canis, y en Tailandia, por B. vogeli.
Tratamiento de Babesia
La babesiosis producida por las especies del parásito de mayor tamaño se suele tratar con dipropionato de imidocarb, con una buena respuesta clínica, mientras que las especies más pequeñas son más resistentes a la terapia. A menudo, no se produce una total curación cuando las infecciones están producidas por estas especies de pequeño tamaño: con frecuencia se dan recidivas.
El espectro de parásitos de la especie Babesia que afectan a perros y gatos se va ampliando gradualmente con la ayuda de las técnicas de diagnóstico molecular y una investigación clínica meticulosa. La detección precisa de las especies del parásito en cada caso es muy importante para la elección correcta de la terapia y un pronóstico lo más acertado posible.
*Solano-Gallego L, Baneth G. Babesiosis in dogs and cats-Expanding parasitological and clinical spectra. Vet Parasitol. 2011 Apr 19
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Rabies Survivor: Girl from USA
Willow Creek girl becomes one of the few who’ve ever lived through the deadly virus
(MAY 26, 2011) It started with a stomachache. Eight-year-old Precious Reynolds, who lives in Willow Creek with her grandparents, three siblings and a cousin, had been complaining about tummy troubles, so her grandpa took her to the local clinic. Assuming she had the flu, her doctor advised the usual treatment — rest, fluids — and sent her home.
Soon, new symptoms began to appear. Around 3 in the morning on Saturday April 30, Precious woke her grandparents complaining that her neck and back were hurting. “I thought she might have just slept on it wrong, so I told her to go back and lay down,” her grandmother, Shirley Roby, told the Journal by phone Tuesday. Come daylight, however, Precious wasn’t any better, so her grandpa drove her over the hill to Mad River Hospital.
Doctors performed tests but, given her stomachache and muscle soreness, they, too, assumed Precious had the flu. Once again her grandpa brought her home. “At lunch time, I was fixing all the kids lunch, and [Precious] said she felt like she was gonna get sick to her stomach,” Roby recalled. “She got up from the table and her legs just collapsed on her. She looked at me surprised. She just wasn’t functioning right.”
The family helped Precious to the couch, and over the next few hours they kept offering her water. But every time Precious took a sip she would vomit it back up. By 8 p.m. she couldn’t talk and was barely moving. Around 10 p.m. Roby tried to prop Precious upright on the couch, but she immediately slumped over, “like she was paralyzed.” That’s when Roby knew something was seriously wrong. “I said, ‘This is no damn flu.’”
Indeed it wasn’t. The following morning, Precious was flown 200 miles south to the U.C. Davis Medical Center where, almost a week later, doctors determined that she’d been infected with rabies.
Human rabies cases have become exceedingly rare in the United States, thanks in large part to vaccinations of domestic animals. The most recent human case in California was nine years ago, according to the California Department of Public Health (CDPH). Precious’ case is the first from Humboldt County.
The viral disease affects the central nervous system and is typically transmitted to humans from the bite of a rabid animal (bats and skunks are most common, though any mammal can contract the disease). After infection, symptoms can appear in as little as nine days, or they can take a year or more to show up. At first these symptoms are typical of many illnesses — fever, headache, general malaise — but as the disease progresses it starts to cause neurological problems. These vary dramatically from case to case, but they can include insomnia, anxiety, confusion, fear of water, partial paralysis, difficulty swallowing, hallucinations and more. Once these symptoms appear, death from respiratory failure is usually imminent.
“Up until a few years ago we would have said quite definitively that rabies is 100 percent fatal,” said Dr. Curtis Fritz, a public health veterinarian with the CDPH. The first human ever to survive rabies without a vaccination was a Wisconsin teenager named Jeanna Giese. The 15-year-old made worldwide headlines in 2004 after doctors saved her life by medically inducing a coma to protect the brain while her body fought off the virus. This method, which came to be called the Milwaukee protocol, is exactly what doctors at U.C. Davis used to save Precious.
