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quinta-feira, 24 de março de 2011

Secretário da Agricultura do RS aprova ampliação do projeto piloto de controle de brucelose e tuberculose


O Projeto Piloto de controle e erradicação de Brucelose e Tuberculose, implantado em seis municípios gaúchos do Vale do Taquari, poderá se transformar em Programa Estadual. O assunto foi debatido pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, na tarde desta segunda-feira (21), em Porto Alegre/RS, com representantes da cadeia leiteira e de corte. As atividades em solo gaúcho, inéditas no Brasil, visam certificar as propriedades rurais em livres das doenças e, consequentemente, auferir melhor renda ao produtor.


Mainardi aprovou a ampliação do projeto e ressaltou que está sendo feito um trabalho de informatização referente à rastreabilidade dos animais. “Pretendemos criar um banco de dados do rebanho de todo o Rio Grande do Sul, por meio da implantação de um chip em cada exemplar, num processo de georreferenciamento das propriedades. Trata-se de um programa que temos condições de implantar porque ajuda a diminuir o abate clandestino e o abigeato”, ressaltou o Secretário.

Segundo o promotor Paulo Estevão Araújo, de Arroio do Meio, o Projeto Piloto começou a ser pensado quando um produtor buscou o Ministério Público para falar da constatação de que 60% de seu rebanho estava contaminado. Então, o MP procurou informações e auxílio da Univates, depois Fundesa, secretarias municipais e estadual Mapa, dando início às atividades. Atualmente, o projeto está em fase final, com algumas das 2.700 propriedades de sete municípios da região já certificadas. O trabalho abrange os municípios de Arroio do Meio, Capitão, Coqueiro Baixo, Nova Bréscia, Pouso Novo e Travesseiro.

Pelos estudos, 1% do rebanho deve apresentar exame positivo para brucelose e cerca de 120 mil exemplares para tuberculose. Atualmente, cada animal analisado – passa por três testes - ganha um brinco para identificação e controle do processo. Luiz Fernando Mainardi acredita que esse projeto deve ser transformado em programa a ser inserido no de modernização e informatização. “Precisamos incorporar esse projeto no de modernização do sistema como um todo, enviado ao Banco Mundial e BNDES em busca de subsídios”, declarou o Secretário.

Segundo ele, a organização de todo o processo significa cerca de 500 mil bovinos a mais abatidos na legalidade. “Só daí, disse, teremos o pagamento do investimento feito no programa”. O Projeto Piloto Micro-região Vale do Taquari é realizado em acordo com a metodologia do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose – PNCEBT.

Participaram da reunião os presidentes do Fundesa, Rogério Kerber; do Conselho Técnico Operacional de Pecuária de Corte, Fernando Adauto;do Conselho Técnico Operacional da Pecuária Leiteira, Jorge Luiz; do Sindilat, Carlos Marcílio Feijó, o representante do Mapa, Jorge Meana; secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini e o coordenador do Projeto Piloto, Oreno Ardêmio Heineck, além dos diretores do DPA, Eraldo Marques e geral da Seapa, Cláudio Fioreze.

Clarice Lena Mateuzzi Giorgi
Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio - SEAPA
(51) 3288-6211

