Publicação: 18/01/2012 22:03
A indústria brasileira exportadora de carne espera que em maio a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reveja o risco do país para a doença da vaca louca. No final de 2011, o comitê científico da OIE sinalizou que o Brasil poderia retomar a classificação de risco 1 (desprezível) para Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB). Hoje o Brasil é risco 2 (controlável) para a doença. A retomada da condição brasileira pode ser oficializada na reunião anual da organização em maio, segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antonio Camardelli.
O Brasil tinha risco desprezível para vaca louca até 2005, quando, mesmo sem nenhum registro da doença, foi rebaixado pela OIE para risco 2. Nesse nível estão os Estados Unidos, que registraram um foco de vaca louca em 2004. Na ocasião, analistas atribuíram o rebaixamento a falhas no sistema de rastreamento bovino brasileiro.
Fonte: Agência Estado
Neste Blog fazemos: 1- Atualização sobre a ocorrência de doenças de importância em Veterinária e em Saúde Pública em todo o mundo. 2- Troca de informações sobre: Doenças Infecciosas, Zoonoses, Saneamento Ambiental, Defesa Sanitária Animal (Legislação e Programas Sanitários do Ministério da Agricultura) e demais assuntos relacionados à sanidade e Saúde Pública. Este blog se destina a discutir a saúde animal dentro dos seus mais variados aspectos.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
NWRC: Video - Protecting Native Wildlife from Invasive Rodents
National Wildlife Research Center research on solutions that help reduce the impact of invasive rats on native wildlife and plants.
Vídeoreportagem - ALERTA: raiva em SP!!!
é nosso dever, como médicos veterinários, garantir q essas doenças sejam controladas. todos sabemos que esta doença MATA de forma lenta e dolorosa. não caiam na historinha de cura da raiva. ela não existe! se as secretarias e ministérios competentes não estão tão competentes assim, não podemos deixar de fazer nosso papel: informar a população!
http://vetvideos.wordpress.com/2012/01/20/alerta-raiva-em-sp/
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Qualidade de vida para cada fase do pet
Cachorros apresentam mudanças de comportamento e têm necessidades específicas em cada idade
Filhotes, jovens, adultos e idosos. Assim como seus cuidadores, os cães passam por diferentes fases da vida e, junto com elas, vêm as mudanças de comportamento e as necessidades específicas. Prestar atenção ao que o animal precisa faz toda a diferença para o bem-estar e felicidade do animal. Para saber o que o cãozinho precisa em cada fase, o veterinário Adonai Bruno, de Londrina, dá as dicas.
Muito curiosos, os filhotes estão começando a conhecer o mundo, as coisas e as pessoas por meio do olfato. Nesta fase, os animais são extremamente brincalhões, cheios de energia. Portanto, o especialista orienta que não há nada melhor do que o proprietário brincar com o animal, participando de suas descobertas.
''Eles vão querer morder os objetos da casa, passear, correr e brincar, por isso é tão importante que o proprietário tenha disposição para o gasto de energia deles, realizando caminhadas por cerca de três a quatro vezes na semana'', afirma o veterinário. Ele alerta sobre a importância de que a atividade seja realizada sempre em um período mais fresco do dia e em um curto espaço, principalmente se os cães forem pequenos. ''Obrigar um animal de pequeno porte a caminhar por um quilômetro ou mais, como a gente vê por aí, é um crime. Eles não têm resistência para isso.''
Pequenos e frágeis, os filhotes ainda são mais suscetíveis a um grande número de parasitas e precisam de cuidados especiais para ter uma vida saudável. ''Assim que você comprar ou adotar o animal, é fundamental que inicie o programa de prevenção com as vacinações e a desverminação. Lembrando que as doses devem sempre ser realizadas seguindo um período específico, recomendado por um veterinário de confiança'', diz.
Vermifugação
De acordo com o especialista, o ciclo da vermifugação deve ser realizado considerando o nível de exposição do animal aos parasitas externos. ''Animais que vivem em apartamentos estariam, por exemplo, menos expostos aos ectoparasitas, por isso o intervalo vermifugação é maior.''
Durante o primeiro mês de vida, Bruno orienta que a alimentação seja realizada a base de leite materno apenas. Assim como para as crianças, a amamentação para os animais supre todas as necessidade nutricionais do cão durante esta fase. ''Passada essa fase, o proprietário do animal deve iniciar o desmame progressivo, oferendo a ração própria para filhotes umedecida em água morna'', orienta.
De acordo com Bruno, a fase de filhote para os animais de pequeno porte termina com um ano de idade, já para os animais de grande porte, a infância termina aos dois anos de idade.
Fernanda Carreira
Reportagem Local
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--2631-20120119
Filhotes, jovens, adultos e idosos. Assim como seus cuidadores, os cães passam por diferentes fases da vida e, junto com elas, vêm as mudanças de comportamento e as necessidades específicas. Prestar atenção ao que o animal precisa faz toda a diferença para o bem-estar e felicidade do animal. Para saber o que o cãozinho precisa em cada fase, o veterinário Adonai Bruno, de Londrina, dá as dicas.
Muito curiosos, os filhotes estão começando a conhecer o mundo, as coisas e as pessoas por meio do olfato. Nesta fase, os animais são extremamente brincalhões, cheios de energia. Portanto, o especialista orienta que não há nada melhor do que o proprietário brincar com o animal, participando de suas descobertas.
''Eles vão querer morder os objetos da casa, passear, correr e brincar, por isso é tão importante que o proprietário tenha disposição para o gasto de energia deles, realizando caminhadas por cerca de três a quatro vezes na semana'', afirma o veterinário. Ele alerta sobre a importância de que a atividade seja realizada sempre em um período mais fresco do dia e em um curto espaço, principalmente se os cães forem pequenos. ''Obrigar um animal de pequeno porte a caminhar por um quilômetro ou mais, como a gente vê por aí, é um crime. Eles não têm resistência para isso.''
Pequenos e frágeis, os filhotes ainda são mais suscetíveis a um grande número de parasitas e precisam de cuidados especiais para ter uma vida saudável. ''Assim que você comprar ou adotar o animal, é fundamental que inicie o programa de prevenção com as vacinações e a desverminação. Lembrando que as doses devem sempre ser realizadas seguindo um período específico, recomendado por um veterinário de confiança'', diz.
Vermifugação
De acordo com o especialista, o ciclo da vermifugação deve ser realizado considerando o nível de exposição do animal aos parasitas externos. ''Animais que vivem em apartamentos estariam, por exemplo, menos expostos aos ectoparasitas, por isso o intervalo vermifugação é maior.''
Durante o primeiro mês de vida, Bruno orienta que a alimentação seja realizada a base de leite materno apenas. Assim como para as crianças, a amamentação para os animais supre todas as necessidade nutricionais do cão durante esta fase. ''Passada essa fase, o proprietário do animal deve iniciar o desmame progressivo, oferendo a ração própria para filhotes umedecida em água morna'', orienta.
De acordo com Bruno, a fase de filhote para os animais de pequeno porte termina com um ano de idade, já para os animais de grande porte, a infância termina aos dois anos de idade.
Fernanda Carreira
Reportagem Local
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--2631-20120119
Indústria de carne vê exportação recorde em 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 15:34
Por Fabíola Gomes
SÃO PAULO, 17 Jan (Reuters) - Os exportadores de carne bovina preveem recuperação dos embarques após a queda do ano anterior e novo incremento nos preços, o que poderá levar o Brasil a encerrar 2012 com receita acima de 6 bilhões de dólares pela primeira vez, estimou a indústria nesta terça-feira.
Os embarques do Brasil, um dos maiores exportadores globais de carne bovina, devem crescer embalados na recuperação do espaço perdido no mercado russo e por mais vendas para a União Europeia e Estados Unidos.
"Esta é uma previsão baseada em assuntos que estão em andamento", disse a jornalistas Antônio Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), acreditando em menos dificuldades para exportar à Rússia e à União Europeia.
"Vemos a possibilidade de voltar a crescer em volume, como na Rússia..., que pode voltar a patamares anteriores (ao embargo parcial aos frigoríficos)."
Com isso, a expectativa da Abiec é que o setor reverta a queda de 10,8 por cento nas vendas totais do ano passado, quando foram embarcadas 1,09 milhão de toneladas, para um aumento de 10 por cento em 2012.
Já receita com exportação de carne bovina do país subiu 11,65 por cento no ano passado, para 5,37 bilhões de dólares, de acordo com associação, que prevê crescimento nas divisas de 20 por cento em 2012 ante o ano anterior.
Com o aumento expressivo de 25 por cento no preço médio da tonelada exportada no ano passado, o Brasil praticamente igualou a receita recorde de 5,4 bilhões de dólares registrada em 2008.
Em volumes, as exportações brasileiras marcaram um recorde em 2007, quando atingiram 1,6 milhão de toneladas.
MERCADOS
A Rússia foi o principal destino para a carne brasileira, com uma fatia de 22 por cento no ano passado, contra 24 por cento de 2010. Mesmo assim, o embargo parcial imposto em junho de 2011 fez as vendas para o país recuarem 19,5 por cento na comparação com 2010, para 237,5 mil toneladas.
Alguns frigoríficos de três Estados -Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul- estão impossibilitados de vender para o mercado russo desde o embargo imposto em 15 junho de 2011.
"A tendência para este ano, agora que alguns estabelecimentos já foram reabilitados, é de crescimento", disse Camardelli. Segundo ele, a entrada da Rússia na Organização Mundial de Comércio (OMC) e o diálogo entre equipes técnicas dos dois países favorecerão os embarques brasileiros.