When she arrived at the hospital on May 1 she was already in critical condition, Roby said. According to Dr. Fritz, rabies is difficult to diagnose in living patients. Typically the disease is identified using a brain sample. “Obviously we can’t do that in a living patient,” Fritz said. Alternative measures involve looking for antibodies in the blood, cerebral-spinal fluid, saliva or corneal tissue (from the eyeball).
Though Precious had never mentioned being bitten by an animal, one of her doctors suspected rabies and called for the tests. (Later, Precious’ friends and siblings said they’d seen Precious playing with feral cats near her school.) The U.S. Centers for Disease Control confirmed the rabies diagnosis on May 6.
“She was fighting for her life right then and there,” Roby said. Even after the diagnosis, the doctors were pessimistic. They warned Roby and the rest of Precious’ family to expect the worst. “I was scared,” Roby admitted, her voice quivering. “I thought I was gonna lose her. I had never been around anything like this, but I knew she was a fighter.”
Literally, as a matter of fact; Precious loves athletics — wrestling in particular. Three years ago, Roby and her husband took guardianship of Precious, along with her sister and two brothers. The kids’ dad had warrants out for his arrest, and both parents were on drugs. As if that wasn’t enough, Precious has had a heart condition since birth — Supraventricular tachycardia, which sometimes makes her heart beat exceedingly fast, 260-280 times per minute. Yet through all this, Precious has remained outgoing and happy. “She’s one tough little cookie,” Roby said.
And so, despite the doctor’s warnings, Roby put her trust in her granddaughter’s resilient spirit. “Every day grandma would tell her, I’d say, ‘Precious, you got a bad bug inside of you.’ I’d say, ‘I want you to take him, throw him down, put him in a half-nelson, flip him over, get on his chest and smash him into that mat.’ I don’t know if that’s part of what brought her back or not, but we were fighting.”
Finally, doctors brought Precious out of her coma, and according to Roby, they’ve been simply amazed at the speed of her recovery. How do they explain it? “They can’t,” Roby said. “They said she has written a new chapter in the book.” Precious is now the seventh patient in the world to survive rabies, doctors told Roby, and nobody has progressed faster. Monday night she was moved from intensive care to pediatrics, and she’s speaking again — albeit in a whisper. Roby expects that her granddaughter will be ready to come home before too long.
The most important thing people can take away from this, Roby said, is to learn about the dangers associated with rabies so they don’t have to go through what Precious and her family have been through: Have your pets vaccinated, avoid contact with wildlife, and if you do get bit or scratched, treat the wound thoroughly and notify your doctor.
Suspected Horse-to-Human Transmission of MRSA ST398
Engeline van Duijkeren,
Lenny ten Horn, Jaap A. Wagenaar, Marco de Bruijn, Laura Laarhoven, Koen Verstappen, Willemien de Weerd, Nico Meessen, and Birgitta Duim
Author affiliations: Utrecht University, Utrecht, the Netherlands (E. van Duijkeren, J.A. Wagenaar, L. Laarhoven, K. Verstappen, B. Duim); University of Groningen, Groningen, the Netherlands (L. ten Horn, N. Meessen); and Wolvega Equine Hospital, Oldeholtpade, the Netherlands (M. de Bruijn, W. de Weerd)
To the Editor: Methicillin-resistant Staphylococcus aureus (MRSA) is spreading worldwide among humans and animals, including horses. Many reports of MRSA colonization and infection in horses come from Canada and involve MRSA of sequence type (ST) 8, classified by pulsed-field gel electrophoresis (PFGE) as Canadian MRSA-5 or USA500. ST8 is thought to be a human epidemic clone that has adapted to horses (1). Another MRSA type, ST398, has recently begun spreading in Europe and North America and is associated with livestock (2). In the Netherlands, MRSA of ST8 (spa-type t064) and ST398 (spa-type t011), which belong to the livestock–associated CC398, predominate in clinical samples from horses (3). To date, human clinical infections with livestock–associated MRSA are uncommon in persons who have not had contact with pigs or calves (2). In this case study, we describe the suspected transmission of MRSA ST398 between a horse and a girl, which resulted in infection of the girl's right foot.