quinta-feira, 3 de março de 2011

Vacinação contra brucelose bovina em MG tem o maior índice desde 2008


Instituto Mineiro de Agropecuária vacinou 1.913.546 bezerras em 2010

 
No ano de 2010, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) vacinou 1.913.546 bezerras contra brucelose. Com esse número, Minas obteve um índice de 85% de vacinação, o melhor resultado dos últimos três anos. Em 2008 e 2009, os índices foram de 77% e 80%, respectivamente. O recorde foi em 2006, quando o índice de vacinação chegou a 86%.
As coordenadorias regionais do IMA de Almenara, Curvelo, Uberlândia e Unaí atingiram 90% de vacinação contra a doença. Essas coordenadorias abrangem 102 municípios das regiões Central, Vale do Jequitinhonha, Triângulo e Noroeste de Minas.
Os programas sanitários estipulam meta mínima a ser alcançada de 80% de vacinação. Em Minas, a meta do IMA é imunizar, no mínimo, 90% de bezerras por município.
A vacinação contra a brucelose é obrigatória, sendo uma das principais medidas estabelecidas pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose (PNCEBT) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O PNCEBT é de adesão voluntária e tem como objetivo baixar a prevalência e incidência de novos casos de brucelose e tuberculose bovina, bem como certificar propriedades como livres dessas doenças.
O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, afirma que a vacinação é a principal medida de combate a brucelose e faz um alerta quanto à importância da certificação de propriedades no programa PNCEBT.
– A adesão do produtor à certificação de propriedades livres ou monitoradas proporciona redução dos prejuízos ocasionados pela brucelose e tuberculose, maior credibilidade sanitária, além de agregar valor aos produtos lácteos e derivados de carnes – comenta.
O IMA, órgão vinculado a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é responsável pela execução das ações de defesa sanitária animal em Minas e adota, desde 2001, os procedimentos previstos no PNCEBT, como a coordenação e controle da vacinação contra brucelose em bezerras de três a oito meses de idade.
Doença
A brucelose é uma doença grave e altamente contagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella, que acomete bovinos, suínos, equinos, caprinos e ovinos.
Pode ser transmitida ao homem através do contato direto com animais infectados ou pelo consumo da carne, leite e derivados que não passaram pelo processo de pasteurização ou cozimento.

Release: GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Fonte: Canal Rural

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Vacinação é forma segura e eficaz na prevenção e controle da brucelose





Vacinação é forma segura e eficaz na prevenção e controle da brucelose
15/02/11 - 06:14 
Doença é diagnosticada com maior facilidade na época de concentração das parições, pois diminui o número de bezerros nascidos

Além das perdas em produtividade ocasionadas ao sistema de produção pelo elevado número de abortos que causa nas fêmeas domésticas, a brucelose é também tema de preocupação constante por parte das autoridades de saúde pública mundial, já que se trata de uma zoonose (doença transmitida dos animais ao homem). 

Segundo Marcos Malacco, médico veterinário e gerente técnico da Merial Saúde Animal, a brucelose bovina é causada por bactérias da espécie Brucella abortus e sua apresentação clínica no rebanho pode ser observada principalmente pela ocorrência de abortos. O aborto acontece no terço final da gestação, seguido por retenção de placenta, sendo esse o sinal mais evidente da contaminação do animal. 

Entretanto é preciso atenção, pois o aborto não costuma acontecer indefinidamente nas fêmeas afetadas. Isso é muito importante, pois as fêmeas infectadas que não abortam, todas as vezes que parem, eliminam grande número de brucelas no ambiente, servindo como fonte de infecção para os outros animais do rebanho.

“Após infectadas, até 80% das fêmeas abortam uma primeira vez, enquanto que outros 25% podem abortar uma segunda vez, e raramente ocorre novo aborto após esse segundo episódio. Em geral, os animais que nascem de uma gestação de fêmeas bovinas brucélicas, morrem logo após o nascimento. Entretanto, alguns podem sobreviver, e tornarem-se portadores latentes, contribuindo para propagação silenciosa da doença na fazenda”, explica Malacco.

A principal forma de infecção pela brucela é por meio da ingestão ou contato das mucosas ou pele lesada dos animais com a bactéria. No meio ambiente esses agentes infecciosos podem permanecer viáveis por longos períodos, especialmente em locais ricos em matéria orgânica, protegidos da luz solar e de altas temperaturas”, diz. 

Uma forma eficaz e segura de combater a doença é a vacinação sistemática das bezerras entre os três e oito meses de idade com vacina atenuada produzida com a cepa B-19 da Brucella abortus. É necessária apenas uma dose da vacina. Estas vacinas deverão ser aplicadas pelo médico veterinário ou por pessoa por ele treinada e autorizada, pois são vacinas vivas atenuadas e podem causar problemas ao ser humano caso cuidados específicos não sejam tomados. Em vários Estados brasileiros a vacinação das bezerras ou terneiras é obrigatória e exige atestado expedido por médico veterinário cadastrado nos órgãos responsáveis pela sanidade animal da região.

A Merial fornece aos produtores de bovinos brasileiros a vacina Anabortina® Bovina B-19, testada e comprovada sob as mais diversas condições de campo brasileiras, produzida e comercializada há mais de 50 anos, o que comprova sua alta eficácia e confiabilidade. 