Os embarques para a União Europeia, segundo principal destino para o produto brasileiro, recuaram 10 por cento em volume, para 109 mil toneladas. Contudo, registraram crescimento de 21 por cento em receita. Resultado que Camardelli atribui ao mix de cortes de carnes embarcadas para aquele país.
Além disso, o avanço das negociações com a União Europeia sobre a publicação da lista de propriedades habilitadas a exportar para aquele mercado, que agora é de responsabilidade brasileira, permitirá um incremento na oferta.
Atualmente, o Brasil tem 2 mil propriedades habilitadas a fornecer gado para frigoríficos que exportam para a União Europeia, o que engloba 4,3 milhões de cabeças. Antes de 2008, 26 mil propriedades podiam exportar para os europeus.
Agora, com o governo brasileiro assumindo a responsabilidade de fiscalizar e divulgar esta lista de propriedades habilitadas, a indústria espera minimizar a burocracia e elevar a oferta para aquele mercado. Este processo ainda deve ser auditado pelos europeus.
"Vamos ter um número mais palatável de oferta (de carne para o mercado europeu)", acrescentou.
Já os Estados Unidos, oitavo destino para a carne brasileira, tiveram um salto importante neste ano tanto em volume como em receita, superior a 100 por cento na comparação com 2010.
"2011 foi o primeiro ano de embarque cheio, desde que os Estados Unidos reabriram (seu mercado) para a carne industrializada do Brasil", observou Camardelli, explicando a razão do crescimento expressivo.
Os EUA barraram a entrada de carne processada do Brasil em maio de 2010, depois que constataram níveis acima dos tolerados do vermífugo ivermectina na carne exportada pelo Brasil. O mercado norte-americano só foi reaberto em dezembro de 2010. .
A Abiec também vislumbra conseguir embarcar carne in natura para o mercado norte-americano. "Este será um bom ano para evoluir as negociações neste mercado", disse Camardelli.
CONTENCIOSO NÃO É DESCARTADO
A flexibilização da instrução normativa 61, que passa para o governo brasileiro o gerenciamento das propriedades habilitadas a exportar para a Europa, atendeu demanda dos exportadores brasileiros, mas não é fator suficiente para a indústria descartar um pedido de contencioso contra a UE junto à OMC.
O diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio, explica que a indústria ainda estuda ir à OMC por conta dos entraves encontrados para cumprir a chamada cota Hilton.
Por esta cota, o Brasil pode exportar 10 mil toneladas de cortes especiais de carne, volume que o país não consegue alcançar diante das normas específicas aplicadas ao produto brasileiro.
A Abiec quer a uniformização das regras para os países que têm direito a exportar por esta cota, que atualmente variam entre os países que detêm esta cota. "Mas este tema, também está em negociação avançada", disse Sampaio, sem dar mais detalhes.
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE80G07U20120118?sp=true
Por Fabíola Gomes
SÃO PAULO, 17 Jan (Reuters) - Os exportadores de carne bovina preveem recuperação dos embarques após a queda do ano anterior e novo incremento nos preços, o que poderá levar o Brasil a encerrar 2012 com receita acima de 6 bilhões de dólares pela primeira vez, estimou a indústria nesta terça-feira.
Os embarques do Brasil, um dos maiores exportadores globais de carne bovina, devem crescer embalados na recuperação do espaço perdido no mercado russo e por mais vendas para a União Europeia e Estados Unidos.
"Esta é uma previsão baseada em assuntos que estão em andamento", disse a jornalistas Antônio Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), acreditando em menos dificuldades para exportar à Rússia e à União Europeia.
"Vemos a possibilidade de voltar a crescer em volume, como na Rússia..., que pode voltar a patamares anteriores (ao embargo parcial aos frigoríficos)."
Com isso, a expectativa da Abiec é que o setor reverta a queda de 10,8 por cento nas vendas totais do ano passado, quando foram embarcadas 1,09 milhão de toneladas, para um aumento de 10 por cento em 2012.
Já receita com exportação de carne bovina do país subiu 11,65 por cento no ano passado, para 5,37 bilhões de dólares, de acordo com associação, que prevê crescimento nas divisas de 20 por cento em 2012 ante o ano anterior.
Com o aumento expressivo de 25 por cento no preço médio da tonelada exportada no ano passado, o Brasil praticamente igualou a receita recorde de 5,4 bilhões de dólares registrada em 2008.
Em volumes, as exportações brasileiras marcaram um recorde em 2007, quando atingiram 1,6 milhão de toneladas.
MERCADOS
A Rússia foi o principal destino para a carne brasileira, com uma fatia de 22 por cento no ano passado, contra 24 por cento de 2010. Mesmo assim, o embargo parcial imposto em junho de 2011 fez as vendas para o país recuarem 19,5 por cento na comparação com 2010, para 237,5 mil toneladas.
Alguns frigoríficos de três Estados -Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul- estão impossibilitados de vender para o mercado russo desde o embargo imposto em 15 junho de 2011.
"A tendência para este ano, agora que alguns estabelecimentos já foram reabilitados, é de crescimento", disse Camardelli. Segundo ele, a entrada da Rússia na Organização Mundial de Comércio (OMC) e o diálogo entre equipes técnicas dos dois países favorecerão os embarques brasileiros.
Os embarques para a União Europeia, segundo principal destino para o produto brasileiro, recuaram 10 por cento em volume, para 109 mil toneladas. Contudo, registraram crescimento de 21 por cento em receita. Resultado que Camardelli atribui ao mix de cortes de carnes embarcadas para aquele país.
Além disso, o avanço das negociações com a União Europeia sobre a publicação da lista de propriedades habilitadas a exportar para aquele mercado, que agora é de responsabilidade brasileira, permitirá um incremento na oferta.
Atualmente, o Brasil tem 2 mil propriedades habilitadas a fornecer gado para frigoríficos que exportam para a União Europeia, o que engloba 4,3 milhões de cabeças. Antes de 2008, 26 mil propriedades podiam exportar para os europeus.
Agora, com o governo brasileiro assumindo a responsabilidade de fiscalizar e divulgar esta lista de propriedades habilitadas, a indústria espera minimizar a burocracia e elevar a oferta para aquele mercado. Este processo ainda deve ser auditado pelos europeus.
"Vamos ter um número mais palatável de oferta (de carne para o mercado europeu)", acrescentou.
Já os Estados Unidos, oitavo destino para a carne brasileira, tiveram um salto importante neste ano tanto em volume como em receita, superior a 100 por cento na comparação com 2010.
"2011 foi o primeiro ano de embarque cheio, desde que os Estados Unidos reabriram (seu mercado) para a carne industrializada do Brasil", observou Camardelli, explicando a razão do crescimento expressivo.
Os EUA barraram a entrada de carne processada do Brasil em maio de 2010, depois que constataram níveis acima dos tolerados do vermífugo ivermectina na carne exportada pelo Brasil. O mercado norte-americano só foi reaberto em dezembro de 2010. .
A Abiec também vislumbra conseguir embarcar carne in natura para o mercado norte-americano. "Este será um bom ano para evoluir as negociações neste mercado", disse Camardelli.
CONTENCIOSO NÃO É DESCARTADO
A flexibilização da instrução normativa 61, que passa para o governo brasileiro o gerenciamento das propriedades habilitadas a exportar para a Europa, atendeu demanda dos exportadores brasileiros, mas não é fator suficiente para a indústria descartar um pedido de contencioso contra a UE junto à OMC.
O diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio, explica que a indústria ainda estuda ir à OMC por conta dos entraves encontrados para cumprir a chamada cota Hilton.
Por esta cota, o Brasil pode exportar 10 mil toneladas de cortes especiais de carne, volume que o país não consegue alcançar diante das normas específicas aplicadas ao produto brasileiro.
A Abiec quer a uniformização das regras para os países que têm direito a exportar por esta cota, que atualmente variam entre os países que detêm esta cota. "Mas este tema, também está em negociação avançada", disse Sampaio, sem dar mais detalhes.
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE80G07U20120118?sp=true
Embrapa debate ameaças para a sanidade animal
Evento vai debater em março na Embrapa Gado de Corte as ameaças a produção de carne bovina
DA REDAçãO 19/01/2012 00h00
Produção de bovinos precisa crescer mas com cuidados na parte sanitária
Foto: Arquivo
O Projeto de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária (InovaDefesa) em conjunto com a Universidade Federal de Viçosa e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizam nos dias 1 e 2 de março de 2012, em Campo Grande (MS), na sede da Embrapa Gado de Corte, o Workshop de Ameaças Sanitárias para a Cadeias Produtivas de Carnes.
Conforme o banco de dados da Organização Internacional de Epizootias (OIE), foram identificados cerca de 30 agentes patogênicos de notificação obrigatória em países da América do Sul e que não foram notificados no Brasil nos últimos três anos. Como exemplos, podem ser citadas a febre aftosa, paratuberculose, surra, tripanossomose, tricomonose, síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos, febre-do-nilo-ocidental e doença de Newcastle. Vale lembrar que deve ser considerado também o potencial impacto, em saúde pública, quando o agente patogênico apresenta comportamento zoonótico. Segundo o coordenador do projeto, Evaldo Vilela, o principal objetivo do workshop é identificar quais são os agentes patogênicos animais com maior probabilidade de ingresso no Brasil a partir dos países da América do Sul e Caribe.