![]() |
Appendix Figure. Infected wound, initially thought to be caused by an insect bite, on the right foot of a 16-year-old girl who was wheelchair-bound because of spinal muscular atrophy type II, the Netherlands. |
In the Netherlands, a 16-year-old girl with spinal muscular atrophy type II (wheelchair-bound and needing artificial ventilation) sought treatment at a hospital for an infected wound on her right foot thought to be caused by an insect bite (Appendix Figure). The girl was treated as an outpatient. The infection did not respond to empirical treatment with clindamycin and ciprofloxacin. From the infected wound, a MRSA strain that was resistant to clindamycin, ciprofloxacin, erythromycin, gentamicin, kanamycin, tetracycline, and trimethoprim/sulfonamide, and susceptible to rifampin and fusidic acid, was isolated 39 days after initial treatment. Identification of the bacteria and susceptibility testing were performed by using Vitek 2 (bioMérieux, Marcy l'Etoile, France). The girl did not have a history of hospital admission in other countries, nor contact with pigs or calves, but had had intensive contact with a foal. No information was available about hand hygiene practices the girl used after stroking the foal.
Because the girl was a frequent visitor to the hospital, according to the national hospital MRSA guidelines, decolonization therapy was indicated. Before therapy began, her 3 household members and their animals (7 adult Friesian horses, 2 dogs, and 2 cats) were screened for MRSA by enrichment culturing. Nasal swabs were taken from the animals; nasal, throat, and perineal samples were taken from the humans. MRSA with an identical susceptibility pattern was isolated from a sample taken from the nares of the girl's healthy Friesian foal. The foal had been hospitalized at a horse clinic 2 months earlier because of a wound infection and had been treated with antimicrobial drugs, but no samples had been taken from the horse's wound at that time. All other screening samples were negative for MRSA. The girl's wound healed after application of mupirocin ointment to the nares and perineum (3×/d for 5 days), washing of the body with chlorhexidine shampoo (1×/d for 5 days), and oral administration of fusidic acid and rifampin for 7 days; samples taken were negative for MRSA. The girl was advised not to touch the foal until it too was negative for MRSA. Without therapy, and within 3 months, the foal was negative for MRSA (confirmed by 3 repeated negative cultures of nasal samples by enrichment culturing).
Isolates from the girl and the horse were further investigated by Martineau PCR targeting the tuf gene (4),mecA PCR (5), ST398-specific PCR (6), spa typing (7), and PFGE using SmaI and Cfr9I as restriction enzymes (8). Both isolates were identified as S. aureus, were mecA positive, belonged to ST398, were spatype t011, were nontypeable by PFGE using SmaI, and had indistinguishable PFGE patterns using Cfr9I.
Colonization of persons in contact with infected or colonized horses has been widely reported (1–3). Clinical MRSA infections of humans associated with horse contact, however, are rare and, to our knowledge, only 2 reports have been published. The first report of a human infection came from Canada and concerned a veterinarian who had a tattoo site infection with Canadian MRSA-5, (ST8, SCCmec type IV,spa type t007) (9). Human skin infections with Canadian MRSA-5 associated with horse contact were also reported from 3 persons who worked in a foal nursery (10). MRSA ST398 spa-type t011 are cultured regularly from equine samples at the horse clinic (3); therefore, the foal probably became colonized during its hospitalization. Livestock-associated MRSA infections are rare in humans in the region where the girl lives, and human-to-human transmission of MRSA ST398 is uncommon. In addition, the girl was severely handicapped and could not travel freely. Therefore, we theorize that the foal, which was stabled in a barn at her home, was the most likely source of the infection. It is also possible that the girl and the foal contracted MRSA from an unidentified common source or that the foal was exposed by the girl, although this is less likely. Close collaboration between the pediatrician, infection control practitioner, veterinarians, and the human microbiologist was necessary to identify the suspected source of infection.