A Merial oferece também para seus clientes cursos e palestras com objetivo de mostrar a importância da brucelose, seus riscos e formas de controle sempre se baseando no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

Outras medidas de controle da brucelose são: isolar as fêmeas que tenham abortado do restante do rebanho, retirar animais que não abortaram do pasto onde se encontrarem as fêmeas que abortaram; retirar os fetos abortados das pastagens com cuidado usando os equipamentos básicos de proteção como luvas, botas de borracha, e enterrando-os; roçar o local onde foi encontrado o feto abortado e aplicar cal sobre o local. 

As informações são da assessoria de imprensa da Merial Saúde Animal.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Nova medida fortalece combate à brucelose e tuberculose em bovinos


 Por Editor em 08/02/2011
 Em vigor desde janeiro de 2011, a Instrução Normativa nº 2 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) aprimora as regras sobre certificação de propriedades no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT). Esta normatização prevê novas regras para o ingresso de bezerras com até 24 meses em propriedades certificadas como livres de brucelose e tuberculose.
A partir de agora, bezerras com idade inferior a 24 meses provenientes de fazendas não certificadas contra a brucelose poderão ingressar em propriedades em processo de certificação ou certificadas como livre das doenças, mediante apresentação do atestado individual de vacinação. Anteriormente, somente era permitida a entrada de fêmeas, nesta faixa etária, provenientes de propriedades já certificadas como livre de brucelose e tuberculose.
O objetivo da nova medida, com validade até 31 de janeiro de 2015, é incentivar a adesão de produtores ao PNCEBT e criar um número significativo de propriedades certificadas que ofereçam ao consumidor final produtos de baixo risco sanitário.
Durante o ano de 2010, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) juntamente com a coordenação do PNCEBT de Minas Gerais e Brasília realizaram reuniões com diversos produtores, dentre eles os de queijo minas artesanal, além de responsáveis por cooperativas e laticínios para buscar entendimento para uma maior adesão ao programa.
De acordo com a médica veterinária e coordenadora do PNCEB do IMA, Luciana Oliveira, a principal dificuldade apontada pelos produtores para adesão à certificação das propriedades foi a exigência da entrada de fêmeas com até 24 meses provenientes exclusivamente de propriedades certificadas.
"O IMA repassou as informações ao Ministério da Agricultura, que por sua vez acatou as reivindicações dos produtores e demais integrantes do setor produtivo. A partir disso, para estimular a adesão ao programa, foi realizada a alteração da Instrução Normativa nº 6/2004, que trata das regras do PNCEBT", explica Luciana Oliveira.


O PROGRAMA



O PNCEBT é de adesão voluntária e tem como objetivo baixar a prevalência e incidência de novos casos de brucelose e tuberculose bovinas, bem como certificar propriedades como livres destas doenças.



O IMA é o órgão responsável pela execução das ações de defesa sanitária animal em Minas Gerais e adota, desde 2001, os procedimentos previstos no PNCEBT.
De acordo com o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, o setor público atua como agente certificador de um processo que envolve diretamente toda a cadeia produtiva do leite. "O PNCEBT é um importante instrumento para que os produtores rurais e o setor agroindustrial agreguem valor aos produtos, além de atestar ao consumidor final a qualidade do alimento", explica.
O produtor que se interessar em certificar sua propriedade deve procurar o escritório do IMA ao qual pertence sua propriedade, acompanhado de médico veterinário habilitado.



FONTE



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

RS: Mapa busca erradicação de brucelose e tuberculose

 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reconhece 25 propriedades do município de Capitão (RS) como livres de brucelose e tuberculose, nesta quinta-feira, 16 de dezembro. O secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, fará a entrega do documento, às 14h, na Câmara Municipal. Essa será a primeira certificação de fazendas que fazem parte do projeto Arroio do Meio, que envolve mais cinco municípios da região Sul: Coqueiro Baixo, Nova Bréscia, Pouso Novo, Travesseiro e Arroio do Meio.