A base do evento parte de uma preocupação estratégica com o sistema de vigilância de fronteiras internacionais que apresenta fragilidades. O trânsito de animais, pessoas e produtos de forma ilegal é o maior problema. "A extensão territorial do Brasil é um grande desafio. Somos um país continental. Com áreas muito remotas e fronteiras muito grandes. Desse modo, precisamos nos preparar para enfrentar as ameaças externas. A análise que será elaborada a partir do workshop tem esse papel. Ela servirá como um instrumento que pautará a pesquisa, a produção tecnológica e a fiscalização no âmbito da Defesa Agropecuária. A maior meta desse trabalho é o aperfeiçoamento, por meio da Ciência e Tecnologia, dos mecanismos de fiscalização para que o País tenha um sistema de vigilância mais moderno, capaz de responder com rapidez e eficiência; assegurando assim o crescimento do agropecuária", explicou Vilela. No ritmo do crescimento brasileiro reside, portanto, o risco da entrada de agentes patogênicos. Boa parte desses agentes é regulamentada por países com os quais o Brasil possui relação comercial. Na hipótese de ingresso, esse incidente pode resultar perdas expressivas na produtividade, custo do desenvolvimento de tecnologias de controle, bem como a perda de mercado. Para o chefe geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber de Oliveira Soares, é fundamental que o país se antecipe e faça uso da pesquisa nesse contexto. "Temos que lembrar que as cadeias produtivas de carnes representam um dos mais importantes nichos econômicos do país.
Quem não se lembra do que ocorreu em 2005 com a febre aftosa?! As perdas foram enormes. Por isso é urgente realizar uma análise como essa para evitar novos problemas", alertou Cleber. O Workshop de Ameaças Sanitárias para o Brasil é destinado a gestores de órgãos oficiais de Defesa Agropecuária, ao setor privado (produtores, indústrias de insumos agrícolas e veterinários e associações que os representam), pesquisadores e interessados em geral. Para mais informações acesse: www.inovadefesa.ning.com. INOVADEFESA O projeto InovaDefesa foi uma demanda induzida pelo Fundo Setorial para o Agronegócio que, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), concedeu recursos financeiros a um conjunto de instituições sob a coordenação da Universidade Federal de Viçosa. O Projeto tem por objetivo aproximar a academia e os centros de pesquisa do tema, setor empresarial e órgãos de governo das esferas estadual e federal envolvidos com o tema. As ações são focadas em: (1) indução de cursos de Mestrado Profissional e de curta duração; (2) facilitação da transferência de tecnologias para o setor privado ou órgãos regulatórios; (3) indução de uma visão estratégica sobre o sistema de Defesa Agropecuária e (4) criação de espaços presenciais e virtuais de interlocução. No que se refere à indução de visão estratégica, o Projeto InovaDefesa vem realizando desde 2009 estudos e levantamentos sobre pragas agrícolas e sobre agentes patogênicos de animais que ocorrem nos países da América do Sul e Caribe, mas que não tenham sido relatados no Brasil ou que não tenham sido registrados nos últimos anos. O fato que motivou o início desta linha de pesquisa foi a informação de que o Governo Federal está realizando um conjunto de obras de infraestrutura viária, as quais levarão a um incremento no trânsito nacional e internacional de pessoas e mercadorias. Para mais informações e inscrições: www.inovadefesa.ning.com
DA REDAçãO 19/01/2012 00h00
Produção de bovinos precisa crescer mas com cuidados na parte sanitária
Foto: Arquivo
O Projeto de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária (InovaDefesa) em conjunto com a Universidade Federal de Viçosa e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizam nos dias 1 e 2 de março de 2012, em Campo Grande (MS), na sede da Embrapa Gado de Corte, o Workshop de Ameaças Sanitárias para a Cadeias Produtivas de Carnes.
Conforme o banco de dados da Organização Internacional de Epizootias (OIE), foram identificados cerca de 30 agentes patogênicos de notificação obrigatória em países da América do Sul e que não foram notificados no Brasil nos últimos três anos. Como exemplos, podem ser citadas a febre aftosa, paratuberculose, surra, tripanossomose, tricomonose, síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos, febre-do-nilo-ocidental e doença de Newcastle. Vale lembrar que deve ser considerado também o potencial impacto, em saúde pública, quando o agente patogênico apresenta comportamento zoonótico. Segundo o coordenador do projeto, Evaldo Vilela, o principal objetivo do workshop é identificar quais são os agentes patogênicos animais com maior probabilidade de ingresso no Brasil a partir dos países da América do Sul e Caribe.
A base do evento parte de uma preocupação estratégica com o sistema de vigilância de fronteiras internacionais que apresenta fragilidades. O trânsito de animais, pessoas e produtos de forma ilegal é o maior problema. "A extensão territorial do Brasil é um grande desafio. Somos um país continental. Com áreas muito remotas e fronteiras muito grandes. Desse modo, precisamos nos preparar para enfrentar as ameaças externas. A análise que será elaborada a partir do workshop tem esse papel. Ela servirá como um instrumento que pautará a pesquisa, a produção tecnológica e a fiscalização no âmbito da Defesa Agropecuária. A maior meta desse trabalho é o aperfeiçoamento, por meio da Ciência e Tecnologia, dos mecanismos de fiscalização para que o País tenha um sistema de vigilância mais moderno, capaz de responder com rapidez e eficiência; assegurando assim o crescimento do agropecuária", explicou Vilela. No ritmo do crescimento brasileiro reside, portanto, o risco da entrada de agentes patogênicos. Boa parte desses agentes é regulamentada por países com os quais o Brasil possui relação comercial. Na hipótese de ingresso, esse incidente pode resultar perdas expressivas na produtividade, custo do desenvolvimento de tecnologias de controle, bem como a perda de mercado. Para o chefe geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber de Oliveira Soares, é fundamental que o país se antecipe e faça uso da pesquisa nesse contexto. "Temos que lembrar que as cadeias produtivas de carnes representam um dos mais importantes nichos econômicos do país.
Quem não se lembra do que ocorreu em 2005 com a febre aftosa?! As perdas foram enormes. Por isso é urgente realizar uma análise como essa para evitar novos problemas", alertou Cleber. O Workshop de Ameaças Sanitárias para o Brasil é destinado a gestores de órgãos oficiais de Defesa Agropecuária, ao setor privado (produtores, indústrias de insumos agrícolas e veterinários e associações que os representam), pesquisadores e interessados em geral. Para mais informações acesse: www.inovadefesa.ning.com. INOVADEFESA O projeto InovaDefesa foi uma demanda induzida pelo Fundo Setorial para o Agronegócio que, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), concedeu recursos financeiros a um conjunto de instituições sob a coordenação da Universidade Federal de Viçosa. O Projeto tem por objetivo aproximar a academia e os centros de pesquisa do tema, setor empresarial e órgãos de governo das esferas estadual e federal envolvidos com o tema. As ações são focadas em: (1) indução de cursos de Mestrado Profissional e de curta duração; (2) facilitação da transferência de tecnologias para o setor privado ou órgãos regulatórios; (3) indução de uma visão estratégica sobre o sistema de Defesa Agropecuária e (4) criação de espaços presenciais e virtuais de interlocução. No que se refere à indução de visão estratégica, o Projeto InovaDefesa vem realizando desde 2009 estudos e levantamentos sobre pragas agrícolas e sobre agentes patogênicos de animais que ocorrem nos países da América do Sul e Caribe, mas que não tenham sido relatados no Brasil ou que não tenham sido registrados nos últimos anos. O fato que motivou o início desta linha de pesquisa foi a informação de que o Governo Federal está realizando um conjunto de obras de infraestrutura viária, as quais levarão a um incremento no trânsito nacional e internacional de pessoas e mercadorias. Para mais informações e inscrições: www.inovadefesa.ning.com
Carne artificial pode começar a ser produzida ainda em 2012
Segundo informações da revista científica Food Safety News, pesquisadores da Universidade de Maastricht, na Holanda, teriam descoberto uma maneira de criar carne artificial em laboratório. O alimento artificial, além de ser capaz de resolver o problema da fome no mundo, também diminuiria os impactos no meio ambiente por reduzir o sofrimento dos animais. Segundo Mark Post, líder do projeto, a expectativa é iniciar a produção ainda em 2012.
Criada a partir de células musculares, a carne artificial é parte de uma iniciativa financiada pelo governo holandês. O grupo de Post também recebeu uma doação anônima no valor de 300 mil euros e tem como grande desafio descobrir uma forma de produzir o produto para distribui-lo em grande escala e reduzir os custos de fabricação.
A Universidade de Maastricht, porém, não é o único local onde pesquisas sobre o assunto estão sendo realizadas. Mais de 30 equipes de pesquisadores de carne artificial estão espalhadas pelo mundo, E uma delas está localizada no Brasil e é liderada pelo cientista Vladimir Mironov. O grupo PETA, que luta pelos direitos dos animais, ainda oferece uma recompensa de US$ 1 milhão para o cientista que conseguir produzir carne de frango em laboratório até 2016.
http://www.correiodoestado.com.br/noticias/carne-artificial-pode-comecar-a-ser-produzida-ainda-em-2012_138800/
Por quê a China vai necessitar de mais carne de frango?
Campinas, 18 de Janeiro de 2012 - Como mostra matéria anterior de hoje, relativa aos 30 principais importadores de carne de frango do Brasil, em 2011 a China passou a integrar o ranking dos “top ten”, colocando-se já como o sexto maior importador do produto brasileiro. Vai precisar mais.
Ontem o próprio governo chinês informou que a população urbana chinesa superou, pela primeira vez, a população rural. Assim, conforme o Bureau Nacional de Estatísticas, no final de 2011 as cidades chinesas contavam com 51,27% de uma população agora estimada em 1,34 bilhão de pessoas.