References
- Weese JS, van Duijkeren E. Methicillin-resistant Staphylococcus aureus and Staphylococcus pseudintermedius in veterinary medicine. Vet Microbiol. 2010;140:418–29. PubMed DOI
- Catry B, Van Duijkeren E, Pomba MC, Greko C, Moreno MA, PyöräläS, et al. Scientific Advisory Group on Antimicrobials (SAGAM). Reflection paper on MRSA in food-producing and companion animals: epidemiology and control options for human and animal health.. Epidemiol Infect. 2010;138:626–44. PubMed DOI
- van Duijkeren E, Moleman M, Sloet van Oldruitenborgh-Oosterbaan MM, Multem J, Troelstra A, Fluit AC, et al. Methicillin-resistant Staphylococcus aureus in horses and horse personnel: an investigation of several outbreaks. Vet Microbiol. 2010;141:96–102. PubMed DOI
- Martineau F, Picard FJ, Ke D, Paradis S, Roy PH, Ouellette M, et al. Development of a PCR assay for identification of staphylococci at genus and species levels. J Clin Microbiol. 2001;39:2541–7.PubMed DOI
- de Neeling AJ, Van Leeuwen WJ, Schouls LM, Schot CS, van Veen Rutgers A, Beunders AJ, et al. Resistance of staphylococci in the Netherlands: surveillance by an electronic network during 1989–1995. J Antimicrob Chemother. 1998;41:93–101. PubMed DOI
- van Wamel WJ, Hansenová ManáskováS, Fluit AC, Verbrugh H, de Neeling AJ, van Duijkeren E, et al. Short term micro-evolution and PCR-detection of methicillin-resistant and -susceptibleStaphylococcus aureus sequence type 398. Eur J Clin Microbiol Infect Dis. 2010;29:119–22.PubMed DOI
- Harmsen D, Claus H, Witte W, Rothganger J, Claus H, Turnwald D, et al. Typing of methicillin-resistant Staphylococcus aureus in a university hospital setting by using novel software for sparepeat determination and database management. J Clin Microbiol. 2003;41:5442–8. PubMed DOI
- Murchan S, Kaufmann ME, Deplano A, de Ryck R, Struelens M, Zinn CE, et al. Harmonization of pulsed-field gel electrophoresis protocols for epidemiological typing of strains of methicillin-resistant Staphylococcus aureus: a single approach developed by consensus in 10 European laboratories and its application for tracing the spread of related strains. J Clin Microbiol. 2003;41:1574–85. PubMed DOI
- Weese JS, Archambault M, Willey BM, Hearn P, Kreiswirth BN, Said-Salim B, et al. Methicillin-resistant Staphylococcus aureus in horses and horse personnel, 2000–2002. Emerg Infect Dis. 2005;11:430–5.