"A certificação vai permitir a oferta de produtos lácteos com alta qualidade, aptos a atender à demanda de importadores mais exigentes. Além disso, vai contribuir para a segurança alimentar, desde o campo até a mesa", explica Jardim. Capitão fica na região centro-oeste do estado, a 130 km de Porto Alegre.

Segundo o coordenador do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PN CEBT) do Ministério da Agricultura, José Ricardo Lobo, para uma propriedade conseguir essa classificação, é necessário realizar três testes consecutivos contra as doenças e apresentar resultados negativos. "Os pecuaristas interessados em obter o status devem fazer o requerimento numa unidade local do serviço de defesa sanitária animal, antes de iniciar os testes. Ao todo, 2,7 mil propriedades estão em processo de certificação", declara. 

Hoje, 153 propriedades localizadas em 13 unidades da Federação possuem o status de livres de brucelose e tuberculose. São elas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e o Distrito Federal. A região Sul destaca-se no número de fazendas livres, com 117, sendo 65 no Rio Grande do Sul, 37 no Paraná e 15 em Santa Catarina.

O projeto piloto Arroio do Meio é a primeira iniciativa no país de certificação de todas as propriedades de uma microrregião. A área é de 634,7 km², com 34,4 mil animais, em 2.723 mil propriedades. O programa é conduzido por um comitê gestor formado pelo Ministério da Agricultura, Ministério Público Estadual, Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária do Estado do Rio Grande do Sul (Fundesa), prefeituras municipais envolvidas e Centro Universitário Comunitário de Lajeado.

A brucelose (Brucella abortus) e a tuberculose (Mycobacterium bovi) são doenças crônicas causadas por bactérias. No caso da brucelose, os principais sintomas nos animais são aborto, nascimentos prematuros, esterilidade e baixa produção de leite. Já a tuberculose caracteriza-se pela evolução lenta, com sinais clínicos pouco frequentes em bovinos e búfalos. Em estágios avançados, os bovinos podem apresentar dispnéia, tosse, mastite e infertilidade.

"Os prejuízos podem ocasionar a morte dos a nimais, queda no ganho de peso e na produção de leite, descarte precoce e condenação de carcaças no abate. Estima-se que os animais infectados percam de 10 a 25% da sua eficiência produtiva", informa Lobo.

A certificação de propriedades livres de brucelose e tuberculose é uma das estratégias do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT). "Como são doenças com significativo impacto econômico e que podem ser transmitidas aos seres humanos, a certificação contribui para a agregação de valor ao produto e traz benefícios diretos aos pecuaristas, às indústrias de lácteos e aos consumidores", finaliza Lobo.

As informações são do Mapa.

sábado, 13 de novembro de 2010

São Paulo inicia estudo de prevalência da brucelose e tuberculose bovina

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, iniciou a capacitação de médicos veterinários e técnicos de apoio agropecuários para executar o estudo de prevalência da tuberculose e da brucelose no rebanho bovino e bubalino do Estado. Esses profissionais serão capacitados para realizar a colheita de sangue para análise da brucelose e aplicação da tuberculina para verificar a incidência da tuberculose.

O último estudo da prevalência para a brucelose foi realizado no Estado em 2001 e apresentou como resultado a prevalência de 9,7% em propriedades e 3,8% em animais. Para a tuberculose, esta é a primeira prevalência a ser realizada. Segundo o médico veterinário Heinz Otto Hellwig, responsável pelo Programa Estadual de Erradicação da Brucelose e da Tuberculose, “o objetivo é conhecer a ocorrência e a incidência das duas doenças no Estado para traçar as políticas sanitárias e escolher as melhores estratégias nas ações, com vistas à erradicação.”

O diretor da Defesa Sanitária Animal da CDA, João Carlos Renofio Hoppe, explica que o estudo será feito com base nas diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As orientações serão repassadas pelo professor titular da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), José Soares Ferreira Neto. A USP faz parte do comitê consultivo do Mapa que promove o estudo.

As equipes treinadas começam a trabalhar na colheita de amostra de sangue para diagnóstico da brucelose e na inoculação de PPD bovino e aviário para teste da tuberculose. Os dados obtidos nos testes serão lançados em um programa informatizado para análise dos resultados, feita com base em dados matemáticos estabelecidos pela FMVZ para serem validados pelo Mapa.