O processo de urbanização (salvo excelentes políticas de retenção do homem no campo) é irreversível. E tende a evoluir quase geometricamente. Foi o que ocorreu no Brasil a partir de meados do século XX. Como foi, também, o que deu base à expansão da avicultura brasileira: ao sair do campo, o criador de então não só deixou de produzir para si próprio e terceiros, como passou a integrar o rol de consumidores.
A diferença, na China, é que o país não dispõe de condições adequadas para suprir integralmente a demanda crescente. Assim, prevalece a tendência, natural, de recorrer cada vez mais a fornecedores externos.
Não é inverossímil, pois, no curto ou médio prazos, a China se colocar entre os primeiros consumidores da carne de frango brasileira. Mas, para isso, o País precisa estar muito bem preparado.
Ontem o próprio governo chinês informou que a população urbana chinesa superou, pela primeira vez, a população rural. Assim, conforme o Bureau Nacional de Estatísticas, no final de 2011 as cidades chinesas contavam com 51,27% de uma população agora estimada em 1,34 bilhão de pessoas.
O processo de urbanização (salvo excelentes políticas de retenção do homem no campo) é irreversível. E tende a evoluir quase geometricamente. Foi o que ocorreu no Brasil a partir de meados do século XX. Como foi, também, o que deu base à expansão da avicultura brasileira: ao sair do campo, o criador de então não só deixou de produzir para si próprio e terceiros, como passou a integrar o rol de consumidores.
A diferença, na China, é que o país não dispõe de condições adequadas para suprir integralmente a demanda crescente. Assim, prevalece a tendência, natural, de recorrer cada vez mais a fornecedores externos.
Não é inverossímil, pois, no curto ou médio prazos, a China se colocar entre os primeiros consumidores da carne de frango brasileira. Mas, para isso, o País precisa estar muito bem preparado.
Padrões de qualidade para leite tipo B voltarão a ter validade
17/01/2012
Os padrões técnicos para medir a qualidade do leite tipo B, que haviam sido suprimidos no final de dezembro com a publicação da Instrução Normativa (IN) 62, voltarão a ter validade por mais dois anos. O tema foi discutido nesta terça-feira (17/1), em reunião entre representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do setor lácteo, que pediram a revisão da norma. A IN 62 alterou a IN 51 e passou a vigorar em 1º de janeiro, estabelecendo um novo cronograma para os padrões de qualidade e extinguindo os regulamentos técnicos do leite tipo B e C, mantendo apenas os do leite tipo A e do leite cru refrigerando. Como houve maior rigor da legislação sobre os parâmetros se qualidade, os valores da Contagem de Células Somáticas (CCS) e da Contagem Bacteriana Total (CBT) do leite cru refrigerado, ficaram semelhantes aos que eram válidos para o leite tipo B na IN 51, o que motivou a exclusão. No entanto, com a decisão de hoje, a IN 62 deve ser reeditada, com a reinclusão das regras para o leite tipo B.
Apesar da baixa produção do leite tipo B, existe um mercado aquecido do produto em determinadas regiões do Brasil, como é o caso de São Paulo, que conta com cerca de 2000 produtores e 12 empresas que trabalham com o produto. Com o prazo de dois anos, os produtores e a indústrias que comercializam o leite tipo B poderão se adaptar as mudanças e pensar em um diferencial para o produto, enfatizando, por exemplo, que o leite é como a produção de leite oriundo de propriedades certificadas livres de brucelose e tuberculose, o que já era previsto no seu regulamento técnico antes da publicação da IN 62. “A extinção abrupta do leite tipo B pela IN 62 poderia causar prejuízos econômicos a muitos produtores e indústrias. O prazo de dois anos para transição foi uma sábia decisão do Mapa”, argumenta o assessor técnico da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, que participou da reunião.
IN 62 - Ao publicar a IN 62, o Mapa justificou que os parâmetros adotados para o leite cru refrigerado seriam os mesmos que eram utilizados para o leite tipo B e C, o que tornava desnecessária a permanência destes dois produtos no mercado. A IN foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro e define exigências como a Contagem de Células Somáticas (CCS) e a Contagem Bacteriana Total (CBT) para medir a qualidade do leite. Pela IN, os limites são de 600 mil células somáticas por mililitro de leite (cs/ml) de CCS e 500 mil Unidades Formadoras de Colônia por mililitro (ufc/ml) para CBT e já valem para os produtores das regiões Sul e Sudeste. Para o Nordeste e o Norte, esses limites passam a valer em 2013. A instrução normativa prevê que, até 2016, esses índices deverão ser de 400 mil cs/ml e 100 ufc/ml para o Centro-Sul, enquanto Norte e Nordeste devem alcançar estas metas em 2017.
Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109 1411/1419
www.canaldoprodutor.com.br
http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/padroes-de-qualidade-para-leite-tipo-b-voltarao-ter-validade
Os padrões técnicos para medir a qualidade do leite tipo B, que haviam sido suprimidos no final de dezembro com a publicação da Instrução Normativa (IN) 62, voltarão a ter validade por mais dois anos. O tema foi discutido nesta terça-feira (17/1), em reunião entre representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do setor lácteo, que pediram a revisão da norma. A IN 62 alterou a IN 51 e passou a vigorar em 1º de janeiro, estabelecendo um novo cronograma para os padrões de qualidade e extinguindo os regulamentos técnicos do leite tipo B e C, mantendo apenas os do leite tipo A e do leite cru refrigerando. Como houve maior rigor da legislação sobre os parâmetros se qualidade, os valores da Contagem de Células Somáticas (CCS) e da Contagem Bacteriana Total (CBT) do leite cru refrigerado, ficaram semelhantes aos que eram válidos para o leite tipo B na IN 51, o que motivou a exclusão. No entanto, com a decisão de hoje, a IN 62 deve ser reeditada, com a reinclusão das regras para o leite tipo B.
Apesar da baixa produção do leite tipo B, existe um mercado aquecido do produto em determinadas regiões do Brasil, como é o caso de São Paulo, que conta com cerca de 2000 produtores e 12 empresas que trabalham com o produto. Com o prazo de dois anos, os produtores e a indústrias que comercializam o leite tipo B poderão se adaptar as mudanças e pensar em um diferencial para o produto, enfatizando, por exemplo, que o leite é como a produção de leite oriundo de propriedades certificadas livres de brucelose e tuberculose, o que já era previsto no seu regulamento técnico antes da publicação da IN 62. “A extinção abrupta do leite tipo B pela IN 62 poderia causar prejuízos econômicos a muitos produtores e indústrias. O prazo de dois anos para transição foi uma sábia decisão do Mapa”, argumenta o assessor técnico da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, que participou da reunião.
IN 62 - Ao publicar a IN 62, o Mapa justificou que os parâmetros adotados para o leite cru refrigerado seriam os mesmos que eram utilizados para o leite tipo B e C, o que tornava desnecessária a permanência destes dois produtos no mercado. A IN foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro e define exigências como a Contagem de Células Somáticas (CCS) e a Contagem Bacteriana Total (CBT) para medir a qualidade do leite. Pela IN, os limites são de 600 mil células somáticas por mililitro de leite (cs/ml) de CCS e 500 mil Unidades Formadoras de Colônia por mililitro (ufc/ml) para CBT e já valem para os produtores das regiões Sul e Sudeste. Para o Nordeste e o Norte, esses limites passam a valer em 2013. A instrução normativa prevê que, até 2016, esses índices deverão ser de 400 mil cs/ml e 100 ufc/ml para o Centro-Sul, enquanto Norte e Nordeste devem alcançar estas metas em 2017.
Assessoria de Comunicação CNA
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Ministério da Agricultura institui Sala de Antecipação de Risco
18/01/2012 10:33
Iniciativa pretende antecipar acontecimentos que afetam o agronegócio e evitar crises sobre o setor produtivo
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), criou recentemente a Sala de Antecipação, uma espécie de centro de monitoramento de eventos com impacto na agricultura. A sala tem a participação de diferentes setores, do cooperativismo, até entidades sindicais e representantes de governos estaduais.
Com a iniciativa, o Mapa pretende antecipar acontecimentos que afetam o agronegócio e evitar que crises se abatam sobre o setor produtivo brasileiro, explicou o coordenador geral de Sustentabilidade Ambiental e um dos idealizadores do canal de comunicação com o setor, Renato de Oliveira Brito. “A sala é um instrumento para o ministério trabalhar algumas medidas preventivas e uma ferramenta de auxílio às decisões governamentais na execução de políticas públicas”, salientou Brito.
A implementação desse espaço se deu a partir de experiências verificadas no Ministério da Saúde e também a Agência Nacional da Água (ANA), onde há espaços de monitoramento semelhantes. A rede de contatos constituída por lideranças regionais, produtores rurais, técnicos e pesquisadores já soma 300 pessoas nas diferentes cadeias produtivas. Até dezembro deste ano a meta é chegar a mil agentes. Os interessados em participar da sala, com sugestões, alertas e orientações devem contar com o ministério, por meio do endereço eletrônico sala.age@agricultura.gov.br ou telefone (61) 3218-2644.
Mais informações para a imprensa:
Mônica Bidese
(61) 3218-2184 / 2203
Monica.bidese@agricultura.gov.br
http://www.agricultura.gov.br/politica-agricola/noticias/2012/01/ministerio-da-agricultura-institui-sala-de-antecipacao
Iniciativa pretende antecipar acontecimentos que afetam o agronegócio e evitar crises sobre o setor produtivo
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), criou recentemente a Sala de Antecipação, uma espécie de centro de monitoramento de eventos com impacto na agricultura. A sala tem a participação de diferentes setores, do cooperativismo, até entidades sindicais e representantes de governos estaduais.