- Weese JS, Caldwell F, Willey BM, Kreiswirth BN, McGeer A, Rousseau J, et al. An outbreak of methicillin-resistant Staphylococcus aureus skin infections resulting from horse-to-human transmission in a veterinary hospital. Vet Microbiol. 2006;114:160–4. PubMed DOI
Figure
Suggested Citation for this Article
van Duijkeren E, ten Horn L, Wagenaar JA, de Bruijn M,Laarhoven L, Verstappen K, et al. Suspected horse-to-human transmission of MRSA ST398 [letter]. Emerg Infect Dis [serial on the Internet]. 2011 Jun [date cited]. http://www.cdc.gov/EID/content/17/6/1137.htm
DOI: 10.3201/eid1706.101330
sábado, 21 de maio de 2011
O lado positivo da malária: evitar uma superinfecção
Pesquisadores descobrem que a infecção pelo parasita da doença previne uma piora no caso de outras picadas
Isis Nóbile Diniz
Edição Online - 20/05/2011
| © SABRINA EPIPHANIO |
| |
| Parasita no fígado, ao microscópio |
Há cerca de 50 anos, acreditava-se ser possível erradicar a malária do planeta. A solução parecia simples: eliminar o mosquito transmissor e tratar os infectados. Porém, a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que, atualmente, mais de 780 mil pessoas – a maioria crianças – morrem por ano em consequência da doença. Um estudo publicado na Nature Medicine, em 15 de maio de 2011, liderado pela bióloga Maria Mota, do Instituto de Medicina Molecular, em Lisboa, Portugal, pode ajudar a diminuir essa mortalidade. O grupo descobriu que a infecção pelo parasita da malária previne a ocorrência de uma segunda infecção por outro parasita da doença, devido à restrição de ferro no fígado do organismo da pessoa contagiada. Assim, a primeira infecção impede que outras ocorram no indivíduo ao mesmo tempo, ou seja, evita uma “superinfecção”.
A malária é causada por protozoários do gênero Plasmodium transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A doença é típica de países tropicais onde as populações são carentes economicamente e quase não dispõem de sistemas de saúde. É o caso da África Subsaariana, região com alto índice de ocorrência da malária onde é comum governo e grupos assistenciais oferecerem às crianças suplementos alimentares para combater outros problemas como a desnutrição e a anemia. O grupo luso-brasileiro mostrou que esse suplemento, que deveria fortalecer a saúde, na realidade prejudica as crianças que foram infectadas várias vezes seguidas pela malária. Estas que recebiam ferro como suplemento alimentar apresentavam mais casos de “superinfecção” pela doença, um detalhe que intrigava os médicos e os cientistas até a pesquisa atual solucionar esse quebra-cabeça.
Utilizando camundongos, o grupo entendeu a forma como os parasitas da malária se desenvolvem nas células do fígado (hepatócitos) e nos glóbulos vermelhos. Após a picada do mosquito infectado, os parasitas migram para o fígado do indivíduo onde se multiplicam (fase hepática e assintomática da infecção). Em seguida, invadem os glóbulos vermelhos (fase sanguínea e sintomática). Em ambas as fases, os parasitas necessitam de ferro para se desenvolver e os da primeira infecção, já presentes nos glóbulos vermelhos, sequestram o ferro na circulação sanguínea impedindo que a substância seja abundante no fígado. Com isso, os parasitas da segunda picada, no fígado, têm menos ferro disponível e não conseguem se multiplicar. Como consequência, a segunda infecção é incompleta. Em outras palavras, o risco de a pessoa apresentar uma superinfecção é menor graças à primeira infecção.
“O trabalho é importante por ser um dos raros que aborda a fase hepática e sanguínea ao mesmo tempo, simulando uma situação de áreas endêmicas”, explica a veterinária Sabrina Epiphanio, do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que colaborou com o estudo. Geralmente, os pesquisadores estudam separadamente cada fase da infecção por malária. Porém, quem vive em locais onde a doença ocorre é constantemente picado e contaminado por vários parasitas ao mesmo tempo.