“O estudo visa acompanhar o andamento do programa e julgar, racionalmente, se há necessidade de fazer correções”, afirma o professor Ferreira Neto, que coordena o Centro Colaborador do Ministério para Saúde Animal.

O Instituto Biológico (IB), ligado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), também da Secretaria de Agricultura, participa do estudo. As pesquisadoras Eliana Roxo e Vera Curci são as responsáveis por transferir as informações técnicas e instruções sobre as colheitas e inoculação da tuberculina, bem como os procedimentos necessários para que o material colhido esteja em conformidade com as normas internacionais. Todas as análises sorológicas de brucelose serão realizadas pela pesquisadora Lília Paulin, do próprio IB.

Para a realização do estudo, o Estado foi dividido em sete macrorregiões. A primeira capacitação, realizada de 15 a 17 deste em Araçatuba e Andradina, abrangeu três macrorregiões que envolvem 21 regionais de defesa. O próximo treinamento será realizado com as outras quatro, que totalizam 19 regionais. As aulas teóricas foram realizadas no auditório do Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran), em Araçatuba, e a prática no Polo Regional Extremo Oeste da Apta, em Andradina.

Euzi Dognani
Assessoria de Comunicação
(11) 5067-0069

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Projeto Brucelose distribui 24,5 mil doses de vacina no ES


As atividades do Projeto Brucelose estão a todo vapor. O comitê gestor da ação já distribuiu 24,5 mil doses da vacina contra a doença e, com o apoio dos sindicatos rurais do Espírito Santo, tem levado 50 agentes de saúde animal às propriedades rurais capixabas para realizar a imunização do rebanho.

Vários municípios do Estado têm se destacado no andamento das ações, como é o caso de Pedro Canário, Nova Venécia, Mimoso do Sul, Afonso Cláudio e Cachoeiro de Itapemirim. Com o projeto, os criadores pagam no máximo R$ 4 por bezerra vacinada, com o deslocamento do agente incluso. É
o caso de Itaguaçu, onde as vacinações estão em andamento.


“Fazemos tudo a um custo bem abaixo do que é praticado no mercado. A intenção é atender exclusivamente ao produtor, com um serviço de qualidade”, conta o coordenador Estadual do Projeto Brucelose, junto à Faes – Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo e ao Senar/ES – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Espírito Santo, Antonio Carlos de Souza.

Metas
Formada pela Faes, Senar/ES, Seag - através do Incaper e Idaf - OCB e Superintendência Federal da Agricultura (SFA), a iniciativa pretende, ainda este ano, atingir cerca de 65% de vacinação no Estado. Antonio Carlos de Souza afirma que o resultado pode vir a longo prazo. “Sabemos que não é em 30 dias que vamos obter o resultado esperado. O trabalho pode levar de três a cinco meses para  deslanchar, pois há uma preparação que precede o trabalho de campo e isso leva tempo”, declara.

Mais informações: Faes – (27) 3185-9200

Caroline Csaszar
Iá! Comunicação
(27) 3314-5909

Publicado por Marcus Vinícius Sandim 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Aprovado Teste de Polarização Fluorescente para o Diagnóstico da Brucelose Animal

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

INSTRUÇÃO NORMATIVA No-27, DE 20 DE OUTUBRO DE 2010

O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe conferem os arts.
10 e 42 do Anexo I do Decreto no 7.127, de 4 de março de 2010, tendo em vista o disposto no Decreto no 24.548, de 3 de julho de 1934, na Instrução Normativa SDA no 06, de 8 de janeiro de 2004, e o que consta do Processo no 21000.004778/2010-48, resolve:

Art. 1o Aprovar o Teste de Polarização Fluorescente - TPF para utilização pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, no diagnóstico da brucelose bovina e bubalina, nas condições estabelecidas por esta Instrução Normativa.