Com a iniciativa, o Mapa pretende antecipar acontecimentos que afetam o agronegócio e evitar que crises se abatam sobre o setor produtivo brasileiro, explicou o coordenador geral de Sustentabilidade Ambiental e um dos idealizadores do canal de comunicação com o setor, Renato de Oliveira Brito. “A sala é um instrumento para o ministério trabalhar algumas medidas preventivas e uma ferramenta de auxílio às decisões governamentais na execução de políticas públicas”, salientou Brito.
A implementação desse espaço se deu a partir de experiências verificadas no Ministério da Saúde e também a Agência Nacional da Água (ANA), onde há espaços de monitoramento semelhantes. A rede de contatos constituída por lideranças regionais, produtores rurais, técnicos e pesquisadores já soma 300 pessoas nas diferentes cadeias produtivas. Até dezembro deste ano a meta é chegar a mil agentes. Os interessados em participar da sala, com sugestões, alertas e orientações devem contar com o ministério, por meio do endereço eletrônico sala.age@agricultura.gov.br ou telefone (61) 3218-2644.
Mais informações para a imprensa:
Mônica Bidese
(61) 3218-2184 / 2203
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Ministro conhece plano de reestruturação de gestão do Mapa
18/01/2012 16:05
As mudanças no Ministério são necessárias para gerar agilidade nos processos e eficiência na prestação de serviços à sociedade
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e o Secretário-Executivo, José Carlos Vaz, receberam o gestor empresarial e presidente da Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência da República (CGDC), Jorge Gerdau, e o professor Vicente Falconi na manhã desta quarta-feira, 18 de janeiro. Durante o encontro, o consultor do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), Danilo Oliveira Filho, apresentou a proposta técnica e o diagnóstico preliminar de mudanças na gestão do Ministério da Agricultura.
O diagnóstico mostrou as ações de mudança gerencial necessárias à melhoria da qualidade dos serviços prestados à população brasileira, com redução de despesas e valorização do servidor público. O trabalho no Ministério terá a duração de 17 meses. Nesse período, serão entregues os produtos previstos no estudo.
O presidente da Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência da República (CGDC), Jorge Gerdau, e o ministro Mendes Ribeiro Filho conversam durante o encontro (Foto: Raquel Aviani)
O início da consultoria do INDG no Mapa faz parte dos trabalhos oferecidos aos órgãos que aderem à proposta da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência. Em outubro do ano passado, o ministro Mendes Ribeiro Filho manifestou interesse em participar do grupo que busca aprimorar a gestão pública. A Câmara trabalha na formulação de mecanismos de controle da qualidade de gasto público e no estabelecimento de diretrizes do governo. Para Mendes, as mudanças no Ministério são necessárias para gerar agilidade nos processos e eficiência na prestação de serviços. “Sempre com a qualidade que a sociedade exige”, completa.
O secretário-executivo do Ministério, José Carlos Vaz, lidera o processo de reestruturação da gestão e acredita que há muitas ações para serem feitas. “Existe uma série de mudanças necessárias para a melhoria no serviço público brasileiro”, afirma Vaz. A idéia é tirar do papel o planejamento estratégico e começar a atuar. O presidente da Câmara, Jorge Gerdau, defendeu o estabelecimento de “prioridades robustas“ que alavanquem o processo de mudança.
Na primeira fase de execução do projeto, o ministro Mendes Ribeiro Filho terá encontros mensais com os gestores e participantes do processo. Os resultados apresentados num intervalo curto de tempo garantem o comprometimento e o sucesso no alcance das metas. “Eu tenho pressa. Nós temos pouco tempo para efetuar essas mudanças”, conclui Mendes.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-3089 / 2203
Débora Bazeggio
debora.bazeggio@agricultura.gov.br
http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2012/01/ministro-conhece-plano-de-reestruturacao-de-gestao-do-mapa
As mudanças no Ministério são necessárias para gerar agilidade nos processos e eficiência na prestação de serviços à sociedade
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e o Secretário-Executivo, José Carlos Vaz, receberam o gestor empresarial e presidente da Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência da República (CGDC), Jorge Gerdau, e o professor Vicente Falconi na manhã desta quarta-feira, 18 de janeiro. Durante o encontro, o consultor do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), Danilo Oliveira Filho, apresentou a proposta técnica e o diagnóstico preliminar de mudanças na gestão do Ministério da Agricultura.
O diagnóstico mostrou as ações de mudança gerencial necessárias à melhoria da qualidade dos serviços prestados à população brasileira, com redução de despesas e valorização do servidor público. O trabalho no Ministério terá a duração de 17 meses. Nesse período, serão entregues os produtos previstos no estudo.
O presidente da Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência da República (CGDC), Jorge Gerdau, e o ministro Mendes Ribeiro Filho conversam durante o encontro (Foto: Raquel Aviani)
O início da consultoria do INDG no Mapa faz parte dos trabalhos oferecidos aos órgãos que aderem à proposta da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência. Em outubro do ano passado, o ministro Mendes Ribeiro Filho manifestou interesse em participar do grupo que busca aprimorar a gestão pública. A Câmara trabalha na formulação de mecanismos de controle da qualidade de gasto público e no estabelecimento de diretrizes do governo. Para Mendes, as mudanças no Ministério são necessárias para gerar agilidade nos processos e eficiência na prestação de serviços. “Sempre com a qualidade que a sociedade exige”, completa.
O secretário-executivo do Ministério, José Carlos Vaz, lidera o processo de reestruturação da gestão e acredita que há muitas ações para serem feitas. “Existe uma série de mudanças necessárias para a melhoria no serviço público brasileiro”, afirma Vaz. A idéia é tirar do papel o planejamento estratégico e começar a atuar. O presidente da Câmara, Jorge Gerdau, defendeu o estabelecimento de “prioridades robustas“ que alavanquem o processo de mudança.
Na primeira fase de execução do projeto, o ministro Mendes Ribeiro Filho terá encontros mensais com os gestores e participantes do processo. Os resultados apresentados num intervalo curto de tempo garantem o comprometimento e o sucesso no alcance das metas. “Eu tenho pressa. Nós temos pouco tempo para efetuar essas mudanças”, conclui Mendes.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-3089 / 2203
Débora Bazeggio
debora.bazeggio@agricultura.gov.br
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Investigating the Role of Bats in Emerging Zoonoses - FAO
FAO has released a new publication manual on bats entitled ?Investigating the Role of Bats in Emerging Zoonoses: Balancing Ecology, Conservation and Public Health Interest.?
The manual is directed at epidemiologists, wildlife officials, farmers, livestock veterinarians, zoologists or other professionals who may be coming in contact with bats through their work.
Please find below a few links to more information including an article published by FAO, an article in the New Agriculturist, and the link to the bat manual itself.
http://www.fao.org/AG/AGAInfo/programmes/en/empres/news_101111.html
http://www.new-ag.info/en/focus/focusItem.php?a=2399
http://www.fao.org/docrep/014/i2407e/i2407e00.pdf
The manual is directed at epidemiologists, wildlife officials, farmers, livestock veterinarians, zoologists or other professionals who may be coming in contact with bats through their work.
Please find below a few links to more information including an article published by FAO, an article in the New Agriculturist, and the link to the bat manual itself.
http://www.fao.org/AG/AGAInfo/programmes/en/empres/news_101111.html
http://www.new-ag.info/en/focus/focusItem.php?a=2399
http://www.fao.org/docrep/014/i2407e/i2407e00.pdf
Instituto Butantan testa durabilidade da vacina contra o HPV bovino
Segundo a diretora do laboratório de genética do instituto, após testar a vacina em animais, pesquisa entrará em uma nova fase para verificar a extensão da proteção
Foto: Adriana Franciosi
Instituto Butantan de São Paulo está testando vacina contra a doença conhecida como HPV bovino
Foto: Adriana Franciosi
Instituto Butantan de São Paulo está testando vacina contra a doença conhecida como HPV bovino
A papilomatose bovina, causada pelo vírus BPV, pode desencadear doenças graves nos animais. O surgimento de feridas no úbere, que impede a ordenha, e o aparecimento de verrugas, que compromete a qualidade do couro, são alguns dos sintomas. Na tentativa de combater a doença, conhecida como HPV bovino, o Instituto Butantan de São Paulo criou uma vacina.
Por enquanto, a vacina ainda está em fase de testes. Por 300 dias, cerca de 15 animais foram isolados e receberam doses do remédio. A partir de agora, segundo a diretora do laboratório de genética do Instituto Biológico Butantan, Rita de Cácia Stocco, o instituto trabalha para verificar a durabilidade da vacina.
– Nós estamos com níveis de anticorpos bastante significativos, mostrando que há uma eficiência do produto que estamos desenvolvendo. Agora, nós vamos entrar em uma nova fase para verificar a extensão dessa proteção, quantas doses seriam necessárias para manter a proteção, verificar o escalonamento industrial, analisar uma adequação de valores, tentar obter um produto que atenda o maior número possível de tipos virais, tentar ver quais são os tipos mais prevalentes e em quais regiões do país e, depois, entrar em consonância com a legislação.
De acordo com Rita de Cácia, o instituto está buscando, além de um produto profilático, um produto que também tenha efeito terapêutico, para evitar que o produtor perca os animais infectados.
– O produtor rural não pode perder os animais afectados. No início da afecção, pelo menos, nós queremos que esse produtor tenha uma chance de reabilitar seu animal.