“Este é o momento de reverem os programas destinados às crianças das áreas endêmicas”, alerta a veterinária. De acordo com a Sabrina, o ferro é o principal elemento usado para suplementação mineral, o que favorece a fase hepática da segunda infecção. “Se a criança estiver com anemia e ingerindo ferro, contrair malária poderá piorar seu estado de saúde”, afirma Sabrina. Há nove anos estudando a doença, o próximo passo da pesquisadora é identificar fatores que antecipem quando uma pessoa, com malária, terá a síndrome respiratória aguda. “Apesar da incidência baixa, ela é altamente relevante porque 70% dos que adquirem morrem”, lembra.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Primeira vacina contra esquistossomose terá tecnologia 100% nacional
Débora Motta
Gutemberg Brito/Comunicação/Instituto Oswaldo Cruz |
|
| Para a pesquisadora da Fiocruz e médica Miriam Tendler, a vacina será um investimento social de impacto global |
O Brasil será o primeiro país a desenvolver uma vacina contra a esquistossomose, doença que acomete cerca de 200 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). A substância, desenvolvida com tecnologia 100% nacional, foi descoberta no início da década de 1990 pela médica e pesquisadora titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Miriam Tendler. Desde então, já apresentou resultados positivos em testes com animais – 70% de imunização em camundongos – e, ainda em 2011, será testada em humanos. Além de estar se mostrando eficaz para promover a imunização contra casos de esquistossomose, a vacina também poderá evitar casos de outras doenças causadas por helmintos, como a fasciolose, doença do gado de corte que tem um parasita causador semelhante ao da esquistossomose. O estudo contou com recursos da FAPERJ, por meio do edital Apoio ao Estudo de Doenças Negligenciadas e Reemergentes, além de recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
Como em qualquer outra vacina, a técnica consistiu em utilizar um antígeno – substância que estimula a produção de anticorpos – para fortalecer o sistema imunológico do potencial hospedeiro contra o ataque do parasita. No caso, foi a proteína SM-14, obtida pelo grupo de pesquisadores da Fiocruz e colaboradores coordenado por Miriam Tendler, a partir do próprio Schistosoma mansoni, o parasita causador da esquistossomose. Proteína essencial para a sobrevivência do parasita, a Sm-14 é propriedade intelectual da Fiocruz e faz parte de um grupo conhecido como fatty acid-binding proteins (proteínas ligadoras de ácidos graxos). “No início dos anos 1990, a SM-14 foi eleita pela OMS como um dos seis antígenos prioritários para o desenvolvimento da primeira vacina contra a esquistossomose, ao lado de quatro propostas americanas, que não foram para frente, e de uma francesa, que não tem a mesma abrangência que a nossa, pois é restrita à esquistossomose”, conta.
| Reprodução |
![]() |
| A proteína SM-14: antígeno da vacina pode imunizar contra esquistossomose e fasciolose |
De acordo com a coordenadora do projeto, a versatilidade da utilização do antígeno é o grande diferencial da proposta brasileira. A proteína SM-14 pode servir como base para a produção de vacinas que atuem contra diversas doenças causadas por helmintos. “Estamos na fase final do desenvolvimento de uma vacina anti-helmíntica bivalente, ou seja, capaz de prevenir duas doenças, a esquistossomose, doença humana de grande importância social, e a fasciolose, que acomete rebanhos em todo o mundo”, explica Miriam Tendler. O próximo passo, no entanto, é ampliar ainda mais a abrangência da vacina para torná-la multivalente. “Já temos em vista adaptá-la para que também possa prevenir outras doenças causadas por helmintos, como a hemoncose, que afeta bovinos e ovinos”, completa.
A possibilidade de abrir o leque, tornando a vacina um produto da indústria veterinária em um futuro próximo, ajudou a impulsionar, indiretamente, o desenvolvimento da substância também para humanos. Uma parceria que envolve o licenciamento da exploração de patentes foi fechada entre a Fiocruz e a indústria brasileira Ourofino Agronegócio. “Estamos às vésperas da realização de testes de segurança da vacina em humanos, que deve durar cinco meses. Depois dessa etapa, será importante que a vacina transponha os limites da academia e seja produzida em escala industrial, para entrar no mercado”, avalia. “Será a primeira vacina desenvolvida com tecnologia totalmente brasileira. Isso dará ao país autonomia para prevenir a esquistossomose, adotando a prevenção como medida prioritária, e não apenas o tratamento. Será uma vitória nacional e um investimento social de impacto global”, conclui Miriam Tendler.