Art. 2o O TPF poderá ser utilizado como teste único ou como teste confirmatório nas seguintes condições:
I - ser realizado por laboratório oficial ou credenciado pertencente à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;
II - a amostra ter sido colhida e encaminhada ao laboratório por médico veterinário oficial ou habilitado para a execução das atividades previstas no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal; e
III - ser utilizado, a critério do médico veterinário oficial ou habilitado, como teste confirmatório em animais reagentes ao teste do AAT ou inconclusivos no teste do 2-ME.
Parágrafo único. Os animais reagentes positivos ao TPF deverão ser destinados ao sacrifício ou destruição, na forma da Instrução Normativa no 6, de 8 de janeiro de 2004.

Art. 3o O TPF poderá ser utilizado para o trânsito internacional de animais.

Art. 4o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

JOSÉ GUILHERME TOLLSTADIUS LEAL

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Avaliação do PNCEBT-Vídeos

Os vídeos abaixo foram feitos no último encontro de avaliação do PNCEBT (Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose) ocorrido na USP em SP no mês de setembro.
Os vídeos foram retirados de http://vetvideos.wordpress.com/2010/08/31/integra-do-pncebt/ de responsabilidade de MV Fabio Hosoi.

Abertura 1/3



Abertura2/3



Abertura 3/3



PNCEBT – mvsilva



PNCEBT – Prof Vitor Salvador Picão Gonçalves – UNB



Dr. Andrei



Dr. Oreno Ardêmio



Dra. Luciane F. Oliveira



Dr. Jeferson Farias- Br Foods



Dr. carlos Alberto P. Cunha- Laticínios Alhambra



Professor Fernando Ferreira – VPS – FMVZ-USP – O sistema desenvolvido para colheita de dados para o PNCEBT



PNCEBT – Prof Vitor Salvador Picão Gonçalves – UNB 1/2



PNCEBT – Prof Vitor Salvador Picão Gonçalves – UNB 2/2



PNCEBT – José Ricardo Lobo PNCEBT/MAPA 1/3



PNCEBT – José Ricardo Lobo PNCEBT/MAPA 2/3



PNCEBT – José Ricardo Lobo PNCEBT/MAPA 3/3



PNCEBT – Situação da Brucelose no Brasil – Prof. José Soares Ferreira Neto 1/2



PNCEBT – Situação da Brucelose no Brasil – Prof. José Soares Ferreira Neto 2/2




sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Artigos: Brucella canis em humanos

Human Brucella canis outbreak linked to infection in dogs

17 September 2010

The zoonotic risk of Brucella canis has been considered fairly high for persons who handle
breeding dogs in kennels or are exposed to infected animals. Transmission to humans in other circumstances has been thought to be rare. We describe an uncommon outbreak of brucellosis
caused by B. canis which, to the best of our knowledge, is the first reported in the literature.
This outbreak involved six persons (three children and three adults), a bitch and three puppies which had close daily contact with the family. The clinical symptoms of the index case led to an erroneous diagnosis and the infection would have gone undiagnosed if culture had not been
positive. This report aims to increase awareness of medical personnel of the need to order screening tests for children, immunodeficient persons or pregnant women presenting with fever of unknown origin, unexplained spleen or liver enlargement or other systemic signs. The emerging zoonotic potential of this disease in urban areas and the need to coordinate canine brucellosis surveillance systems should be evaluated.
Epidemiol. Infect., Page 1 of 6.

Author/Organization: Lucero, N.E., Corazza, R., Almuzara, M.N., Reynes. E., Escobar, G.I., Boeri, E., and Ayala, D.S.M.
Publication year: 2009
Where: Argentina                                                        DOWNLOAD do Artigo

Unusual clinical presentation of brucellosis caused by Brucella canis

17 September 2010

Brucella canis is considered a rare cause of human brucellosis. The clinical importance of this infection may have been underestimated so far because of difficulties with presumptive diagnosis. The case described here presented symptoms compatible with brucellosis but the routine tests using Brucella abortus antigen were negative. The infection would have remained undiagnosed if culture had not been positive. This case illustrates the potential for a favourable outcome in Brucella canis diagnosis and supports recommendations for the use of B. canis serology. The infection
should be suspected in patients with compatible symptoms and negative serology for B. abortus antigen.
Journal of Medical Microbiology (2005), 54, 505–508

Author/Organization: Lucero, N.E., Jacob, N.O., Ayala, S.M. and Escobar, G.I.
Publication year: 2005
Where: Argentina
DOWNLOAD do Artigo