Veja vídeo/entrevista
Foto: Adriana Franciosi
Instituto Butantan de São Paulo está testando vacina contra a doença conhecida como HPV bovino
Foto: Adriana Franciosi
Instituto Butantan de São Paulo está testando vacina contra a doença conhecida como HPV bovino
A papilomatose bovina, causada pelo vírus BPV, pode desencadear doenças graves nos animais. O surgimento de feridas no úbere, que impede a ordenha, e o aparecimento de verrugas, que compromete a qualidade do couro, são alguns dos sintomas. Na tentativa de combater a doença, conhecida como HPV bovino, o Instituto Butantan de São Paulo criou uma vacina.
Por enquanto, a vacina ainda está em fase de testes. Por 300 dias, cerca de 15 animais foram isolados e receberam doses do remédio. A partir de agora, segundo a diretora do laboratório de genética do Instituto Biológico Butantan, Rita de Cácia Stocco, o instituto trabalha para verificar a durabilidade da vacina.
– Nós estamos com níveis de anticorpos bastante significativos, mostrando que há uma eficiência do produto que estamos desenvolvendo. Agora, nós vamos entrar em uma nova fase para verificar a extensão dessa proteção, quantas doses seriam necessárias para manter a proteção, verificar o escalonamento industrial, analisar uma adequação de valores, tentar obter um produto que atenda o maior número possível de tipos virais, tentar ver quais são os tipos mais prevalentes e em quais regiões do país e, depois, entrar em consonância com a legislação.
De acordo com Rita de Cácia, o instituto está buscando, além de um produto profilático, um produto que também tenha efeito terapêutico, para evitar que o produtor perca os animais infectados.
– O produtor rural não pode perder os animais afectados. No início da afecção, pelo menos, nós queremos que esse produtor tenha uma chance de reabilitar seu animal.
Veja vídeo/entrevista
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
CASO DE RAIVA EM FELINO NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Recebido por e-mail
ATENÇÃO VETERINÁRIOS E PROPRIETÁRIOS
Em 01/12/2011, o Instituto Pasteur (IP) / Coordenação Estadual do Programa de Controle da Raiva recebeu a notificação telefônica e via eletrônica de um caso de raiva em felino no município de São Paulo, diagnosticado pelo Laboratório de Raiva da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (FMVZ-USP).
O animal foi encaminhado à Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Estadual Paulista (FMVZ-USP) pela proprietária do animal em 04/10/2011 com a suspeita de envenenamento e somente após ser descartada a hipótese inicial, o material foi encaminhado para o laboratório de raiva dessa faculdade, em final de novembro. A suspeita de envenenamento foi levantada pela proprietária, pois em maio e junho outros animais morreram tendo como possíveis causa das mortes a ingestão de veneno.
Nesse mesmo dia (01/12/2011), foi repassada a informação verbal e eletrônica ao Centro de Controle de Zoonoses do município de São Paulo (CCZ-SMS-PMSP) que encaminhou a proprietária e sua filha, ao Instituto Pasteur para os procedimentos de Profilaxia da Raiva Humana.
No dia seguinte (02/12/2011), iniciaram-se os procedimentos pelas equipes da Secretaria Municipal da Saúde da Capital (CCZ, Supervisões de Vigilância em Saúde–SUVIS e Coordenadoria de Vigilância em Saúde – Covisa), relacionadas às atividades voltadas ao caso: investigação, inspeção zoo-sanitária, levantamento de animais a serem vacinados contra a raiva, bloqueio de foco, identificação e encaminhamento das demais pessoas que estiveram em contato com o gato para imunoprofilaxia, monitoramento dos animais da residência etc.
Pela caracterização laboratorial do vírus (tipificação antigênica – IP e seqüenciamento genético - FMVZ-USP), foi identificado que a variante encontrada é de morcego hematófago, já adaptada para uma espécie de morcego frugívoro.
O felino em questão tinha cerca de 10 anos e saía todos os dias, costumando voltar com algumas presas (como roedores e morcegos). Provavelmente este felino, que havia capturado um morcego 5 a 14 dias antes da morte, segundo informações da proprietária, foi infectado neste episódio ou anteriormente.
Conforme já referido, a Secretaria Municipal da Saúde da Capital está realizando as atividades de vigilância e controle, seja para humanos ou animais expostos.
Importante ressaltar que no município de São Paulo o último caso de raiva em cão ocorreu em 1983 e no Estado de São Paulo, o último caso de raiva nessa espécie, pela variante canina do vírus rábico, ocorreu em 1998 em município da região de Araçatuba. De 1998 até o momento no Estado de São Paulo foram feitos diagnósticos laboratoriais de 24 casos de raiva em cão e 12 em gato, todos por vírus da raiva / variante de morcego.
--
Patrícia Nuñez B. de Souza
Médica Veterinária
ATENÇÃO VETERINÁRIOS E PROPRIETÁRIOS
Em 01/12/2011, o Instituto Pasteur (IP) / Coordenação Estadual do Programa de Controle da Raiva recebeu a notificação telefônica e via eletrônica de um caso de raiva em felino no município de São Paulo, diagnosticado pelo Laboratório de Raiva da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (FMVZ-USP).
O animal foi encaminhado à Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Estadual Paulista (FMVZ-USP) pela proprietária do animal em 04/10/2011 com a suspeita de envenenamento e somente após ser descartada a hipótese inicial, o material foi encaminhado para o laboratório de raiva dessa faculdade, em final de novembro. A suspeita de envenenamento foi levantada pela proprietária, pois em maio e junho outros animais morreram tendo como possíveis causa das mortes a ingestão de veneno.
Nesse mesmo dia (01/12/2011), foi repassada a informação verbal e eletrônica ao Centro de Controle de Zoonoses do município de São Paulo (CCZ-SMS-PMSP) que encaminhou a proprietária e sua filha, ao Instituto Pasteur para os procedimentos de Profilaxia da Raiva Humana.
No dia seguinte (02/12/2011), iniciaram-se os procedimentos pelas equipes da Secretaria Municipal da Saúde da Capital (CCZ, Supervisões de Vigilância em Saúde–SUVIS e Coordenadoria de Vigilância em Saúde – Covisa), relacionadas às atividades voltadas ao caso: investigação, inspeção zoo-sanitária, levantamento de animais a serem vacinados contra a raiva, bloqueio de foco, identificação e encaminhamento das demais pessoas que estiveram em contato com o gato para imunoprofilaxia, monitoramento dos animais da residência etc.
Pela caracterização laboratorial do vírus (tipificação antigênica – IP e seqüenciamento genético - FMVZ-USP), foi identificado que a variante encontrada é de morcego hematófago, já adaptada para uma espécie de morcego frugívoro.
O felino em questão tinha cerca de 10 anos e saía todos os dias, costumando voltar com algumas presas (como roedores e morcegos). Provavelmente este felino, que havia capturado um morcego 5 a 14 dias antes da morte, segundo informações da proprietária, foi infectado neste episódio ou anteriormente.
Conforme já referido, a Secretaria Municipal da Saúde da Capital está realizando as atividades de vigilância e controle, seja para humanos ou animais expostos.
Importante ressaltar que no município de São Paulo o último caso de raiva em cão ocorreu em 1983 e no Estado de São Paulo, o último caso de raiva nessa espécie, pela variante canina do vírus rábico, ocorreu em 1998 em município da região de Araçatuba. De 1998 até o momento no Estado de São Paulo foram feitos diagnósticos laboratoriais de 24 casos de raiva em cão e 12 em gato, todos por vírus da raiva / variante de morcego.
--
Patrícia Nuñez B. de Souza
Médica Veterinária
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
PEC cria piso nacional para funcionários das áreas de sanidade animal e vegetal
A Câmara dos Deputados analisa a Proposta de Emenda à Constituição 97/11, do deputado Zé Silva (PDT-MG), que cria pisos salariais unificados nacionalmente para funcionários das entidades públicas que atuam na sanidade animal e vegetal. Pela proposta, a lei que regulamentar esses pisos para cargos de níveis médio e superior também vai instituir um fundo contábil para esse fim.
"Os profissionais que trabalham com sanidade animal e vegetal têm um papel relevante para a segurança alimentar e para a capacidade brasileira de exportação de alimentos", argumenta o deputado. "Em reconhecimento a essa importância social é que se propõe um piso salarial que permita uma remuneração digna e justa", acrescenta.
Tramitação
A PEC terá a admissibilidade analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, será analisada por uma comissão especial a ser criada para esse fim. Depois, seguirá para o Plenário, onde precisará ser votada em dois turnos.
Saiba mais sobre a tramitação de PECs.
Leia a íntegra da proposta: PEC-97/2011.
FONTE
Agência Câmara
Reportagem -- Rodrigo Bittar
Edição -- Marcos Rossi
http://www.agrosoft.org.br/agropag/220462.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agrosoft+%28Jornal+Agrosoft%29
"Os profissionais que trabalham com sanidade animal e vegetal têm um papel relevante para a segurança alimentar e para a capacidade brasileira de exportação de alimentos", argumenta o deputado. "Em reconhecimento a essa importância social é que se propõe um piso salarial que permita uma remuneração digna e justa", acrescenta.
Tramitação
A PEC terá a admissibilidade analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, será analisada por uma comissão especial a ser criada para esse fim. Depois, seguirá para o Plenário, onde precisará ser votada em dois turnos.
Saiba mais sobre a tramitação de PECs.
Leia a íntegra da proposta: PEC-97/2011.