Sobre a esquistossomose e a fasciolose
Conhecida popularmente como “barriga d’água”, a esquistossomose é considerada uma doença negligenciada, por ser típica de países tropicais em desenvolvimento e não receber atenção adequada da indústria farmacêutica para a produção de ferramentas para a sua erradicação. Ela é transmitida através do contato direto com as larvas do parasita em águas não tratadas. Embora o homem seja seu hospedeiro definitivo, o parasita necessita de caramujos de água doce como hospedeiros intermediários. O planorbídeo, caramujo hospedeiro do Schistossoma mansoni, verme que causa a esquistossomose, habita barragens, rios, lagos e terras irrigadas de qualquer parte do país.
A esquistossomose compromete a saúde em geral e a capacidade de aprendizado, além de provocar diarreia, dores de cabeça, vômitos e sangramento do sistema digestivo. No Brasil, os focos da doença, antes concentrados principalmente nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, agora estão em expansão também para outros estados. Segundo a OMS, 747 milhões de pessoas vivem sob o risco da infecção causada pelo parasita Schistosoma mansoni em 56 países das Américas, da África e Ásia. Já a fasciolose hepática é uma das mais importantes doenças que atingem os ruminantes, gerando constantes prejuízos aos produtores rurais de todo o mundo, devido à mortalidade do gado e à redução na produção de carne e leite.
© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.
sábado, 16 de abril de 2011
LEPTOSPIROSE, EXPOSICAO OCUPACIONAL: BRASIL (RJ)
LEPTOSPIROSE, EXPOSICAO OCUPACIONAL: BRASIL (RJ)
*****************************************
Uma mensagem / Una mensaje / de ProMED-mail <http://www.promedmail.org>
ProMED-mail e um programa da / es un programa de la International Society
for
Infectious Diseases <http://www.isid.org>
Data: Sabado, 16 de abril / Abril de 2011
De: Promed-Port <Promed-Port@promedmail.org>
Fonte: O Dia [14.04.2011]
rtes_suspeitas_157997.html
Funcionários da Suipa têm mortes suspeitas
Quatro trabalhadores da Suipa morreram com sintomas de leptospirose.
Veterinários constatam alta infestação de ratos
Rio - A morte de quatro funcionários da Sociedade União Internacional
Protetora dos Animais (Suipa) desde o início do ano, média de uma por mês,
está levantando suspeita nas famílias de surto de leptospirose na
instituição. Uma morte causada pela doença, que é transmitida pela urina de
rato, foi confirmada. Os outros casos estão sendo investigados,já que os
pacientes apresentaram sintomas semelhantes aos de quem está infectado pela
bactéria Leptospira: febre alta, dores de cabeça e no corpo. Veterinários do
local reclamam da alta infestação de ratos na sede, em Benfica.
A última morte foi da faxineira Eliana Vieira de Souza, 34 anos, na
segunda-feira. Na certidão de óbito, no item causa da morte, diz “aguardando
exame laboratorial”. A mãe dela, Alizete Jacinto de Souza, 60, contou que a
filha estava assustada com a possibilidade de contrair a doença. “Ela me
contou que, pela manhã, depois de terem colocado remédio à noite, eles
tiravam de 30 a 40 ratos mortos por dia. Exame para verificar dengue deu
negativo”, disse Alizete.
A incerteza também atormenta a família do pedreiro Manoel Rodrigues da Silva
Filho,53 anos, morto em fevereiro. Ele teve febre alta, dores e náuseas
durante nove dias e passou por uma clínica particular, UPAs de Manguinhos e
Ricardo de Albuquerque. Chegou ao Hospital Albert Schweitzer em coma e
morreu. “Os médicos não deram um diagnóstico. O corpo foi para o IML, mas,
lá, não fizeram a necropsia. No laudo consta que o corpo estava em avançado
estado de putrefação”, contou a viúva, Fátima da Cunha, 48 anos.