FONTE
Agência Câmara
Reportagem -- Rodrigo Bittar
Edição -- Marcos Rossi
http://www.agrosoft.org.br/agropag/220462.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agrosoft+%28Jornal+Agrosoft%29
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Prioridade máxima é manter a aftosa longe de Santa Catarina
13/01/12
A vasta cadeia produtiva de carnes de Santa Catarina está em estado de alerta máximo com a ocorrência de foco de febre aftosa no departamento de San Pedro, no Paraguai. A doença está perigosamente próxima do território catarinense que conquistou o privilegiado (e único no Brasil) status de área livre de aftosa sem vacinação.
Eventual entrada da doença no Estado teria efeitos catastróficos para todos os setores da economia barriga-verde, alerta o diretor técnico do Instituto Catarinense de Defesa Agropecuária (ICASA), médico veterinário Gerson Catalan. Por isso, as indústrias de abate e processamento de carnes, os criadores, o governo, os consumidores e todos os agentes econômicos estão convocados para a proteção sanitária.
A ocorrência de febre aftosa no Paraguai coloca em risco a sanidade animal de Santa Catarina porque o vírus é facilmente transmissível: sempre que há proximidade de focos há riscos, pela movimentação de animais ou produtos cárneos. O maior risco – expõe Catalan – consiste na entrada de animais, derivados e veículos não lavados e desinfectados adequadamente. Por isso, é essencial uma forte ação nas fronteiras, impedindo este ingresso.
O diretor executivo do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de Santa Catarina (Sindicarnes), Ricardo Gouvêa, enfatiza que eventual entrada do vírus da aftosa em Santa Catarina teria consequência catastróficas para a econômica catarinense, pois, automaticamente, as exportações de carne seriam paralisadas, as agroindústrias teriam que demitir e os produtores não teriam para quem vender a produção. Uma cadeia produtiva que envolve mais de 500 mil pessoas entraria em UMA crise que repercutiria em todos os demais setores da sociedade barriga-verde.
Gouvêa mostra que a preocupação é “a conduta das pessoas”, pois, em termos estruturais, Santa Catarina está preparada com laboratórios, veículos, equipamentos, barreiras, sistema de comunicação e profissionais capacitados para a proteção sanitária do território. “Todas as pessoas e entidades são responsáveis pela segurança sanitária animal do Estado e devem, permanentemente, adotar atitude de prevenção, independente da ocorrência de focos, pois, quando há manifestações ou sintomas da doença, os animais já estão liberando vírus”, conclui.
TRANSMISSÃO
O bovino é o principal transmissor da doença. Por essa razão, Santa Catarina implantou o sistema de rastreabilidade, identificou os bovinos com “brincos” e informatizou as guias de trânsito de animais (GTA), entre outras providências, além de controlar a produção e a movimentação dos animais.
A aftosa é uma enfermidade altamente contagiosa que ataca os animais de casco dividido, principalmente bovinos, suínos, ovinos e caprinos. Ocorre em qualquer faixa etária, podendo se transmitir entre animais, por alimentos, água, ar e pelas mãos de pessoas que tiveram contato com animal contaminado. Cada produtor deve zelar pelo seu rebanho, evitar visitas, higienizar mãos e utensílios no manuseio dos animais e só adquirir animais de propriedades controladas pelo serviço oficial.
Em razão do evoluído status sanitário do Estado, em Santa Catarina os bovídeos não são vacinados há muitos anos e, por isso, não apresentam anticorpos, portanto, são muito mais vulneráveis do que os de outros estados que praticam a vacinação. A vantagem está relacionada aos mercados que o Estado conquistou como a exportação de carne suína para países que só adquirem de áreas livres de febre aftosa sem vacinação, como é o caso do Chile, Estados Unidos e Europa.
http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=142617
domingo, 15 de janeiro de 2012
Microchips vão identificar pirarucus de cativeiro para exportação
A criação do Pirarucu em cativeiro, legalizada no final de 2011, vai possibilitar a exportação do peixe. O acordo foi assinado entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Ibama. 10/01/12 - TV NBR - 1:31
http://www.agrosoft.org.br/agropag/220439.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agrosoft+%28Jornal+Agrosoft%29
Rondônia é o primeiro estado autorizado a criar pirarucu em cativeiro
O pirarucu, um dos maiores peixes de rio do país, já pode ser criado em cativeiro no estado de Rondônia. Um acordo nesse sentido foi assinado no dia 21 de dezembro de 2011 entre o ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio, e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Curt Trennepohl. O acordo permite a criação e a venda de pirarucu de acordo com a instrução normativa que estabelece critérios e procedimentos para cadastramento de reprodutores da espécie em Rondônia.
O produtor interessado em criar pirarucus em cativeiro tem até 90 dias para solicitar ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e ao Ibama uma vistoria da propriedade. Serão cadastradas as matrizes, com o registro das principais características dos peixes. Os dados serão armazenados em um microchip, que facilitará a exportação do pescado. O controle eletrônico também vai registrar a identidade genética dos peixes, permitindo que os exemplares sejam rastreados desde o nascimento.
O presidente do Ibama chamou a atenção para a criação de peixes como alternativa de desenvolvimento econômico. "A aquicultura se apresenta como uma atividade alternativa que permite maior produção em menos espaço. Onde criamos um boi é possível criar toneladas de peixe, sem desmatar 1 hectare sequer", comparou ele.
No primeiro semestre de 2012, o acordo deve ser ampliada a todos os estados produtores. A venda de pirarucu capturado na natureza continua proibida. O ministro da Pesca disse que a medida é o ponto inicial para o desenvolvimento do cultivo de pirarucus para exportação.
"Rondônia será o primeiro estado [a receber criações autorizadas de pirarucu em escala comercial]. A partir dele virão outros e a criação de pirarucus poderá se estender pelo Norte e Nordeste do país. Logo veremos o pirarucu sendo servido em restaurantes de países como França, Alemanha e Japão".
O pirarucu é o maior peixe encontrado em rios e lagos do Brasil. Pode chegar a 3 metros de comprimento e pesar mais de 200 quilos. Por causa da carne de textura firme e sabor característico, é considerado o "bacalhau da Amazônia".
PARA SABER MAIS
Sebrae lança manuais sobre engorda e reprodução do pirarucu
Consultoria Embrapa: Produção Comercial de Pirarucu em Cativeiro
FONTE
Agência Brasil
Vinicius Doria - Edição
Links referenciados
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
www.ibama.gov.br
Consultoria Embrapa: Produção Comercial de Pirarucu em Cativeiro
www.cpatu.embrapa.br/servicos/consultori
as/producao-comercial-de-pirarucu-em-cat
iveiro/?searchterm=Pirarucu
Sebrae lança manuais sobre engorda e reprodução do pirarucu
www.agrosoft.org.br/agropag/216603.htm
Ministério da Pesca e Aquicultura
www.mpa.gov.br
Agência Brasil
www.agenciabrasil.gov.br
Ibama
www.ibama.gov.br
http://www.agrosoft.org.br/agropag/220277.htm
sábado, 14 de janeiro de 2012
Rede social para cientistas tem mais de 1 milhão de usuários
13/01/2012
Plataforma na internet criada para facilitar a troca de experiências entre pesquisadores tem cerca de 35 mil brasileiros
Agência FAPESP – Mais de 1,3 milhão de pesquisadores de diversos países – 35 mil só do Brasil – já se inscreveram na plataforma ResearchGate, uma espécie de Facebook dos cientistas. A proposta da rede social é facilitar a comunicação e a troca de experiências entre pessoas que atuam na mesma área de investigação.
Como outras redes, o ResearchGate conta com diversos grupos de discussão, nos quais os membros podem fazer e responder perguntas. Mas, diferentemente de outros sites do gênero, os perfis dos participantes são estruturados como se fossem um currículo científico, o que facilita a busca de usuários por área de atuação.
Além disso, os pesquisadores podem incluir um índice com suas publicações e um blog pessoal. Um calendário informa os participantes sobre eventos científicos em todo o mundo e uma bolsa de empregos oferece mais de 13 mil vagas nas diversas áreas da ciência.
A plataforma é gratuita e foi criada em 2008 pelo médico alemão Ijad Madisch, graduado em Hannover e pós-graduado em Harvard. Ele conta que teve a ideia quando fazia a pós nos Estados Unidos e deparou com um problema para o qual não achava resposta.
Madisch conheceu um colega que pesquisava o mesmo assunto e tentou manter contato com ele pela internet, mas sentiu que faltava uma ferramenta adequada para isso.
“Grande parte dos recursos gastos em uma pesquisa acaba cobrindo experiências malsucedidas, que não ganham espaço nas publicações”, disse.
Com o ResearchGate, segundo Madisch, os cientistas podem receber informações sobre os trabalhos de colegas do mundo inteiro, inclusive sobre as experiências que não deram certo. Isso evitaria repetir o que já se mostrou falho.
De acordo com os administradores do site, 30 brasileiros, em média, se registram diariamente.
Mais informações: www.researchgate.net
Plataforma na internet criada para facilitar a troca de experiências entre pesquisadores tem cerca de 35 mil brasileiros
Agência FAPESP – Mais de 1,3 milhão de pesquisadores de diversos países – 35 mil só do Brasil – já se inscreveram na plataforma ResearchGate, uma espécie de Facebook dos cientistas. A proposta da rede social é facilitar a comunicação e a troca de experiências entre pessoas que atuam na mesma área de investigação.
Como outras redes, o ResearchGate conta com diversos grupos de discussão, nos quais os membros podem fazer e responder perguntas. Mas, diferentemente de outros sites do gênero, os perfis dos participantes são estruturados como se fossem um currículo científico, o que facilita a busca de usuários por área de atuação.
Além disso, os pesquisadores podem incluir um índice com suas publicações e um blog pessoal. Um calendário informa os participantes sobre eventos científicos em todo o mundo e uma bolsa de empregos oferece mais de 13 mil vagas nas diversas áreas da ciência.
A plataforma é gratuita e foi criada em 2008 pelo médico alemão Ijad Madisch, graduado em Hannover e pós-graduado em Harvard. Ele conta que teve a ideia quando fazia a pós nos Estados Unidos e deparou com um problema para o qual não achava resposta.
Madisch conheceu um colega que pesquisava o mesmo assunto e tentou manter contato com ele pela internet, mas sentiu que faltava uma ferramenta adequada para isso.
“Grande parte dos recursos gastos em uma pesquisa acaba cobrindo experiências malsucedidas, que não ganham espaço nas publicações”, disse.
Com o ResearchGate, segundo Madisch, os cientistas podem receber informações sobre os trabalhos de colegas do mundo inteiro, inclusive sobre as experiências que não deram certo. Isso evitaria repetir o que já se mostrou falho.
De acordo com os administradores do site, 30 brasileiros, em média, se registram diariamente.
Mais informações: www.researchgate.net
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Animals Unlikely Source of Antimicrobial Resistance
UK - Scientists at the University of Glasgow, Scotland, are urging policymakers to reconsider priorities in efforts to understand and control antimicrobial resistance.
Antimicrobial resistance is when micro-organisms, including bacteria, viruses and parasites, are no longer killed by the drugs that have previously been effective. In the case of bacteria, there is increasing concern over the spread of resistance and the possibility of returning to the situation 100 years ago when many diseases affecting humans and animals were untreatable.
Antimicrobial resistance in humans is frequently attributed to veterinary use of antimicrobials, but the relative contribution to the problem from animals and humans is poorly understood at the population level. Despite this, proposals are under consideration by the European Parliament to phase out the precautionary (or prophylactic) use of some antibiotics in animals in the hope that the rate of increase in the occurrence of antimicrobial resistance would be slowed. The plan has been opposed by the British Veterinary Association, which said that the ban would compromise animal health and welfare.
Dr Alison Mather, working with an interdisciplinary research team within the College of Medical, Veterinary and Life Sciences, exploited long-term surveillance data of Salmonella Typhimurium DT104 from co-located humans and animals in Scotland, demonstrated how animal and human DT104 populations differ significantly in several ways such as prevalence, linkage, time of emergence, and diversity.
The findings, published in the Proceedings of the Royal Society B, suggest that the local animal populations are unlikely to be the major source of resistance in humans, and questions policies that restrict the use of antimicrobials in local domestic animals.
Professor Daniel Haydon, Director of the University of Glasgow’s Institute of Biodiversity Animal Health and Comparative Medicine, said: “In our study, there were significantly more human-only types of resistance than we might have expected if the animal and human microbial communities were well-mixed, suggesting that the risk of resistances passing from animals to humans is lower than previous research has indicated.
“We also found that, in the majority of resistances which are common to both animals and humans, the resistances appeared first in humans. While it’s inevitable that contact, direct or indirect, between animals and humans will lead to some transmission of disease and resistance in both directions, it appears unlikely that the animal population is the major source of resistance diversity for humans.”
Professor Stuart Reid, the senior author of the work and now Principal at the Royal Veterinary College, London, added: “It remains true that the use of antimicrobials promotes resistance in microorganisms and of course we advocate prudent use in all species but our work does call into question the, at times, singular focus on veterinary usage.
“Whilst our study has focused on a single bacterial species, our findings do demonstrate that we must ensure that our local policies do not impact disproportionately on domestic livestock without considering imported foodstuffs and animals abroad, as well as the medical use of antibiotics. There is still much to be done if we are to understand the problem at the level of the global ecosystem.”
The research was carried out by the University of Glasgow, in partnership with the Scottish Salmonella Shigella and Clostridium difficile Reference Laboratory at Stobhill Hospital; Health Protection Scotland; the Public Health Agency of Canada and the University of Guelph in Canada.
ThePoultrySite News Desk
http://www.thepoultrysite.com/poultrynews/24513/animals-unlikely-source-of-antimicrobial-resistance
Antimicrobial resistance is when micro-organisms, including bacteria, viruses and parasites, are no longer killed by the drugs that have previously been effective. In the case of bacteria, there is increasing concern over the spread of resistance and the possibility of returning to the situation 100 years ago when many diseases affecting humans and animals were untreatable.
Antimicrobial resistance in humans is frequently attributed to veterinary use of antimicrobials, but the relative contribution to the problem from animals and humans is poorly understood at the population level. Despite this, proposals are under consideration by the European Parliament to phase out the precautionary (or prophylactic) use of some antibiotics in animals in the hope that the rate of increase in the occurrence of antimicrobial resistance would be slowed. The plan has been opposed by the British Veterinary Association, which said that the ban would compromise animal health and welfare.
Dr Alison Mather, working with an interdisciplinary research team within the College of Medical, Veterinary and Life Sciences, exploited long-term surveillance data of Salmonella Typhimurium DT104 from co-located humans and animals in Scotland, demonstrated how animal and human DT104 populations differ significantly in several ways such as prevalence, linkage, time of emergence, and diversity.
The findings, published in the Proceedings of the Royal Society B, suggest that the local animal populations are unlikely to be the major source of resistance in humans, and questions policies that restrict the use of antimicrobials in local domestic animals.
Professor Daniel Haydon, Director of the University of Glasgow’s Institute of Biodiversity Animal Health and Comparative Medicine, said: “In our study, there were significantly more human-only types of resistance than we might have expected if the animal and human microbial communities were well-mixed, suggesting that the risk of resistances passing from animals to humans is lower than previous research has indicated.
“We also found that, in the majority of resistances which are common to both animals and humans, the resistances appeared first in humans. While it’s inevitable that contact, direct or indirect, between animals and humans will lead to some transmission of disease and resistance in both directions, it appears unlikely that the animal population is the major source of resistance diversity for humans.”
Professor Stuart Reid, the senior author of the work and now Principal at the Royal Veterinary College, London, added: “It remains true that the use of antimicrobials promotes resistance in microorganisms and of course we advocate prudent use in all species but our work does call into question the, at times, singular focus on veterinary usage.
“Whilst our study has focused on a single bacterial species, our findings do demonstrate that we must ensure that our local policies do not impact disproportionately on domestic livestock without considering imported foodstuffs and animals abroad, as well as the medical use of antibiotics. There is still much to be done if we are to understand the problem at the level of the global ecosystem.”
The research was carried out by the University of Glasgow, in partnership with the Scottish Salmonella Shigella and Clostridium difficile Reference Laboratory at Stobhill Hospital; Health Protection Scotland; the Public Health Agency of Canada and the University of Guelph in Canada.
ThePoultrySite News Desk
http://www.thepoultrysite.com/poultrynews/24513/animals-unlikely-source-of-antimicrobial-resistance
Empaer propõe substitução de abelhas rainhas geneticamente melhoradas nos apiários de MT
Com a finalidade de aumentar a produção de mel e evitar a contaminação de doenças em Mato Grosso, o biólogo da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), João Bosco Pereira está executando um projeto de melhoramento genético para produção de abelhas rainhas africanizada - Apis mellifera. O projeto visa atender produtores rurais que estão na atividade com a entrega de cinco a dez abelhas rainhas por apiário a fim de aumentar a produtividade em 100%, chegando a uma produção de 60 quilos de mel por colmeia ao ano.
Conforme Bosco, o segredo de uma boa produção é manter no apiário abelhas rainhas jovens, com idade máxima de dois anos, já que vivem até cinco anos, um bom pasto apícola para produzir em média de 3 mil ovos por dia, uma população de 80 mil abelhas operárias por colmeia para atingir uma produção de 50 a 60 quilos de mel/ano. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2008), o Estado possui 1.200 apicultores com uma produção de 500 toneladas de mel por ano. Conta com aproximadamente 280 apiários e 3.435 colmeias com uma produção de 20 quilos de mel por caixa.
Pereira comenta que uma colmeia produz em média 30 quilos de mel por ano. Ele destaca que o mais importante que produzir é organizar a cadeia da apicultura garantindo o selo de qualidade para o mel produzido em Mato Grosso. “Hoje estamos vendendo na informalidade e o produto não está nas prateleiras dos estabelecimentos comerciais. É necessário organizar o setor produtivo por meio de cooperativas e associações”, ressalta.
A Empaer, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Rotary Internacional, está implantando um projeto para instalação de apiários e recuperação da mata ciliar nas comunidades de pescadores e indígenas na região sul do Pantanal, nos municípios de Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço. O projeto pretende atender cem famílias que vivem da pesca dando oportunidade em ter outra fonte de renda.
Técnicos do Senar e Empaer estão qualificando e treinando as famílias interessadas na atividade apícola com orientações teóricas e práticas sobre a criação de abelhas. Ao todo serão 300 colmeias em produção até o final de 2012. Paralelamente a instalação das colmeias acontecerá o plantio de mudas nativas para recuperação da mata ciliar com plantas melíferas para enriquecer o pasto apícola.
Com a apicultura, o biólogo calcula que uma produção de até 50 quilos de mel/ano, pode render para a família até R$ 3 mil. No mercado o mel está sendo vendido a R$ 20,00 o quilo, o produtor com três colmeias poderá extrair 150 quilos de mel/ano e obter lucro e renda. “O projeto é abrangente, busca a viabilidade econômica, social e também a preservação da natureza”, conclui Bosco.
Fonte: Rosana Persona (Jornalista)
http://www.agrosoft.org.br/agropag/220417.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agrosoft+%28Jornal+Agrosoft%29
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