Um mês antes, o faxineiro Josué José Rodrigues, 44 anos, morreu com os
mesmos sintomas. “Na Suipa tem resto de comida e muito rato”, disse o filho
dele, o enfermeiro Paulo da Costa Santos, 26 anos, que trabalha na
instituição.
Presidente admite infestação, mas acredita que mortes são coincidência
A presidente da Suipa, Isabel Cristina Nascimento, acredita que foi
coincidência a morte de quatro funcionários em quatro meses e admitiu que o
local possa estar infestado de ratos, devido a obras na vizinhança e a um
rio poluído próximo. “Pode até ser leptospirose, mas isso não quer dizer que
eles se contaminaram na Suipa. A gente oferece todos os equipamentos de
proteção, como luvas, botas e máscaras, mas tem funcionário como a Eliana
(morta segunda-feira) que pegava a mangueira do chão e colocava na boca”,
disse.
Ontem, veterinários da Suipa se reuniram com a direção pedindo providências.
Eles acreditam que a doença está sendo repassada pelos cães, que podem estar
contaminados pela bactéria da urina do rato.
[veja:
Leptospirose: Brasil (02) (RJ) 20110128.0341
Leptospirose: Brasil (03) (Nova Friburgo, RJ) 20110129.0348
Leptospirose: Brasil (04) (Santarem, PA) 20110312.0795
Leptospirose: Brasil (05) (Fortaleza, CE) 20110411.1140
Leptospirose: Brasil (RJ) 20110122.0270]
------------------------------------------------
ProMED-Port
2011 – ano 14 do ProMED-PORT.
Colabore com a meta 2000 assinantes: inscreva um amigo ou colega no
ProMED-PORT!
[Visite nosso site, com versao em portugues e mecanismo de busca, tambem em
portugues:
http://www.promedmail.org [clique na bandeira portuguesa] - ljs]
...................................................................ljs
*###########################################################
ProMED-mail faz o maior esforco possivel para que os
relatorios colocados em nossos envios sejam verificados, mas
nao podemos garantir a veracidade nem comprovar quao
completa e' a informacao ou qualquer declaracao ou opiniao
baseada na mesma. O leitor assume todos os riscos ao
usar a informacao presentada ou arquivada por ProMED-mail.
A Sociedade Internacional de Doencas Infecciosas (Inter-
national Society of Infectious Diseases - ISID) e seus
proveedores de servico associados nao podem ser considerados
responsaveis por erros ou omissoes, nem estar sujeitos a
qualquer acao legal por danos ocorridos a consequencia do
uso ou da confianca que se tenha tido em algum material
apresentado ou arquivado por ProMED-mail.
*************************************************************
ProMED-mail hace el maximo esfuerzo posible para verificar
los informes que son colocados en nuestros envios, sin
embargo, no podemos garantizar la veracidad ni comprobar
que tan completa es la informacion o cualquier declaracion
u opinion basada en la misma. El lector asume todos los
riesgos al usar la informacion presentada o archivada por
ProMED-mail. La Sociedad Internacional de Enfermedades
Infecciosas (International Society of Infectious Diseases
ISID) y sus proveedores de servicio asociados no pueden
ser considerados responsables por errores u omisiones, ni
sujetos a cualquier accion legal por danos incurridos a
consecuencia del uso o de la confianza que se haya tenido en
algun material presentado o archivado por ProMED-mail.
*************************************************************
Mensajes para ProMED-PORT enviar a promed-port@promedmail.org
Informaciones administrativas solicitar a
majordomo@promedmail.org. Asistencia humana enviar mensaje
.............................................................
Mensagens para ProMED-mail em portugues deverao ser enviadas
enviadas para: promed-port@promedmail.org. Solicitacoes de
carater administrativo deverao ser enviadas para:
majordomo@promedmail.org. Necessitando de auxilio, mande
mensagem para: owner-majordomo@promedmail.org
#############################################################
#############################################################
Assinar:
Postagens (Atom)

